Cinco fatores que dificultam a inovação nas empresas
#333333;”>Alexandre Pierro, sócio-fundador da PALAS, destaca os 5 fatores #333333;”> que dificultam a inovação nas empresas: #333333;”> #1 Síndrome de Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou #333333;”> ser sempre assim”. A música tema da novela Gabriela, de Jorge #333333;”> Amado, fez muito sucesso na década de 70. #333333;”> A trama revela que #333333;”> Gabriela não conseguia se adaptar aos costumes de sua época, #333333;”> adotando um jeito espontâneo e até um pouco rude para não se #333333;”> enquadrar à sociedade. #333333;”> Qualquer semelhança com líderes do presente não é mera #333333;”> coincidência. Mesmo em tempos de digitalização, muitos ainda #333333;”> insistem em viver como se estivessem na era das máquinas a #333333;”> vapor. #333333;”> A alegação quase sempre é: em time que está ganhando #333333;”> não se mexe. E, assim, a inovação passa longe. #333333;”> #2 Síndrome de avestruz: Outra síndrome que impede a inovação #333333;”> nas empresas é a de avestruz. #333333;”> Os líderes ficam tão imersos nas #333333;”> pendências que não conseguem acompanhar as tendências. Com a #333333;”> cabeça dentro de seu próprio “buraco”, eles não conseguem #333333;”> enxergar o que acontece fora da empresa e, não por acaso, são #333333;”> “atropelados” por inovações que riscam suas empresas do mapa. #333333;”> Apaixonados por seus próprios produtos/serviços, não conseguem #333333;”> acompanhar as transformações do consumidor, que está sempre #333333;”> buscando novas formas de ter suas necessidades atendidas. #333333;”> #3 Liderança imediatista: Focados nos resultados de curto prazo, #333333;”> líderes tendem a mirar nas soluções que já são conhecidas e #333333;”> rentáveis em vez de se aventurarem nos longos ciclos de testes e #333333;”> falhas que a inovação demanda. Um bom exemplo desse tipo de #333333;”> cultura é a Kodak. #333333;”> Embora nem todos saibam, foi um engenheiro da própria #333333;”> companhia quem criou a máquina digital. Ao apresentar aos #333333;”> superiores, virou motivo de chacota, já que o produto causaria a #333333;”> morte do modelo de negócios da empresa. O resto da história, você #333333;”> já conhece bem. Uma prova inequívoca de que quem não faz, toma! #333333;”> #4 Sistema imunológico: Outro inimigo da inovação é o forte #333333;”> sistema imunológico que a maioria das empresas possui. #333333;”> Infelizmente, muitos profissionais acreditam que sucesso é manter o #333333;”> status quo, enquanto o certo seria desafiar o status quo, buscando #333333;”> sempre novas maneiras de fazer mais com o mesmo ou até com #333333;”> menos. A busca pela eficiência e pela melhoria deve ser contínua. #333333;”> Não é possível ficar estático em um mundo dinâmico. #333333;”> #5 Falta de prioridade: Mantidos falsamente seguros em sua zona #333333;”> de conforto, parte das empresas buscam desculpas batidas para #333333;”> não inovar, tais como: inovar custa caro e não temos tempo. #333333;”> Enquanto alguns ficam apagando incêndios, pode ser que tenha um #333333;”> garoto nerd criando algo que vai simplesmente matar o seu #333333;”> negócio. #333333;”> Aí, nem incêndio para apagar existirá porque a empresa já estará #333333;”> em ruínas. E se a desculpa for “faltam bons profissionais para #333333;”> inovar”, lembre-se que um time de alta performance precisa ser #333333;”> bem treinado. É hora de você mesmo criar um campo fértil para que #333333;”> as mentes brilhantes se proliferem e os resultados aconteçam. #333333;”> A Startup Valeon um Marketplace e E-Commerce da região do vale do aço #333333;”> é uma empresa tecnológica por natureza, não tem a síndrome da Gabriela, #333333;”> ao contrário, está sempre aberta à inovação e modificações necessárias. #333333;”> A nossa Plataforma Comercial Valeon se propõe a divulgar com toda #333333;”> presteza e dentro dos padrões tecnológicos, todas as empresas, serviços #333333;”> e profissionais da nossa região como um canal de informação e #333333;”> divulgação de seus produtos e promoções. A busca pela eficiência e pela #333333;”> melhoria deve ser contínua. Não é possível ficar estático em um mundo #333333;”> dinâmico.
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Brasil passa o Reino Unido e se torna segundo país com mais mortes por covid-19
#333333;”>Dados foram divulgados no começo da noite pelo Ministério da Saúde; Os casos recuperados somam 365.063
#333333;”>O Ministério da Saúde divulgou hoje (12) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 828.810 casos confirmados da doença, e 41.828 mortes foram registradas. Os casos recuperados somam 365.063. #333333;”> Nas últimas 24 horas, o ministério registrou mais 25.982 casos da doença e 909 novas mortes. #333333;”> Com o número atual, o Brasil superou os registros do Reino Unido (que teve até hoje 41.481 mortes) e se tornou o segundo com mais mortes pelo vírus em todo o mundo está atrás apenas dos Estados Unidos, que tem quase 114 mil óbitos. Mais: Veja os números oficiais da pandemia no Vale do Aço Ipatinga registra 15° óbito em decorrência da covid-19 Estados Entre a unidades da federação com o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, o estado de São Paulo registrou 167,9 mil casos confirmados e 10.368 óbitos. #333333;”> Rio de Janeiro aparece na segunda posição com 77.784 e 7.417 mortes. Em seguida estão Ceará (75.705 casos e 4.788 mortes) e Pará (66.328 casos e 4.132 mortes). De acordo com o Ministério da Saúde, 412.919 casos estão em acompanhamento e 4.033 óbitos em investigação
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Cinco fatores que dificultam a inovação nas empresas
#333333;”>Alexandre Pierro, sócio-fundador da PALAS, destaca os 5 fatores #333333;”>que dificultam a inovação nas empresas: #333333;”>#1 Síndrome de Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou #333333;”>ser sempre assim”. A música tema da novela Gabriela, de Jorge #333333;”>Amado, fez muito sucesso na década de 70. A trama revela que #333333;”>Gabriela não conseguia se adaptar aos costumes de sua época, #333333;”>adotando um jeito espontâneo e até um pouco rude para não se #333333;”>enquadrar à sociedade. #333333;”>Qualquer semelhança com líderes do presente não é mera #333333;”>coincidência. Mesmo em tempos de digitalização, muitos ainda #333333;”>insistem em viver como se estivessem na era das máquinas a #333333;”>vapor. A alegação quase sempre é: em time que está ganhando #333333;”>não se mexe. E, assim, a inovação passa longe. #333333;”>#2 Síndrome de avestruz: Outra síndrome que impede a inovação #333333;”>nas empresas é a de avestruz. Os líderes ficam tão imersos nas #333333;”>pendências que não conseguem acompanhar as tendências. Com a #333333;”>cabeça dentro de seu próprio “buraco”, eles não conseguem #333333;”>enxergar o que acontece fora da empresa e, não por acaso, são #333333;”>“atropelados” por inovações que riscam suas empresas do mapa. #333333;”>Apaixonados por seus próprios produtos/serviços, não conseguem #333333;”>acompanhar as transformações do consumidor, que está sempre #333333;”>buscando novas formas de ter suas necessidades atendidas. #333333;”>#3 Liderança imediatista: Focados nos resultados de curto prazo, #333333;”>líderes tendem a mirar nas soluções que já são conhecidas e #333333;”>rentáveis em vez de se aventurarem nos longos ciclos de testes e #333333;”>falhas que a inovação demanda. Um bom exemplo desse tipo de #333333;”>cultura é a Kodak. #333333;”>Embora nem todos saibam, foi um engenheiro da própria #333333;”>companhia quem criou a máquina digital. Ao apresentar aos #333333;”>superiores, virou motivo de chacota, já que o produto causaria a #333333;”>morte do modelo de negócios da empresa. O resto da história, você #333333;”>já conhece bem. Uma prova inequívoca de que quem não faz, toma! #333333;”>#4 Sistema imunológico: Outro inimigo da inovação é o forte #333333;”>sistema imunológico que a maioria das empresas possui. #333333;”>Infelizmente, muitos profissionais acreditam que sucesso é manter o #333333;”>status quo, enquanto o certo seria desafiar o status quo, buscando #333333;”>sempre novas maneiras de fazer mais com o mesmo ou até com #333333;”>menos. A busca pela eficiência e pela melhoria deve ser contínua. #333333;”>Não é possível ficar estático em um mundo dinâmico. #333333;”>#5 Falta de prioridade: Mantidos falsamente seguros em sua zona #333333;”>de conforto, parte das empresas buscam desculpas batidas para #333333;”>não inovar, tais como: inovar custa caro e não temos tempo. #333333;”>Enquanto alguns ficam apagando incêndios, pode ser que tenha um #333333;”>garoto nerd criando algo que vai simplesmente matar o seu #333333;”>negócio. #333333;”>Aí, nem incêndio para apagar existirá porque a empresa já estará #333333;”>em ruínas. E se a desculpa for “faltam bons profissionais para #333333;”>inovar”, lembre-se que um time de alta performance precisa ser #333333;”>bem treinado. É hora de você mesmo criar um campo fértil para que #333333;”>as mentes brilhantes se proliferem e os resultados aconteçam. #333333;”>A Startup Valeon um Marketplace e E-Commerce da região do vale do aço #333333;”>é uma empresa tecnológica por natureza, não tem a síndrome da Gabriela, #333333;”>ao contrário, está sempre aberta à inovação e modificações necessárias. #333333;”>A nossa Plataforma Comercial Valeon se propõe a divulgar com toda #333333;”>presteza e dentro dos padrões tecnológicos, todas as empresas, serviços #333333;”>e profissionais da nossa região como um canal de informação e #333333;”>divulgação de seus produtos e promoções. A busca pela eficiência e pela #333333;”>melhoria deve ser contínua. Não é possível ficar estático em um mundo #333333;”>dinâmico.
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Relacionamento amoroso ou sexual no ambiente de trabalho X poder diretivo do empregador
#333333;”>No mês em que se comemora o Dia dos Namorados, algumas decisões que envolvem o tema “relacionamento amoroso ou sexual no ambiente de trabalho” podem ser conferidas, para melhor compreensão das diretrizes adotadas por magistrados da Justiça do Trabalho mineira sobre o assunto. #333333;”> Confira: 1º caso – Atividades de trabalho negligenciadas em prol do romance – configuração da justa causa O simples namoro entre colegas de trabalho não deve ser proibido e não dá ensejo à aplicação da justa causa. #333333;”> Contudo, a prática de condutas impróprias ao ambiente de trabalho é inadmissível, pois pode interferir no andamento normal das rotinas de trabalho e prejudicar os objetivos empresariais. #333333;”> Quem explica é o juiz Flávio Vilson da Silva Barbosa, titular da 4ª Vara do Trabalho de Uberaba, na sentença em que rejeitou o pedido de reversão da justa causa, feito por um trabalhador dispensado pelo empregador com base na alínea “b”, do artigo 482, da CLT, que trata da “incontinência de conduta ou mau procedimento”. Fotos e conversas apresentadas no processo mostraram que o empregado manteve encontros amorosos com uma colega de trabalho dentro da empresa, no horário do expediente. Para o julgador, ficou claro que o autor negligenciou as atividades de trabalho em prol do romance. #333333;”> Nesse cenário, o juiz manteve a dispensa por justa causa, o que levou ao indeferimento de parcelas próprias da rescisão imotivada do contrato de trabalho, como aviso-prévio e multa de 40% do FGTS, bem como entrega de guias do seguro-desemprego. Pelo mesmo motivo, foram rejeitadas as pretensões do trabalhador de reintegração ao emprego e restabelecimento do plano de saúde, assim como de pagamento de salários, vale-alimentação e indenização por danos morais. #333333;”> A decisão transitou em julgado. 2º caso – Conduta inapropriada de cunho sexual no local de trabalho – quebra de confiança – justa causa mantida As diretrizes traçadas na decisão acima têm sido adotadas por outros magistrados da Justiça do Trabalho de Minas Gerais. Recentemente, a juíza Ana Carolina Simões Silveira, da Vara do Trabalho de Guanhães, considerou válida a dispensa por justa causa de uma trabalhadora, que, segundo constatou a julgadora, praticou “atitude inadequada e reprovável socialmente, de cunho sexual durante a jornada de trabalho, na companhia de outro empregado da empresa”. #333333;”> A mulher trabalhava há mais de seis anos na empresa quando foi dispensada por justa causa. Na reclamação trabalhista, negou a prática de “conduta desonrosa no ambiente de trabalho”, como havia apontado o empregador, e pediu que se considerasse que a dispensa ocorreu sem justo motivo. #333333;”> A trabalhadora pretendeu ainda que o patrão fosse condenado a pagar uma indenização por danos morais. Ao se defender, a empresa sustentou que a justa causa foi aplicada somente após o comitê disciplinar ter comprovado a gravidade da conduta praticada pela empregada. Na decisão, a juíza explicou que a aplicação da justa causa exige que a falta do empregado seja grave o suficiente para fazer desaparecer a confiança existente entre as partes, de forma inviabilizar a continuação da relação de trabalho. #333333;”> No entendimento da magistrada, isso ocorreu no caso. Uma testemunha relatou que, em certa ocasião, quando procurava por um colega de trabalho, ouviu um barulho e acabou se deparando com o colega procurado de calça baixada juntamente com a autora, que estava de roupa. #333333;”> A cena foi vista pela testemunha quando ela estava do lado de fora do prédio da empresa e colocou a lanterna do celular pela janela. Outro empregado que estava do lado de fora do prédio foi chamado para confirmar a cena. #333333;”> Ele e a testemunha denunciaram o fato a um superior e o caso passou a ser apurado pela empresa. Ainda segundo a testemunha, o empregado flagrado com a trabalhadora deveria estar em seu local de trabalho, já que era o responsável técnico da equipe no dia. Após o fato, o envolvido disse para a testemunha que ela não poderia ter dado com a “língua nos dentes”. #333333;”> A responsável pelo RH da empresa também prestou depoimento como testemunha. Ela relatou que recebeu uma denúncia e passou a apurar os fatos. Os envolvidos foram chamados, separadamente, e ouvidos em procedimento sigiloso. #333333;”> Após todo o processo de escuta e de investigação, a empresa optou pelo desligamento de ambos. A testemunha ainda disse ser próxima da autora e do colega envolvido, sabendo que ele era pessoa muito importante no processo de término de relacionamento que a autora viveu. Relatou que foi a segunda justa causa aplicada pela empresa de que teve informação, já que a conduta da empregadora nesse aspecto é conservadora. #333333;”> Nesse quadro, a magistrada considerou correta a aplicação da justa causa, chamando a atenção, ainda, para o fato de a própria autora ter afirmado, em depoimento, que “a sindicância foi sigilosa”. Na conclusão da magistrada, a empresa agiu de acordo com o poder diretivo do empregador e não praticou ato ilícito ou abuso de direito. “Ao contrário, o conjunto probatório comprovou que a empresa apurou mediante procedimento interno os fatos atinentes à conduta inadequada da empregada, antes de aplicar a pena máxima permitida ao empregador”, destacou. #333333;”> Por tudo isso, foi mantida a dispensa por justa causa aplicada com fundamento no artigo 482, “b”, da CLT, que se refere à “incontinência de conduta ou mau procedimento”. Na sentença, foram rejeitados todos os pedidos do trabalhador, inclusive de indenização por danos morais. Para a juíza, não houve evidências de eventuais humilhações e constrangimentos, ou de fatos que pudessem ter abalado moralmente a trabalhadora.
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É falsa a informação que estados e municípios recebem por morte por covid-19 notificada
#333333;”>Desde o começo da pandemia no Brasil as autoridades têm enfrentado um desafio extra: a onda de desinformação plantada por interesses partidários. #333333;”> Como levar a população a se cuidar no momento em que uma parcela da população prefere acreditar em fake news recebida pelo WhatsApp, no lugar de informações reais? #333333;”> A boataria sem fundamentos nas mídias sociais atingiu um nível tão elevado ao longo dos últimos dois anos, que foram criados vários serviços checadores de informação. Dessa forma, quem não quiser ser enganado ao receber uma suposta informação, via WhatsApp ou Facebook, já encontra recursos para chegar a veracidade. Entre elas está o site Aos Fatos, que pode ser acessado aqui. #333333;”> Uma das notícias falsas mais difundidas é a que afirma que “estados e municípios recebem verba federal a cada óbito registrado por covid-19”. Isso não existe e já foi desmentido inúmeras vezes. #333333;”> Entretanto, as pessoas que receberam a informação falsa a replicam o tempo todo no whatsapp ou comentários de notícias postadas sobre a pandemia. São os chamados negacionistas da pandemia. Em resposta a um dos serviços de checagem de notícias, o Ministério da Saúde informou que não faz qualquer repasse em função do volume de mortes pelo novo coronavírus. #333333;”> Os recursos da União para estados e municípios são divididos a partir de critérios como o tamanho da população e a complexidade do serviço prestado. A desinformação têm circulado nas redes sociais em versões com valores diferentes. As fake news não têm limites e são fantasiosas. Uma fake news fala em R$ 12 mil por cada óbito, outra em R$ 16 e outra em R$ 90 mil. As que circulam no Facebook, inclusive, já foram sinalizadas com o selo FALSO na ferramenta de verificação da rede social. #333333;”> Conforme a agência Lupa (outra ferramenta de checagem de dados) publicou nessa quinta-feira (11), o Brasil lidera a desinformação sobre o número de casos e mortes por covid-19 no mundo. O país teve o maior número de posts falsos em redes sociais contestando dados sobre coronavírus; Estados Unidos ficam em segundo lugar.
#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com
Conselheiro da Usiminas avalia situação da Usiminas Mecânica
#333333;”>Após o anúncio de que a Usiminas Mecânica fará adequações na fábrica de Ipatinga por causa do cenário atual econômico, surgiram rumores de que a empresa poderia encerrar suas atividades de forma definitiva. #333333;”> Entretanto, em entrevista ao Diário do Aço, o conselheiro da Usiminas, Luiz Carlos Miranda, informou que não acredita que a empresa de bens de capital fechará sua fábrica em Ipatinga. #333333;”> Conforme Miranda, desde o início da pandemia da covid-19 a Usiminas tem se preocupado muito com segurança e saúde dos seus empregados. “Eu tenho que parabenizar o presidente Sergio Leite e os gerentes que tiveram esse cuidado especial com os empregados. Isso nos deixa muito tranquilos. #333333;”> É um momento difícil e crítico que estamos enfrentando. Além disso, há um acordo celebrado entre a companhia e sindicatos, no qual a empresa mantém o acordo salarial firmado, não podendo demitir, em nenhuma situação, acima de 2% dos empregados da empresa. No entanto, o mesmo não ocorreu nas terceirizadas, que tiveram muitas demissões”, lamentou. #333333;”> Nesse contexto, o conselheiro conta que recebeu nessa semana uma notícia que o assustou, de que a Usiminas Mecânica poderia ser fechada, o que causaria a demissão de centenas de trabalhadores. “Ao longo desses últimos anos, a Usiminas Mecânica vem tendo resultados desfavoráveis. #333333;”> Vários estudos já foram feitos para a empresa que, inclusive, já foi colocada à venda no mercado em outras ocasiões. A Usiminas Mecânica é uma empresa de bens de capital, altamente qualificada, com um corpo técnico extraordinário, mas infelizmente o Brasil está há quatro anos sem grandes obras estruturantes. #333333;”> Com isso, a Usiminas Mecânica também é prejudicada, devido a sua atividade”, destacou. Pandemia agravou a crise Em função do mercado e dos impactos causados pela pandemia, Luiz Carlos relata que foi apresentado ao conselho, no mês passado, um estudo de reestruturação da Usiminas Mecânica, no qual não havia proposta de fechamento da empresa. “Esse estudo trata-se de uma reestruturação e que a empresa teria um quadro em torno de 350 funcionários diretos em sua fábrica. Portanto, a notícia sobre o fechamento não pode ser considerada verdadeira. #333333;”> O presidente Sergio Leite tem uma preocupação com a preservação dos empregos e na preservação da integridade dos funcionários. #333333;”> Eu acredito que a empresa não vai fechar. Vai ter uma readequação. Agora, eu acredito que o único caminho é a negociação, ou seja, o diálogo”, salientou. Luiz Carlos Miranda também destaca que a Usiminas Mecânica é uma empresa muito importante para a própria Usiminas, já que ajuda a alavancar a compra de aço. “Diante disso, acredito que a sociedade não pode ficar perplexa. #333333;”> Eu dentro do Conselho sou o único que representa o empregado, aposentado e as comunidades. Eu luto pela defesa intransigente do emprego, que é o maior patrimônio de um homem ou mulher. Eu dentro do Conselho não abro mão de discutir nem meia demissão. #333333;”> O que eu posso fazer em defesa do emprego e dos investimentos aqui em Ipatinga eu tenho feito”, garantiu. Hospital Vera Cruz Na entrevista, Luiz Carlos Miranda também avaliou a contratação do novo gestor do Hospital Vital Brazil, em Timóteo. “Eu acompanho o Vale do Aço e sempre me preocupo com a evolução e investimentos na região. Eu vejo que, por falta de uma liderança regional, temos perdido muito emprego e renda. Quando eu fiquei sabendo que um hospital de Belo Horizonte, particular, iria assumir a gestão do Hospital Vital Brazil, não concordei, sendo que tínhamos boas opções aqui na região. Por isso que os líderes políticos e empresários precisam trabalhar em harmonia para manterem aqui os recursos que nós produzimos, senão vamos produzir e mandar tudo para fora. Portanto, essa uma preocupação que todos devemos ter”, concluiu.
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