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Covid-19: Brasil passa dos 400 mil casos confirmados e 25 mil mortes

Covid-19: Brasil passa dos 400 mil casos confirmados e 25 mil mortes

Covid-19: Brasil passa dos 400 mil casos confirmados e 25 mil mortes

#333333;”>Ministério da Saúde aponta que País teve 166 mil pessoas recuperadas do novo coronavírus

#333333;”>Jonas Valente – Repórter Agência Brasil Paciente da covid-19 é tratado no Hospital de Campanha do Riocentro – Foto: Divulgação O Brasil passou dos 400 mil casos confirmados de covid-19, de acordo com o balanço diário divulgado pelo Ministério da Saúde divulgado na noite dessa quarta-feira (27). Foram incluídas nas estatísticas 20.559 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, totalizando 411.821.
O resultado marcou um acréscimo de 5,1% em relação a ontem (26), quando o número de pessoas nesta condição estava em 391.222.
A atualização do ministério registrou 1.086 novas mortes, chegando a 25.598. O resultado representou um aumento de 4,4% em relação a ontem, quando foram contabilizados 24.512 óbitos por covid-19.
Do total de casos confirmados, 219.576 estão em acompanhamento e 166.647 foram recuperados. Há ainda 4.108 óbitos sendo analisados. A letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 6,2%.
Já a mortalidade (a quantidade de óbitos pelo total da população) foi de 12,2. Situação epidemiológica da covid-19 – 27-05-2020 – Ministério da Saúde São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (6.712). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (4.605), Ceará (2.671), Pará (2.545) e Pernambuco (2.468).
Também foram registradas mortes no Amazonas (1.891), Maranhão (853), Bahia (531), Espírito Santo (511), Alagoas (368), Paraíba (298), Rio Grande do Norte (242), Minas Gerais (240), Rio Grande do Sul (209), Amapá (183), Paraná (162), Rondônia (137), Piauí (134), Distrito Federal (133), Santa Catarina (126), Sergipe (127), Acre (113), Goiás (108), Roraima (102), Tocantins (65), Mato Grosso (46) e Mato Grosso do Sul (18). Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (89.483), Rio de Janeiro (42.398), Ceará (37.275), Amazonas (33.508) e Pará (31.033). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pernambuco (29.919), Maranhão (26.145), Bahia (15.070), Espírito Santo (11.484) e Paraíba (10.2095).
De acordo com o mapa global da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, o Brasil é o 2º colocado em número de casos, atrás apenas dos Estados Unidos (1,69 milhão). O país é o 6º no ranking de mortes em decorrência da covid-19, atrás de Espanha (27.117), França (28.599), Itália (33.072), Reino Unido (37.542) e Estados Unidos (100.047).
De acordo com o Ministério da Saúde, em dados de ontem o Brasil era o 51º em incidência, indicador que mede a quantidade de pessoas infectadas proporcionalmente à população.
O país também era o 14º em mortalidade, quando os óbitos são comparados com o total da população. Hoje não foi realizada a entrevista coletiva com representantes do Ministerio da Saúde, onde mais dados e análises são apresentados sobre o balanço diário. O evento era uma prática diária, mas a nova gestão mudou o hábito, ainda sem a definição de uma periodicidade definida.

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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Números oficiais do novo coronavírus (covid-19) na região

Números oficiais do novo coronavírus (covid-19) na região

Números oficiais do novo coronavírus (covid-19) na região

#333333;”>As informações foram divulgadas pelos governos de Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo, Santana do Paraíso e Belo Oriente

#333333;”>Ipatinga
Casos suspeitos – 1.934 Cumpriram isolamento – 1.488
Em monitoramento – 424 Casos confirmados – 175 * Recuperados – 51 Em isolamento domiciliar – 116 Internados – 7 Óbito – 1 Casos negativos – 1.354 * Ipatinga teve aumento de 26 novos casos confirmados em 24 horas
Timóteo
Em investigação – 66 Descartados – 300 Confirmados – 29 Recuperados – 14 Óbito – 1 Coronel Fabriciano Notificados – 870 Descartados – 648 Confirmados – 60 * Recuperados – 22 *
Coronel Fabriciano
teve aumento de 14 novos casos confirmados em 24 horas Santana do Paraíso Notificados – 479 Cumpriram quarentena – 368 Descartados – 166 Confirmados – 31 Recuperados – 11 Hospitalizados – 7 Óbito – 1 Em investigação – 111 * Santana do Paraíso teve aumento de 8 novos casos confirmados em 24 horas
Belo Oriente
Em investigação – 27 Descartados – 46 Confirmados – 6 Recuperados – 2 * Belo Oriente teve aumento de 1 novo caso confirmado em 24 horas *Informações atualizadas às 18h de quarta-feira (27/5)

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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Sentir e responder – Empresas ágeis

Sentir e responder – Empresas ágeis

Sentir e responder – Empresas ágeis

#333333;”>É necessário ser ágil. Mas o que é exatamente uma organização ágil?
#333333;”>A Plataforma Comercial da Startup Valeon já nasceu ágil e adaptada
#333333;”>para responder com precisão e qualidade às demandas de divulgação das empresas do Vale do Aço facilitando o ambiente de negócios online.

#333333;”>A única forma de prosperar em um ambiente que é volátil, incerto,
complexo e ambíguo,(VUCA) é ser ágil.
Como a transformação digital acaba sendo uma das principais forças
desestabilizadoras desse ambiente de negócios, impedindo que as empresas
tenham sossego e possam se basear em estratégias estáticas.
E que essa situação tende a se intensificar ainda mais nesse cenário de
Covid-19, que soma, a tudo que falamos, novos comportamentos – dos
consumidores e da sociedade em geral – ainda totalmente desconhecidos e
com resultados imprevisíveis.
É, necessário, portanto, ser ágil. Mas o que é exatamente uma organização
ágil?
Uma definição bastante simples e direta da agilidade organizacional é a
seguinte: uma empresa ágil é aquela capaz de sentir e responder, muito
rápida e continuamente, ao que acontece no ambiente em que está inserida.
Por ambiente, entenda-se todo contexto: clientes, concorrentes, tecnologias,
cultura, colaboradores, etc. Uma organização ágil, portanto, é capaz de se
adaptar – ela se parece mais com um ser vivo do que com uma máquina.
É muito fácil enxergar organizações que tem essa capacidade quando
pensamos em diversas empresas nativas digitais com as quais lidamos
cotidianamente.
A Netflix surgiu com um modelo de entrega de DVDs nas residências,
evoluiu para um modelo de streaming e hoje produz séries e filmes de
forma independente! Uma incrível capacidade de adaptação, demonstrada
pela aquisição de novas competências, em muitos casos, não relacionadas
com as que já praticava com maestria, além de capacidade de abrir mão do
que não era mais necessário – como a logística de bens físicos, por
exemplo. E essa capacidade de adaptação continuará sendo vital, pois os
desafios no mercado de entretenimento via streaming são imensos.
A Amazon é a própria expressão da experimentação levada ao extremo.
Consegue fazer milhares de experiências para entender o comportamento
de seus consumidores, diariamente, e tirar proveito disso para personalizar
ofertas e preços. E tudo isso atuando em um mercado de varejo, onde a
excelência operacional é fundamental. Consegue, portanto, balancear
inovação e excelência operacional… mas isso já assunto para outra coluna!
O que Netflix e Amazon têm em comum – e todas empresas ágeis – é a
capacidade de manter uma conversa bi-direcional contínua com seus
clientes e, a partir dessa conversa, saber rapidamente o que fazer para
melhorar e continuar relevante. Essa conversa bi-direcional é o “sentir e
responder” na prática.
No entanto, fazer uma organização “sentir e responder” é muito mais difícil
do que parece à primeira vista. Pois, definitivamente, nós – e os principais
executivos e lideranças – não aprendemos que a melhor forma de resolver
um problema, ou lidar com um determinado contexto, é “sentir e
responder”.
Pelo contrário, aprendemos, desde cedo, que devemos lidar com os
problemas a partir de uma visão analítica, que nos permitirá decompor esse
problema em pequenas partes e encontrar claras relações de causa e efeito.
E, a partir desse entendimento, conseguiríamos definir as prescrições
necessárias para lidar com o problema. Um problema pode até ser
complicado, e requerer um alto grau de especialização e experiência para
sua solução mas, de qualquer forma, será possível antecipar e prescrever as
soluções.
Padecemos, portanto, de uma certa arrogância, que não nos permite
enxergar que há determinados tipos de problemas que não serão resolvidos
pela nossa capacidade analítica e inteligência. Mas o fato é que muitos
contextos não possuem relações de causa e efeito claras, ou só as
apresentam em retrospectiva.
E para esses contextos não há como agir analiticamente, mas sim
experimentalmente: formulando certas hipóteses, testando o que acontece,
percebendo comportamentos inesperados e definindo práticas e soluções de
forma emergente… sentindo e respondendo!
Tentei simplificar, nos parágrafos anteriores, um modelo de tomada de
decisão, denominado Cynefin, criado pelo pesquisador e consultor David
Snowden. O que Snowden procura mostrar nesse modelo é que não adianta
tentar lidar com o que ele chamou de problemas “complexos” (diferente de
“complicados”!) com os ferramentais tradicionais com os quais estamos
acostumados a lidar. Recomendo fortemente o estudo desse modelo para
quem quiser se aprofundar nesse tema.
Temos, portanto, uma contradição fundamental no topo das organizações.
Empresas imersas em ambientes VUCA, lideradas por executivos que usam
ferramentas analíticas totalmente inapropriadas para esse contexto. Ou, de
outra forma, executivos que querem tornar suas empresas ágeis, mas com a
previsibilidade e eficiência das ferramentas com as quais estão
acostumados a lidar.
Vimos, então, que uma empresa ágil é aquela capaz de sentir e responder.
Mas, claro, quem pode sentir e responder são as pessoas da empresa. E,
para isso, elas precisam de espaço. E esse espaço só será obtido se os
líderes e executivos entenderem que, nesse mundo VUCA, devem partir da
uma perspectiva de resolução de problemas totalmente diferente – e
disseminar esta perspectiva por toda organização.
Isso é fundamental. Mas é só o começo.

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Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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Lojas terão três dias de funcionamento e feiras livres serão fechadas em Ipatinga

Lojas terão três dias de funcionamento e feiras livres serão fechadas em Ipatinga

Lojas terão três dias de funcionamento e feiras livres serão fechadas em Ipatinga

#333333;”>Ipatinga adota novas restrições para conter avanço da covid-19; medidas emergenciais foram deliberadas na noite de hoje, diante de iminente risco de colapso do sistema de saúde

#333333;”>Em uma reunião marcada pelo embate entre os participantes, na noite desta terça-feira (26), o Comitê Gestor de Crise, em Ipatinga, deliberou pela ampliação das restrições para o funcionamento do comércio de rua, já a partir de quinta-feira (28).
A medida emergencial tem como objetivo conter o avanço dos casos confirmados de covid-19 e evitar o colapso do sistema de saúde. A informação oficial é que dos 20 leitos reservados para atender a pacientes na UTI/SUS, 90% estão ocupados.
Dos 31 leitos de enfermaria, 83% estão ocupados. Na progressão atual de crescimento de casos, semana que vem poderiam faltar leitos para hospitalizar os novos pacientes. A decisão tomada é tentar frear o avanço da doença, com medidas que evitem aglomeração de pessoas, definiu o comitê.
Com isso, lojas terão um novo cronograma de funcionamento, com apenas três dias por semana e feiras livres funcionarão somente até sexta-feira, depois, serão fechadas por tempo indeterminado. Igualmente permanecem fechados o Shopping Vale do Aço, outros centros de compras e os bares, restaurantes e afins seguem atendendo somente no sistema de delivery.
Na reunião chegou a ser defendido o fechamento integral do comércio na cidade. Depois de muita discussão chegou-se a um consenso cujos efeitos entram em vigor nesta quinta-feira (28), após a publicação de um decreto.
Feiras fechadas No fim da reunião, por volta de 20h20, ficou acertado que as feiras livres funcionarão somente até a próxima sexta-feira (29). Depois disso fecham por tempo indeterminado, porque houve o entendimento que representam pontos de grande concentração de pessoas.
Nesse sentido, a Polícia Militar vai atuar na fiscalização para evitar aglomerações. Três dias Já as lojas de rua terão apenas três dias de funcionamento por semana. Só irão abrir segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira, apenas das 12h às 18h, até o dia 8 de junho, quando será feita uma nova reunião de avaliação, com vista ao atendimento para o Dia dos Namorados, uma importante data para o comércio lojista.
A medida desagradou aos representantes da Associação Comercial e Câmara de Dirigentes Lojistas, porque há o entendimento segundo o qual a contenção do avanço da covid-19 não pode se dar apenas com o fechamento do comércio, mas também com a adoção de várias outras medidas restritivas em relação a outros pontos de aglomeração de pessoas, bem como uma fiscalização mais rigorosa.
Essenciais Já o segmento considerado essencial, no qual estão inseridos supermercados, farmácias, mercearias, sacolões, padarias, entre outros, permanecem com o funcionamento normal. Os bares, lanchonetes e restaurantes permanecem como antes, atendendo encomendas por telefone e entrega em casa.
Veja mais, no vídeo mais embaixo Veja também: Dados do Ministério da Saúde confirmam: 391.222 casos positivos, 24.512 e 158.593 pacientes recuperados da covid-19 Números oficiais da covid-19 no Vale do Aço Preocupação vai além de Ipatinga e atinge todo o Vale do Aço, afirma prefeito Ao fim da reunião do Comitê Gestor de Crise, que contou também com a participação de médicos infectologistas, o prefeito Nardyello Rocha disse que, além das restrições deliberadas para o comércio, ações emergenciais foram definidas pela Secretaria de Saúde.
Ampliação de testagem de casos suspeitos, a chegada de termômetros e instalação de portais de sanitização de vestuários em alguns pontos da cidade são algumas delas. “Como Ipatinga está testando, o número de casos positivos tem crescido, entre eles os assintomáticos.
Temos detectado vários deles. Isso é importante que porque o paciente vai para o isolamento e deixa de contaminar outras pessoas, pois não sabia até então que estava positivo. Ao mesmo tempo nós deixamos de levá-lo para uma maca, para um leito”. “Não estamos preocupados em mascarar números, estamos testando para detectar o problema antes dele disseminar”, enfatizou.
Por fim, o prefeito alertou que as quatro cidades da Região Metropolitana do Vale do Aço já atingiram 450 casos positivos na proporção por milhão de habitante, o que representa um risco muito alto.
Na macrorregião (36 cidades) o índice atinge 270 casos por milhão, o que é considerado risco alto. “Nossos leitos estão ocupados por cidadãos de toda a região e até fora dela, como, por exemplo, Governador Valadares e Imbé de Minas”, concluiu.

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Nasa e SpaceX enviam missão tripulada ao espaço

Nasa e SpaceX enviam missão tripulada ao espaço

Nasa e SpaceX enviam missão tripulada ao espaço

#333333;”>Público poderá acompanhar lançamento e bastidores da missão

#333333;”>Daqui a poucas horas, a Agência Espacial norte-americana (Nasa) estabelecerá mais um entre seus vários feitos classificados como “marco histórico”. A contagem regressiva é para o primeiro voo espacial tripulado da nave espacial Crew Dragon, em uma missão que é fruto de parceria público-privada da agência com empresa SpaceX. Será também “o primeiro voo em órbita de astronautas norte-americanos em foguetes norte-americanos a partir de solo americano desde o final da era do ônibus espacial em 2011”, conforme definiu a própria Nasa.
Diante da necessidade de isolamento social, pela qual boa parte do planeta passa devido à pandemia de covid-19, a Nasa anunciou que fará uma transmissão especial, via internet, da decolagem da nave espacial que levará os astronautas Robert Behnken e Douglas Hurley até a Estação Espacial Internacional.
Experiência O lançamento está previsto para hoje (27) às 17h33 (horário de Brasília), a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. Para viver essa experiência de acompanhar virtualmente bastidores, lançamento, bem como para acessar o calendário, atualizações sobre o andamento da missão, basta que se faça um registro, a partir do site. “Com a experiência de lançamento virtual da Nasa, possibilitamos que mais pessoas assistam ao início desta nova era no voo espacial humano”, explica a assessora de Comunicação da Nasa Bettina Inclán.
O fato de a missão partir dos EUA e ter como protagonistas astronautas norte-americanos acabou por empolgar de forma mais intensa os cidadãos daquele país.
“Já estamos vendo pessoas participando on-line com a hashtag #LaunchAmerica e ajudando a criar empolgação para esse momento histórico”, acrescentou Bettina.
A última decolagem de um veículo norte-americano em direção à Estação Espacial Internacional foi em 2011, ano em que o ônibus espacial Atlantis foi aposentado. Desde então, os EUA têm dependido dos foguetes russos Soyuz para chegar à estação, partindo do Cazaquistão. “Novo passo da lógica” Por meio de redes sociais, o astronauta Douglas Hurley tem feito elogios às inovações tecnológicas do novo veículo aeroespacial desenvolvido pela SpaceX, empresa que tem à frente o empreendedor e visionário Elon Musk.
Entre as novidades da nave estão os painéis em touchscreen, que podem controlar tudo de uma forma bem mais prática do que os inúmeros botões que integravam o painel dos antigos ônibus espaciais. Também foi necessário desenvolver luvas de fácil interação com esse tipo de tela.
Trata-se de um “novo passo da lógica”, disse o astronauta Hurley em uma leve referência à famosa frase “este é um pequeno passo para um homem; e um salto gigante para a humanidade”, dita por Neil Armstrong em 20 de julho de 1969, quando se tornou o primeiro homem a pisar na Lua. “Minha primeira impressão sobre o interior da [cápsula] Crew Dragon? Fiquei impressionado.
É obviamente uma nave espacial moderna com design aerodinâmico e muito confortável. Os assentos são basicamente de carros de corrida; e o quesito segurança foi bastante considerado”, disse o astronauta via Twiter.
Impulsionada pelo foguete Falcon 9, a cápsula Crew Dragon deve ultrapassar a velocidade de 27 mil quilômetros por hora, para chegar no dia seguinte (28) à Estação Espacial Internacional.
Os dois astronautas terão papéis bem definidos durante a missão, chamada de Demo-2 (a primeira foi sem tripulação, em teste envolvendo um boneco coberto de censores). Behnken será responsável por procedimentos como os de encontro, atracação e desencaixe, em especial enquanto a espaçonave estiver atracada na estação espacial. Já Hurley será responsável por atividades como lançamento, pouso e recuperação.
Mais detalhes, bem como o registro para acompanhar a contagem regressiva e obter todas as informações sobre a missão Demo-2 e a nave espacial Crew Dragon, estão no site da Nasa.

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Destruição criativa no Pós-Covid-19

Destruição criativa no Pós-Covid-19

Destruição criativa no Pós-Covid-19

#333333;”>A Startup Valeon um Marketplace e E-Commerce da região do Valeo do
#333333;”> Aço está promovendo uma verdadeira destruição criativa na forma de
#333333;”> comunicação das empresas com os seus clientes na internet introduzindo novos conceitos de publicidade e implantando com sucesso novos paradigmas de marketing entre as empresas e o seus consumidores.

#333333;”>Em momentos singulares na nossa historia, abre-se a possibilidade
de uma onda avassaladora de empreendedorismo e inovações, o
que em 1942 o economista austríaco Joseph Schumpeter, em seu
livro Capitalismo, Socialismo e Democracia, chamou de destruição
criativa. Essa teoria busca explicar as transformações do
capitalismo, cujo fenômeno se dá quando são criados novos
produtos ou novas formas de produzir, causando mudanças na
economia e nas relações sociais, levando em conta aspectos
conjunturais, anseios da população e capacidade inovadora. Ou
seja, os processos econômicos e sociais são dinâmicos.
E seguem vários exemplos na história da humanidade, como a
substituição dos cavalos pelos carros como meios de transporte e
das inúmeras transformações com o brutal desenvolvimento
tecnológico das últimas décadas, proporcionando o
desaparecimento de milhares de empregos, o aparecimento de
outros e mudanças substanciais no comportamento e nas relações
humanas.
Sobre a conjuntura atual da pandemia, externa o Secretário-Geral
das Nações Unidas, António Guterres, que “não é apenas uma crise
de saúde, mas uma crise humana; uma crise de emprego; uma
crise humanitária e uma crise de desenvolvimento”. Vários estudos
e relatórios estão sendo feitos mundo afora, seja pelo setor
acadêmico ou organismos internacionais, a exemplo do documento
lançado pela ONU “Diretrizes das Nações Unidas para a resposta
socioeconômica imediata à COVID-19: responsabilidade
compartilhada, solidariedade global e ação urgente para as pessoas
necessitadas”. Neste é bem explorado um termo que vem sendo
popularizado mundo afora, o chamado “novo normal”.
Citando Nelson Rodrigues, é obvio ululante que no período póspandemia teremos mudanças substanciais nas relações humanas,
sociais, econômicas e políticas. E sem sombra de dúvidas, mais um
substancial, relevante e pujante momento de destruição criativa em
escala mundial. Como se dará, ainda estamos no campo das
hipóteses, especulações e até de um certo “achismo”.
Como indicativo, interessante matéria do jornal Washington Post,
reproduzida no Brasil pelo Estadão, que trata de mudanças das
grandes metrópoles. Dispõe que o trabalho remoto, imposto pela
necessidade de isolamento social, se consolidará em parte no dia a
dia das pessoas, pois alguns funcionários, por questões de
mobilidade, custo de vida e stress dos grandes centros urbanos,
devem preferir trabalhar longe dos escritórios, o que fará com que
inúmeras empresas deem fim a instalações físicas. Segundo
Edward Glaeser, professor de Harvard, “se a pandemia se tornar o
novo normal, dezenas de milhões de empregos no setor de serviços
deixarão de existir nas grandes cidades”. No setor de esportes,
houve um considerável aumento pelo interesse no setor de games,
os chamados eSports. Pela analise do Twitter, houve um aumento
de 70% na busca por eSports em março, além de aumento de
jogadores atraídos pelas altas premiações dos torneios e acréscimo
dos interessados nos patrocínios.
Por fim, tentar impedir a destruição criativa pode ser um grande
erro, tanto para as pessoas, quanto para empresas e para os
governos.
O papel dos governos no processo de destruição criativa que virá
no pós-Covid.
As ações de destruição criativa nas recentes concessões rodoviárias
mostram que é possível realizar a gestão pública com inovação, desde
que afastada dos casulos ideológicos, onde o papel do poder público
se consolida como de regulamentação, orientação, planejamento e
fiscalização, deixando as operações para empresas privadas que têm
vigor financeiro para investir permanentemente; pois daí virão seus
lucros. Espera-se, agora, uma aceleração nos processos de
concessões rodoviárias no Brasil, já que o medo de destruir com
criatividade já passou e nos resta aumentar o poder de destruição
criativa da sociedade brasileira.
O que é destruição criativa?
Em 1942, o economista austríaco Joseph Schumpeter surgiu com o
conceito de destruição criativa: um processo de destruição e posterior
reconstrução, com outro arranjo dentro da sociedade, que leva ao progresso
econômico.
Com essa definição, ele acreditava que tinha encontrado a melhor forma de
descrever a essência do capitalismo. Nesse ambiente, os recursos se
deslocam permanentemente para onde estão as novas oportunidades,
criando tanto ganhadores como perdedores.
Inicialmente utilizada para se referir a processos produtivos que visavam
aumentar a produtividade, a destruição criativa passou a ser associada com
a inovação via:
Lançamento de novos produtos;
Desenvolvimento de novos serviços;
Abertura de novos mercados;
Utilização de novas matérias-primas;
Utilização de novas fontes de energia.
Ao contrário das políticas públicas equivocadas, esse é um processo que
ocorre de dentro para fora, destruindo estruturas em operação para que
sejam liberadas para novas ideias.
Quais as economias mais propícias à destruição criativa?
Alguns fatores ajudam a identificar quais as economias que apresentam
maior dinamismo:
Empreendedorismo
Uma sociedade que valoriza a formação de novos negócios é uma
sociedade que promove o empreendedorismo.
Governo
Ele deve interferir o mínimo possível, assegurando o direito de propriedade
e um ambiente estável de negócios.
Concorrência
A concorrência “eleva a barra” entre os seus participantes, fazendo o
sistema econômico funcionar.
Cooperação
Quando a ciência encontra aplicações práticas. A cooperação ocorre
essencialmente na área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), fomentando
parcerias entre empresas, associações e o governo.
Educação
Países como os Estados Unidos e a Alemanha já implementaram programas
de estímulo ao empreendedorismo e à inovação, colocando os alunos dos
cursos de Administração e de Engenharia em projetos de colaboração com
as empresas.
Financiamento
Mecanismo pelo qual o desenvolvimento da capacidade tecnológica,
iniciado pelo empreendedor, e bancado pelas grandes empresas, que
possuem economia de escala.
Como acontece a destruição criativa no Brasil?
Comparando os itens anteriores e, dadas nossas peculiaridades, a destruição
criativa ocorre com menos frequência no Brasil pelos seguintes motivos:
Empreendedorismo
Ao contrário do empreendedor de oportunidade, o país cria mais
empreendedores por necessidade.
Governo
O Brasil falha gravemente nesse ponto. Um empreendedor enfrenta um
longo e custoso processo para começar o seu negócio. Uma vez em
funcionamento, ele arca com uma alta carga de impostos e altos custos
trabalhistas.
O quadro é agravado pelas políticas públicas adotadas, como a desoneração
da folha de salários, que mantém empregos de baixa produtividade.
Concorrência
Vários estudos acadêmicos indicam que a postura da elite governante em
relação à inovação é determinante para o desenvolvimento
econômico. Dito isso, somos uma economia fechada e que promove o
beneficiamento individual de setores e empresas.
Cooperação
Apesar de contarmos com alguns centros de excelência, o vínculo entre
eles e as empresas é bastante limitado.
Buscando referências no que é praticado no exterior, o país poderia induzir
a inovação via:
Revisão dos tributos que punem os investimentos;
Aprimoramento do ambiente regulatório;
Cooperação entre empresas e universidades.
Esse último ponto está diretamente relacionado ao próximo item.
Educação
Inexistência de programas de educação que preparem os alunos para que
busquem soluções próprias e criativas para as demandas da sociedade.
Financiamento
Excluindo-se o crédito direcionado (BNDES), todas as demais linhas de
crédito são caras em função de distorções como a assimetria de informação
sobre os tomadores, os custos dos encargos regulatórios, além da
dificuldade de se executar as garantias.
Qual o exemplo que melhor reflete a destruição criativa?
Se considerarmos os aplicativos de transporte, os sites de comércio
eletrônico e as redes sociais, podemos concluir que a internet é o melhor
exemplo de destruição criativa da atualidade.
Inicialmente usada para fins de comunicação, ela hoje permeia toda a
sociedade, trazendo não só conteúdo, mas viabilizando também novos
produtos e modelos de negócios.

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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