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Copie muito até se tornar original

Copie muito até se tornar original

Copie muito até se tornar original

Copie muito até se tornar original

Mauro Condé

 

“Comece copiando o que você ama. Copie, copie, copie e copie muito. Ao final de muitas
cópias, você encontrará a si mesmo” (Yohji Yamamoto).
Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando como meio de transporte
excelentes livros sobre Criatividade.
Eles me levaram para Austin, Texas, Estados Unidos, onde fui recebido pelo escritor
Austin Kleon, autor do sucesso “Roube como um artista”, a quem fui logo pedindo:
Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a minha vida para
melhor.
Copie as pessoas que você mais admira até se tornar original.
Desenhe uma espécie de árvore genealógica nomeando as pessoas mais inteligentes e
geniais que mais te influenciam na vida, vivas ou mortas, famosas ou anônimas.
Depois, pesquise sobre elas e descubra as pessoas mais geniais e inteligentes que
influenciaram cada uma delas e continue fazendo isso até cerca de cinco gerações atrás.
Você descobrirá desse levantamento uma coisa incrivelmente fantástica:
Nenhuma das pessoas que você mais admira foi totalmente original do zero, todas as suas
melhores ideias partiram de cópias das melhores ideias de outros gênios.
Portanto, copie sem pudor o máximo de ideias que você puder.
Depois, agrupe-as e espalhe-as sobre a sua mesa, misture-as com suas próprias ideias e
pensamentos e transforme-as em algo totalmente novo.
Em seguida, mostre suas novas ideias para o mundo, para que possam roubá-las e copiálas de você, para o mundo melhorar.
Um exemplo curioso de cópia criativa é a música “Feelings”, balada romântica que fez
muito sucesso no Brasil e depois estourou pelo mundo nos anos 70.
Seu autor, Morris Albert (um brasileiro cujo verdadeiro nome é Maurício Alberto), ficou
milionário com tanto sucesso, quase 200 milhões de discos vendidos em toda a carreira.
Só que na década de 80 ele foi justamente condenado pela justiça americana a pagar uma
indenização altíssima por direitos autorais devidos.
Morris Albert foi condenado por ter feito uma cópia rasgada (plágio) de uma canção
francesa desconhecida chamada “Pour Toi”, composta por Lolou Gasté, em 1957.
Lolou Gasté compôs uma obra prima que estava fadada ao fracasso e poderia não ter
recebido um centavo, não fosse a cópia criativo de Morris Albert, um fenômeno de
contaminação viral, numa era em que não existia a internet.
Copie muito, até se transformar em original, sempre respeitando os créditos e os direitos
autorais.
Palestrante, consultor e fundador do Blog do Maluco

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Nova proibição para linhas cortantes já é lei

Nova proibição para linhas cortantes já é lei

Nova proibição para linhas cortantes já é lei

Nova proibição para linhas cortantes já é lei

A lei define linhas cortantes como aquelas produzidas industrialmente para esse fim

Foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais desta segunda-feira (23), a Lei 23.515, de 2019, que amplia a proibição de pipas com linha cortante em áreas públicas e comuns. A matéria tramitou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) como Projeto de Lei (PL) 906/19, de autoria do deputado Mauro Tramonte (Republicanos). O texto revoga a Lei 14.349, de 2002, e cria uma nova, mais abrangente e mais severa com relação às multas. Dessa forma, quem for pego vendendo linhas cortantes terá que pagar multa de 1.000 Ufemgs (Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais), que totalizariam R$ 3.590. O valor pode ser aumentado em até 50 vezes, o equivalente a R$ 179 mil, em casos de reincidência. Se a linha apreendida estiver em poder de criança ou adolescente, seus pais ou responsáveis legais serão notificados pessoalmente da infração. A lei define linhas cortantes como aquelas produzidas industrialmente para esse fim, como a “linha chilena”, em que são usados pó de quartzo e óxido de alumínio; e aquelas às quais se adicionam misturas artesanais, como pó de vidro ou de ferro, que lhe atribuam poder de corte, tais como cerol. Com a publicação da norma, fica proibida no Estado, a comercialização das linhas cortantes e o seu uso em pipas, papagaios e outras destinações.

Fonte:Diario do Aço

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Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Cães começam a treinar com os agentes desde filhotes para aprenderem a obedecer aos comandos; animais ajudam em trabalhos de contenção e nas buscas por ilícitos

Eles não usam algemas, farda ou armas de fogo, mas têm conduta e disciplina exemplares. Em alerta ao primeiro sinal de comando, estão sempre preparados para entrar em ação. Com seus sentidos aguçados, os cães que auxiliam no trabalho de segurança nas unidades prisionais do Estado são os parceiros ideais na busca por materiais ilícitos e na contenção de possíveis agitações ou fugas. A presença dos cães nas equipes de polícias ou agentes de segurança penitenciários é rotineira em todo o mundo. Esses cachorros passam por treinamentos especiais para poderem assumir seus “cargos” em cada uma das corporações, de acordo com a função que irão desempenhar. No Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen MG), da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), os cães são usados em situações de faro, segurança, imobilização e captura. O cão de faro é especialista em localizar materiais ilícitos como drogas, aparelhos celulares ou explosivos que por ventura tenham entrado nas unidades prisionais. Já o cão de captura é usado nas rondas de rotina ou na escolta durante o banho de sol auxiliando em possíveis contenções, impedindo tentativas de fuga e, até mesmo, na busca e captura de foragidos.
Atuando no sistema prisional com cães há mais de 16 anos, o coordenador do canil central do Depen MG, Fábio Hespanha, explica que todos os cães são treináveis, mas para o trabalho na segurança algumas raças são mais aptas do que outras. “As raças que trabalhamos no sistema prisional em Minas são, em sua maioria, pastor alemão, pastor belga malinois e rottweiler. Tanto os machos quanto as fêmeas são treinados, respeitando sempre o porte e a aptidão maior de cada raça”, detalha. Para o trabalho de faro são usados os pastores alemães e belgas malinois por serem raças consideradas sociáveis, com a força e a resistência adequadas às atividades. Já os rottweilers são usados no combate à subversão da ordem, revistas e tentativas de fuga, considerando o efeito psicológico, imposto pelo porte físico e pela força característicos da raça. Atualmente, a maioria dos cães que trabalham no sistema prisional são crias dos canis das unidades e começam os treinamentos ainda filhotes, com mais ou menos dois meses de idade. No início, eles aprendem obediência de comandos básicos e socialização com os agentes. Conforme vão crescendo recebem treinamentos específicos para as funções que vão desempenhar. Segundo Hespanha, o treinamento é uma espécie de brincadeira, um desafio, em que são despertadas e fortalecidas suas habilidades. “Nós buscamos estimular, sempre por meios de brincadeiras, a coragem, a atenção, o interesse, a obediência e o preparo físico. Eles se divertem durante o treinamento. Assim, conquistamos a sua lealdade e despertamos as melhores características que cada cão tem em sua genética”, diz. Hespanha explica também que o olfato desses animais é delicado e muito apurado. Eles conseguem facilmente discernir um odor específico, mesmo quando existe mais de um cheiro ao seu redor. Drogas, explosivos e equipamentos telefônicos (celulares, carregadores, chips, etc.) são os principais alvos de busca dos “cães agentes” nas penitenciárias. Para executar bem essa função, durante o treinamento os cães farejadores são expostos a odores típicos de substâncias ou materiais que irão buscar. Esses elementos são escondidos em diversos objetos para treinar seus faros. Com o passar do tempo, o cão consegue captar o cheiro da droga mesmo se ela estiver misturada a outros componentes com cheiros distintos na intenção de disfarçar o odor do material ilícito. “Esse treinamento auxilia muito nas buscas dentro de celas já que há uma mistura de cheiros nesses ambientes, como de alimentos e produtos de higiene pessoal, por exemplo”, diz. Rotina dos “cães agentes”
Atualmente, cerca de 300 cães atuam em mais de 60 unidades prisionais do Estado. Os 360 agentes que lidam diretamente com esses cachorros passam por treinamentos elaborados pelo Grupo de Operações com Cães (GOC) do canil central do Depen, localizado no Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O Depen está padronizando os treinamentos e, por meio da Superintendência Educacional de Segurança Pública, foi oferecido o “Curso de Operações com Cães em Ambientes Carcerários em Mina Gerais”. O objetivo é capacitar os agentes penitenciários para que sejam capazes de identificar e atuar com destreza e segurança com os cães. No curso, além de aprenderem a treinar e a atuar com os cães, os agentes são orientados a usar os cachorros somente em casos previstos pela lei e observando os direitos humanos e o uso diferenciado da força. A perspectiva é que em 2020 todos os agentes que atuam nos canis passem pelos treinamentos. Na rotina dos canis alguns cuidados simples são indispensáveis, como estabelecer períodos de descanso durante os treinos, alimentação balanceada, disponibilizar água fresca, garantir a manutenção da limpeza dos boxes onde os cães ficam para evitar qualquer contaminação, além de prezar pelos exames rotineiros para monitorar e cuidar da saúde dos animais. Assim como acontece em outros canis de unidades prisionais do Estado, os cães do canil central são doadores regulares de sangue para um hospital veterinário. “A cada quatro meses nossos parceiros caninos vão cumprir com o dever de cidadãos e auxiliam outros cães que precisem de sangue saudável”, conta Hespanha. Ajuda canina A cadela Chiara, de um ano e oito meses, é cria do canil central e filha de pais que também já eram da unidade. Na sua primeira operação de busca nas celas do Presídio Antônio Dutra Ladeira, ela encontrou cinco celulares e três carregadores que estavam escondidos em um buraco coberto por uma massa no chão de uma das celas. Os agentes que acompanharam a revista com a cadela contaram que quando ela sinalizou o local, eles duvidaram que fosse possível ter algo ali. “Ela parou no local e ficou mostrando que havia algo, mas o chão estava tão alinhado que pensamos que ela estivesse enganada. Depois de mais uma circulada, ela voltou ao mesmo local e sinalizou novamente. Aí, checamos e descobrimos o buraco com o material ilícito”, contou o agente e adestrador do canil, Ivo Martins. Além da atuação dentro das unidades prisionais, muitas vezes os cães são cedidos para atuar de forma integrada em operações com outras instituições como as polícias Militar, Civil, Rodoviária, Federal e a Guarda Municipal de alguns municípios. No início do ano, o caso do sumiço de um idoso em Campanha, no Sul do estado, foi solucionado com o auxílio da experiente cadela Nina, uma pastor belga mailiois, do GOC da Penitenciária de Três Corações. O senhor, de 69 anos, que sofre de mal de Alzheimer, estava desaparecido por três dias quando foi encontrado pelos cães. Para auxiliar nas buscas foram utilizados uma peça de roupa e um chapéu do idoso para facilitar no reconhecimento do cheiro. O senhor foi encontrado em uma região de matagal a cerca de 4 quilômetros de distância do asilo onde ficava. De acordo com a equipe que atuou nas buscas, o trabalho dos cães farejadores foi imprescindível na indicação dos rastros que levaram até o desaparecido. Aposentadoria Assim como para os humanos, chega um momento na vida dos cães que é hora de encerrar as atividades e ter o merecido descanso. A aposentadoria dos “cães agentes” acontece quando eles completam oito anos de trabalho ou dez anos de idade. Na época do desligamento, os cães são disponibilizados para adoção. Primeiramente, eles ficam disponíveis para os agentes com quem trabalharam diretamente. Caso eles não tenham interesse, o processo é aberto para servidores de outras unidades e, por fim, para a sociedade civil. Hespanha conta que geralmente os próprios adestradores ficam com os cães. “A gente constrói uma relação de confiança, cumplicidade e amizade com eles que é difícil não querer mantê-los por perto”.

Fonte:Diario do Aço

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Departamento Penitenciário entrega 1,8 mil brinquedos produzidos por detentos para serem doados a crianças

Departamento Penitenciário entrega 1,8 mil brinquedos produzidos por detentos para serem doados a crianças

Departamento Penitenciário entrega 1,8 mil brinquedos produzidos por detentos para serem doados a crianças

Departamento Penitenciário entrega 1,8 mil brinquedos produzidos por detentos para serem doados a crianças

Servas vai distribuir a doação a instituições que atendem meninos e meninas em situação de vulnerabilidade social

Carrinhos, berços para bonecas, caminhões, trens e jogos para desenvolver o raciocínio e a capacidade de identificar cores e formas são o presente de Natal de 11 presos para crianças em situação de vulnerabilidade social em Minas Gerais. Cerca de 1,8 mil brinquedos pedagógicos, todos produzidos em madeira, foram entregues ao Serviço Social Autônomo (Servas) pelas mãos de detentos que trabalham no Projeto Fábrica da Alegria ?? uma marcenaria instalada no Complexo Penitenciário Nelson Hungria (CPNH), em Contagem. As peças, feitas em uma das três marcenarias em funcionamento na Nelson Hungria, serão doadas pelo Servas para instituições cadastradas que dão suporte a crianças. A produção de brinquedos para doações é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen MG). O diretor de atendimento e ressocialização do complexo, Ury Ribeiro, relata que toda a equipe de servidores da unidade se sente feliz com a entrega, tanto pelas crianças quanto pelos detentos. “Os brinquedos são feitos com muito carinho, e têm um enorme valor agregado, pois nascem a partir de madeiras que seriam descartadas”, explica. As peças criadas e fabricadas por presos da Nelson Hungria também podem ser encontradas na brinquedoteca do Hospital da Baleia, na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente e na Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher, dentre outras instituições que já receberam as doações do Depen. Em setembro deste ano, os brinquedos chegaram às mãos de crianças de três municípios do Norte de Minas: São João das Missões, Bonito de Minas e Juvenília. O projeto Fábrica da Alegria começou na Penitenciária José Edson Cavalieri, em Juiz de Fora, por iniciativa do Tribunal de Justiça, e em seguida foi implantado no Complexo Nelson Hungria. Assistência social Para a presidente do Servas, Alexia Paiva Brant, a doação dos brinquedos fabricados dentro do sistema prisional tem dupla importância. “Os detentos têm a oportunidade de aprender um ofício, além de a atividade permitir a redução da pena. É muito importante para o Servas conseguirmos atender aos inúmeros pedidos de peças lúdicas para as crianças carentes. Principalmente nesta época de Natal, em que muitos esperam por um mimo, por menor e mais singelo que seja”, enfatiza. O Servas atua em parceria com o poder público, o setor privado e a sociedade civil para desenvolver projetos e ações que complementam as políticas públicas de desenvolvimento social. Ele atua na captação e distribuição de doações, prestação de serviços sociais e assistenciais para promover a saúde, amparo a idosos, crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, pessoas em situação de rua e no combate à fome. Apoio O Instituto Ação pela Paz fez uma doação de R$ 50 mil em insumos e ferramentas para a continuação da produção dos brinquedos. Nesta verba, estão inclusos também material para a ampliação do galpão onde os brinquedos são fabricados.

Fonte:Diario do Aço

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Entre a imaginação e o realismo

Entre a imaginação e o realismo

Entre a imaginação e o realismo

Entre a imaginação e o realismo

Seleção de filmes da Mostra Aurora tem oito produções de pura invenção

A Mostra Aurora – seção da Mostra de Cinema de Tiradentes dedicada a filmes de diretores com até três longas-metragens no currículo – é um dos destaques que, em 2020, exibirá oito títulos de cinco estados que terão pré-estreia na 23ª do evento. Os filmes selecionados abordam a temática do evento, “A imaginação como potência”, e serão avaliados pelo Júri da Crítica, formado por pesquisadores, críticos e professores. O ganhador da Aurora leva o Troféu Barroco e prêmios oferecidos por parceiros da Mostra. Jackson Romanelli/Universo Produção A promogramação em Tiradentes é totalmente gratuita para o público “A temática de Tiradentes em 2020, mesmo bastante ampla, abre vetores muito específicos da imaginação pública e política. Ela nos permite olhar para o que a arte propõe enquanto reinvenção do real e do mundo”, diz Lila Foster, uma das curadoras. “São vetores de uma perspectiva poética sobre como lidar com a invenção cinematográfica e com o que ela formula. Não só sobre o mundo como ele é, mas também através de outras percepções do que poderia ser, deixando de lado a ‘fidelidade’ a um suposto realismo para ir ao encontro das possibilidades de imaginação”, afirma Lila. Os filmes escolhidos para a Mostra Aurora 2020 são: “Cabeça de Nêgo” (CE), de Déo Cardoso; “Cadê Edson?” (DF), de Dácia Ibiapina; “Mascarados” (GO), de Marcela Borela e Henrique Borela; “Pão e Gente” (SP), de Renan Rovida; “Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu” (SP), de Bruno Risas; “Canto dos Ossos” (CE), de Jorge Polo e Petrus de Bairros; “Natureza Morta” (MG), de Clarissa Ramalho; e “Sequizágua” (MG), de Maurício Rezende. Para o também curador Francis Vogner, os longas-metragens selecionados se aproximam “na cosmopoética de outros tipos de abordagem de elementos identificáveis como pertencentes a um suposto realismo”. Nenhum deles, portanto, usa o real como camisa de força, e sim, como ponto de partida para a proposição de reconfigurações. Um time de professores, críticos e pesquisadores integra o Júri da Crítica que irá escolher não só o melhor filme da Mostra Aurora da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, como também da Mostra Foco (seleção de curtas) e o destaque feminino dentre os filmes das duas mostras competitivas. Entre eles estão Bernardo Oliveira (RJ); Cíntia Guedes (RJ); Cláudia Mesquita (MG); Luís Soares Júnior (PB) e Patrícia Machado (RJ). A Mostra de Cinema de Tiradentes será realizada de 24 de janeiro a 1º de fevereiro de 2020, com base nas leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura. A programação é gratuita para o público e vai ocorrer no Centro Cultural Sesiminas Yves Alves, Largo das Fôrras e Largo da Rodoviária.

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Moradores de rua são recebidos em festividade natalina

Moradores de rua são recebidos em festividade natalina

Moradores de rua são recebidos em festividade natalina

Moradores de rua são recebidos em festividade natalina

Ação, promovida na Igreja São Miguel, no Veneza, conta com serviços diversos e ceia

Ajudar ao próximo e levar alegria. Com esse pensamento, voluntários e integrantes da Pastoral de Rua da Igreja São Miguel, do bairro Veneza I, em Ipatinga, promovem neste sábado (21) um dia especial para os moradores em situação de rua. O padre Eugênio Ferreira de Lima, que está no Vale do Aço há dois anos, explica que a ideia surgiu dentro de uma proposta da igreja, relacionada ao Dia Mundial dos Pobres, e muitos aderiram à ideia. Naquele ano, não foi possível programar nada no dia específico, mas sim na antevéspera do Natal, com festejos para as pessoas que habitam as ruas. Eles foram acolhidos desde a parte da manhã, com serviços de cabeleireiro, manicure e atendimentos médicos, além de sorteio de presentes. “Nesse ano fizemos a Páscoa, uma semana depois da data, e foi um pouco mais elaborada, com serviços ampliados e distribuição de ovos de chocolate para todos. Fizemos também café da manhã, almoço, a missa e encerrando com a ceia. Agora, chegaremos à terceira edição de uma festa de comemoração com os moradores de rua. Nosso objetivo, e que quem sabe no próximo ano isso aconteça, é que não seja apenas em dias específicos, mas que tenhamos um centro para acolher esses irmãos”, vislumbra Eugênio. O padre acrescenta que o morador de rua não é bandido, apesar do preconceito de muitas pessoas. “Pode ser que tenha, mas isso ocorre em todos os lugares. São pessoas que estão temporariamente na rua, por desemprego ou desajuste familiar, além dos que estão por opção e isso deve ser respeitado. Não devemos virar as costas, negar o essencial para eles, que é um pouco de dignidade e vejo que falta isso. Nosso projeto é de ter um espaço onde possam vir, lavar a sua roupa, tomar um banho, ter uma refeição com dignidade para não ficar apenas nessas datas. Sabemos que dezembro é um mês que mexe mais com as pessoas e brinco que a gente fica mais solidário, quem dera fosse assim todos os dias. Mas já é alguma coisa”, pondera. O religioso pontua que um tratamento especial é dispensado a eles, com distribuição de um kit com roupa, itens de higiene, dentre outros artigos. “Temos uma parceria com a escola ao lado aqui da igreja, que nos cede espaço, e instalamos chuveiros com o auxílio da comunidade Cordeiro de Deus. Eles podem tomar banho e depois usufruir dos serviços disponíveis. Quem quiser, permanece por toda a programação. Esse ano teremos a parte musical, inclusive com espaço para que cantem. Será um dia de convivência e sonhamos que não seja só esse dia. O povo ajuda, o povo é bom quando motivado. Se sobrar algo, repartimos com a sociedade São Vicente. As coisas vão acontecendo, temos até panetone para cada um deles”, adianta. Convite A paróquia cede recursos para o ônibus e o pessoal da Pastoral de Rua sai e convida os moradores de rua para participarem. “Igual ao evangelho ‘sai e junta todo mundo’, o que não pode é ficar vazio. É um trabalho muito bonito, vale a pena ver que as pessoas são boas e o que bem está vencendo. Promovemos no sábado porque no dia de Natal seria difícil contar com voluntários. Assim como na Páscoa, fazemos num dia diferente, para que quem tenha viajado regresse. Contamos com o pessoal da pastoral, que leva alimentação e o carinho, porque não adianta só chegar e jogar uma marmita, mas também escutar e isso eles fazem muito bem”, salienta. Eugênio de Lima frisa que outras igrejas também realizam ações como essa. “Seria bom se um dia conseguíssemos juntar todos, independentemente da corrente religiosa, porque juntos somos mais fortes. Sabemos que a prefeitura também faz um trabalho social, mas às vezes o morador de rua é arredio. Mas temos de entender que alguns estão ali por opção, mas muitos por necessidade, por terem perdido a parte material, o que também pode incluir a dignidade. Se a pessoa está com fome, tenho que ajudar, como cristão temos de socorrer a necessidade imediata do irmão, seja de um abraço ou de um prato de comida, não dá pra discutir se ele deveria estar ali ou tralhando. Às vezes ele precisa de um banho, de um cuidado com os pés. Sabemos que é pouco, mas é melhor o pouco que nada”, ensina. (Repórter – Bruna Lage).

Fonte:Diario do Aço

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Sistema de Raios-X Digital é implantado no Hospital Municipal de Ipatinga

Sistema de Raios-X Digital é implantado no Hospital Municipal de Ipatinga

Sistema de Raios-X Digital é implantado no Hospital Municipal de Ipatinga

Sistema de Raios-X Digital é implantado no Hospital Municipal de Ipatinga

Para operacionalizar o processo, foram investidos aproximadamente R$ 300 mil na compra de dois digitalizadores.

O sistema de Raios-X Digital foi implantado recentemente no Hospital Municipal Eliane Martins (HMEM), informa a Secretaria de Saúde de Ipatinga. Com o novo modelo, a expectativa da administração municipal é reduzir em mais de uma tonelada/ano a produção de insumos, além de gerar uma economia com os gastos necessários para a revelação convencional. Para operacionalizar o processo, foram investidos aproximadamente R$ 300 mil na compra de dois digitalizadores. Os recursos são provenientes do Pro-Hosp – Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais do Sistema Único de saúde, destaca o Executivo. Os novos aparelhos dispensam filmes, câmaras escuras e reagentes químicos. O exame é realizado de forma rápida e econômica, com maior qualidade e menor radiação, além de evitar a necessidade de repetição. A tecnologia destes equipamentos ainda possibilita que os exames sejam enviados para um sistema informatizado que pode ser acessado pelos médicos da rede. “Se o médico estiver na UPA – Unidade de Pronto Atendimento, no hospital ou até mesmo nas unidades de saúde do município, ele conseguirá acessar o exame. A impressão dos Raios-X só será feita em casos de transferência ou pacientes eletivos, que necessitam levar o diagnóstico”, explica José Carlos Santos Junior, supervisor Técnico de Radiologia do HMEM. Economia A Secretaria de Saúde estima que o gasto mensal do Hospital com a compra de insumos para revelação e o descarte correto do material chegue a R$ 6 mil. O sistema de Raios-X Digital irá possibilitar uma economia aos cofres do município, sendo necessários apenas R$ 35 por mês para a realização dos exames de imagem. Outro impacto do investimento é a quantidade de resíduos (classe B) que será reduzida. Com o sistema de revelação convencional são produzidos, em média, 100 kg de restos de insumos por mês, sendo que o gasto para o descarte do material custa em média R$ 3,98/kg para o município. “A proposta da atual gestão de modernizar e equipar a rede de saúde vem acontecendo de forma sistemática. Lembrando que para o novo sistema não houve necessidade de troca dos equipamentos de Raios-X que estão instalados no hospital. Estamos usando os mesmos aparelhos”, destaca o prefeito Nardyello Rocha.

Fonte:Diario do Aço

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Cebus recebe 18 aves vítimas de tráfico de animais silvestres

Cebus recebe 18 aves vítimas de tráfico de animais silvestres

Cebus recebe 18 aves vítimas de tráfico de animais silvestres

Cebus recebe 18 aves vítimas de tráfico de animais silvestres

De acordo com a bióloga do Cebus, Cláudia Diniz, os animais chegaram desidratados e debilitados

O Centro de Biodiversidade da Usipa recebeu, na tarde da última quarta-feira (18), 18 aves silvestres apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A apreensão foi feita durante abordagem de rotina, no posto da PRF, no dia 17 de dezembro (terça-feira), no Km 354 da BR 381, em João Monlevade. Ao abordar um Fiat Siena da cor vermelha para inspeção de rotina, conduzido por uma mulher e com um homem no carona, oficiais ouviram som de aves vindo do porta-malas. Ao abrir o compartimento, os oficiais encontraram 21 aves, sendo 6 filhotes de araras canindé, 10 araras canindé jovens e 2 papagaios verdadeiros. Os filhotes estavam numa caixa de papelão e os adultos, soltos no porta-malas. Imediatamente após a apreensão, duas jovens araras morreram e outra faleceu durante o trajeto até o Cebus. Ainda segundo o boletim de ocorrência, o casal confessou que retirou pessoalmente os filhotes do ninho para vendê-los no município de Caratinga. Eles foram autuados por tráfico de animais silvestres e maus-tratos. Estado de saúde das aves De acordo com a bióloga do Cebus, Cláudia Diniz, os animais chegaram desidratados e debilitados. “Agora, as aves encontram-se em recuperação. Parte das jovens-adultas come sozinha e já inicia o processo de voo. Os demais, ainda não aprenderam a se alimentar sozinhos e devem ficar mais tempo no Cebus, detalha Cláudia. Assim que estiverem emplumados, voando e se alimentando sozinhos, os animais serão disponibilizados para o órgão ambiental competente para a destinação mais adequada.

Fonte:Diario do Aço

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Impostômetro passou a marca de R$ 2,4 trilhões nesta quarta-feira (18)

Impostômetro passou a marca de R$ 2,4 trilhões nesta quarta-feira (18)

Impostômetro passou a marca de R$ 2,4 trilhões nesta quarta-feira (18)

Impostômetro passou a marca de R$ 2,4 trilhões nesta quarta-feira (18)

Com 14 dias de antecedência, o valor de impostos, taxas e contribuições pagos supera o valor alcançado em 2018

Os brasileiros estão pagando mais impostos em 2019, em comparação ao ano passado. Os dados são do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que revela: nesse dia 18 de dezembro, às 3h10, o valor total passou de R$ 2,4 trilhões Em 2018, o valor pago pelos brasileiros em tributos somou R$ 2,3 trilhões, nível recorde para uma economia com baixo crescimento e cenários incertos. O economista da ACSP, Marcel Solimeo, considera que o valor deste ano está dentro das previsões e reflete o índice de inflação. Para ele, com base no atual momento econômico, já era esperado que os brasileiros pagassem mais impostos. “Esse volume é reflexo da inflação e está dentro das previsões levando em consideração os problemas que o governo enfrenta”, diz Solimeo. “O esforço que as autoridades vêm fazendo com o teto dos gastos tem tido resultados muito lentos se considerar a urgência da redução no gasto governamental”. Ele também argumenta que para reverter esse cenário é preciso mais eficácia no corte dos gastos e na gestão das contas públicas. “O Brasil possui uma das cargas tributárias mais altas do mundo, equivalente ou até superior à carga de nações desenvolvidas. É uma tributação de primeiro mundo que deveria retornar à população por meio de serviços essenciais e políticas públicas de qualidade”, afirma o economista da Associação Comercial de São Paulo.

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Projeto de lei institui o Dezembro Verde em Ipatinga

Projeto de lei institui o Dezembro Verde em Ipatinga

Projeto de lei institui o Dezembro Verde em Ipatinga

Projeto de lei institui o Dezembro Verde em Ipatinga

A iniciativa do Projeto de Lei é uma demanda de diversas ONG’s protetoras dos animais

Foi aprovado nesta quarta-feira (18), pela Comissão de Legislação, Justiça e Redação da Câmara Municipal de Ipatinga, o PL 149/2019, de autoria do vereador Adiel Oliveira (PV), que institui o Dezembro Verde no calendário oficial de eventos no município. O objetivo é conscientizar a população contra o abandono de animais e o incentivo à adoção. O Projeto agora está apto a ser votado em plenário e aguarda entrar na pauta. A iniciativa do Projeto de Lei é uma demanda de diversas ONG’s protetoras dos animais. Para o vereador, a questão dos animais abandonados nas ruas é muito preocupante. “Participamos nesta quarta-feira do Dia D, ação da prefeitura na praça 1º de Maio que trata da conscientização contra o abandono e a favor da adoção de animais de rua. O que fizemos foi instituir o mês dezembro oficialmente no calendário do município para que seja dedicado a esse tema anualmente. O Brasil tem 30 milhões de animais abandonados, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde. São 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães largados à própria sorte, mesmo com punição de três meses a um ano de prisão para quem os abandona. Estamos apoiando e dedicando ações nesse sentido dentro de nosso mandato para que um dia Ipatinga possa se tornar referência no trato com os animais. Algumas ações da Administração Municipal serão implementadas em breve e estamos ansiosos para isso, principalmente quanto à castração”, disse Adiel.

Fonte:Diario do Aço

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