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Falta de água prejudica moradores do bairro Limoeiro, em Timóteo

Falta de água prejudica moradores do bairro Limoeiro, em Timóteo

Falta de água prejudica moradores do bairro Limoeiro, em Timóteo

#333333;”>”Até que a situação seja completamente regularizada, o fornecimento de água está sendo reforçado por caminhão-pipa”, informou a Copasa

 

Nesta segunda-feira (13), fez cinco dias que os moradores da rua Jenipapo, no bairro Limoeiro, em Timóteo, estão sem água em suas residências. Eles alegam que a situação está muito complicada, principalmente, devido ao calor que faz na região do Vale do Aço, com temperatura à beira dos 40 graus. Na falta de solução para o problema, os moradores reclamam na imprensa.
Renata Santiago, de 30 anos, por exemplo, afirma não aguenta mais ficar sem água e que tem três crianças em sua residência. “Lavar a minha casa não tem como. Já a roupa, tem que lavar peça por peça, ou seja, de pouco a pouco. O meu marido também traz água da empresa em que trabalha, dentro de garrafas pet. Desse modo, a gente consegue saciar a sede, fazer comida e lavar a louça.
Mas é um absurdo isso que estamos passando, principalmente, por causa do valor da conta de água que pagamos todo mês. E esse tipo de problema é frequente na nossa rua”, disse em entrevista ao Diário do Aço. Copasa Procurada pelo Diário do Aço, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informou, por meio de nota, que o abastecimento na rua Jenipapo, no bairro Limoeiro, em Timóteo, está sendo normalizado, de forma gradativa, desde a tarde desta segunda-feira (13). “Até que a situação seja completamente regularizada, o fornecimento de água está sendo reforçado por caminhão-pipa”, informou.
A nota da Copasa também cita que “o abastecimento na região ficou prejudicado na tarde de domingo (12), devido à falta de energia elétrica no Sistema Produtor do Vale do Aço, por parte da concessionária responsável”. Estudos Conforme publicado pelo Diário do Aço, no domingo (12), o gerente regional da Copasa em Ipatinga, Wilson Milani, informou que um estudo está sendo realizado para sanar esse problema de falta de água na região.
Ele afirmou que os técnicos realizam estudos de novas fontes de produção para melhoria do abastecimento, com a perfuração, equipagem e interligação de novos poços artesianos. “Ocorre que, na maioria dos casos, os poços perfurados se localizam em áreas particulares e dependem das negociações com os proprietários para indenização da área. Por isso, nem sempre são rápidas as ações para a operação dos novos poços”, frisou.

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Ministério da Agricultura determina recolhimento de todas as cervejas da Backer

Ministério da Agricultura determina recolhimento de todas as cervejas da Backer

Ministério da Agricultura determina recolhimento de todas as cervejas da Backer

#333333;”>Uma pessoa morreu e pelo menos dez pessoas foram intoxicadas após consumirem a cerveja

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento determinou que a cervejaria Backer retire de circulação todas as suas cervejas e chopes produzidos desde outubro do ano passado até ontem (13). A suspensão da venda se manterá até que fique assegurado que os outros produtos da Backer não estão contaminados. “A medida é para preservar a saúde dos consumidores”, disse o ministério, em nota.
Na semana passada, exames laboratoriais realizados pela Polícia Civil de Minas Gerais identificaram a presença da substância dietilenoglicol em amostras de ao menos dois lotes da cerveja Belorizontina, produzida pela Backer. Uma pessoa morreu e pelo menos dez pessoas foram intoxicadas após consumirem a cerveja. Segundo a própria empresa, o dietilenoglicol não faz parte do processo de produção de suas cervejas.
De acordo com o ministério, em nota, não existem evidências laboratoriais de presença da substância em outros produtos da Backer. “Estes produtos estão sendo analisados e, caso existam resultados positivos, novas medidas serão adotadas”, acrescentou a pasta. A cervejaria foi interditada pelo ministério, e 139 mil litros de cerveja e 8,4 mil litros de chope já tinham sido apreendidos. Hoje a Polícia Civil informou que um terceiro lote da Belorizontina também está contaminado. Também foram encontrados vestígios das duas substâncias tóxicas nos equipamentos de resfriamento usados na produção da cerveja. (Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil)

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Copasa afirma realizar estudos de novas fontes para melhoria do abastecimento

Copasa afirma realizar estudos de novas fontes para melhoria do abastecimento

Copasa afirma realizar estudos de novas fontes para melhoria do abastecimento

Ao longo dos últimos meses, moradores têm reclamado de falta d’água em diversos bairros no Vale do Aço

 

A situação do abastecimento de água no Vale do Aço tem sido motivo de dor de cabeça para os usuários da região. O Diário do Aço recebe, diariamente por meio de seus perfis na internet e também por telefone, reclamações de moradores que chegaram a ficar dez dias sem o serviço.
O gerente regional da Copasa em Ipatinga, Wilson Milani, informa que um estudo está sendo realizado para sanar o problema. Milani pondera que em novembro de 2019 ocorreram períodos de instabilidade no fornecimento de energia elétrica na região, que ocasionaram sucessivas interrupções da produção de água no Sistema Integrado de Abastecimento de Água do Vale do Aço.
O Sistema é responsável por abastecer a cidade de Ipatinga, além dos bairros Cidade Nova, Águas Claras, Bom Pastor, Jardim Vitória, Parque Caravelas e Residencial Bethânia, em Santana do Paraíso; Alphaville, Limoeiro, Recanto Verde e Recanto do Sossego, em Timóteo e o bairro Amaro Lanari, em Coronel Fabriciano. “A Companhia está sempre empenhada em melhorar a qualidade da prestação de serviços para o município, de acordo com a regulamentação da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG).
No entanto, é importante salientar que eventualmente manutenções pontuais e emergenciais são realizadas, o que pode afetar temporariamente o abastecimento de algumas regiões”, afirma. Questionado sobre o que tem feito para reverter esse cenário hídrico desfavorável, o gerente adianta que os técnicos realizam estudos de novas fontes de produção para melhoria do abastecimento dessas localidades, com a perfuração, equipagem e interligação de novos poços artesianos. “Ocorre que, na maioria dos casos, os poços perfurados se localizam em áreas particulares e dependem das negociações com os proprietários para indenização da área.
Por isso, nem sempre são rápidas as ações para a operação dos novos poços”, frisa. Dentre os casos noticiados mais recentes, moradores do bairro Bom Jesus, em Coronel Fabriciano, enviaram várias reclamações ao Diário do Aço. Eles relataram falta de água em suas residências desde o dia 19 de dezembro, situação que perdurou por mais de dez dias. No mês de novembro, parte da população do Cidade Nova foi às ruas protestar. A alegação é que as residências ficam até 15 dias sem água, em alguns trechos daquele local. A parte alta também sofre, principalmente no Bethânia.
Esses são alguns relatos que chegaram ao conhecimento da reportagem, mas que englobam ainda a cidade de Timóteo e outras da região. Rodízio Um sistema de rodízio tem sido divulgado ao longo dos últimos tempos. Milani observa que nos últimos meses foi registrada uma redução do volume de água normalmente captado pela Copasa, nos poços utilizados pela empresa para o abastecimento dos bairros Industrial e Ipaba do Paraíso, em Santana do Paraíso. Para diminuir os impactos dessa estiagem, a companhia implantou, nesses bairros, um Plano de Racionamento.
Os rodízios no abastecimento de água são realizados diariamente, conforme tabela divulgada no site da empresa e enviada aos veículos de imprensa da região. “A Copasa ressalta que o uso consciente da água é importante em qualquer estação do ano. Atitudes simples, como lavar o carro com balde de água no lugar da mangueira; deixar a torneira fechada enquanto escova os dentes; tomar banhos rápidos; molhar plantas com regador e não lavar o passeio com água tratada fazem muita diferença.
É importante frisar que em situações de racionamento devemos ficar atentos aos riscos oriundos do armazenamento inadequado de água nos domicílios, especialmente aqueles relacionados a doenças transmitidas por vetores que possuem fase do ciclo de reprodução associada à água”, aponta. (Bruna Lage – Repórter)

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Especialista dá dicas para quem procura emprego neste início do ano

Especialista dá dicas para quem procura emprego neste início do ano

Especialista dá dicas para quem procura emprego neste início do ano

Mais de 2 mil vagas são oferecidas no Sine, sendo mais de 1 mil sem exigência de experiência anterior

 

Profissionais interessados em conseguir uma recolocação no mercado de trabalho ou em conquistar uma oportunidade logo neste primeiro mês de 2020 devem atualizar o cadastro profissional no Sine. É o que orienta a assessora da Superintendência de Gestão e Fomento ao Trabalho e à Economia Popular Solidária da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Amanda Siqueira, para que os candidatos aumentem as chances de encontrar vagas compatíveis com o seu perfil.
Nesta quarta-feira (8/1), 2.215 vagas de emprego estão em aberto nas unidades do Sine em todo o estado. Desse total, 192 são destinadas a pessoas com deficiência. “Uma dica é que as pretensões profissionais sejam sempre atualizadas no sistema.
Os candidatos devem comparecer às unidades munidas da documentação necessária, que é o documento de Identidade, o CPF e a Carteira de Trabalho e Previdência Social”, lembra Amanda. Do total dos postos de trabalho disponíveis atualmente no Sine, 1.177 não exigem experiência profissional. Há vagas para diferentes níveis de escolaridade. A assessora da Sedese ressalta que os empregadores observam o aspecto comportamental e comunicacional dos candidatos como diferencial na hora de selecionar os profissionais. “É importante que no momento da entrevista os candidatos tenham uma postura adequada e saibam se comunicar de forma educada, formal e confiante diante das perguntas dos recrutadores” destaca. Para verificar as vagas em aberto, o candidato também conta com o Aplicativo Sine Fácil, que dá acesso a vários serviços oferecidos pelo sistema, como consultas ao status do abono salarial e do seguro-desemprego, cadastro de vagas por parte dos empregadores.
Os endereços dos postos do Sine estão disponíveis no site da Sedese, que coordena as unidades em todo o estado. 2019 De janeiro a dezembro de 2019, o Sine ofereceu 84.414 vagas de emprego em Minas Gerais. Foram colocados 34.773 trabalhadores no mercado de trabalho. Amanda explica que um dos motivos para o não preenchimento de todas as vagas é a falta de qualificação profissional, o que torna o perfil do candidato incompatível para a ocupação. O setor de serviços liderou as ofertas com o maior número de vagas oferecidas, 28.929 vagas. Seguido pelas áreas da construção civil (20.084), do comércio (14.845), da indústria (13.668) e da agropecuária (2.532). Até o mês de dezembro de 2019, 4.872 empregadores utilizaram o serviço para disponibilizar os postos de trabalho. Qualificação profissional A Sedese fez um mapeamento, por meio de metodologia inédita, para verificar quais cursos de capacitação profissional atendem efetivamente à demanda do mercado de trabalho.
Dessa forma, Minas poderá receber recursos remanescentes do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), a serem executados até 2022. A iniciativa irá ampliar a oferta de cursos de capacitação, aumentando a empregabilidade em Minas nos próximos anos. A secretaria aguarda o retorno do Ministério da Educação, com relação às propostas de cursos encaminhadas.
A expectativa é de que os recursos viabilizem a criação de 15 mil vagas em todo o estado. (Agência Minas)

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Onça capturada em Ipatinga é recebida na Usipa e está saudável

Onça capturada em Ipatinga é recebida na Usipa e está saudável

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A onça capturada no fim da tarde desta quinta-feira (09) na área urbana, em Ipatinga, foi trazida para o Centro de Biodiversidade da Usipa (Cebus) e aparenta bom estado de saúde. De acordo com o responsável técnico pelo Cebus, o médico-veterinário Lélio Costa e Silva, o animal é uma onça parda, também conhecida como suçuarana, e tem, aproximadamente, um ano de idade. “É um jovem adulto, sem ferimentos, aparentemente bem de saúde e sem sinais de domesticação”, destaca o veterinário.
Ainda segundo o veterinário, o animal está magro, um indício de que é um animal silvestre, que anda muito em busca de alimentos. “Nesta época do ano, de muito calor e chuvas, as presas deste tipo de animal se escondem, fazendo com eles tenham que buscá-las em locais mais distantes. Com as constantes queimadas e desmatamentos, a onça chegou até a área urbana em busca de alimento”, enfatiza Lélio.
Destino da onça Onças jovens, normalmente, não têm genitálias aparentes. Por isso, não foi possível identificar se o animal capturado é macho ou fêmea. Para verificar isso, seria necessário sedá-lo. “Neste momento, nosso trabalho é desestressar o animal depois de tudo o que ele passou para, em breve, devolvê-lo à natureza. Sedá-lo para verificar o sexo do animal causaria ainda mais estresse”, relata Lélio. Marcele Pena De acordo com o médico-veterinário, o Instituto Estadual de Florestas (IEF) já prepara o local para soltura do animal. Assim que for definido, o local não será revelado à população para preservar a vida do animal. O papel das onças na natureza Onças são predadores naturais do topo da cadeia alimentar e, sem elas, nenhuma floresta sobreviveria.
Segundo Lélio, o risco do aparecimento delas em áreas urbanas é maior para o próprio animal do que para o ser humano. “Elas são essenciais para manutenção do equilíbrio deste tipo de ambiente. Animais de pequeno porte e herbívoros se reproduzem em números muito maiores do que as onças. Se houver superpopulação de herbívoros em florestas, a vegetação pode se tornar escassa e desaparecer. Sem vegetação, a água seca e até mesmo os herbívoros morrerão. Sem florestas e sem água, é impossível ter vida. As onças controlam essa superpopulação e equilibram o meio ambiente”, reforça.

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Amparo a autistas definido em lei federal já é praticado em Ipatinga

Amparo a autistas definido em lei federal já é praticado em Ipatinga

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De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência Social, já foram expedidos gratuitamente mais de 100 documentos do gênero

 

Foi sancionada na terça-feira (7), pelo presidente Jair Bolsonaro, e publicada nesta quinta-feira (9), no Diário Oficial da União, a Lei Federal que institui a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
Com o documento, esse contingente de pessoas passa a ter prioridade de atendimento em serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social.
Atenta a esta questão, a gestão do município de Ipatinga já havia se antecipado à regulamentação de Brasília e, ainda no ano passado, o Executivo sancionou a Lei 3.981/2019, que entre outras providências oficializou a criação da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno Autista (CIPTEA). De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência Social, já foram expedidos gratuitamente mais de 100 documentos do gênero.
A carteirinha do autista em Ipatinga ainda dá direito à gratuidade de estacionamento em áreas de Zona Azul, com um selo de identificação próprio para ocupar vagas especiais. “O que iremos fazer é aguardar a regulamentação da Lei Federal para fazermos as possíveis adequações exigidas pela nova legislação. Mas, a carteirinha que já é expedida pela Prefeitura de Ipatinga está valendo, e os que possuírem necessidade de obtê-la irão receber o documento mediante solicitação”, esclarece o secretário da Assistência Social, Lúcio Aguiar Ferreira. Totalmente sem custo para os beneficiados, a carteirinha já expedida em Ipatinga tem como objetivo a identificação dos autistas, e é uma forma de complementar um projeto de lei de 2017, apresentado pelo então presidente da Câmara Municipal e atual prefeito, Nardyello Rocha. Pelo projeto, os estabelecimentos públicos e privados do município devem colocar obrigatoriamente, em placas de atendimento, o símbolo mundial do autismo, garantindo prioridade aos portadores do transtorno. Como solicitar No município, a coleta dos documentos exigidos para emissão da carteira continua e pode ser feita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s), de 9h às 11h, ou em um dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), no período de 13h às 17h, de segunda a sexta-feira.
Caberá à Secretaria Municipal de Assistência Social expedir a carteira no prazo máximo de 30 dias. Para solicitar a carteira, que tem validade de cinco anos, o interessado deve apresentar o requerimento acompanhado de relatório médico, com indicação do código da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID).
Constam do documento o nome completo do beneficiado, filiação, local e data de nascimento, número da carteira de identidade, CPF, tipo sanguíneo, endereço residencial e número de telefone do identificado, além de foto 3×4. Dados do cuidador ou responsável legal também são exigidos para a expedição.

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Projeto Escola de Esporte e Lazer abre vagas

Projeto Escola de Esporte e Lazer abre vagas

Projeto Escola de Esporte e Lazer abre vagas

Projeto Escola de Esporte e Lazer abre vagas

Mais informações pelo telefone (31) 98554-4528 / (31) 99115-5856

O Instituto Esportivo e Educacional Atos informa que estão abertas as inscrições para o projeto Escola de Esporte e Lazer, em Ipatinga. Desenvolvido por meio do Fundo de Desenvolvimento de Esporte e Lazer, Concelho Municipal de Esporte e Lazer e Prefeitura de Ipatinga, o projeto oferece 400 vagas gratuitas para crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. As vagas são para as seguintes modalidades esportivas e de lazer: futsal, jiu-jitsu/judô e ginástica/dança. As aulas serão realizadas nos bairros Imbaúbas, Limoeiro e Caravelas. Para a matrícula, o instituto explica que os pais ou responsáveis devem procurar o professor no local das aulas (Imbaúbas, Limoeiro e Caravelas) e levar documentos no momento da inscrição. Mais informações pelo telefone (31) 98554-4528 / (31) 99115-5856.

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Campanha chama atenção para a saúde mental

Campanha chama atenção para a saúde mental

Campanha chama atenção para a saúde mental

Campanha chama atenção para a saúde mental

O mês de janeiro é dedicado a promover a psicoeducação das pessoas e instituições em relação à saúde mental para combater o adoecimento emocional. A psicóloga clínica e uma das organizadoras da Campanha Janeiro Branco no Vale do Aço, Márcia Andrade, fala sobre a importância da propagação do tema, que terá uma série de ações na região.
Durante o mês, o assunto é trabalhado por meio de debates, reflexões, mini palestras, palestras relâmpago, rodas de conversa, oficinas, caminhadas, corridas, piqueniques, cineclubes, entrevistas concedidas à mídia, murais de poesias, distribuição de balões brancos, panfletos, fitas brancas e várias outras formas de intervenções urbanas e que tenham como tema central a saúde mental e a valorização de políticas públicas no Sistema Único de Saúde (SUS) e nas redes públicas e privadas no Brasil e no mundo. “Estudos apresentados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e Mistério da Saúde indicam que o Brasil tem experimentado um crescimento vertiginoso das problemáticas relativas à saúde mental/saúde emocional dos indivíduos e da sociedade como um todo. Segundo a OMS (dados de 2017), a sociedade brasileira é a recordista latino americana em casos de depressão, a campeã mundial em relação à ansiedade e o 4ª colocada em relação ao crescimento das taxas de suicídio entre os jovens da América Central e da América do Sul”, detalha Márcia Andrade, que tem a parceria dos colegas de profissão nesta ação, Cleide Márcia, João Nogueira e Steffania Coelho. Ela pontua que a segunda maior causa de incapacitação ao trabalho é o adoecimento emocional. São altos os índices de violência (em domicílios, no trânsito ou em escolas), criminalidade, suicídios, alcoolismo, drogadição, depressão, preconceitos, entre outros, que colocam em risco o equilíbrio mental, emocional, comportamental e relacional dos indivíduos. “Um componente importante e comum a todos esses problemas é o pouco acesso pela população a informações sobre a saúde mental.
Por não conhecerem o que é, e quais os benefícios que podem ser obtidos ao investir no cuidado emocional, as pessoas criam preconceitos, medos e resistência a cuidarem dos aspectos psicológicos que englobam a saúde como um todo, não apenas a mental”, detalha. Com o objetivo de ampliar o acesso a essas informações, em 2013 o psicólogo Leonardo Abrahão, junto a outros profissionais de Uberlândia, inspirado pelo “Outubro Rosa”, idealizou a campanha Janeiro Branco. O mês foi escolhido pelo fato de que, por força cultural da simbologia atribuída à virada de ano, as pessoas estão predispostas a pensar sobre as suas vidas em diversos aspectos e, a cor branca, porque, também simbolicamente, pretende-se mostrar às pessoas que, como em uma folha em branco, qualquer um pode escrever e reescrever a sua própria história. Vale do Aço Na região, a campanha é uma iniciativa de grupos de psicólogos que abraçaram a causa para a localidade e entorno, incentivando e realizando ações que construam, fortaleçam e disseminem a psicoeducação entre as pessoas e instituições, promovendo uma cultura de saúde mental na sociedade, combatendo o adoecimento emocional de indivíduos e organizações. Porém, mesmo com os esforços desse grupo de psicólogos, ações e debates ainda não são suficientes para alcançar a todas as pessoas de nossa região. Neste sentido, a campanha está sempre em construção. “Toda colaboração ao seu crescimento, desenvolvimento, amadurecimento e enriquecimento é extremamente bem-vinda. O Janeiro Branco é uma campanha gratuita, democrática, humanista, apartidária, multidisciplinar, transdisciplinar, colaborativa e caracterizada pela pluralidade e diversidade de temas, direta ou indiretamente, ligados aos universos da saúde mental e emocional dos seres humanos e suas instituições”, conclui Márcia Andrade. Ação No dia 18 de janeiro, será realizada uma ação no Parque Ipanema, a partir das 8h30, até às 18h, com diversas atividades. Também serão promovidas palestras em empresas, postos de saúde, igrejas, abordagens em farmácias com distribuição de panfletos informativos, fitas e balões. Interessados nas palestras ou algum outro tipo de atividades podem contratar a equipe por meio do 98605-6178.

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Período de reprodução de escorpiões acende alerta para ataques

Período de reprodução de escorpiões acende alerta para ataques

Período de reprodução de escorpiões acende alerta para ataques

Campanha alerta sobre uso de celular no trânsito

Hospital do Norte de Minas registra queda no número de casos atendidos, porém aumento na fatalidade das vítimas

Referência no atendimento de vítimas de ataques de animais peçonhentos, o Hospital Universitário Clemente de Faria (HUCF), vinculado à Unimontes, em Montes Claros, no Norte de Minas, alerta a população para o período de reprodução dos escorpiões, quando a incidência de ataques costuma ser maior. Já na primeira semana do ano, a unidade registrou um óbito por ataque de escorpião.
A vítima, uma criança de 7 anos, recebeu os primeiros atendimentos em Janaúba (Norte de Minas), foi transferida para Montes Claros e, com o quadro de edema agudo no pulmão, sofreu uma sequência de dez paradas cardiorrespiratórias e não resistiu. Médico pediatra do hospital, Carlos Lopo reforça o alerta sobre os riscos de acidentes com escorpiões e aranhas nesta época do ano. “Este é o período de reprodução destas espécies.
Os locais mais comuns de incidência são exatamente os mais sujos: onde há acúmulo de entulhos e de materiais de construção, de folhas e, ainda, paredes sem reboco. Locais de acúmulo de lixo doméstico (como os depósitos em condomínios) e redes de esgoto a céu aberto também são lugares bem perigosos, pois acumulam as principais fontes de alimentos do escorpião: moscas, larvas e baratas”, explica. Histórico De acordo com dados do Núcleo de Vigilância Epidemiológica em Ambiente Hospitalar (Nuveh) do HUCF, um total de 2.852 casos de ataques de escorpiões foram atendidos pelo Hospital Universitário, contra 2.908 em 2018, uma queda de 1,92% em comparação ao ano anterior. Porém, houve mais mortes causadas por picadas no período: uma em 2018 e cinco em 2019 (a maior parte referente a pacientes transferidos de outras cidades da região).
Ataques O HUCF revela ainda que os números de ataques de todos os animais peçonhentos – cobras, serpentes, aranhas, escorpiões e lacraias, entre outros – suscitam cuidado. Em 2018 foram 3.217 ataques notificados e, no ano passado, 3.356. Um aumento de 4,32%, somente na unidade de atendimento. O médico Carlos Lopo lembra que existem várias espécies de escorpião, sendo as mais incidentes e perigosas em Montes Claros e região a Tityus bahiensis e a Tityus serrulatus – os escorpiões preto e amarelo, respectivamente. O último é o mais preocupante diante do alto risco do seu veneno. Lopo revela ainda que, diferentemente das cobras, os escorpiões adultos são mais perigosos devido à quantidade de veneno (nas cobras, o veneno dos filhotes possui mais capacidade de proteólise ou digestão que os adultos). “Mesmo que galinhas e outras aves se alimentem de escorpiões, não é a melhor maneira de prevenção, pois eles possuem hábitos noturnos (enquanto as aves são diurnas). A melhor maneira de prevenir é com cuidados diários de limpeza, além de prestar atenção aos calçados, roupas penduradas e assim por diante”, destacou. (Agência Minas)

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Milhares de candidatos enfrentam fila para processo seletivo

Milhares de candidatos enfrentam fila para processo seletivo

Milhares de candidatos enfrentam fila para processo seletivo

Milhares de candidatos enfrentam fila para processo seletivo

 O resultado parcial da prova de títulos poderá ser conferido no link do Diário Oficial até o dia 17 de janeiro

Uma fila de pessoas, que dobrava quarteirão, chamou a atenção de quem passou pelo Centro de Ipatinga essa semana. Eram milhares de pessoas que se inscreveram no processo seletivo da administração de Ipatinga para a área da Educação, e que foram entregar a documentação requerida para a prova de títulos, no Espaço Qualifica, ao lado do camelódromo. O prazo foi aberto na terça-feira (7) venceu nessa quarta-feira (8).
O expediente de quarta-feira foi para quem se candidatou às vagas de professor. Já para outros cargos, os candidatos se apresentaram na terça-feira, no mesmo local e no horário, das 9h às 16h. Cícero Henrique A entrega da documentação para a prova de títulos ocorreu na terça-feira (7) e quarta-feira (8) Vagas Conforme o edital 13/2019, publicado no Diário Oficial de Ipatinga, são ofertadas, ao todo, 38 vagas para coordenadores de núcleo artístico-cultural – professor de artes visuais e movimento corporal; motorista escolar; professor de Arte, Língua Portuguesa, História, Matemática, Ciências, Ensino Religioso e de Educação Infantil e Ensino Fundamental; Fonoaudiólogo Escolar; Auxiliares de Serviços Gerais para Cantina e Limpeza e Educadores Musicais de Percussão, Violino, Violoncelo, Técnica Vocal, Violão e Piano. As inscrições para as vagas se encerraram no dia 20 de dezembro de 2019. Resultado parcial O resultado parcial da prova de títulos poderá ser conferido do Diário Oficial até o dia 17 de janeiro. E o resultado final do processo seletivo, até 22 de janeiro.
O link do Diário Oficial do município é acessado no site da Prefeitura de Ipatinga (www.ipatinga.mg.gov.br). Somente são convocados para realização da aula prática aqueles que se inscreveram para as vagas de educadores musicais. Candidatos Nesta quarta-feira, a fila com os candidatos dobrou a esquina da avenida João Valentim Pascoal com rua Mariana, no Centro, onde se localiza o Espaço Qualifica. Conforme a administração de Ipatinga, foram 4.500 inscritos para o processo seletivo, o que chega a 118 candidatos por vaga. A reportagem do Diário do Aço esteve no local e entrevistou alguns candidatos. A professora Telma de Paula Gonçalves, de 51 anos, informou que irá tentar para área de educação infantil. Cícero Henrique ”Sou professora há sete anos.
Estou parada atualmente. Portanto, essa é uma boa oportunidade para ingressar no mercado de trabalho”, destacou A candidata Delmira Rodrigues de Souza, de 26 anos, afirmou que já trabalha na área de Educação há cerca de um ano. Cícero Henrique “Atualmente, já atuo como professora na rede municipal de ensino, por meio de contrato, que irá se encerrar em breve. Com isso, minha expectativa é de continuar trabalhando como professora, porque ficar desemprega é muito complicado” Na avaliação de Vinícia Pereira, de 39 anos, são muitos candidatos para poucas vagas, mas a esperança é que ela possa ser chamada futuramente. Cícero Henrique

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