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Cerca de 2% dos pequenos negócios encerraram as atividades em Minas devido à pandemia

Cerca de 2% dos pequenos negócios encerraram as atividades em Minas devido à pandemia

Cerca de 2% dos pequenos negócios encerraram as atividades em Minas devido à pandemia

#333333;”>A crise provocada pelo novo coronavírus (covid-19) atingiu em cheio cerca de 2% dos pequenos negócios mineiros que tiveram que fechar as portas de vez. De acordo com a 4ª edição da Pesquisa Impactos do Coronavírus nos Pequenos Negócios, feita pelo Sebrae, entre os dias 29 de maio e 5 de junho, os empreendimentos do estado que continuam no mercado registraram uma queda de mais da metade do faturamento. Ainda segundo o estudo, das empresas que encerraram suas atividades permanentemente, 32% disseram que poderiam ter evitado o fechamento, caso tivessem apoio financeiro do governo.
#333333;”> Por outro lado, 31,5% dos entrevistados afirmaram que nada poderia ter ajudado a superarem a crise. “Os pequenos negócios têm enfrentado, desde março, uma batalha diária para continuar no mercado.
#333333;”> Além das incertezas provocadas pela pandemia, a falta de recursos financeiros para tocar o negócio, mesmo após a retomada, é um dos principais motivos que fizeram com que as empresas encerrem suas atividades”, justifica o Superintendente do Sebrae Minas, Afonso Maria Rocha.
#333333;”> Questionados sobre o que irão fazer após o fechamento do negócio, 54,4% dos donos de pequenos negócios mineiros disseram que irão buscar novas oportunidades de emprego e 18,2% irão criar um negócio informal.
#333333;”> Já os empreendimentos mineiros que continuam no mercado, 36,3% conseguem funcionar neste momento de restrição de circulação, porém não têm estrutura para usar tecnologias digitais. “Entender as novas necessidades do consumidor é o melhor caminho para quem quer manter a empresa funcionando. Porém, temos que lembrar que neste percurso muitos pequenos negócios não têm recursos nem estrutura para acompanhar os avanços tecnológicos.
#333333;”> Neste caso, as melhores opções continuam sendo se reinventar e planejar usando a criatividade”, explica Rocha. Impactos no faturamento Como no restante do país, em Minas Gerais a situação do faturamento das empresas não foi diferente. O isolamento social e o fechamento do comércio estão impactando diretamente a redução da receita de 85,5% dos pequenos negócios mineiros, até o momento. A média de queda chega a 58% dos rendimentos das empresas.
#333333;”> Apenas 4,2% dos pequenos negócios mineiros registraram ampliação das vendas neste período de pandemia.
#333333;”> Em média, o aumento da receita foi de 23%. De acordo com mais da metade dos entrevistados que registraram essa expansão das vendas, o principal motivo atribuído ao resultado positivo foi o investimento no comércio on-line. “As vendas pela internet já fazem do ‘novo normal’. Quem não estiver neste mercado perderá muito poder de venda e fidelização de clientes. No site Sebrae.mg disponibilizamos orientações sobre o comércio digital entre outros assuntos, que poderão ajudar os pequenos negócios no enfrentamento dessa crise”, lembra o Superintendente do Sebrae Minas, Afonso Maria Rocha.

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Hoje é o último dia para pedir o auxílio emergencial

Hoje é o último dia para pedir o auxílio emergencial

#333333;”>Prazo para novos cadastros termina nesta quinta às 23h59

#333333;”>Para quem ainda não se cadastrou a fim de receber o auxílio emergencial de R$ 600, o prazo termina nesta quinta-feira (2), às 23h59, informou a Caixa Econômica Federal. O auxílio emergencial é um benefício financeiro destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos, desempregados e pessoas de baixa renda e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do novo coronavírus.
#333333;”> Inicialmente proposto para vigorar por três meses, com o pagamento de três parcelas de R$ 600, o benefício foi prorrogado por mais dois meses, com o pagamento de mais duas parcelas. Pelas regras, até duas pessoas da mesma família podem receber o auxílio.
#333333;”> Para as famílias em que a mulher seja a única responsável pelas despesas da casa, o valor pago mensalmente é de R$ 1.200.
#333333;”> Quem pode se cadastrar? A Lei 13.982/2020, que instituiu o auxílio emergencial, foi aprovada pelo Congresso Nacional em abril e definiu os critérios para ser incluído no programa.
#333333;”> Para ter acesso ao benefício, a pessoa deve cumprir, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos: – Ser maior de 18 anos de idade ou ser mãe adolescente – Não ter emprego formal – Não ser agente público, inclusive temporário, nem exercer mandato eletivo – Não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família – Ter renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135,00) – Não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70 – Estar desempregado ou exercer atividades na condição de microempreendedor individual (MEI), ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) ou trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
#333333;”> Como se cadastrar Quem estava no Cadastro Único até o dia 20 de março e que atende às regras do programa, recebe os pagamentos sem precisar se cadastrar no site da Caixa. Quem tem o Bolsa Família pode receber o auxílio emergencial, desde que ele seja mais vantajoso.
#333333;”> Nesse período, o Bolsa Família de quem recebe o auxílio fica suspenso. As pessoas que não estão inscritas no Bolsa Família nem no CadÚnico e preenchem os requisitos do programa podem se cadastrar no site auxilio.caixa.gov.br ou pelo APP CAIXA | Auxílio Emergencial, disponível nas lojas de aplicativos. Depois de fazer o cadastro, a pessoa pode acompanhar se vai receber o auxílio emergencial, consultando no próprio site ou aplicativo.
#333333;”> O Ministério da Cidadania informou, na semana passada, que já recebeu mais de 124 milhões de solicitações do auxílio emergencial, sendo que cerca de 65 milhões foram considerados elegíveis e 41,59 milhões foram apontados como inelegíveis, por não atenderem aos critérios do programa. Existem ainda quase 17 milhões de inscrições classificadas de inconclusivas – quando faltam informações para o processamento integral do pedido.
#333333;”> Quem estiver nessa situação deve refazer o cadastro por meio do site ou aplicativo do programa. Mais informações sobre o auxílio emergencial também podem ser obtidas na página do Ministério da Cidadania na internet.

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Números oficiais do novo coronavírus (covid-19) no Vale do Aço

Números oficiais do novo coronavírus (covid-19) no Vale do Aço

#333333;”>As informações foram divulgadas pelos governos de Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo, Santana do Paraíso e Belo Oriente

#333333;”>Ipatinga
#333333;”> Atualizado às 17h de 01/07
#333333;”> Casos suspeitos – 4.562
#333333;”> Cumpriram isolamento – 2.874
#333333;”> Em monitoramento – 1.688 Casos confirmados – 2.150 *
#333333;”> Recuperados – 1.531
#333333;”> Casos negativos – 3.226
#333333;”> Óbitos – 43 *
#333333;”> Ipatinga teve 152 novos casos confirmados em 24 horas
#333333;”> Na quarta-feira (1), todos os 30 leitos de UTI Covid-19 SUS na cidade estavam ocupados e um paciente estava à espera, na enfermaria, para transferência à uma UTI.
#333333;”> Dos leitos de enfermaria destinados à covid, a taxa de ocupação estava em 76% Timóteo
#333333;”> Atualizado às 16h35 de 01/07
#333333;”> Em investigação – 144 Descartados – 544
#333333;”> Confirmados – 288
#333333;”> Recuperados – 90
#333333;”> Hospitalizados – 14
#333333;”> Óbitos – 7 *
#333333;”> Timóteo teve 10 novos casos confirmados em 24 horas
#333333;”> Coronel Fabriciano
#333333;”> Atualizado às 16h35 de 01/07
#333333;”> Notificados – 2.467
#333333;”> Descartados – 1.439
#333333;”> Confirmados – 643 *
#333333;”> Internados confirmados – 14
#333333;”> Suspeitos em Investigação – 385
#333333;”> Recuperados – 533
#333333;”> Óbitos – 9 *
#333333;”> *Coronel Fabriciano teve 34 novos casos confirmados em 24 horas
#333333;”> Santana do Paraíso
#333333;”> Atualizado às 17h46 de 1º/07 Notificados – 1.522
#333333;”> Confirmados – 539 *
#333333;”> Recuperados – 274
#333333;”> Hospitalizados – 18 Óbitos – 12
#333333;”> *Santana do Paraíso teve 21 novos casos confirmados em 24 horas
#333333;”> Belo Oriente
#333333;”> Atualizado às 16h34 de 01/07
#333333;”> Em investigação – 109
#333333;”> Notificados – 531
#333333;”> Descartados – 84
#333333;”> Confirmados – 106 *
#333333;”> Recuperados – 40
#333333;”> Hospitalizados -8
#333333;”> Isolamento domiciliar – 56
#333333;”> Óbitos – 4
#333333;”> *Belo Oriente teve 4 novos casos confirmados em 24 horas

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O significado do trabalho em um cenário de incerteza

O significado do trabalho em um cenário de incerteza

#333333;”>

#333333;”>O trabalho sempre foi algo incerto (no sentido de nunca ter sido uma certeza),
#333333;”>mas que, com a pandemia, há mais desconfiança sobre o futuro — e esse é o
#333333;”>verdadeiro desafio do momento.
#333333;”>A diferença entre trabalho e emprego. Podemos definir trabalho como a relação
#333333;”>das pessoas com o mundo por meio da ação, enquanto o emprego é a “relação
#333333;”>com um empregador/líder hierárquico”. O trabalho, que surgiu como uma questão
#333333;”>de sobrevivência (trocar mão de obra por capital), hoje está mais ligado a
#333333;”>expressão do ser, deixar um legado e se sentir útil no que faz.
#333333;”>É por isso que, hoje, o propósito costuma ir além do aspecto monetário porque
#333333;”>acreditamos que ele seja diferente da motivação: “Se eu sei porque eu faço o que
#333333;”>faço no trabalho, eu tenho motivação. Mas se eu compreendo porque eu faço o
#333333;”>que eu faço, da forma como eu decidi fazer, eu tenho um propósito”, afirmou.
#333333;”>”Propósito tem menos a ver com salvar o mundo e mais a ver com reconhecer a si
#333333;”>próprio, a essência e impacto sobre os outros por meio da ação”. Duas pessoas
#333333;”>em um mesmo cargo terão propósitos diferentes, porque mesmo tendo as
#333333;”>mesmas atribuições, cada um dará seu toque pessoal ao trabalho realizado.
#333333;”>Podemos descrever a cultura de startup em cinco pontos fundamentais e que
#333333;”>podem ser aplicados em qualquer empresa. São eles:
#333333;”>1. Propósito: ao construir uma equipe, é necessário deixar explícito o porque as
#333333;”>pessoas estão ali e o que a empresa busca alcançar.
#333333;”>2. Cultura: é o fator cultural que faz duas empresas concorrentes se
#333333;”>diferenciarem. Geralmente, ela é criada pelos primeiros funcionários da
#333333;”>companhia, que moldam o “como fazer”. O fit cultural é um ponto de decisão
#333333;”>importante na hora de contratar um novo funcionário.
#333333;”>3. Colaboração: o mercado está vivendo um processo de mudança de competição
#333333;”>para a colaboração. Essa noção deve ser aplicada dentro e fora das companhias.
#333333;”>É cada vez mais comum empresas concorrentes trabalhando juntas em prol de
#333333;”>um bem maior.
#333333;”>4. Diversidade: deve existir a diversidade de raça, etnia, sexualidade, dentre
#333333;”>outras. “A inovação e uma cultura rica estão muito vinculadas a diversidade,
#333333;”>porque são pessoas diferentes colaborando, estruturando o ambiente e levando a
#333333;”>discussão para um alto nível”, afirmou Terron.
#333333;”>5. Comunidade: são pessoas reunidas em torno de um objetivo e/ou geração de
#333333;”>valor.
#333333;”>Um forte abraço,
#333333;”>Equipe StartSe — A Nova Educação para o Novo Mundo e Startup Valeon um
#333333;”>Marketplace e E-Commerce digital do Vale do Aço.

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IBGE confirma metropolização do Vale do Aço

IBGE confirma metropolização do Vale do Aço

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#333333;”>Conforme dados fornecidos pelo geógrafo William Passos, Ipatinga cumpre a função de capital regional

#333333;”>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou a metropolização em torno da concentração urbana surgida ao redor da Usiminas, identificando Ipatinga como a grande capital regional.
Por meio do Observatório das Metropolizações, o geógrafo William Passos, colunista de opinião do Diário do Aço, explica que as concentrações urbanas foram agrupadas pelo IBGE em arranjos populacionais, que consistem na área geográfica de expansão urbana, de influência regional e de atração das maiores cidades, onde ocorrem intensos deslocamentos para trabalho e estudo todos os dias.
Divulgado no dia 25 de junho, o estudo Região de Influência das Cidades (Regic) 2018, do IBGE, atualizou a hierarquia urbana brasileira, elevando de 12 para 15 o número de metrópoles do país.
A novidade do estudo foi a elevação de Campinas, Florianópolis e Vitória à condição de metrópoles brasileiras, junto a São Paulo (Grande Metrópole Nacional), Brasília (Metrópole Nacional), Rio de Janeiro (Metrópole Nacional), Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Salvador e Manaus.
Com isso, São Paulo se torna o primeiro estado brasileiro com duas metrópoles. Entre as capitais regionais, são 32 novas concentrações urbanas nessa categoria, totalizando 97.
São Paulo foi o estado que apresentou o maior número absoluto, passando de 12 para 20 capitais regionais, número que sobe para 26 quando se considera as capitais regionais sob influência da capital paulista, inclusive em outros estados. Vale do Aço William Passos explica que, no caso do Vale do Aço, a metropolização está localizada em torno do Arranjo Populacional de Ipatinga, que reúne dez municípios. “No Regic anterior, de 2007, o IBGE havia identificado áreas de concentração de população. O Vale do Aço organizava-se em torno da área chamada Ipatinga-Timóteo-Coronel Fabriciano, para destacar a conurbação, isto é, a união das três cidades como se fossem uma só.
Mas agora, no Regic 2018, o IBGE substituiu a classificação Área de Concentração de População por Arranjos Populacionais”, detalha o geógrafo. Tal alteração ocorreu para destacar que o que une as cidades, muito mais do que os ajuntamentos urbanos, são os movimentos de população de todos os dias para trabalhar e estudar, principalmente, mas também para consumir e para participar de atividades culturais, de lazer e esportivas.
“Assim, é possível ter cidades unidas, mesmo com vazios ou áreas rurais no meio delas. No caso do Vale do Aço, o Arranjo Populacional de Ipatinga reúne dez municípios, que concentram 565 mil habitantes: além de Ipatinga, que Ipatinga cumpre a função de Capital Regional do Vale do Aço, fazem parte desse conjunto Belo Oriente, Bugre, Coronel Fabriciano, Ipaba, Jaguaraçu, Marliéria, Naque, Santana do Paraíso e Timóteo”, conclui.
Estudo aponta importância da região O Diário do Aço tem divulgado, ao longo dos últimos meses, entrevistas com o geógrafo William Passos, que estuda a metropolização do interior do Brasil e tem identificado tais processos, especialmente aqueles ligados ao que classifica como “minerodependência”.
O termo é explicado por ele como dependência das atividades de extração e de transformação mineral, como é o caso da siderurgia, que transforma carvão mineral e minério de ferro, entre outros produtos, em aço.
Em matéria veiculada no dia 26 de maio de 2019, William apontou o Vale do Aço como única e mais importante metropolização do interior, na região Sudeste, fora do Estado de São Paulo.
Em um artigo escrito por ele foi apresentada uma comparação entre os mercados de trabalho do Vale do Aço e da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, que identifica como a segunda principal metropolização de interior, não paulista, do Sudeste.
Sua decisão por estudar o tema partiu da constatação de que essas duas regiões são as únicas, fora de São Paulo. “Percebi que o Vale do Aço e a Bacia de Campos são contrapontos em tornos econômicos, urbanos, históricos, geográficos e territoriais. A produção econômica nessa região de Minas é dentro do território. Já na Bacia é em alto-mar”, destacou à época.

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IFMG Ipatinga alcança 1º lugar em Eficiência Acadêmica entre instituições do Estado

IFMG Ipatinga alcança 1º lugar em Eficiência Acadêmica entre instituições do Estado

IFMG Ipatinga alcança 1º lugar em Eficiência Acadêmica entre instituições do Estado

#333333;”>O campus avançado do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), em Ipatinga, obteve o primeiro lugar no índice de Eficiência Acadêmica entre as instituições no Estado de Minas Gerais. Os dados analisados são referentes ao ano de 2019 e foram coletados em 653 unidades, tendo como referência 10.889 cursos e 1.023.303 alunos matriculados. O resultado foi divulgado no dia 17 deste mês, na plataforma Nilo Peçanha, que reúne dados de toda a Rede Federal de Educação Profissional, Ciência e Tecnologia (RFEPCT) do país.
#333333;”> Conforme divulgado pelo IFMG Ipatinga, o índice de Eficiência Acadêmica é obtido a partir do número de estudantes que concluíram os estudos, os que abandonaram os cursos e os que ficaram retidos. O campus Ipatinga atingiu o índice de 89,5%, sendo o melhor índice de Minas Gerais e o segundo melhor da região Sudeste. Cabe ressaltar que o índice do IFMG, no geral, foi de 64,2%, acima do índice estadual que foi de 52,4%. Avaliação A posição alcançada no Índice de Eficiência Acadêmica é reconhecida pelos pais dos discentes.
#333333;”> Para a mãe de um aluno e ex-estudante do campus de Ipatinga, Pâmela Endringer, formada no curso técnico subsequente em Segurança do Trabalho, relata a sua percepção ao estudar na instituição e sua satisfação ao ver o seu filho trilhar o mesmo caminho. “Foram meses de muitos aprendizados, afinal o corpo docente, além de extremamente competente, demonstrava humanidade e interesse em cada conquista alcançada por seus alunos, respeitando a história, dificuldades e potencialidades de cada um.
E, conhecendo o perfil educacional do IFMG, não medi esforços para incentivar meu filho para se preparar e disputar uma vaga no Instituto”, afirmou. Os estudantes também receberam a notícia com entusiasmo.

#333333;”> A aluna Letícia Corrêa, do 5º período do curso de graduação em Engenharia Elétrica, acredita que estudar no IFMG Ipatinga foi a sua melhor escolha. “Ressalto a qualidade de ensino, pois os professores têm um papel fundamental que é a persistência no ensino e o apoio em tudo. Além disso, o IFMG proporciona para os alunos assistência para continuarem estudando”. Já a aluna Lizandra Abelha, do 2º ano do curso técnico em Automação Industrial integrado ao Ensino Médio, ressalta que com um corpo docente qualificado, o IFMG tem um alto padrão de ensino.
#333333;”> “Com grandes ensinamentos e experiências, o Instituto me prepara não somente para o mercado de trabalho, mas para a vida”, contou.
Direção Para a direção do campus IFMG, o resultado em primeiro lugar deve ser comemorado por toda a comunidade acadêmica, docentes, técnicos administrativos e alunos, sendo motivo de orgulho.
Conforme o diretor do campus IFMG de Ipatinga, Alex de Andrade, o resultado em primeiro lugar no índice de Eficiência Acadêmica é um reflexo do trabalho desenvolvido ao longo dos anos com a oferta de cursos nas diferentes modalidades de ensino e níveis. “A instituição oferta uma formação ampla, humanizada e altamente especializada, qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional”, concluiu.

#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Contatos: Representantes Comercial: Pr. Gilmar (31) 98719-4997 /
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