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Números oficiais do novo coronavírus (covid-19) no Vale do Aço

Números oficiais do novo coronavírus (covid-19) no Vale do Aço

Números oficiais do novo coronavírus (covid-19) no Vale do Aço

#333333;”>As informações foram divulgadas pelos governos de Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo, Santana do Paraíso e Belo Oriente

#333333;”>Ipatinga
#333333;”> Atualizado às 17h10 de 16/07
#333333;”> Casos suspeitos – 6.342
#333333;”> Cumpriram isolamento – 4.117
#333333;”> Em monitoramento – 2.225 Casos confirmados – 4.334*
#333333;”> Recuperados – 3.382
#333333;”> Casos negativos – 4.160
#333333;”> Óbitos – 72 **
#333333;”> *Ipatinga teve 195 novos casos confirmados em 24 horas **
#333333;”> Três novos óbitos foram confirmados nas últimas 24 horas Nesta quinta-feira (16), dos 45 leitos de UTI Covid-19 SUS na cidade, 96% estavam ocupados.
#333333;”> Dos 75 leitos de enfermaria destinados à covid-19, a taxa de ocupação está em 74% Timóteo
#333333;”> Atualizado às 14h30 de 16/7
#333333;”> Em investigação – 168
#333333;”> Descartados – 744
#333333;”> Confirmados – 644
#333333;”> Recuperados – 189
#333333;”> Hospitalizados – 44
#333333;”> Óbitos: 17 **
#333333;”> * Timóteo teve 14 novos casos confirmados em 24 horas **
#333333;”> Um novo óbito foi confirmado nas últimas 24 horas em Timóteo
#333333;”> Coronel Fabriciano
#333333;”> Atualizado às 13h30 de 16/7
#333333;”> Notificados – 3.910
#333333;”> Descartados – 1.994
#333333;”> Confirmados – 1121 *
#333333;”> Internados confirmados – 15
#333333;”> Suspeitos em Investigação – 646
#333333;”> Recuperados – 962
#333333;”> Óbitos: 19 **
#333333;”> *Coronel Fabriciano teve 89 novos casos confirmados em 24 horas **
#333333;”> Um novo óbito foi confirmado nas últimas 24 horas Santana do Paraíso Atualizado às 16h de 15/07
#333333;”> Notificados – 2.352
#333333;”> Confirmados – 985 *
#333333;”> Recuperados – 733
#333333;”> Hospitalizados – 27
#333333;”> Em investigação – 802
#333333;”> Óbitos: 17 **
#333333;”> *Santana do Paraíso teve 47 novos casos confirmados em 24 horas **
#333333;”> Nenhum óbito foi confirmado nas últimas 24 horas
#333333;”> Belo Oriente
#333333;”> Atualizado às 16h50 de 16/07
#333333;”> Em investigação – 149
#333333;”> Notificados – 753
#333333;”> Descartados – 109
#333333;”> Confirmados – 192 *
#333333;”> Recuperados – 80
#333333;”> Hospitalizados – 5
#333333;”> Isolamento domiciliar – 101
#333333;”> Óbitos – 6 **
#333333;”> *Belo Oriente teve 7 novos casos confirmados em 24 horas ** Nenhum óbito foi confirmado nas últimas 24 horas
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Mantenha-os POBRES’ (o discurso que ‘quebrou a internet’)

Mantenha-os POBRES’ (o discurso que ‘quebrou a internet’)

‘Mantenha-os POBRES’ (o discurso que ‘quebrou a internet’)

#333333;”>Meu pai pobre foi o que a sociedade considera um aluno nota A: foi orador e
#333333;”>presidente da turma. Ele amava a escola. Ele concluiu um curso de quatro
#333333;”>anos na Universidade do Havaí em apenas dois anos. Ele também estudou na
#333333;”>Universidade Stanford, na Universidade de Chicago e na Universidade
#333333;”>Northwestern.
#333333;”>Meu pai rico sequer terminou a oitava série. Seu pai morreu e ele teve que
#333333;”>assumir o negócio da família. Embora sua educação formal fosse limitada, ele
#333333;”>acabou se tornando um dos homens mais ricos do Havaí.
#333333;”>Meu pai rico e meu pai pobre eram opostos. Ambos homens bons, mas nunca
#333333;”>se viram pessoalmente.
#333333;”>Olhando para trás, vejo que o tempo que passei com meu pai rico me colocou
#333333;”>em uma posição privilegiada na vida, especialmente no que se refere a
#333333;”>dinheiro. Entre os 9 e 18 anos, até quando me mudei para Nova York para
#333333;”>estudar, passei entre um e dois dias por semana depois na escola e dois
#333333;”>sábados por mês trabalhando de graça para o meu pai rico.
#333333;”>Meu pai rico nunca pagou a mim ou a seu filho com dinheiro; ele nos pagava
#333333;”>nos treinando para nos tornarmos capitalistas. Ele não nos pagava porque não
#333333;”>queria nos treinar para sermos empregados que trabalhassem por dinheiro. Ele
#333333;”>estava nos treinando para sermos empregadores — empreendedores,
#333333;”>capitalistas fazendo o dinheiro de outras pessoas e o talento de outras pessoas
#333333;”>trabalharem para eles.
#333333;”>Meu pai rico não me pagava porque ele não queria que eu pensasse como um
#333333;”>empregado. Ele acreditava que o resto do mundo iria me ensinar a pensar
#333333;”>dessa forma. Em outras palavras, ele estava me treinando para pensar de uma
#333333;”>forma diferente com relação a dinheiro, algo que não tem preço. Ele não dizia a
#333333;”>seu filho e a mim o que fazer. Ele nos dava escolhas.
#333333;”>Em vez de me dizer “procure um emprego”, meu pai rico me incentivava a
#333333;”>pensar como um empreendedor. Ele dizia: “procure oportunidades”.
#333333;”>Com esse conselho, fiz muitas coisas para ganhar dinheiro. Aos sábados, por
#333333;”>exemplo, eu acordava às cinco da manhã para surfar com meus amigos, já que
#333333;”>o surf geralmente é melhor pela manhã. Depois ia para o escritório do meu pai
#333333;”>rico e trabalhava para ele por algumas horas. Para ganhar dinheiro, ia ao
#333333;”>campo de golfe à tarde e trabalhava como “caddie”, carregando as bolsas de
#333333;”>golfe dos jogadores por 9 buracos por US$ 1. Era apenas um campo de nove
#333333;”>buracos, então eu podia ganhar US$ 2 carregando duas bolsas. Eu podia
#333333;”>ganhar mais no sábado à tarde do que a mesada que meus pais me davam.
#333333;”>Além disso, assim entrei em forma para a temporada de futebol.
#333333;”>Ao procurar oportunidades, em vez de um emprego, meu pai rico estava me
#333333;”>treinando para olhar o mundo como empreendedor, não como empregado. Meu
#333333;”>pai rico dizia: “Você nunca vai querer um salário”. Obviamente, as ideias do
#333333;”>meu pai rico sobre “trabalhar para aprender, não para ganhar” irritavam meu
#333333;”>pai pobre, que era mais socialista do que capitalista.
#333333;”>A escola não te ensina sobre dinheiro
#333333;”>Quando eu era jovem, perguntava aos meus professores: “Ganhar dinheiro não
#333333;”>é o motivo para se conseguir um emprego? Se o dinheiro é o objetivo de se
#333333;”>conseguir um emprego, por que não ir direto ao ponto e apenas nos ensinar
#333333;”>sobre dinheiro?” Minha pergunta nunca foi respondida.
#333333;”>O fato de o dinheiro não ser ensinado nas escolas deixa muitas pessoas,
#333333;”>especialmente na economia atual, em dificuldades financeiras.
#333333;”>A triste realidade é que, para muitos jovens nos Estados Unidos, suas
#333333;”>primeiras despesas são aluguel, alimentação, transporte e entretenimento. Se
#333333;”>eles não têm dinheiro, algumas mães e pais lhes dão o dinheiro que precisam.
#333333;”>Isso pouco contribui para aumentar sua inteligência financeira.
#333333;”>Muitos se casam e iniciam uma família entre os 20 e 30 anos. E quando o
#333333;”>primeiro filho chega, as despesas crescem. Como muitos pais sabem, os filhos
#333333;”>ficam “mais caros” com o passar da idade. Quando os filhos chegam, muitos
#333333;”>pais são forçados a crescer.
#333333;”>Ao completar 30 anos, a maioria dos casais jovens ficam presos na chamada
#333333;”>roda dos hamsters, correndo sem conseguir sair do lugar. A vida se torna uma
#333333;”>disputa para ganhar dinheiro suficiente para cobrir despesas crescentes, com a
#333333;”>maioria das pessoas dependendo do contracheque para sobreviver.
#333333;”>Eu sabia desde a tenra idade que não queria terminar preso no mesmo ciclo de
#333333;”>vida dos meus pais. Por isso, aprendi tudo o que pude sobre dinheiro com o
#333333;”>meu pai rico.
#333333;”>O Banco Imobiliário me ensinou o jogo do dinheiro
#333333;”>Quando eu tinha 19 anos, meu pai rico comprou um “hotel vermelho” na praia
#333333;”>de Waikiki, no Havaí. Em dez anos, suas “pequenas casas verdes” se tornaram
#333333;”>um enorme “hotel vermelho”.
#333333;”>Na época, eu não percebi o quão profundamente o jogo Banco Imobiliário e a
#333333;”>educação que o meu pai rico me deu mudariam a direção da minha vida. O
#333333;”>meu pai rico estava usando o jogo para me treinar a pensar como um
#333333;”>capitalista.
#333333;”>Eu aprendi mais, retir mais conhecimento e quis aprender mais com a
#333333;”>experiência que ganhei jogando Banco Imobiliário quando criança e aplicando
#333333;”>o que estava aprendendo à experiência de arrecadar aluguel para o meu pai
#333333;”>rico. Essas lições estão arraigadas no meu cérebro. Embora tenha um diploma
#333333;”>de bacharel em ciências de uma grande universidade, não lembro de muito do
#333333;”>que aprendi nos quatro anos que passei lá.
#333333;”>Por exemplo, lembro de ter estudado cálculo por três anos, mas não consegui
#333333;”>resolver um problema de matemática usando cálculo hoje. Como diz o ditado,
#333333;”>”use ou perca”. Eu precisaria saber sobre cálculo se fosse um cientista de
#333333;”>foguetes, mas não preciso desse conhecimento para ser rico. A matemática no
#333333;”>nível elementar — adição, subtração, multiplicação e divisão — basta.
#333333;”>Os mantenha pobres
#333333;”>A diferença entre aqueles que acham que este é o melhor dos tempos e
#333333;”>aqueles que acham que é o pior dos tempos é simplesmente conhecimento e
#333333;”>QI financeiro. O grande fracasso de nosso sistema educacional é que ele não
#333333;”>ensina as pessoas sobre como o dinheiro realmente funciona e o que ensina é
#333333;”>antiquado e obsoleto — as velhas regras do dinheiro. As escolas até ensinam
#333333;”>como manter uma conta equilibrada no banco, mas não ensinam como fazer
#333333;”>um balanço patrimonial — ou mesmo interpretar um.
#333333;”>Ensinam você a economizar seu dinheiro, mas não ensinam sobre inflação e
#333333;”>como isso dilapida seu patrimônio. Ensinam como preencher um cheque, mas
#333333;”>não ensinam a diferença entre ativos e passivos. Fica a questão no ar se o
#333333;”>sistema foi projetado intencionalmente para manter as pessoas pobres.
#333333;”>Se uma pessoa não tem educação financeira, ela não consegue processar
#333333;”>informações. Ela não sabe a diferença entre um ativo ou um passivo, ganhos
#333333;”>de capital ou fluxo de caixa, investimento fundamental ou investimento técnico,
#333333;”>por que os ricos pagam menos impostos ou por que a dívida torna algumas
#333333;”>pessoas ricas e a maioria das pessoas pobres. Ela não conhece a diferença
#333333;”>entre um bom investimento e um investimento ruim ou entre um bom conselho
#333333;”>e um conselho ruim. Tudo o que ela sabe é que deve estudar, trabalhar duro,
#333333;”>pagar impostos, deve viver dentro das suas posses, comprar uma casa, se
#333333;”>livrar das dívidas e morrer pobre.
#333333;”>Como a Bíblia diz: “Meu povo perece por falta de conhecimento”. Hoje, milhões
#333333;”>estão perecendo porque tudo o que foram treinados para fazer se resume em
#333333;”>enviar seu dinheiro para os ricos e para o governo. Isso não é ter educação
#333333;”>financeira.
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Caixa começa a pagar hoje abono salarial para nascidos em julho

Caixa começa a pagar hoje abono salarial para nascidos em julho

Caixa começa a pagar hoje abono salarial para nascidos em julho

#333333;”>Mais de R$ 573 milhões serão pagos a 741 mil trabalhadores

#333333;”>Agência Brasil – Brasília A Caixa Econômica Federal começa a pagar nesta quinta-feira (16) o abono salarial 2020/2021 para os trabalhadores nascidos no mês de julho que ainda não receberam o valor em conta. Têm direito de receber 741.586 trabalhadores, e o valor total pago será de R$ 573,3 milhões. Os valores para cada trabalhador variam de R$ 88 a R$ 1.045, de acordo com o número de meses trabalhados durante o ano-base 2019. O saque pode ser realizado até 30 de junho de 2021. Em todo o calendário, serão disponibilizados R$ 15,8 bilhões para 20,5 milhões trabalhadores. Os valores podem ser sacados com o cartão do cidadão e a senha nas agências, em terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui. Conforme o banco, neste calendário, já foram contempladas pessoas nascidos entre julho e dezembro que são titulares de contas individuais na Caixa. Esses trabalhadores receberam o crédito automático no dia 30 de junho. A antecipação do início do calendário, que nos anos anteriores ocorreu no fim de julho, foi adotada para diminuir os efeitos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus. O crédito antecipado do abono salarial foi feito para quase 6 milhões de trabalhadores, no total de R$ 4,6 bilhões. Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Recebem o abono salarial trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas. As pessoas que trabalham no setor público têm inscrição no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e recebem o benefício no Banco do Brasil.
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Moradores e funcionários da Casa da Esperança se recuperam da covid-19

Moradores e funcionários da Casa da Esperança se recuperam da covid-19

Moradores e funcionários da Casa da Esperança se recuperam da covid-19

#333333;”>Após a notificação de 61 pessoas com covid-19, a Casa da Esperança, em Ipatinga, tem muito a comemorar. Todos os infectados, sendo 35 internos e 26 funcionários, estão recuperados da doença, informou o governo municipal.
#333333;”> A instituição de acolhimento, com cerca de 120 internos, é responsável por um trabalho social envolvendo pessoas com deficiência. Ralphy Oliveira, administrador da Casa, falou do processo de tratamento aplicado nos casos identificados no local, com o apoio da Secretaria de Saúde do município. “Foi um grande susto.
#333333;”> Separamos toda uma ala da instituição e seguimos as orientações de saúde em relação ao isolamento dos nossos internos. Felizmente, vencemos o período de isolamento e agora não temos mais contaminados.
#333333;”> É motivo de comemorar essa conquista, sem nenhuma perda de vidas. Fizemos uma ação para celebrar essa vitória, todos felizes”, disse. “Temos de agradecer todos os servidores da prefeitura. Por duas vezes, nossos internos e funcionários foram testados. A prefeitura realizou a vacinação de todos contra a gripe.
#333333;”> Sem contar que estamos muito bem atendidos pelo posto aqui no bairro e, durante a pandemia, estamos recebendo todas as orientações necessárias para vencer este momento”, agradeceu.
#333333;”> Érica Dias, secretária de Saúde de Ipatinga, também comemorou a recuperação dos contaminados. “Mesmo com esse grande número de notificados, nenhum deles avançou para um quadro grave da doença. Continuamos firmes na busca da melhor assistência de saúde para toda a população”, disse.

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Como engajar a geração Z com e-mail marketing?

Como engajar a geração Z com e-mail marketing?

Como engajar a geração Z com e mail marketing?

#333333;”>Apesar das ideias preconcebidas sobre os jovens, a verdade é que o e-mail ainda pode ser um canal importante de comunicação com eles — e algumas dicas podem ajudar a potencializar essa ferramenta

#333333;”>A geração Z, representada por aqueles que nasceram depois
#333333;”>dos millennials, é comumente ligada a algumas características,
#333333;”>como ter períodos de atenção curtos, ter crescido em um
#333333;”>ambiente tecnológico ativo e não checar o próprio e-mail. Apesar
#333333;”>dessas visões serem populares no mundo do marketing, a
#333333;”>verdade é que os profissionais da área estão acostumados a se
#333333;”>adaptar — e engajar a geração Z por meio de e-mail
#333333;”>marketing não é diferente. É o que afirma o empreendedor Syed
#333333;”>Balkhi, cofundador das empresas WPBeginner, OptinMonster and
#333333;”>WPForms, em artigo para o Entrepreneur.
#333333;”>Ele listou 7 dicas para engajar a geração Z por meio dessa
#333333;”>ferramenta. Veja abaixo:
#333333;”>1. Faça e-mails curtos
#333333;”>A geração Z prefere ver apenas algumas frases e algumas
#333333;”>imagens no e-mail — do contrário, vão deletá-lo rapidamente.
#333333;”>Evite escrever e-mails longos, apenas com blocos de texto. Eles
#333333;”>não lerão e vão cancelar a inscrição o mais rápido possível.
#333333;”>2. Personalize
#333333;”>A geração Z sabe que você tem acesso a muitos dados online,
#333333;”>então não tenha medo de usá-los. Envie um cupom um dia
#333333;”>depois de comprarem um novo par de tênis no seu site. Se você
#333333;”>perceber que um determinado segmento sempre clica em links a
#333333;”>respeito de um certo tópico, ofereça recursos adicionais sobre
#333333;”>ele. Veja o que seus leitores fazem e ajuste as campanhas de
#333333;”>acordo com isso.
#333333;”>3. Identifique claramente sua marca
#333333;”>Esse público recebe muitos e-mails, então certifique-se de
#333333;”>identificar sua marca neles. Você também pode lembrá-los sobre
#333333;”>o motivo de estarem recebendo o e-mail (“Você está recebendo
#333333;”>este e-mail porque se inscreveu em…”) para ter ainda mais
#333333;”>certeza de que eles sabem quem você é.
#333333;”>4. Escreva no assunto algo atraente e capaz de engajar
#333333;”>O campo do assunto pode influenciar fortemente se a geração Z
#333333;”>vai ou não abrir o seu e-mail. Você pode ter apenas alguns
#333333;”>segundos para chamar a atenção por causa do filtro de conteúdo
#333333;”>inato que eles possuem, então faça valer a pena.
#333333;”>5. Trabalhe com profissionais de e-mail marketing
#333333;”>Peça a um redator que escreva e-mails atraentes, capazes de
#333333;”>engajar e que não sejam as mesmas mensagens que a geração
#333333;”>Z já está cansada de ver. Deixe de lado as mensagens
#333333;”>insistentes de venda e chame um web designer para criar o email moderno e divertido que eles desejam. Chame a Valeon
#333333;”>para fazer isso.
#333333;”>6. Explique como sua marca combina com a identidade deles
#333333;”>A geração Z quer saber sobre seus produtos. Mas, mais do que
#333333;”>isso, quer saber se sua marca é uma boa opção. Isso envolve
#333333;”>falar sobre os valores da sua empresa, adequar a linguagem
#333333;”>utilizada, a forma que você desenvolve um relacionamento com
#333333;”>eles e o tipo de experiência que entrega.
#333333;”>7. Envie a eles o que eles querem
#333333;”>A maior parte da geração Z quer cupons, promoções e ofertas
#333333;”>especiais por e-mail, e ignora as atualizações sobre a empresa e
#333333;”>links para blogs e outros recursos. Eles esperam que você
#333333;”>entregue atualizações em outro lugar, como nas redes sociais.
#333333;”>Portanto, tenha mensagens diferentes em cada canal.
#333333;”>Você pode ter várias ideias preconcebidas sobre a geração Z,
#333333;”>especialmente no que diz respeito a e-mail marketing. Mas,
#333333;”>diferentemente de outras gerações, eles ainda usam e-mail todo
#333333;”>dia. Eles estão acostumados a ter acesso à informação o tempo
#333333;”>todo, e com o e-mail não é diferente.
#333333;”>”Em vez de mudar seu orçamento de marketing para outros
#333333;”>canais como as redes sociais, considere manter uma boa parte
#333333;”>dele para o e-mail. Você pode se surpreender com o quanto isso
#333333;”>pode fazer bem à sua marca”, diz o empreendedor. Lembre-se
#333333;”>que a Valeon é o seu canal de comunicação nas redes sociais.
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Taxa cai levemente, mas Brasil ainda tem 11 milhões de analfabetos

Taxa cai levemente, mas Brasil ainda tem 11 milhões de analfabetos

Taxa cai levemente, mas Brasil ainda tem 11 milhões de analfabetos

#333333;”>A taxa de analfabetismo no Brasil passou de 6,8%, em 2018, para 6,6%, em 2019, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Educação, divulgada hoje (15).
#333333;”> Apesar da queda, que representa cerca de 200 mil pessoas, o Brasil tem ainda 11 milhões de analfabetos.
#333333;”> São pessoas de 15 anos ou mais que, pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não são capazes de ler e escrever nem ao menos um bilhete simples. “É uma taxa que vem baixando ao longo do tempo”, diz a analista da pesquisa Adriana Beringuy. Em 2016, era 7,2%. “O analfabetismo está mais concentrado entre as pessoas mais velhas, uma vez que os jovens são mais escolarizados e, portanto, vão registrar indicador menor”, acrescenta. Apesar de ter registrado queda, os dados mostram que 18% daqueles com 60 anos ou mais são analfabetos. Em 2018, eram 18,6% e, em 2016, 20,4%.
#333333;”> Reduzir a taxa de analfabetismo no Brasil está entre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), Lei 13.005/2014, que estabelece o que deve ser feito para melhorar a educação no país até 2024, desde o ensino infantil, até a pós-graduação.
#333333;”> Pela lei, em 2015, o Brasil deveria ter atingido a marca de 6,5% de analfabetos entre a população de 15 anos ou mais. Em 2024, essa taxa deverá chegar a zero. “A gente percebe que chegou em 2019 com a taxa nacional próxima à meta de 2015, é como se estivéssemos quatro anos atrasados nesse atendimento”, diz Adriana. Desigualdades Além das diferenças entre as idades, o levantamento mostra que existem desigualdades raciais e regionais na alfabetização no Brasil.
#333333;”> Em relação aos brancos, a taxa de analfabetismo é 3,6% entre aqueles com 15 anos ou mais.
#333333;”> No que se refere à população preta e parda, segundo os critérios do IBGE, essa taxa é 8,9%.
#333333;”> A diferença aumenta entre aqueles com 60 anos ou mais. Enquanto 9,5% dos brancos não sabem ler ou escrever, entre os pretos e pardos, esse percentual é cerca de três vezes maior: 27,1%. As regiões Sul e Sudeste têm as menores taxa de analfabetismo, 3,3% entre os que têm 15 anos ou mais. Na Região Centro-Oeste a taxa é 4,9% e na Região Norte, 7,6%. O Nordeste tem o maior percentual de analfabetos, 13,9%.
#333333;”> Entre os que têm 60 anos ou mais, as taxas são 9,5% na Região Sul; 9,7% no Sudeste; 16,6% no Centro-Oeste; 25,5% no Norte; e 37,2% no Nordeste. A Região Nordeste foi a única a apresentar leve aumento da taxa de analfabetismo entre 2018 e 2019. Entre os mais jovens, a taxa praticamente se manteve, variando 0,03 ponto percentual. Entre os mais velhos, a variação foi de 0,33 ponto percentual.
#333333;”> Segundo o IBGE, a maior parte do total de analfabetos com 15 anos ou mais, 56,2% – o que corresponde a 6,2 milhões de pessoas – vive na Região Nordeste e 21,7%, o equivalente a 2,4 milhões de pessoas, no Sudeste.
#333333;”> Anos de estudo A Pnad Contínua Educação mostra que, em média, o brasileiro estuda 9,4 anos. O dado é coletado entre as pessoas com 25 anos ou mais. Esse número aumentou em relação a 2018, quando, em média, o tempo de estudo no Brasil era de 9,3 anos. Em 2016, de 8,9. Com relação à cor ou raça, segundo o IBGE, “a diferença foi considerável”, mostra o estudo. As pessoas brancas estudam, em média, 10,4 anos, enquanto as pessoas pretas e pardas estudam, em média, 8,6 anos, ou seja, uma diferença de quase dois anos entre esses grupos, que se mantém desde 2016.
#333333;”> As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste têm médias de anos de estudo acima da nacional, com 10,1; 9,7; e 9,8 anos respectivamente. As regiões Nordeste e Norte ficaram abaixo da média do país, com 8,1 anos e 8,9 anos, respectivamente.
#333333;”> A proporção daqueles com 25 anos ou mais que concluíram o ensino médio passou de 47,4% em 2018 para 48,8% em 2019. Entre os brancos, esse índice é maior, 57%. Entre os pretos e pardos, 41,8%. De 2016 para 2019, essa diferença, de acordo com o IBGE, caiu um pouco, “porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos”.
#333333;”> O IBGE pondera que, apesar dos avanços, mais da metade, o equivalente a 51,2%, da população de 25 anos ou mais no Brasil não completaram a educação escolar básica. Os dados da Pnad Contínua Educação do IBGE são referentes ao segundo trimestre de 2019.
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