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Cinco fatores que dificultam a inovação nas empresas

Cinco fatores que dificultam a inovação nas empresas

Cinco fatores que dificultam a inovação nas
empresas

#333333;”>Alexandre Pierro, sócio-fundador da PALAS, destaca os 5 fatores
#333333;”> que dificultam a inovação nas empresas:
#333333;”> #1 Síndrome de Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou
#333333;”> ser sempre assim”. A música tema da novela Gabriela, de Jorge
#333333;”> Amado, fez muito sucesso na década de 70.
#333333;”> A trama revela que
#333333;”> Gabriela não conseguia se adaptar aos costumes de sua época,
#333333;”> adotando um jeito espontâneo e até um pouco rude para não se
#333333;”> enquadrar à sociedade.
#333333;”> Qualquer semelhança com líderes do presente não é mera
#333333;”> coincidência. Mesmo em tempos de digitalização, muitos ainda
#333333;”> insistem em viver como se estivessem na era das máquinas a
#333333;”> vapor.
#333333;”> A alegação quase sempre é: em time que está ganhando
#333333;”> não se mexe. E, assim, a inovação passa longe.
#333333;”> #2 Síndrome de avestruz: Outra síndrome que impede a inovação
#333333;”> nas empresas é a de avestruz.
#333333;”> Os líderes ficam tão imersos nas
#333333;”> pendências que não conseguem acompanhar as tendências. Com a
#333333;”> cabeça dentro de seu próprio “buraco”, eles não conseguem
#333333;”> enxergar o que acontece fora da empresa e, não por acaso, são
#333333;”> “atropelados” por inovações que riscam suas empresas do mapa.
#333333;”> Apaixonados por seus próprios produtos/serviços, não conseguem
#333333;”> acompanhar as transformações do consumidor, que está sempre
#333333;”> buscando novas formas de ter suas necessidades atendidas.
#333333;”> #3 Liderança imediatista: Focados nos resultados de curto prazo,
#333333;”> líderes tendem a mirar nas soluções que já são conhecidas e
#333333;”> rentáveis em vez de se aventurarem nos longos ciclos de testes e
#333333;”> falhas que a inovação demanda. Um bom exemplo desse tipo de
#333333;”> cultura é a Kodak.
#333333;”> Embora nem todos saibam, foi um engenheiro da própria
#333333;”> companhia quem criou a máquina digital. Ao apresentar aos
#333333;”> superiores, virou motivo de chacota, já que o produto causaria a
#333333;”> morte do modelo de negócios da empresa. O resto da história, você
#333333;”> já conhece bem. Uma prova inequívoca de que quem não faz, toma!
#333333;”> #4 Sistema imunológico: Outro inimigo da inovação é o forte
#333333;”> sistema imunológico que a maioria das empresas possui.
#333333;”> Infelizmente, muitos profissionais acreditam que sucesso é manter o
#333333;”> status quo, enquanto o certo seria desafiar o status quo, buscando
#333333;”> sempre novas maneiras de fazer mais com o mesmo ou até com
#333333;”> menos. A busca pela eficiência e pela melhoria deve ser contínua.
#333333;”> Não é possível ficar estático em um mundo dinâmico.
#333333;”> #5 Falta de prioridade: Mantidos falsamente seguros em sua zona
#333333;”> de conforto, parte das empresas buscam desculpas batidas para
#333333;”> não inovar, tais como: inovar custa caro e não temos tempo.
#333333;”> Enquanto alguns ficam apagando incêndios, pode ser que tenha um
#333333;”> garoto nerd criando algo que vai simplesmente matar o seu
#333333;”> negócio.
#333333;”> Aí, nem incêndio para apagar existirá porque a empresa já estará
#333333;”> em ruínas. E se a desculpa for “faltam bons profissionais para
#333333;”> inovar”, lembre-se que um time de alta performance precisa ser
#333333;”> bem treinado. É hora de você mesmo criar um campo fértil para que
#333333;”> as mentes brilhantes se proliferem e os resultados aconteçam.
#333333;”> A Startup Valeon um Marketplace e E-Commerce da região do vale do aço
#333333;”> é uma empresa tecnológica por natureza, não tem a síndrome da Gabriela,
#333333;”> ao contrário, está sempre aberta à inovação e modificações necessárias.
#333333;”> A nossa Plataforma Comercial Valeon se propõe a divulgar com toda
#333333;”> presteza e dentro dos padrões tecnológicos, todas as empresas, serviços
#333333;”> e profissionais da nossa região como um canal de informação e
#333333;”> divulgação de seus produtos e promoções. A busca pela eficiência e pela
#333333;”> melhoria deve ser contínua. Não é possível ficar estático em um mundo
#333333;”> dinâmico.

#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com

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Brasil passa o Reino Unido e se torna segundo país com mais mortes por covid-19

Brasil passa o Reino Unido e se torna segundo país com mais mortes por covid-19

Brasil passa o Reino Unido e se torna segundo país com mais mortes por covid-19

#333333;”>Dados foram divulgados no começo da noite pelo Ministério da Saúde; Os casos recuperados somam 365.063

#333333;”>O Ministério da Saúde divulgou hoje (12) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 828.810 casos confirmados da doença, e 41.828 mortes foram registradas. Os casos recuperados somam 365.063.
#333333;”> Nas últimas 24 horas, o ministério registrou mais 25.982 casos da doença e 909 novas mortes.
#333333;”> Com o número atual, o Brasil superou os registros do Reino Unido (que teve até hoje 41.481 mortes) e se tornou o segundo com mais mortes pelo vírus em todo o mundo está atrás apenas dos Estados Unidos, que tem quase 114 mil óbitos. Mais: Veja os números oficiais da pandemia no Vale do Aço Ipatinga registra 15° óbito em decorrência da covid-19 Estados Entre a unidades da federação com o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, o estado de São Paulo registrou 167,9 mil casos confirmados e 10.368 óbitos.
#333333;”> Rio de Janeiro aparece na segunda posição com 77.784 e 7.417 mortes. Em seguida estão Ceará (75.705 casos e 4.788 mortes) e Pará (66.328 casos e 4.132 mortes). De acordo com o Ministério da Saúde, 412.919 casos estão em acompanhamento e 4.033 óbitos em investigação

#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com

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Cinco fatores que dificultam a inovação nas empresas

Cinco fatores que dificultam a inovação nas empresas

Cinco fatores que dificultam a inovação nas empresas

#333333;”>Alexandre Pierro, sócio-fundador da PALAS, destaca os 5 fatores
#333333;”>que dificultam a inovação nas empresas:
#333333;”>#1 Síndrome de Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou
#333333;”>ser sempre assim”. A música tema da novela Gabriela, de Jorge
#333333;”>Amado, fez muito sucesso na década de 70. A trama revela que
#333333;”>Gabriela não conseguia se adaptar aos costumes de sua época,
#333333;”>adotando um jeito espontâneo e até um pouco rude para não se
#333333;”>enquadrar à sociedade.
#333333;”>Qualquer semelhança com líderes do presente não é mera
#333333;”>coincidência. Mesmo em tempos de digitalização, muitos ainda
#333333;”>insistem em viver como se estivessem na era das máquinas a
#333333;”>vapor. A alegação quase sempre é: em time que está ganhando
#333333;”>não se mexe. E, assim, a inovação passa longe.
#333333;”>#2 Síndrome de avestruz: Outra síndrome que impede a inovação
#333333;”>nas empresas é a de avestruz. Os líderes ficam tão imersos nas
#333333;”>pendências que não conseguem acompanhar as tendências. Com a
#333333;”>cabeça dentro de seu próprio “buraco”, eles não conseguem
#333333;”>enxergar o que acontece fora da empresa e, não por acaso, são
#333333;”>“atropelados” por inovações que riscam suas empresas do mapa.
#333333;”>Apaixonados por seus próprios produtos/serviços, não conseguem
#333333;”>acompanhar as transformações do consumidor, que está sempre
#333333;”>buscando novas formas de ter suas necessidades atendidas.
#333333;”>#3 Liderança imediatista: Focados nos resultados de curto prazo,
#333333;”>líderes tendem a mirar nas soluções que já são conhecidas e
#333333;”>rentáveis em vez de se aventurarem nos longos ciclos de testes e
#333333;”>falhas que a inovação demanda. Um bom exemplo desse tipo de
#333333;”>cultura é a Kodak.
#333333;”>Embora nem todos saibam, foi um engenheiro da própria
#333333;”>companhia quem criou a máquina digital. Ao apresentar aos
#333333;”>superiores, virou motivo de chacota, já que o produto causaria a
#333333;”>morte do modelo de negócios da empresa. O resto da história, você
#333333;”>já conhece bem. Uma prova inequívoca de que quem não faz, toma!
#333333;”>#4 Sistema imunológico: Outro inimigo da inovação é o forte
#333333;”>sistema imunológico que a maioria das empresas possui.
#333333;”>Infelizmente, muitos profissionais acreditam que sucesso é manter o
#333333;”>status quo, enquanto o certo seria desafiar o status quo, buscando
#333333;”>sempre novas maneiras de fazer mais com o mesmo ou até com
#333333;”>menos. A busca pela eficiência e pela melhoria deve ser contínua.
#333333;”>Não é possível ficar estático em um mundo dinâmico.
#333333;”>#5 Falta de prioridade: Mantidos falsamente seguros em sua zona
#333333;”>de conforto, parte das empresas buscam desculpas batidas para
#333333;”>não inovar, tais como: inovar custa caro e não temos tempo.
#333333;”>Enquanto alguns ficam apagando incêndios, pode ser que tenha um
#333333;”>garoto nerd criando algo que vai simplesmente matar o seu
#333333;”>negócio.
#333333;”>Aí, nem incêndio para apagar existirá porque a empresa já estará
#333333;”>em ruínas. E se a desculpa for “faltam bons profissionais para
#333333;”>inovar”, lembre-se que um time de alta performance precisa ser
#333333;”>bem treinado. É hora de você mesmo criar um campo fértil para que
#333333;”>as mentes brilhantes se proliferem e os resultados aconteçam.
#333333;”>A Startup Valeon um Marketplace e E-Commerce da região do vale do aço
#333333;”>é uma empresa tecnológica por natureza, não tem a síndrome da Gabriela,
#333333;”>ao contrário, está sempre aberta à inovação e modificações necessárias.
#333333;”>A nossa Plataforma Comercial Valeon se propõe a divulgar com toda
#333333;”>presteza e dentro dos padrões tecnológicos, todas as empresas, serviços
#333333;”>e profissionais da nossa região como um canal de informação e
#333333;”>divulgação de seus produtos e promoções. A busca pela eficiência e pela
#333333;”>melhoria deve ser contínua. Não é possível ficar estático em um mundo
#333333;”>dinâmico.

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Relacionamento amoroso ou sexual no ambiente de trabalho X poder diretivo do empregador

Relacionamento amoroso ou sexual no ambiente de trabalho X poder diretivo do empregador

Relacionamento amoroso ou sexual no ambiente de trabalho X poder diretivo do empregador

#333333;”>No mês em que se comemora o Dia dos Namorados, algumas decisões que envolvem o tema “relacionamento amoroso ou sexual no ambiente de trabalho” podem ser conferidas, para melhor compreensão das diretrizes adotadas por magistrados da Justiça do Trabalho mineira sobre o assunto.
#333333;”> Confira: 1º caso – Atividades de trabalho negligenciadas em prol do romance – configuração da justa causa O simples namoro entre colegas de trabalho não deve ser proibido e não dá ensejo à aplicação da justa causa.
#333333;”> Contudo, a prática de condutas impróprias ao ambiente de trabalho é inadmissível, pois pode interferir no andamento normal das rotinas de trabalho e prejudicar os objetivos empresariais.
#333333;”> Quem explica é o juiz Flávio Vilson da Silva Barbosa, titular da 4ª Vara do Trabalho de Uberaba, na sentença em que rejeitou o pedido de reversão da justa causa, feito por um trabalhador dispensado pelo empregador com base na alínea “b”, do artigo 482, da CLT, que trata da “incontinência de conduta ou mau procedimento”. Fotos e conversas apresentadas no processo mostraram que o empregado manteve encontros amorosos com uma colega de trabalho dentro da empresa, no horário do expediente. Para o julgador, ficou claro que o autor negligenciou as atividades de trabalho em prol do romance.
#333333;”> Nesse cenário, o juiz manteve a dispensa por justa causa, o que levou ao indeferimento de parcelas próprias da rescisão imotivada do contrato de trabalho, como aviso-prévio e multa de 40% do FGTS, bem como entrega de guias do seguro-desemprego. Pelo mesmo motivo, foram rejeitadas as pretensões do trabalhador de reintegração ao emprego e restabelecimento do plano de saúde, assim como de pagamento de salários, vale-alimentação e indenização por danos morais.
#333333;”> A decisão transitou em julgado. 2º caso – Conduta inapropriada de cunho sexual no local de trabalho – quebra de confiança – justa causa mantida As diretrizes traçadas na decisão acima têm sido adotadas por outros magistrados da Justiça do Trabalho de Minas Gerais. Recentemente, a juíza Ana Carolina Simões Silveira, da Vara do Trabalho de Guanhães, considerou válida a dispensa por justa causa de uma trabalhadora, que, segundo constatou a julgadora, praticou “atitude inadequada e reprovável socialmente, de cunho sexual durante a jornada de trabalho, na companhia de outro empregado da empresa”.
#333333;”> A mulher trabalhava há mais de seis anos na empresa quando foi dispensada por justa causa. Na reclamação trabalhista, negou a prática de “conduta desonrosa no ambiente de trabalho”, como havia apontado o empregador, e pediu que se considerasse que a dispensa ocorreu sem justo motivo.
#333333;”> A trabalhadora pretendeu ainda que o patrão fosse condenado a pagar uma indenização por danos morais. Ao se defender, a empresa sustentou que a justa causa foi aplicada somente após o comitê disciplinar ter comprovado a gravidade da conduta praticada pela empregada. Na decisão, a juíza explicou que a aplicação da justa causa exige que a falta do empregado seja grave o suficiente para fazer desaparecer a confiança existente entre as partes, de forma inviabilizar a continuação da relação de trabalho.
#333333;”> No entendimento da magistrada, isso ocorreu no caso. Uma testemunha relatou que, em certa ocasião, quando procurava por um colega de trabalho, ouviu um barulho e acabou se deparando com o colega procurado de calça baixada juntamente com a autora, que estava de roupa.
#333333;”> A cena foi vista pela testemunha quando ela estava do lado de fora do prédio da empresa e colocou a lanterna do celular pela janela. Outro empregado que estava do lado de fora do prédio foi chamado para confirmar a cena.
#333333;”> Ele e a testemunha denunciaram o fato a um superior e o caso passou a ser apurado pela empresa. Ainda segundo a testemunha, o empregado flagrado com a trabalhadora deveria estar em seu local de trabalho, já que era o responsável técnico da equipe no dia. Após o fato, o envolvido disse para a testemunha que ela não poderia ter dado com a “língua nos dentes”.
#333333;”> A responsável pelo RH da empresa também prestou depoimento como testemunha. Ela relatou que recebeu uma denúncia e passou a apurar os fatos. Os envolvidos foram chamados, separadamente, e ouvidos em procedimento sigiloso.
#333333;”> Após todo o processo de escuta e de investigação, a empresa optou pelo desligamento de ambos. A testemunha ainda disse ser próxima da autora e do colega envolvido, sabendo que ele era pessoa muito importante no processo de término de relacionamento que a autora viveu. Relatou que foi a segunda justa causa aplicada pela empresa de que teve informação, já que a conduta da empregadora nesse aspecto é conservadora.
#333333;”> Nesse quadro, a magistrada considerou correta a aplicação da justa causa, chamando a atenção, ainda, para o fato de a própria autora ter afirmado, em depoimento, que “a sindicância foi sigilosa”. Na conclusão da magistrada, a empresa agiu de acordo com o poder diretivo do empregador e não praticou ato ilícito ou abuso de direito. “Ao contrário, o conjunto probatório comprovou que a empresa apurou mediante procedimento interno os fatos atinentes à conduta inadequada da empregada, antes de aplicar a pena máxima permitida ao empregador”, destacou.
#333333;”> Por tudo isso, foi mantida a dispensa por justa causa aplicada com fundamento no artigo 482, “b”, da CLT, que se refere à “incontinência de conduta ou mau procedimento”. Na sentença, foram rejeitados todos os pedidos do trabalhador, inclusive de indenização por danos morais. Para a juíza, não houve evidências de eventuais humilhações e constrangimentos, ou de fatos que pudessem ter abalado moralmente a trabalhadora.

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É falsa a informação que estados e municípios recebem por morte por covid-19 notificada

É falsa a informação que estados e municípios recebem por morte por covid-19 notificada

É falsa a informação que estados e municípios recebem por morte por covid-19 notificada

#333333;”>Desde o começo da pandemia no Brasil as autoridades têm enfrentado um desafio extra: a onda de desinformação plantada por interesses partidários.
#333333;”> Como levar a população a se cuidar no momento em que uma parcela da população prefere acreditar em fake news recebida pelo WhatsApp, no lugar de informações reais?
#333333;”> A boataria sem fundamentos nas mídias sociais atingiu um nível tão elevado ao longo dos últimos dois anos, que foram criados vários serviços checadores de informação. Dessa forma, quem não quiser ser enganado ao receber uma suposta informação, via WhatsApp ou Facebook, já encontra recursos para chegar a veracidade. Entre elas está o site Aos Fatos, que pode ser acessado aqui.
#333333;”> Uma das notícias falsas mais difundidas é a que afirma que “estados e municípios recebem verba federal a cada óbito registrado por covid-19”. Isso não existe e já foi desmentido inúmeras vezes.
#333333;”> Entretanto, as pessoas que receberam a informação falsa a replicam o tempo todo no whatsapp ou comentários de notícias postadas sobre a pandemia. São os chamados negacionistas da pandemia. Em resposta a um dos serviços de checagem de notícias, o Ministério da Saúde informou que não faz qualquer repasse em função do volume de mortes pelo novo coronavírus.
#333333;”> Os recursos da União para estados e municípios são divididos a partir de critérios como o tamanho da população e a complexidade do serviço prestado. A desinformação têm circulado nas redes sociais em versões com valores diferentes. As fake news não têm limites e são fantasiosas. Uma fake news fala em R$ 12 mil por cada óbito, outra em R$ 16 e outra em R$ 90 mil. As que circulam no Facebook, inclusive, já foram sinalizadas com o selo FALSO na ferramenta de verificação da rede social.
#333333;”> Conforme a agência Lupa (outra ferramenta de checagem de dados) publicou nessa quinta-feira (11), o Brasil lidera a desinformação sobre o número de casos e mortes por covid-19 no mundo. O país teve o maior número de posts falsos em redes sociais contestando dados sobre coronavírus; Estados Unidos ficam em segundo lugar.

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Conselheiro da Usiminas avalia situação da Usiminas Mecânica

Conselheiro da Usiminas avalia situação da Usiminas Mecânica

Conselheiro da Usiminas avalia situação da Usiminas Mecânica

#333333;”>Após o anúncio de que a Usiminas Mecânica fará adequações na fábrica de Ipatinga por causa do cenário atual econômico, surgiram rumores de que a empresa poderia encerrar suas atividades de forma definitiva.
#333333;”> Entretanto, em entrevista ao Diário do Aço, o conselheiro da Usiminas, Luiz Carlos Miranda, informou que não acredita que a empresa de bens de capital fechará sua fábrica em Ipatinga.
#333333;”> Conforme Miranda, desde o início da pandemia da covid-19 a Usiminas tem se preocupado muito com segurança e saúde dos seus empregados. “Eu tenho que parabenizar o presidente Sergio Leite e os gerentes que tiveram esse cuidado especial com os empregados. Isso nos deixa muito tranquilos.
#333333;”> É um momento difícil e crítico que estamos enfrentando. Além disso, há um acordo celebrado entre a companhia e sindicatos, no qual a empresa mantém o acordo salarial firmado, não podendo demitir, em nenhuma situação, acima de 2% dos empregados da empresa. No entanto, o mesmo não ocorreu nas terceirizadas, que tiveram muitas demissões”, lamentou.
#333333;”> Nesse contexto, o conselheiro conta que recebeu nessa semana uma notícia que o assustou, de que a Usiminas Mecânica poderia ser fechada, o que causaria a demissão de centenas de trabalhadores. “Ao longo desses últimos anos, a Usiminas Mecânica vem tendo resultados desfavoráveis.
#333333;”> Vários estudos já foram feitos para a empresa que, inclusive, já foi colocada à venda no mercado em outras ocasiões. A Usiminas Mecânica é uma empresa de bens de capital, altamente qualificada, com um corpo técnico extraordinário, mas infelizmente o Brasil está há quatro anos sem grandes obras estruturantes.
#333333;”> Com isso, a Usiminas Mecânica também é prejudicada, devido a sua atividade”, destacou. Pandemia agravou a crise Em função do mercado e dos impactos causados pela pandemia, Luiz Carlos relata que foi apresentado ao conselho, no mês passado, um estudo de reestruturação da Usiminas Mecânica, no qual não havia proposta de fechamento da empresa. “Esse estudo trata-se de uma reestruturação e que a empresa teria um quadro em torno de 350 funcionários diretos em sua fábrica. Portanto, a notícia sobre o fechamento não pode ser considerada verdadeira.
#333333;”> O presidente Sergio Leite tem uma preocupação com a preservação dos empregos e na preservação da integridade dos funcionários.
#333333;”> Eu acredito que a empresa não vai fechar. Vai ter uma readequação. Agora, eu acredito que o único caminho é a negociação, ou seja, o diálogo”, salientou. Luiz Carlos Miranda também destaca que a Usiminas Mecânica é uma empresa muito importante para a própria Usiminas, já que ajuda a alavancar a compra de aço. “Diante disso, acredito que a sociedade não pode ficar perplexa.
#333333;”> Eu dentro do Conselho sou o único que representa o empregado, aposentado e as comunidades. Eu luto pela defesa intransigente do emprego, que é o maior patrimônio de um homem ou mulher. Eu dentro do Conselho não abro mão de discutir nem meia demissão.
#333333;”> O que eu posso fazer em defesa do emprego e dos investimentos aqui em Ipatinga eu tenho feito”, garantiu. Hospital Vera Cruz Na entrevista, Luiz Carlos Miranda também avaliou a contratação do novo gestor do Hospital Vital Brazil, em Timóteo. “Eu acompanho o Vale do Aço e sempre me preocupo com a evolução e investimentos na região. Eu vejo que, por falta de uma liderança regional, temos perdido muito emprego e renda. Quando eu fiquei sabendo que um hospital de Belo Horizonte, particular, iria assumir a gestão do Hospital Vital Brazil, não concordei, sendo que tínhamos boas opções aqui na região. Por isso que os líderes políticos e empresários precisam trabalhar em harmonia para manterem aqui os recursos que nós produzimos, senão vamos produzir e mandar tudo para fora. Portanto, essa uma preocupação que todos devemos ter”, concluiu.

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TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

#333333;”>A Startup Marketplace e E-Commerce Valeon de Ipatinga-MG pratica a
#333333;”>transformação digital com muita inovação e por ser totalmente
#333333;”>tecnológica está apta a navegar nos ambientes digitais e dinâmicos.
#333333;”>Fazemos um convite aos senhores empresários parceiros a se
#333333;”>aproximarem da nossa Startup Valeon para conhecerem melhor os
#333333;”>nossos objetivos e propósitos. Mostraremos toda a nossa tecnologia dos
#333333;”>processos digitais para fazermos a divulgação das suas empresas seus
#333333;”>produtos e promoções e na realidade queremos fazer uma disrupção
#333333;”>digital em seus mercados. (Disrupção digital é o nome que se dá ao processo
#333333;”>de otimização de determinadas funções por meio de tecnologias que as tornam
#333333;”>acessíveis a um público maior. O YouTube é um exemplo popular de disrupção,
#333333;”>uma vez que possibilita que qualquer pessoa com uma câmera publique seu
#333333;”>vídeo para o mundo todo).
#333333;”>É hora de fazermos a transformação para a realidade que virá após a
#333333;”>pandemia, vamos seguir juntos com humildade, disciplina, coragem e
#333333;”>entendimento de que o erro faz parte do processo de inovação e com
#333333;”>isso vamos utilizar cada vez mais a tecnologia como facilitadora para
#333333;”>mudar a forma com que as empresas e suas áreas atuam.
#333333;”>Portanto, a Startup Valeon está apta a promover as mudanças
#333333;”>necessárias para atender as exigências comerciais do novo normal.
#333333;”>Um forte abraço,
#333333;”>Moysés Peruhype Carlech – CEO da Startup Valeon
#333333;”>Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android valeon
#333333;”>Contatos: (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391

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Índice de recuperados de covid-19 em Fabriciano é de quase 60%, informa governo municipal

Índice de recuperados de covid-19 em Fabriciano é de quase 60%, informa governo municipal

Índice de recuperados de covid-19 em Fabriciano é de quase 60%, informa governo municipal

#333333;”>Com atualização para inserir informação de óbito suspeito Coronel Fabriciano atingiu nesta semana mais de 58% de recuperados entre os casos confirmados de Coronavírus. Nesta semana, a 14ª desde o primeiro caso no município, foi contabilizado 110 recuperados de 187 no geral. O 1º óbito no município foi registrado somente nesta quarta-feira,10. O paciente, um homem de 63 anos, era diabético e cardiopata, e estava internado no Hospital Metropolitano da Unimed, conforme noticiado pelo Portal DA.
A maioria dos recuperados venceu a doença em isolamento. No Hospital José Maria Morais, para onde são encaminhados os casos moderados a graves, o tratamento até agora foi 100% eficaz.
Nessa terça-feira (9), Ozana Ramos Guedes Santos, de 40 anos, Técnica de Enfermagem e dona Terezinha Maria Vieira da Silva, de 70 anos, cruzaram os corredores de saída do Hospital Dr. José Maria Morais sob aplausos e prantos. As duas passaram pela UTI da ala exclusiva covid-19 montada pelo município e comemoraram a alta médica como um renascimento, uma nova oportunidade de vida.
O sentimento de gratidão às equipes de saúde se mistura a louvores e sensações de que uma batalha contra a morte foi vencida. A expressão e o choro de Vanderlei Vítor de Miranda ao deixar o hospital no dia 5 de junho, comoveu a todos. Internado desde 27 de maio, Vanderlei também precisou de respirador e foi tratado como caso grave. “Foi muito difícil. Eu tenho que agradecer a Deus por ter conseguido vencer.
Quero agradecer a equipe pelo carinho e respeito comigo. Não tenho palavras, só gratidão”, resumiu. A prioridade, destaca a gestão, é a atenção básica com foco nos pacientes crônicos, evitando que estes adoeçam, mantendo-se saudáveis a fim de evitar internação.
A secretária de governança da saúde, Kátia Barbalho, diz que é impossível falar do futuro. Segundo ela, todas as análises podem ser feitas somente com base nos dados do momento. Ela ressalta que o município está 24h atento e adota as medidas conforme o cenário do dia. “As decisões precisam ser assertivas e não nos incomodamos em mudar protocolos.
Nossa preocupação é sempre salvar o paciente, custe o que custar”, garantiu. Novos leitos de UTI O Hospital Dr. José Maria Morais passou por obras e recebeu 40 leitos exclusivos para tratar exclusivamente pacientes com covid-19: são 20 leitos clínicos (enfermarias) e 20 de UTI, equipados com respiradores. O investimento foi de R$ 1,2 milhão em recursos próprios.
A capacidade do Hospital pode ser ampliada, caso necessário e num eventual crescimento de casos graves. Os leitos de UTIs, priorizados pela administração municipal, são essenciais para estabilização de pacientes com sintomas graves da doença e um dos principais gargalos de muitos municípios na luta contra a doença.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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Vendas on-line têm sido a saída para o Dia dos Namorados

Vendas on-line têm sido a saída para o Dia dos Namorados

Vendas on-line têm sido a saída para o Dia dos Namorados

#333333;”>Com o comércio fechado em Ipatinga, telefone e mídias sociais são instrumentos usados para alavancar o comércio

#333333;”>O novo coronavírus (covid-19) segue alterando a rotina da população. Com a proximidade do Dia dos Namorados, os lojistas sentem o fechamento do comércio, em razão da disparada dos casos da doença em Ipatinga, e apostam nas ferramentas que estão à disposição, como telefone e mídias sociais.
No Centro, as lojas de vestuário e acessórios têm utilizado tais ferramentas para driblar a situação. Proprietária da loja Gottita, Bruna Carolina Barbosa relata ao Diário do Aço que as vendas on-line aumentaram, embora os estabelecimentos não estejam abrindo as portas para os clientes. “Se não fosse o on-line estaríamos totalmente fechados. Nosso ponto positivo é que o Instagram da loja é muito acessado.
Temos trabalhado essa ferramenta, investimos alto em mídia e publicações com influenciadoras digitais, também utilizamos WhatsApp, telefone e Facebook e acredito que temos colhido o resultado disso”, avalia.
Bruna pontua que a loja opera há três anos e meio, e que nunca houve um momento como esse. “Serviu de lição para todos nós, de como deve ser feito o trabalho on-line, a atenção que temos de dar ao cliente, ter uma pessoa responsável por isso. Até para adquirir mercadorias para a loja tivemos de mudar a forma, nós também estamos comprando on-line.
É um momento de adaptação. Com o fechamento do comércio tive que dispensar algumas funcionárias, estou com equipe reduzida e eu mesma tive que me dedicar muito mais. Mesmo vendendo bem, nem se compara com a possibilidade de ter a loja aberta. Lembrando que os gastos são os mesmos”, destaca. Na loja Audácia, o relacionamento on-line não era tão forte quanto agora. A proprietária Arianny Beverllin Lima de Moura lamenta o momento vivido, uma situação ímpar nos 13 anos de história da empresa. “Estávamos começando a introduzir mais ações on-line, mas agora vimos a necessidade de ampliar isso, para vender ainda mais. O retorno está vindo, mas infelizmente o movimento está sendo muito menor do que esperávamos para essa época e não dá para dimensionar o prejuízo. Não se trata apenas de uma data, mas de uma coleção inteira que planejamos. Agora estamos pensando na coleção de verão. Não está fácil, mas vamos vencer, tenho fé”, vislumbra. Investimento Arianny quer focar em vendas pela internet. “Tenho me empenhado ainda mais nesse período e já penso no futuro próximo.
Vamos criar um portal para a loja, que irá nos auxiliar ainda mais nesse relacionamento com os clientes. Mas o WhatsApp está muito forte, assim como o Instagram. A pessoa clica no link e já conversa conosco. Estamos ampliando também as formas de pagamento on-line, para que o cliente possa pagar por meio de um endereço seguro. Tudo isso para facilitar essa compra”, salienta.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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As 3 principais lições de negócios do ‘Shark Tank’

As 3 principais lições de negócios do ‘Shark Tank’

As 3 principais lições de negócios do ‘Shark Tank’

#333333;”>Meu pai rico sempre dizia: “Nunca aceite um não como resposta”.
Em 2013, um empreendedor chamado Jamie Siminoff apareceu no reality show
“Shark Tank” para lançar seu novo produto, “DoorBot”.
Era uma campainha inteligente que permitia ver quem estava à sua porta por
meio de um aplicativo no telefone e conversar com a pessoa, mesmo se você
estivesse longe de casa.
O que Siminoff oferecia aos “tubarões” era uma
participação de 10% na empresa em troca de um investimento de US$
700.000. Infelizmente, eles não aceitaram a proposta.
Para a maioria das pessoas, esse seria o fim do caminho.
Após um fracasso
como esse, teriam desistido e buscado outra coisa, talvez até voltado ao antigo
emprego. Mas não foi isso que Siminoff fez.
Em vez de aceitar o não como resposta, ele acreditava tanto em sua ideia e em
seu produto que continuou procurando investidores, mudou o nome do produto
para “Ring” e criou uma empresa com receita superior a US$ 100 milhões e
mais de 1.000 funcionários.
A Amazon acabou comprando a Ring por US$ 1 bilhão. Sim, isso mesmo que
você acabou de ler. Quando a Amazon apareceu, o valor estimado da empresa
era de US$ 760 milhões e ela tinha levantado um financiamento de US$ 209
milhões.
A história de Siminoff nos oferece três valiosas lições que todos os
empreendedores precisam aprender.
Lição #1: Não aceite um não como resposta
Eu tenho uma história parecida com a de Siminoff. Muitas pessoas não sabem,
mas quando escrevi “Pai Rico, Pai Pobre”, ninguém quis publicá-lo. Em 1997,
mostrei o livro a vários agentes e editores, mas todos me disseram para partir
para outra coisa e que o livro nunca seria vendido.
Em vez de ouvir os pessimistas, acreditava tanto na minha ideia e no meu
sonho de ajudar as pessoas a obterem independência financeira que resolvi o
assunto com minhas próprias mãos.
Ao participar do máximo de entrevistas que pude e usar a mídia para publicidade gratuita, consegui vender livros suficientes para entrar na lista de best-sellers do jornal “The New York Times”.
Em 2000, minha grande oportunidade surgiu quando participei do programa da
Oprah e vendi meu livro para a Warner Business Books. O resto é história. Ele
vendeu mais de 30 milhões de cópias e foi publicado em 51 idiomas. Minha
impressão original tinha sido de 1.000 cópias.
Eu compartilho com vocês a minha história e a de Siminoff porque elas ilustram
uma importante lição que todo aspirante a empreendedor, ou mesmo
empreendedor experiente, precisa ouvir: você não pode permitir que os outros
te digam não. Somente você sabe de fato quando é hora deixar para trás uma
ideia ou um sonho para começar outra coisa. Se as pessoas não enxergam o
que você vê, siga adiante e continue trabalhando. Se fizer isso, na maioria das
vezes, as recompensas virão.
Lição #2: Há dinheiro lá fora
Uma das melhores lições que meu pai rico me ensinou foi ver o mundo como
uma fonte de abundância. Para ele, sempre havia dinheiro lá fora. E o seu
trabalho era encontrá-lo.
Seria fácil para Siminoff concluir que, como os “tubarões” do “Shark Tank” não
queriam investir em seu produto, ninguém o faria. Afinal, eles são alguns dos
empresários e investidores mais inteligentes do mundo. Se eles não quisessem
investir, quem ia querer?
Siminoff não deixou que eles definissem sua realidade. Em vez disso, ele
simplesmente foi atrás de outro investidor para apresentar sua ideia e no fim
conseguiu levantar US$ 209 milhões em financiamento antes que a Amazon
aparecesse.
Vi isso acontecer repetidamente em minha carreira empresarial e de
investimentos. Em 2008, o consultor da Rich Dad Company Ken McElroy
estava encontrando um ótimo negócio imobiliário atrás do outro. Os mercados
financeiros estavam despencando e o preço dos imóveis também. Além de
tudo, os únicos empréstimos institucionais disponíveis na época eram os da
Freddie Mac e Fannie Mae, gigantes do setor de hipotecas nos EUA. Era o
momento certo para investir no mercado imobiliário. O único problema era que
ninguém queria investir seu patrimônio nisso. A maioria das pessoas estava
assustada. Destemido, Ken e seus parceiros continuaram em busca de
investidores.
Eu fui um dos que disseram que sim. Hoje, todos nós que
dissemos sim estamos muito mais ricos porque Ken continuou defendendo que
aquela era uma ótima oportunidade.
Há sempre dinheiro lá fora.
Seja para levantar recursos para um negócio
imobiliário ou para impulsionar um produto no qual você acredita, você tem que
continuar apresentando seu projeto para possíveis investidores. Não vai ser
fácil, mas valerá a pena. E isso me leva à terceira lição.
Lição #3: Não há sucesso da noite para o dia
Siminoff apresentou o DoorBot em 2013. Cinco anos depois, depois de muito
trabalho duro para fazer seu negócio vingar, a Amazon apareceu e comprou a
empresa. Eu publiquei o meu livro em 1997, mas foi só em 2000 que ele
vingou. Ken McElroy pesquisou e comprou vários imóveis em 2008 e começou
a ver os frutos dos seus esforços apenas muitos anos depois, quando a
economia melhorou. Nenhuma dessas histórias é sobre ficar rico de uma hora
pra outra. Elas não representam o sucesso instantâneo.
O caminho para o empreendedorismo bem-sucedido é o do compromisso
constante e o do trabalho duro. Mas a boa notícia é que você está trabalhando
para você mesmo.
Eu encontro muitas pessoas que pensam que a Rich Dad Company ensina
como ficar rico rapidamente. Nada poderia estar mais longe da verdade. Em
vez disso, nossa missão é ensinar as pessoas a pensar de maneira diferente
sobre dinheiro. Isso geralmente significa começar pequeno e trabalhar duro,
assim como fez minha esposa Kim. Seu primeiro investimento foi em uma
pequena casa em Portland, no Estado do Oregon. Hoje, ela possui milhares de
apartamentos. Desde aquele primeiro negócio até hoje, ela passou milhares e
milhares de horas batendo perna na rua atrás de boas oportunidades,
enfrentou fracassos, colheu sucessos e também se divertiu.
Estrada longa, mas gratificante
Como você pode ver, startups não são para os fracos. Para seguir firme, deixe
que a declaração da sua missão o guie como um farol. Comece com ela e
termine com ela. E, se necessário, a revise ao longo do caminho. Nesse
processo, você irá descobrir que todos os contratempos podem ser superados.
Mesmo que você demore para ver os lucros — e provavelmente vai demorar —
, a experiência que você ganha participando de uma startup é valiosa como o
ouro. Se você descobrir o seu nicho de mercado e o seu produto ou serviço
acabar tornando a vida do consumidor melhor, mais fácil ou mais feliz, você no
fim vai prosperar.
Abraço,
Robert Kiyosaki
Observação: Sou daqueles que não se deixa abater ao ouvir um não.
Tenho confiança no nosso projeto de Startup como uma novidade única
para o vale do aço. Como você pode ver, startups não são para os
fracos. Já revisamos o nosso projeto da Valeon muitas vezes e se
precisar continuaremos a revisa-lo até obtermos um site de
excelência. A experiência que temos vivido desde do início do
nosso projeto da startup valeon é única e indescritível em
aprendizado e muita satisfação pelo trabalho feito até aqui. Temos a
certeza que tornaremos a vida do consumidor e dos empresários da
nossa região muito mais feliz e próspera.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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