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Destruição criativa no Pós-Covid-19

A Startup Valeon um Marketplace e E-Commerce da região do Valeo do
Aço está promovendo uma verdadeira destruição criativa na forma de
comunicação das empresas com os seus clientes na internet introduzindo novos conceitos de publicidade e implantando com sucesso novos paradigmas de marketing entre as empresas e o seus consumidores.

Em momentos singulares na nossa historia, abre-se a possibilidade
de uma onda avassaladora de empreendedorismo e inovações, o
que em 1942 o economista austríaco Joseph Schumpeter, em seu
livro Capitalismo, Socialismo e Democracia, chamou de destruição
criativa. Essa teoria busca explicar as transformações do
capitalismo, cujo fenômeno se dá quando são criados novos
produtos ou novas formas de produzir, causando mudanças na
economia e nas relações sociais, levando em conta aspectos
conjunturais, anseios da população e capacidade inovadora. Ou
seja, os processos econômicos e sociais são dinâmicos.
E seguem vários exemplos na história da humanidade, como a
substituição dos cavalos pelos carros como meios de transporte e
das inúmeras transformações com o brutal desenvolvimento
tecnológico das últimas décadas, proporcionando o
desaparecimento de milhares de empregos, o aparecimento de
outros e mudanças substanciais no comportamento e nas relações
humanas.
Sobre a conjuntura atual da pandemia, externa o Secretário-Geral
das Nações Unidas, António Guterres, que “não é apenas uma crise
de saúde, mas uma crise humana; uma crise de emprego; uma
crise humanitária e uma crise de desenvolvimento”. Vários estudos
e relatórios estão sendo feitos mundo afora, seja pelo setor
acadêmico ou organismos internacionais, a exemplo do documento
lançado pela ONU “Diretrizes das Nações Unidas para a resposta
socioeconômica imediata à COVID-19: responsabilidade
compartilhada, solidariedade global e ação urgente para as pessoas
necessitadas”. Neste é bem explorado um termo que vem sendo
popularizado mundo afora, o chamado “novo normal”.
Citando Nelson Rodrigues, é obvio ululante que no período póspandemia teremos mudanças substanciais nas relações humanas,
sociais, econômicas e políticas. E sem sombra de dúvidas, mais um
substancial, relevante e pujante momento de destruição criativa em
escala mundial. Como se dará, ainda estamos no campo das
hipóteses, especulações e até de um certo “achismo”.
Como indicativo, interessante matéria do jornal Washington Post,
reproduzida no Brasil pelo Estadão, que trata de mudanças das
grandes metrópoles. Dispõe que o trabalho remoto, imposto pela
necessidade de isolamento social, se consolidará em parte no dia a
dia das pessoas, pois alguns funcionários, por questões de
mobilidade, custo de vida e stress dos grandes centros urbanos,
devem preferir trabalhar longe dos escritórios, o que fará com que
inúmeras empresas deem fim a instalações físicas. Segundo
Edward Glaeser, professor de Harvard, “se a pandemia se tornar o
novo normal, dezenas de milhões de empregos no setor de serviços
deixarão de existir nas grandes cidades”. No setor de esportes,
houve um considerável aumento pelo interesse no setor de games,
os chamados eSports. Pela analise do Twitter, houve um aumento
de 70% na busca por eSports em março, além de aumento de
jogadores atraídos pelas altas premiações dos torneios e acréscimo
dos interessados nos patrocínios.
Por fim, tentar impedir a destruição criativa pode ser um grande
erro, tanto para as pessoas, quanto para empresas e para os
governos.
O papel dos governos no processo de destruição criativa que virá
no pós-Covid.
As ações de destruição criativa nas recentes concessões rodoviárias
mostram que é possível realizar a gestão pública com inovação, desde
que afastada dos casulos ideológicos, onde o papel do poder público
se consolida como de regulamentação, orientação, planejamento e
fiscalização, deixando as operações para empresas privadas que têm
vigor financeiro para investir permanentemente; pois daí virão seus
lucros. Espera-se, agora, uma aceleração nos processos de
concessões rodoviárias no Brasil, já que o medo de destruir com
criatividade já passou e nos resta aumentar o poder de destruição
criativa da sociedade brasileira.
O que é destruição criativa?
Em 1942, o economista austríaco Joseph Schumpeter surgiu com o
conceito de destruição criativa: um processo de destruição e posterior
reconstrução, com outro arranjo dentro da sociedade, que leva ao progresso
econômico.
Com essa definição, ele acreditava que tinha encontrado a melhor forma de
descrever a essência do capitalismo. Nesse ambiente, os recursos se
deslocam permanentemente para onde estão as novas oportunidades,
criando tanto ganhadores como perdedores.
Inicialmente utilizada para se referir a processos produtivos que visavam
aumentar a produtividade, a destruição criativa passou a ser associada com
a inovação via:
Lançamento de novos produtos;
Desenvolvimento de novos serviços;
Abertura de novos mercados;
Utilização de novas matérias-primas;
Utilização de novas fontes de energia.
Ao contrário das políticas públicas equivocadas, esse é um processo que
ocorre de dentro para fora, destruindo estruturas em operação para que
sejam liberadas para novas ideias.
Quais as economias mais propícias à destruição criativa?
Alguns fatores ajudam a identificar quais as economias que apresentam
maior dinamismo:
Empreendedorismo
Uma sociedade que valoriza a formação de novos negócios é uma
sociedade que promove o empreendedorismo.
Governo
Ele deve interferir o mínimo possível, assegurando o direito de propriedade
e um ambiente estável de negócios.
Concorrência
A concorrência “eleva a barra” entre os seus participantes, fazendo o
sistema econômico funcionar.
Cooperação
Quando a ciência encontra aplicações práticas. A cooperação ocorre
essencialmente na área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), fomentando
parcerias entre empresas, associações e o governo.
Educação
Países como os Estados Unidos e a Alemanha já implementaram programas
de estímulo ao empreendedorismo e à inovação, colocando os alunos dos
cursos de Administração e de Engenharia em projetos de colaboração com
as empresas.
Financiamento
Mecanismo pelo qual o desenvolvimento da capacidade tecnológica,
iniciado pelo empreendedor, e bancado pelas grandes empresas, que
possuem economia de escala.
Como acontece a destruição criativa no Brasil?
Comparando os itens anteriores e, dadas nossas peculiaridades, a destruição
criativa ocorre com menos frequência no Brasil pelos seguintes motivos:
Empreendedorismo
Ao contrário do empreendedor de oportunidade, o país cria mais
empreendedores por necessidade.
Governo
O Brasil falha gravemente nesse ponto. Um empreendedor enfrenta um
longo e custoso processo para começar o seu negócio. Uma vez em
funcionamento, ele arca com uma alta carga de impostos e altos custos
trabalhistas.
O quadro é agravado pelas políticas públicas adotadas, como a desoneração
da folha de salários, que mantém empregos de baixa produtividade.
Concorrência
Vários estudos acadêmicos indicam que a postura da elite governante em
relação à inovação é determinante para o desenvolvimento
econômico. Dito isso, somos uma economia fechada e que promove o
beneficiamento individual de setores e empresas.
Cooperação
Apesar de contarmos com alguns centros de excelência, o vínculo entre
eles e as empresas é bastante limitado.
Buscando referências no que é praticado no exterior, o país poderia induzir
a inovação via:
Revisão dos tributos que punem os investimentos;
Aprimoramento do ambiente regulatório;
Cooperação entre empresas e universidades.
Esse último ponto está diretamente relacionado ao próximo item.
Educação
Inexistência de programas de educação que preparem os alunos para que
busquem soluções próprias e criativas para as demandas da sociedade.
Financiamento
Excluindo-se o crédito direcionado (BNDES), todas as demais linhas de
crédito são caras em função de distorções como a assimetria de informação
sobre os tomadores, os custos dos encargos regulatórios, além da
dificuldade de se executar as garantias.
Qual o exemplo que melhor reflete a destruição criativa?
Se considerarmos os aplicativos de transporte, os sites de comércio
eletrônico e as redes sociais, podemos concluir que a internet é o melhor
exemplo de destruição criativa da atualidade.
Inicialmente usada para fins de comunicação, ela hoje permeia toda a
sociedade, trazendo não só conteúdo, mas viabilizando também novos
produtos e modelos de negócios.

“O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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