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‘Mantenha-os POBRES’ (o discurso que ‘quebrou a internet’)

Meu pai pobre foi o que a sociedade considera um aluno nota A: foi orador e
presidente da turma. Ele amava a escola. Ele concluiu um curso de quatro
anos na Universidade do Havaí em apenas dois anos. Ele também estudou na
Universidade Stanford, na Universidade de Chicago e na Universidade
Northwestern.
Meu pai rico sequer terminou a oitava série. Seu pai morreu e ele teve que
assumir o negócio da família. Embora sua educação formal fosse limitada, ele
acabou se tornando um dos homens mais ricos do Havaí.
Meu pai rico e meu pai pobre eram opostos. Ambos homens bons, mas nunca
se viram pessoalmente.
Olhando para trás, vejo que o tempo que passei com meu pai rico me colocou
em uma posição privilegiada na vida, especialmente no que se refere a
dinheiro. Entre os 9 e 18 anos, até quando me mudei para Nova York para
estudar, passei entre um e dois dias por semana depois na escola e dois
sábados por mês trabalhando de graça para o meu pai rico.
Meu pai rico nunca pagou a mim ou a seu filho com dinheiro; ele nos pagava
nos treinando para nos tornarmos capitalistas. Ele não nos pagava porque não
queria nos treinar para sermos empregados que trabalhassem por dinheiro. Ele
estava nos treinando para sermos empregadores — empreendedores,
capitalistas fazendo o dinheiro de outras pessoas e o talento de outras pessoas
trabalharem para eles.
Meu pai rico não me pagava porque ele não queria que eu pensasse como um
empregado. Ele acreditava que o resto do mundo iria me ensinar a pensar
dessa forma. Em outras palavras, ele estava me treinando para pensar de uma
forma diferente com relação a dinheiro, algo que não tem preço. Ele não dizia a
seu filho e a mim o que fazer. Ele nos dava escolhas.
Em vez de me dizer “procure um emprego”, meu pai rico me incentivava a
pensar como um empreendedor. Ele dizia: “procure oportunidades”.
Com esse conselho, fiz muitas coisas para ganhar dinheiro. Aos sábados, por
exemplo, eu acordava às cinco da manhã para surfar com meus amigos, já que
o surf geralmente é melhor pela manhã. Depois ia para o escritório do meu pai
rico e trabalhava para ele por algumas horas. Para ganhar dinheiro, ia ao
campo de golfe à tarde e trabalhava como “caddie”, carregando as bolsas de
golfe dos jogadores por 9 buracos por US$ 1. Era apenas um campo de nove
buracos, então eu podia ganhar US$ 2 carregando duas bolsas. Eu podia
ganhar mais no sábado à tarde do que a mesada que meus pais me davam.
Além disso, assim entrei em forma para a temporada de futebol.
Ao procurar oportunidades, em vez de um emprego, meu pai rico estava me
treinando para olhar o mundo como empreendedor, não como empregado. Meu
pai rico dizia: “Você nunca vai querer um salário”. Obviamente, as ideias do
meu pai rico sobre “trabalhar para aprender, não para ganhar” irritavam meu
pai pobre, que era mais socialista do que capitalista.
A escola não te ensina sobre dinheiro
Quando eu era jovem, perguntava aos meus professores: “Ganhar dinheiro não
é o motivo para se conseguir um emprego? Se o dinheiro é o objetivo de se
conseguir um emprego, por que não ir direto ao ponto e apenas nos ensinar
sobre dinheiro?” Minha pergunta nunca foi respondida.
O fato de o dinheiro não ser ensinado nas escolas deixa muitas pessoas,
especialmente na economia atual, em dificuldades financeiras.
A triste realidade é que, para muitos jovens nos Estados Unidos, suas
primeiras despesas são aluguel, alimentação, transporte e entretenimento. Se
eles não têm dinheiro, algumas mães e pais lhes dão o dinheiro que precisam.
Isso pouco contribui para aumentar sua inteligência financeira.
Muitos se casam e iniciam uma família entre os 20 e 30 anos. E quando o
primeiro filho chega, as despesas crescem. Como muitos pais sabem, os filhos
ficam “mais caros” com o passar da idade. Quando os filhos chegam, muitos
pais são forçados a crescer.
Ao completar 30 anos, a maioria dos casais jovens ficam presos na chamada
roda dos hamsters, correndo sem conseguir sair do lugar. A vida se torna uma
disputa para ganhar dinheiro suficiente para cobrir despesas crescentes, com a
maioria das pessoas dependendo do contracheque para sobreviver.
Eu sabia desde a tenra idade que não queria terminar preso no mesmo ciclo de
vida dos meus pais. Por isso, aprendi tudo o que pude sobre dinheiro com o
meu pai rico.
O Banco Imobiliário me ensinou o jogo do dinheiro
Quando eu tinha 19 anos, meu pai rico comprou um “hotel vermelho” na praia
de Waikiki, no Havaí. Em dez anos, suas “pequenas casas verdes” se tornaram
um enorme “hotel vermelho”.
Na época, eu não percebi o quão profundamente o jogo Banco Imobiliário e a
educação que o meu pai rico me deu mudariam a direção da minha vida. O
meu pai rico estava usando o jogo para me treinar a pensar como um
capitalista.
Eu aprendi mais, retir mais conhecimento e quis aprender mais com a
experiência que ganhei jogando Banco Imobiliário quando criança e aplicando
o que estava aprendendo à experiência de arrecadar aluguel para o meu pai
rico. Essas lições estão arraigadas no meu cérebro. Embora tenha um diploma
de bacharel em ciências de uma grande universidade, não lembro de muito do
que aprendi nos quatro anos que passei lá.
Por exemplo, lembro de ter estudado cálculo por três anos, mas não consegui
resolver um problema de matemática usando cálculo hoje. Como diz o ditado,
“use ou perca”. Eu precisaria saber sobre cálculo se fosse um cientista de
foguetes, mas não preciso desse conhecimento para ser rico. A matemática no
nível elementar — adição, subtração, multiplicação e divisão — basta.
Os mantenha pobres
A diferença entre aqueles que acham que este é o melhor dos tempos e
aqueles que acham que é o pior dos tempos é simplesmente conhecimento e
QI financeiro. O grande fracasso de nosso sistema educacional é que ele não
ensina as pessoas sobre como o dinheiro realmente funciona e o que ensina é
antiquado e obsoleto — as velhas regras do dinheiro. As escolas até ensinam
como manter uma conta equilibrada no banco, mas não ensinam como fazer
um balanço patrimonial — ou mesmo interpretar um.
Ensinam você a economizar seu dinheiro, mas não ensinam sobre inflação e
como isso dilapida seu patrimônio. Ensinam como preencher um cheque, mas
não ensinam a diferença entre ativos e passivos. Fica a questão no ar se o
sistema foi projetado intencionalmente para manter as pessoas pobres.
Se uma pessoa não tem educação financeira, ela não consegue processar
informações. Ela não sabe a diferença entre um ativo ou um passivo, ganhos
de capital ou fluxo de caixa, investimento fundamental ou investimento técnico,
por que os ricos pagam menos impostos ou por que a dívida torna algumas
pessoas ricas e a maioria das pessoas pobres. Ela não conhece a diferença
entre um bom investimento e um investimento ruim ou entre um bom conselho
e um conselho ruim. Tudo o que ela sabe é que deve estudar, trabalhar duro,
pagar impostos, deve viver dentro das suas posses, comprar uma casa, se
livrar das dívidas e morrer pobre.
Como a Bíblia diz: “Meu povo perece por falta de conhecimento”. Hoje, milhões
estão perecendo porque tudo o que foram treinados para fazer se resume em
enviar seu dinheiro para os ricos e para o governo. Isso não é ter educação
financeira.
O marketplace é como um shopping virtual, que conecta oferta e demanda. Sabia que empresas como Uber, Airbnb e Mercado Livre fazem sucesso graças a esse modelo e agora a Startup Valeon também faz sucesso aqui no Vale do Aço.

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