CRISE DO CORONAVÍRUS MOSTRA QUE OS EUA DEVEM PRESTIGIAR MAIS A AMÉRICA
#333333;”>Na tradicional coletiva de imprensa diária da Casa Branca sobre o coronavírus, hoje, Peter Navarro, conselheiro de Trump, acaba de falar em alto e bom som que se há algo que os EUA estão aprendendo com a atual crise é que o país não pode mais depender tanto da cadeia de distribuição global. Falta uma série de coisas nos EUA que ninguém “imaginava” ser possível.
#333333;”>Muita coisa essencial só pode ser obtida hoje se comprada fora do país. Medicamentos básicos e essenciais deixaram de ser produzidos nos EUA nas ultimas décadas. A indústria americana foi dizimada pelos últimos presidentes.
#333333;”>Um militar foi anunciado hoje como coordenador das ações de supply chain para a crise. O que o almirante anunciou é que já foram operacionalizados 6 vôos militares internacionais para abastecer os EUA com itens emergenciais; outros 28 vôos já estão agendados para os próximos dias.
#333333;”>Navarro citou a dependência quase total de medicamentos vindos de fora (China, ok?) e de suprimentos e equipamentos de saúde. Tudo aquilo que já sabemos. Mas o mais importante da sua fala foi quando disse que há hora certa para tudo. Agora os EUA precisam resolver os problemas mais imediatos mas a hora de enfrentar esse desequilíbrio calamitoso vai chegar.
#333333;”>Peter Navarro deixou extremamente claro que isso vai mudar e que esse tipo de situação “não vai se repetir mais”. O que ele #333333;”>quis dizer é que na hora certa o governo americano vai entrar com força total nessa questão da dependência externa, leia-se CHINA.
#333333;”>Navarro tem preparado rascunhos de ordens executivas e projetos para botar fim nisso. Não estranhem o fato de Trump ter parado de chamar a peste de “coronavírus chinês” para chamar de COVID-19. Ele não aderiu ao politicamente correto. O xadrez está sendo jogado num nível muito mais alto que dos meros mortais.
#333333;”>Os EUA vão ganhar esse confronto com a China — que ai da está para começar, vão ganhar também seus mais próximos aliados. Nunca foi tão importante estar ao lado de países como a América. Quem estiver junto, na mesma barca, vai participar desse redesenho que só os EUA têm o cacife para iniciar.
#333333;”>Aos deslumbrados com a China no bananal brasileiro, um recado: o dinheiro chinês não vai comprar a fúria americana contra os culpados por essa desgraça mundial que o mundo tá vivendo.
#333333;”>Aguardem a hora certa.
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Pesquisadores da USP criam respirador 15 vezes mais barato
#333333;”>Protótipo ainda está em fase de desenvolvimento e testes
#333333;”>Uma equipe multidisciplinar da Escola Politécnica, da Universidade de São Paulo (Poli-USP) projetou um ventilador pulmonar emergencial de baixo custo, que poderá servir para o atendimento de pacientes de covid-19. Batizado de Inspire, o protótipo tem mais duas vantagens: pode ficar pronto em menos de duas horas e é feito de peças que podem ser encontradas no país, ou seja, não necessita de componentes importados. Os respiradores disponíveis no mercado custam, em média, R$ 15 mil, enquanto o valor do Inspire é de R$ 1 mil, aproximadamente. O modelo desenvolvido pelos pesquisadores da Poli-USP foi registrado com uma licença open source, o que significa que qualquer pessoa interessada pode acessar o passo a passo de manufatura e fabricá-lo. A exigência é de que se obtenha autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O professor Marcelo Knorich Zuffo, da Poli-USP, ressalta que o protótipo foi concebido para ser usado “em uma eventual condição catastrófica”, causada pela falta de ventiladores pulmonares comerciais. “Nosso projeto é de um ventilador de emergência”, ressalta o acadêmico, que divide a coordenação do projeto com o docente Raúl Gonzalez Lima, especialista em engenharia biomédica. “Inclusive, a gente já está conversando com as autoridades para fazer uma delimitação bem clara sobre quais as circunstâncias em que esse produto deve ser usado”, acrescenta Zuffo. O projeto está, atualmente, em fase de “integração e homologação”, com o sistema de inspiração e expiração já sendo testado, explica Zuffo. Agora a equipe também avança na validação química do padrão respiratório e mantém interlocução com o governo federal, para tentar emplacar parcerias que permitam a produção do ventilador em maior escala. A última reunião foi realizada na última terça-feira (31), com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, do Ministério da Saúde e da Anvisa. No total, cerca de 40 pessoas compõem a equipe do projeto. Os pesquisadores têm passado até 18 horas do seu dia desenvolvendo as atividades, iniciadas no dia 20 de março. Zuffo comenta que a iniciativa foi possível porque os membros da equipe já detinham conhecimento sobre a montagem de ventiladores pulmonares industriais. “Como nós tínhamos esse know-how à disposição na universidade, resolvemos criar meios para que esse conhecimento dos professores fosse disponibilizado à sociedade”, diz. “A gente resolveu se mobilizar quando percebeu a dramaticidade dessa situação nos outros países. Temos relatos de que em Nova York não há ventiladores e, então, voluntários ficam apertando a bombinha para o paciente não morrer durante a noite.” Segundo o coordenador, a equipe colocou no ar o site do projeto, para divulgá-lo entre membros da comunidade científica, e tem recebido um volume expressivo de contribuições. Lá, é possível acompanhar o diário de bordo do grupo, que informa cada uma das etapas atingidas. “A gente abriu o site para criar um mecanismo de comunicação entre professores e a comunidade desse movimento. E já estamos tendo contribuições concretas. Há muita gente baixando e já começou a vir modelo de algoritmo, desenho de projeto industrial”, afirma. Zuffo conta ainda que a equipe se surpreendeu com a quantia de R$ 161 mil, arrecadada em uma vaquinha online criada para dar subsídio ao projeto. O resultado alcançado superou as expectativas dos pesquisadores, que imaginavam conseguir juntar em torno de R$ 20 mil. “Isso mostra que temos uma sociedade extremamente generosa, e a gente está tentando responder a essa generosidade da forma mais responsável e séria possível, a despeito da gravidade da situação”, finaliza o professor da USP.
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#333333;”>Entre as adequações para Ipatinga está a paralisação temporária das operações dos Altos-Fornos 1 e 2 e as atividades da Aciaria 1
#333333;”>Diante do cenário desafiador e inesperado na economia brasileira, surgido no contexto da Pandemia da Covid-19, a Usiminas informou, na tarde desta quinta-feira (2), que vem adotando novas medidas de adequação de suas operações ao ambiente de mercado. As ações permanecem tendo como foco prioritário a saúde dos colaboradores e familiares, clientes e parceiros da companhia. #333333;”>Consideram, também, a necessidade de equilibrar a força de trabalho e capacidade operacional ao atual ritmo de produção e demanda, de minimizar os impactos no caixa da empresa e de buscar a preservação dos empregos. #333333;”> Entre as adequações para a área operacional de Ipatinga, a serem adotadas a partir do mês de abril, conforme Fato Relevante divulgado pela empresa, está a paralisação temporária das operações dos Altos-Fornos 1 e 2 e as atividades da Aciaria 1. #333333;”>Serão mantidas as operações do Alto-Forno 3, Aciaria 2, laminações e galvanizações. Em decorrência das novas medidas, a empresa irá utilizar bancos de horas, readequação de efetivo de terceirizadas, alteração na tabela de turno, bem como a extensão de home office e a concessão de férias coletivas a parte do efetivo. Já na Usina de Cubatão, na Baixada Santista, a produção será suspensa e será concedida antecipação de férias por 30 dias. A Usiminas reitera que as medidas têm caráter temporário e o objetivo de ajustar sua produção à atual demanda de mercado. #333333;”>As iniciativas seguem a linha de outras empresas do setor e dos próprios clientes da companhia. Cabe ressaltar que a empresa segue recebendo pedidos que venham a ser feitos durante esse período e está preparada para retomar, com agilidade, o ritmo de produção de acordo com a demanda futura. #333333;”>As equipes lotadas nos escritórios, por sua vez, tiveram o regime de home office estendido e as férias de parte dos efetivos da Usiminas Mecânica e da Soluções Usiminas já estão em curso. Para a segurança dos colaboradores que seguirão atuando nas plantas, a companhia segue aplicando todos os protocolos recomendados de medidas preventivas na condução de atividades operacionais. #333333;”>Entre outras ações, foi intensificada a higienização de áreas, aferição de temperatura na entrada da Usina e/ou ônibus, readequação de refeitórios, controle de lotação dos ônibus, cancelamento de viagens e visitas, suspensão de reuniões presenciais, entre outros. #333333;”>A Usiminas reforça, ainda, que prossegue em permanente avaliação de outras medidas em resposta à pandemia e que poderá, caso necessário, realizar eventuais novas alterações na utilização de seus equipamentos para ajustar-se ao cenário do momento.
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#333333;”>”É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia”
#333333;”>“Não podemos querer que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a maior benção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, assim como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise se supera a si mesmo sem ter sido superado.
#333333;”>Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a dificuldade para encontrar as saídas e as soluções. Sem crises não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia.
#333333;”>Sem crises não há méritos. É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia. Falar da crise é promovê-la, e calar-se na crise é exaltar o conformismo. Em vez disto, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.”
#333333;”>Espero que tenham gostado de mais esse inteligente texto, que tem tudo haver com o que estamos vivendo todos os dias, do tão eterno Albert Einstein. #333333;”>VALEON É TOP – UMA STARTUP MARKETPLACE DE IPATINGA-MG #333333;”>Encontre Produtos, Profissionais e Serviços em toda região do #333333;”>Valeo do Aço #333333;”>App Android valeon
Presidente sanciona MP da renda básica emergencial
Nova lei prevê pagamento de R$ 600 a trabalhadores informais
#333333;”>O presidente Jair Bolsonaro sancionou, na tarde desta quarta-feira (1º), a Medida Provisória (MP) que cria uma renda básica emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa, durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. #333333;”>A informação foi confirmada pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Jorge Oliveira, em uma postagem no Twitter. A medida teve a votação concluída no Senado na segunda-feira (30) e agora será regulamentada por meio de um decreto. #333333;”> O líder do governo no Senado Federal, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), informou que o texto sancionado por Bolsonaro contém três vetos, que ainda não foram publicizados pela Presidência da República. A liberação dos recursos também depende da abertura de um crédito extraordinário no Orçamento federal. #333333;”> O pagamento será efetuado ao longo de três meses, com operacionalização pelas redes dos bancos públicos federais: Caixa Econômica Federal, casas lotéricas, Banco do Brasil (BB), Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Nordeste (BNB), após o cruzamento de dados para definir quem tem direito ao benefício. Pelas regras contidas no projeto de auxílio emergencial aprovado pelo Congresso, os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito benefício, como não ter emprego formal; não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família; ter renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70. #333333;”>Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro anunciou novas medidas para enfrentar a crise gerada pela pandemia da covid-19, inlcuindo uma MP para ajudar as empresas na manutenção dos empregos. Serão liberados R$ 51 bilhões para complementação salarial, em caso de redução de salário e de jornada de trabalho de funcionários, e R$ 40 bilhões (R$ 34 bilhões do Tesouro e R$ 6 bilhões dos bancos privados) de crédito para financiamento da folha de pagamento. #333333;”>Os detalhes da medida serão informados pelo Ministério da Economia. (Agência Brasil)
Governo prorroga prazo de entrega da declaração do imposto de renda
#333333;”>IOF de operações de crédito é desonerado e contribuições são adiadas
#333333;”>Cerca de 32 milhões de pessoas físicas ganharam mais dois meses para entregarem a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física. O prazo, que acabaria em 30 de abril, foi estendido para 30 de junho, anunciou há pouco o secretário da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto. Segundo o secretário, apesar de a entrega das declarações neste ano estar em ritmo superior ao do mesmo período do ano passado, a Receita concordou em prorrogar o prazo depois de ouvir relatos de contribuintes confinados em casa com dificuldades em obter documentos na empresa ou de conseguir recibos com clínicas médicas para deduzirem gastos. “O ritmo de entrega continua bom. #333333;”>Até ontem, tínhamos recebido 8,8 milhões de declarações, 400 mil a mais que no mesmo período do ano passado. Isso representa 27% do esperado. Porém decidimos pela prorrogação por demanda de contribuintes confinados em casa, mas que relatam a falta de documentos ou documentos que estão na empresa, no escritório ou na clínica. #333333;”>Eles estão com dificuldade momentânea de obter todos os documentos necessários”, explicou. Sobre a possibilidade de rever o cronograma de restituição para quem já entregou a declaração, o secretário disse que ainda vai reavaliar a medida. Neste ano, a Receita tinha reduzido, de sete para cinco, o número de lotes de restituição e antecipado o primeiro lote de 15 de junho para 30 de maio. Tostes também anunciou a total desoneração, por 90 dias, de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito. #333333;”>A medida terá como objetivo baratear as linhas emergenciais de crédito já anunciadas pelo governo. Segundo ele, o governo deixará de arrecadar R$ 7 bilhões com a desoneração. #333333;”>A última medida anunciada pelo secretário foi o adiamento das contribuições de abril e de maio para o Programa de Integração Social (PIS), o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da contribuição patronal para a Previdência Social, paga pelos empregadores. As parcelas só serão pagas de agosto a outubro, permitindo a injeção de R$ 80 bilhões na economia.
Justiça autoriza saque de R$ 500 milhões nas contas da Vale
#333333;”>Pacto aborda destinação dos valores das multas em decorrência do rompimento da barragem
#333333;”>A destinação do valor de R$ 108.782.890, decorrente da aplicação de multas à empresa de mineração Vale S.A., pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Brumadinho, em virtude do rompimento da barragem no Córrego do Feijão, é o objeto do acordo homologado na última sexta-feira, (27/03), pela juíza da 1ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Brumadinho, Perla Saliba Brito. #333333;”>Segundo o “Termo de Acordo Substitutivo de Penalidade de Multa Ambiental”, celebrado entre o Município de Brumadinho, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e a Vale S.A., a destinação dos valores das multas será exclusivamente para a execução de obras e iniciativas de infraestrutura do Município. #333333;”>Eles deverão ser empregados, por exemplo, na área da saúde e em projetos de natureza socioambiental, relacionados direta ou indiretamente com o rompimento da barragem no Córrego do Feijão e suas consequências. #333333;”>Na sentença de homologação do acordo, a magistrada ressalta a impossibilidade de utilização dos recursos em intervenções para reparação dos danos decorrentes do rompimento da barragem. Isso porque a Vale já se encontra obrigada, por sentença judicial em Ação Civil Pública própria, à reparação integral do dano ambiental causado. Segundo a juíza Perla Saliba, o acordo celebrado se reveste dos requisitos de validade dos negócios jurídicos em geral e prevê, de forma clara, as obrigações das partes. #333333;”>A magistrada destaca também que a homologação do acordo teve parecer favorável do Ministério Público, e que seus termos foram devidamente submetidos à consulta e aprovação do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Codema). Na sentença consta ainda que, conforme o estabelecido, o Ministério Público (MP) será informado de qualquer repasse, pagamento ou saque do valor depositado pela Vale, com a respectiva evidência de aplicação dos valores, para a prestação de contas. #333333;”>Isso, segundo o documento, irá assegurar que a totalidade dos valores da multa terá a destinação devida, da forma combinada entre as partes. A juíza Perla Saliba ressaltou ainda que a concordância das partes com a homologação do acordo não significa autorização ou anuência para a realização dos projetos, que deverão ser devidamente precedidos das licenças dos órgãos competentes. “Os projetos permanecem sujeitos a controle quando da sua concretização, tanto no que diz respeito à forma como se dará na prática a sua definição, quanto à sua forma de execução, até mesmo no que concerne à necessária observância das normas protetivas do patrimônio público”, pontuou. #333333;”> Para a magistrada, “não há dúvidas de que a homologação do acordo em questão evitará a judicialização da matéria e contribuirá sobremaneira para desafogar o Judiciário local, que anda assoberbado de ações judiciais de diversas naturezas envolvendo a tragédia que assolou Brumadinho no fatídico dia 25/01/2019”.
Assistência Social de Coronel Fabriciano implanta acolhimento emocional por telefone
#333333;”>Do outro lado da linha, psicólogos e assistentes sociais do município estarão aptos a ouvir e aconselhar as pessoas com sintomas de pânico e ansiedade que não esteja se sentindo apta a lidar com os problemas sozinhos
#333333;”>A Secretaria de Governança da Assistência Social de Coronel Fabriciano implantou o acolhimento emocional pelo telefone 3846-7730. O serviço é voltado para os usuários da rede municipal, sobretudo, os idosos que estão em quarentena em casa por causa do novo coronavírus (Covid-19). #333333;”> A informação é do Executivo municipal. Do outro lado da linha, psicólogos e assistentes sociais do município estarão aptos a ouvir e aconselhar as pessoas com sintomas de pânico e ansiedade que não esteja se sentindo apta a lidar com os problemas sozinhos. #333333;”> O acolhimento emocional funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. O fluxo foi montado pelo o psiquiatra da rede municipal, Caio Neds. “É o momento de todos ficarem em casa, em isolamento social, para conter o avanço de casos do coronavírus. No entanto, nem todos estão conseguindo lidar com as incertezas, medos e angústias. Daí a importância de criar um canal aberto para acolher estas pessoas, sobretudo, os idosos”, explica a secretária da pasta, Letícia Godinho. “O excesso de notícias e também de fakenews aumenta esta ansiedade, por isso, é importante manter uma rotina saudável, fazer atividades extras, manter contato com outros mesmo que por telefone”, orienta. #333333;”> Doações Outra iniciativa do governo é o serviço de delivery (entrega a domicílio) de cestas com alimentos para as famílias em situação de insegurança alimentar assistidos pelo município. Os itens são arrecadados, higienizados e distribuídos pelo Banco de Alimentos, mantido pela administração municipal, e entregues semanalmente para cerca de 200 famílias e 14 entidades cadastradas no equipamento. #333333;”> O serviço funcionará desta forma enquanto durar o período de quarentena por causa do coronavírus. O governo aponta que também já estuda a ampliação do acesso e inclusão de novas famílias ao serviço. #333333;”> O Banco de Alimentos continua a cadastrar estabelecimentos comerciais dispostos a doar frutas, verduras e legumes in natura sem valor comercial, mas próprias para o consumo. O equipamento também recebe doações de alimentos não perecíveis (cestas básicas) de pessoas físicas interessadas em ajudar as famílias mais necessitadas neste momento. O Banco de Alimentos está situado na rua Açaí, nº 250, bairro Floresta. #333333;”> Mais informações: 3846-7738. Horário especial A partir desta segunda-feira (30), os demais serviços da Assistência Social foram reabertos, mas com horário de atendimento reduzido, das 8h às 14h. Porém as visitas domiciliares continuam suspensas, salvo em alguma emergência e urgência, como casos de violência, crianças, adolescentes e idosos em situação de risco social o atendimento é assegurado.
#333333;”>Eduardo Sad acrescenta que isolamento vertical no Brasil é praticamente impossível
#333333;”>Em entrevista concedida à rádio Itatiaia de Belo Horizonte nesta terça-feira (31), o médico do hospital Vera Cruz, Eduardo Sad, avaliou o cenário no Estado diante do novo coronavírus (Covid-19). #333333;”>O profissional falou ainda sobre um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que aponta que cerca de três milhões de mineiros podem ser infectados pelo novo coronavírus, que atingiria o ápice entre 27 de abril e 11 de maio. #333333;”>No programa “Conversa de Redação”, em versão especial para o debate da crise provocada pela pandemia da Covid-19, os apresentadores Eustáquio Ramos e Junior Moreira receberam o médico e intensivista Eduardo Sad. “Devemos ter menos casos e nesta semana acredito que vamos ter um aumento, porque vão chegar os resultados dos exames que colhemos há 10 dias. #333333;”>Estamos com exames pendentes há nove, dez dias. Temos um grupo de coordenadores de UTI e todos estão reclamando que não estamos tendo acesso aos exames. À medida em que forem saindo, vamos ter isso (aumento)”, pondera. O médico aponta que a demora nos exames não é somente na rede pública, mas um problema geral. #333333;”> Alguns da rede privada conseguem exames mais rápido, entretanto, a Funed demora entre sete a dez dias para entregar, o que dificulta o trabalho dos profissionais. “Sobre o isolamento vertical (em que somente os grupos de risco são isolados), que muito tem sido falado por aí, é muito bonito no papel, mas no Brasil temos famílias morando juntas, crianças que vão para a aula e tem contato com os idosos e não vamos conseguir implantar isso. #333333;”>O Mandetta (Luiz Henrique, ministro da Saúde) falou muito bem, vamos ter de fazer uma volta gradual, contrabalanceando com os resultados que teremos”, vislumbrou. Idosos No caso do Brasil e da média de idade da população, onde idosos moram com pessoas em constante circulação, seja no trabalho ou na escola, Eduardo Sad aponta que o isolamento é mais complexo. #333333;”>Situação que não ocorre na Alemanha, por exemplo. “Lá, além de ter muitos testes, tem uma população diferente, as pessoas não moram com os idosos, saem de suas casas e conseguem ter um isolamento vertical, que não é aquele total, mas são mantidos a maioria dos serviços funcionando. No Brasil é impossível fazer isso”, salienta. #333333;”>Ele acrescenta que, nesse momento, o isolamento vertical não seria adequado. “Esperaria pelo menos mais duas semanas para sentir como vão ser essas variáveis. O isolamento que vamos inteirar em Belo Horizonte já chega a uns 12 dias, em São Paulo demorou mais e no Rio também, e a gente tem que ver se esse isolamento vai pegar. #333333;”>Como estamos com problemas de exames, não sei como vão ser esses resultados. Só daqui a duas semanas vamos saber. Aí sim, poderemos pensar numa saída gradual. Você vai librando serviços mais essenciais, até que consiga liberar praticamente tudo. Mas acredito que isso ocorrerá lá para junho, julho”, estima. Pico Questionado sobre o que é o pico da epidemia, Eduardo Sad explica que é quando haverá a maior transmissibilidade e maior ocorrência de casos. #333333;”>O problema é que não se sabe ao certo quando isso ocorrerá, porque não há tanta informação sobre como funciona o coronavírus. “Todos estão baseando em como foi na Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) há 10 anos. Sabemos que até o 14º dia se transmitiu o vírus e aí vão aparecer o sintomas. Testaria e apareceria. Mas temos dois problemas: o teste sai dez dias depois, a mortalidade não fala alguma coisa, porque o paciente que morre de corona morre depois de 10, 14 dias. Alguns menos, mas a média da Itália foi isso, os pacientes ficaram muito tempo na terapia intensiva”, recorda. #333333;”> Uso da cloroquina em casos de moderado a grave Sobre o uso da cloroquina, regulamentado recentemente, o médico lembrou que no Brasil o que está sendo utilizado é a hidroxicloroquina e somente para o paciente em estado de moderado a grave, e tem que ser iniciado quando o quadro vai ficar grave. “Agora, se funciona ou não, não sabemos totalmente. Num estudo francês observaram que os pacientes foram melhor que aqueles que não foram submetidos ao medicamento. Mas precisa-se ter provas científicas e estamos recomendando um protocolo de estudo e seguindo isso. Essa medicação é feita no hospital, não em casa. Tem que ser prescrita por um médico. #333333;”>Inclusive, pedimos, se você tem em casa, faça uma doação a um hospital”, alertou.
Darwin, Coronavírus e a Seleção Natural das Empresas
#000000;”>Charles Darwin, famoso pela sua teoria sobre a evolução das #000000;”>espécies, disse certa vez: “não são as espécies mais fortes que #000000;”>sobrevivem, nem as mais inteligentes, e sim as mais suscetíveis a #000000;”>mudanças.” #000000;”>Desde muito cedo a Teoria da Evolução das Espécies por meio da #000000;”>seleção natural me chamou a atenção. Sempre gostei de ler a #000000;”>respeito e observar as características que nos trouxeram até #000000;”>aqui. #000000;”>Mas de uns tempos pra cá, comecei enxergar uma relação muito #000000;”>forte entre a Teoria da Evolução e empreendedores, empresas e #000000;”>startups. É impossível não fazer essa referência e eu vou explicar. #000000;”>No reino animal – e nas empresas – a evolução nunca acontece #000000;”>numa única direção. A girafa de pescoço grande, como #000000;”>conhecemos, não foi a única opção evolutiva. #000000;”>Foi a que deu certo. Dezenas de outras alternativas falharam #000000;”>para as girafas primitivas. Mas quando uma hipótese evolutiva se #000000;”>mostrou viável, a vida seguiu naquela direção. #000000;”>As girafas precisavam alcançar as folhas verdes do alto das #000000;”>árvores nos tempos de seca. Eram as únicas que restavam. Era #000000;”>fator de vida ou morte. Então, o caminho viável foi a evolução do #000000;”>tamanho do pescoço. #000000;”>Para os elefantes, de maneira diferente, o que funcionou foi um #000000;”>crescimento desproporcional do nariz. A tromba é usada #000000;”>especialmente para alcançar as mesmas folhas que as girafas #000000;”>buscam. #000000;”>Nas empresas, tudo acontece do mesmo jeito. Para dar o #000000;”>próximo passo, inúmeras hipóteses serão testadas e a imensa #000000;”>maioria vai falhar. Mas a hipótese que responder como #000000;”>verdadeira, guiará a companhia para um patamar acima. #000000;”>Porém, assim como no caso da girafa e do elefante, empresas #000000;”>são organismos distintos. Nem tudo o que funciona para uma, #000000;”>funciona para a outra. E a validação das hipóteses é o que #000000;”>determina o futuro do negócio. #000000;”>Posto isto, é importante perceber que a evolução não acontece #000000;”>por acaso. Ela surge de uma necessidade vital de mudança e #000000;”>adaptação. Ou seja, ela parte do forte desejo de seguir em #000000;”>frente. #000000;”>No estágio em que estamos, com o mundo de cabeça pra baixo, #000000;”>com coisas novas acontecendo a cada minuto e novos padrões #000000;”>sendo desenhados, a velocidade da evolução precisa ser imensa. #000000;”>Nunca foi tão importante testar hipóteses. Dezenas, centenas de #000000;”>hipóteses até encontrar o caminho. #000000;”>E é a capacidade de fazer isso muito rápido que torna as startups #000000;”>mais adaptáveis aos novos modelos do que as empresas #000000;”>tradicionais. #000000;”>Só que diferente do que acontece com os seres vivos, onde a #000000;”>evolução leva milhares e até milhões de anos, na “nova #000000;”>economia” ela precisa acontecer todos os dias. #000000;”>Afinal, mercados inteiros estão sendo disruptados 2 ou 3 vezes #000000;”>numa mesma década. #000000;”>E, nessa velocidade, a melhor forma de evoluir é aprender com #000000;”>quem está fazendo isso neste exato momento. Isso diminui os #000000;”>esforços, reduz tempo e aumenta as chances de seguir na #000000;”>direção correta. #000000;”>Assim como na evolução das espécies, nem todas as empresas #000000;”>conseguirão vencer essa crise. Mas a Startup Marketplace #000000;”>VALEON pode oferecer ferramentas e conhecimento útil e #000000;”>prático para que suas chances sejam muito maiores. #000000;”>Tudo isso para ajudá-lo a superar os momentos desafiadores de #000000;”>hoje. #000000;”>VALEON É TOP – UMA STARTUP MARKETPLACE DE IPATINGA-MG #000000;”>Encontre Produtos, Profissionais e Serviços em toda região do #000000;”>Valeo do Aço #000000;”>Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android valeon