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Ministério da Saúde: Brasil chega a 54,9 mil mortes e 1,22 milhão de casos de covid-19

Ministério da Saúde: Brasil chega a 54,9 mil mortes e 1,22 milhão de casos de covid-19

Ministério da Saúde: Brasil chega a 54,9 mil mortes e 1,22 milhão de casos de covid-19

#333333;”>O Brasil teve 1.141 novas mortes registradas em função da covid-19 registrados nas últimas 24 horas, de acordo com atualização do Ministério da Saúde divulgada hoje (25). Com esses acréscimos às estatísticas, o país chegou a 54.971 óbitos em função da pandemia do novo coronavírus. A atualização diária traz um aumento de 2,1% no número de óbitos em relação a ontem (24), quando o total estava em 53.830.
#333333;”> O balanço também teve 39.483 novos casos registrados, totalizando 1.228.114.
#333333;”> O acréscimo de pessoas infectadas marcou uma variação de 3,3% sobre o número de ontem (24), quando os dados do ministério registravam 1.188.631 de pessoas infectadas.
#333333;”> Do total, 499.414 estão em observação e 673.729 foram recuperados. Diferentemente de balanços anteriores, o de hoje não trouxe o número de mortes em investigação.
#333333;”> Os registros são menores aos domingos e às segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação de dados aos fins de semana, e maiores às terças-feiras, em razão do acúmulo de notificações atualizadas no sistema.
#333333;”> A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,5%. A mortalidade (óbitos por 100.000 habitantes) foi de 26,2. Já a incidência (casos confirmados por 100.000 habitantes) ficou em 584,4.
#333333;”> Contaminação por estados Os estados com maior número de óbitos são: São Paulo (13.759), Rio de Janeiro (9.450), Ceará (5.875), Pará (4.748) e Pernambuco (4.488). Ainda figuram entres as unidades da Federação com altos índices de mortes Amazonas (2.731), Maranhão (1.871), Bahia (1.601), Espírito Santo (1.490), Alagoas (958) e Paraíba (842). São Paulo também lidera entre os estados com maior número de casos (248.587), seguido de Rio de Janeiro (105.897), do Ceará (102.126), do Pará (94.036) e do Maranhão (74.925).

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Panorama PMES: Os impactos da Covid-19 e os passos para a retomada – Agências

Panorama PMES: Os impactos da Covid-19 e os passos para a retomada – Agências

 Panorama PMES: Os impactos da Covid-19 e os passos para a retomada – Agências

#333333;”>Panorama PMES: Os impactos da
#333333;”> Covid-19 e os passos para a retomada –
#333333;”> Agências
#333333;”> Introdução
#333333;”> O Brasil tem um cenário econômico com características únicas. Talvez pela nossa
#333333;”> dimensão continental e recente história, somos um país em construção, repleto de
#333333;”> oportunidades e adversidades. Para quem empreende, é uma jornada cheia de paisagens e trepidações. Em especial para as PMEs, que são a força motriz da geração de novos empregos no país, existem desafios específicos que torna o ato de empreender aqui, muitas vezes, heróico.
#333333;”> Nos últimos meses, com a pandemia do Covid-19, tivemos uma drástica mudança de comportamento na dinâmica da economia global e no ambiente de negócios. Parte dos segmentos tiveram impacto enorme no curto prazo e agora se preparam para retomar as atividades. Outros segmentos estão começando a absorver ou absorverão o impacto ao longo dos próximos meses – e até, anos. Há ainda uma pequena parcela que não teve impacto ou eventualmente, pelo seu modelo de negócio ou tipo de oferta, estão conseguindo ajudar outras pessoas e empresas a se adaptarem ou passarem pela crise de forma mais amena.
#333333;”> Neste período de crise, diversas organizações têm se esforçado para fornecer estudos,
#333333;”> relatórios e análises sobre a situação dos setores da economia e uma possível previsão do que acontecerá daqui para frente. Sentimos falta de algo que desse uma visão ampla do ambiente de PMEs no Brasil. Nasceu a ideia de entendermos, com profundidade, como a crise tem afetado esse segmento de empresas, o qual é extremamente relevante para Agências de Publicidade e Marketing uma vez que muitas Agências se enquadram como PME ou atendem clientes desse tipo. O estudo apresentado a seguir foi dividido em 4 grandes frentes, em ordem:
#333333;”> 1. Qual o impacto que a Covid-19 já teve nas Agências
#333333;”> 2. As principais medidas e ações já tomadas pelas Agências até agora
#333333;”> 3. Do que as Agências ainda sentem falta, quais são as necessidades mais urgentes
#333333;”> 4. Como os empreendedores e líderes de Agências enxergam o futuro e como se preparam para a retomada da crise
#333333;”> Acreditamos que a resiliência e a dedicação ao longo da jornada são cruciais para que as Agências e profissionais de marketing & comunicação prosperem. A nossa missão de empoderar pequenas e médias empresas ao longo da jornada é refletida no estudo. Ao longo do mesmo, trouxemos dados internos da Resultados Digitais e respostas de um denso questionário. Queremos que, com o estudo em mãos, gestores e líderes, não só de PMEs e Agências, possam refletir e tomar decisões levando em conta os fatores acima citados.
#333333;”> Reduzir custos nesse período é muito importante para garantir que não falte para aquilo que é essencial durante a crise: o que é prioritário para manter seu negócio funcionando.
#333333;”> Pode ser encarado também como uma boa oportunidade de exercício de corte de custos que não são essenciais ou desenvolver novos fornecedores que entregam aquilo que é essencial, mas a um custo benefício melhor.
#333333;”> Entender o cenário de receitas e despesas nos dá uma ótima ideia do impacto geral de
#333333;”> tudo que entra e sai de um negócio. O indicador mais importante para entender quão
#333333;”> preparada uma empresa está para aguentar uma crise, portanto, é a disponibilidade de caixa. Falaremos mais à frente sobre medidas e necessidades que impactam diretamente o caixa (como acesso a crédito, por exemplo) dos respondentes, mas primeiro buscamos entender o tempo de sobrevivência estimado (em meses) pelos decisores desses negócios. Queremos que o estudo seja propositivo e ajude nas próximas decisões que os leitores aqui precisem tomar.
#333333;”> A primeira (e talvez principal) recomendação, apesar de ampla, é que os gestores
#333333;”> precisam tomar decisões que aumentem ou preservem a disponibilidade de caixa,
#333333;”> especialmente em momentos de crise. Uma empresa pode passar anos sem ter lucro e
#333333;”> até semanas ou meses sem faturar – mas não sobrevive se não tiver caixa para cumprir com suas obrigações.
#333333;”> O Primeiro segmento que chamou a atenção foi o segmento de Ecommerce. Agências que atendem esse perfil de cliente responderam que tiveram menos impacto ou não foram impactadas 14,5% ainda não foram impactadas pela crise. Já 12,5% responderam que tiveram impacto positivo em suas receitas. Conseguimos perceber que a migração para o mundo virtual tem contribuído para este segmento, logo a demanda pelo trabalho de Agências aumentou.
#333333;”> Aliado à queda abrupta na receita e ao alerta em relação ao nível de despesas, o que preocupa
#333333;”> a maioria das Agências é a disponibilidade de caixa durante este período difícil.
#333333;”> Disponibilidade de caixa é um dos indicadores mais relevantes para inferir sobre tempo de vida
#333333;”> das Agências e a probabilidade delas continuarem ativas durante a crise. Quanto maior a disponibilidade de caixa para cumprir as obrigações, mais tempo uma empresa pode aguentar com as receitas afetadas ou sem a necessidade de cortar custos mais fundamentais.
#333333;”> Há diferentes formas de garantir disponibilidade de caixa. A mais comum delas e, em
#333333;”> geral, a mais significativa, é a partir das receitas operacionais – ou seja, da atividade
#333333;”> principal do negócio. No caso das Agências de Marketing e Publicidade, a receita é
#333333;”> majoritariamente advinda dos serviços prestados. Mas a grande sacada aqui é pensar em formas de oferecer serviços de maneira recorrente, para que o caixa da Agência seja constantemente abastecido. É nesse sentido que muitos desses negócios ainda pecam, pois costumam trabalhar por projetos/jobs, o que gera um caixa temporário que muitas vezes só serve para apagar incêndios financeiros.
#333333;”> Para garantir maior previsibilidade de caixa e sustentabilidade do negócio,
#333333;”> recomendamos focar em adquirir clientes para um modelo de receita recorrente. Por
#333333;”> exemplo, ao invés de prestar um serviço único de construção de site, que tal ampliar a
#333333;”> oferta com Marketing de Conteúdo e SEO, visando construir e alimentar um blog para
#333333;”> conversar com as demais estratégias digitais do cliente? Um trabalho completo, além de trazer mais resultados para o cliente, também garante uma relação duradoura dele com a Agência.
#333333;”> As receitas operacionais não são a única fonte para geração de caixa. Uma empresa
#333333;”> pode, por exemplo, vender ativos para formar caixa. É possível também ter receitas
#333333;”> advindas de atividades não operacionais, como investimentos. Por último, uma
#333333;”> alternativa comum às PMEs é recorrer a dívidas de crédito com bancos e instituições
#333333;”> financeiras. Para aqueles que tiveram suas receitas afetadas e já tomaram as ações
#333333;”> necessárias para corte de custos, sugerimos avaliar essas e outras alternativas.
#333333;”> Gerir um negócio é tomar uma série de decisões importantes, todos os dias. Durante uma crise, o número e a importância das decisões que se tomam podem significar a sobrevivência da sua empresa e dos empregos de muitas pessoas. Mesmo sem ainda ter dados quantitativos do mercado para entender o real impacto da crise atual, as empresas já tiveram que se movimentar e tomar ações importantes, baseadas em informações qualitativas com a percepção rápida do que mudou nos resultados e na sua operação.
#333333;”> Dentre os planos de contingência acionados que devem ser adotados de forma permanente,
#333333;”> “desenvolver e lançar novos produtos ou serviços” ficou em primeiro lugar, o que revela a preocupação das Agências em aprimorar e diversificar seu portfólio de serviços para atender as demandas.
#333333;”> Sempre é importante lembrar que reter clientes é mais barato do que adquirir novos. E entre as outras opções de resposta, vale ressaltar que 43,4% indicaram que
#333333;”> “Renegociei/Estou renegociando prazo de pagamento ou suspensão temporária do
#333333;”> pagamento para manter o contrato ativo”, outra importante medida visando a
#333333;”> manutenção dos clientes. E logo depois, com 37,5%, aparece a medida de renegociar o escopo das atividades para manter o contrato ativo.
#333333;”> Outra forma de reduzir os valores dos contratos pensando na manutenção dos clientes é renegociando a quantidade ou qualidade das ferramentas usadas no dia a dia. E essa foi uma medida acionada por 13,9% das empresas respondentes. Do total, 18,4% ainda não adotou nenhuma medida sobre os contratos vigente. O que observamos é que muitas Agências estão buscando reduzir investimentos em ferramentas muito específicas para dar conta de manter aquelas que são tudo-em-um, que trazem maior vantagem não só em termos de custos, mas também em questões operacionais, otimizando o trabalho de todos.
#333333;”> Como destacamos no início, “desenvolver e lançar novos produtos ou serviços” ficou em primeiro lugar dentre os planos de contingência acionados que devem ser adotados de forma permanente. Entre o total de Agências, 59,2% adotaram essa medida com essa visão de manter mesmo após a crise. Somando com os respondentes que fizeram essa adoção no início da crise, o percentual de quem escolheu esse caminho como uma forma de contornar os
#333333;”> impactos da crise sobe para 72,3%.
#333333;”> Quando falamos de impacto, medidas e necessidades, é inevitável pensar no contexto atual que as empresas vivem. Mesmo com todas as medidas possíveis sendo tomadas, a crise deixará marcas (em alguns casos, bastante profundas) na nossa economia e nas nossas empresas. Temos consciência de que a crise afeta a saúde econômica dos negócios. Para parte das PMEs, o impacto pode ser grande a ponto de encerrar as operações do negócio.
#333333;”> Entretanto, para todas aquelas que sobreviverem (e esperamos que esse número seja o maior possível) e para as que estão nascendo neste momento, há perguntas importantes a serem feitas: e agora? Como será o mundo? Quais devem ser minhas prioridades?
#333333;”> Mesmo com o fim das medidas de isolamento social mais severas, pouco ainda se sabe como será um mundo. Entretanto há indícios de que as PMEs acreditem que teremos um “novo normal”.
#333333;”> Da perspectiva econômica, 88% dos respondentes concordam que haverá um longo
#333333;”> período de recessão na economia. Muito provavelmente, a retomada será muito mais
#333333;”> lenta do que o período considerado crise ou recessão. Ou seja, a vasta maioria dos
#333333;”> entrevistados não espera que a recuperação seja tão rápida.
#333333;”> A crise do coronavírus colocou em cheque várias variáveis não só do nosso modo de
#333333;”> vida, mas também do modo como as empresas fazem negócios. Estamos observando
#333333;”> uma aceleração da migração do off para o digital, por exemplo, e a urgência em
#333333;”> estruturar novas formas e canais de operação tanto de vendas, quanto de
#333333;”> relacionamento. Pensando na retomada e nos modos de chegar lá, 88% dos
#333333;”> respondentes concordam que será necessário testar novas estratégias de negócios.
#333333;”> Mais do que nunca, a palavra da vez é reinvenção.
#333333;”> Além disso, muitos compradores e consumidores passam a redefinir os critérios ao comprar produtos e serviços das empresas. 3 de cada 4 respondentes concordam que “Meus clientes serão muito mais criteriosos para comprar produtos/serviços meus ou de concorrentes”. Isso
#333333;”> significa pedir não só por diferentes condições de pagamentos, mas por produtos e serviços com novas especificações, além de novos modelos de atendimento. Para as Agências, mais do que nunca será o momento de provar o resultado das ações de marketing. Com clientes mais criteriosos e orçamentos reduzidos, é fundamental planejar e implementar estratégias que de fato tragam ROI.
#333333;”> Uma tendência que a crise ajuda a acelerar é a transformação digital nos negócios. Em especial para as Agências, o impacto digital se dá principalmente nos canais de presença e relacionamento com clientes (ativos e em potencial). 90,6% dos respondentes concordam que os canais de relacionamento de seus negócios serão primariamente digitais. Isso significa que a importância do digital será tamanha que a maior parte de investimento será feita em canais e plataformas digitais e que o perfil dos colaboradores precisará estar habituado com as tendências do digital.
#333333;”> Quando pensamos sobre estratégias atuais, marketing de conteúdo continua como uma frente importante de investimento no marketing. 93,6% das Agências concordam que marketing de conteúdo será mais representativo na estratégia da empresa. Ainda que os formatos de conteúdo possam variar (como temos visto, houve aumento no uso de lives/webinar pelas marcas e empresas), fornecer conteúdo de qualidade para guiar os clientes na sua jornada continuará sendo um dos principais diferenciais para conquistar novos clientes.
#333333;”> O marketing de conteúdo é o combustível de uma estratégia de Inbound Marketing. E
#333333;”> em tempos de aceleração digital e de novos modelos de negócios, as Agências que ainda não fazem Inbound para si (somente para os clientes) têm uma grande oportunidade aí.
#333333;”> Afinal, “em casa de ferreiro, espada ninja na vitrine”. Vender soluções digitais
#333333;”> completas aos clientes se torna mais fácil quando você é o seu próprio case de sucesso.
#333333;”> Em primeiro lugar, foi apontado a necessidade de investir em marketing e vendas
#333333;”> para aumentar a receita e crescer no período pós-crise. Quase 70,0% dos participantes indicou essa ação como prioridade, e 43,1% ainda destacaram a necessidade de investir em ferramentas para o crescimento de marketing, vendas e atendimento.
#333333;”> Para as Agências que ainda não possuem um processo comercial bem estruturado e
#333333;”> alinhado com as ações de marketing, está ficando cada vez mais evidente a urgência de ter essa frente bem construída, mas é importante ter em mente que estruturar essas áreas não é uma tarefa que acontece da noite para o dia. Implementar ferramentas de CRM e automação de marketing na Agência, por exemplo, e alinhar o seu uso com os processos e estratégias da empresa é algo que exige um certo tempo de setup e capacitação do time antes de trazer os primeiros resultados. Justamente por isso, sairá na frente quem souber aproveitar o momento atual para preparar o terreno. Os frutos serão colhidos lá na frente.
#333333;”> Outra ação muito apontada pelos respondentes foi o lançamento de novos produtos ou serviços através de canais digitais. A baixa circulação de pessoas nas ruas e a falta de uma data para a situação “se normalizar” tornam cada vez mais latente a necessidade de expor seus produtos e serviços no ambiente online. Isso pode ser um alerta para as Agências que, embora trabalhem o digital no dia a dia dos clientes e saibam da importância disso, ainda pecam quando se trata dos seus próprios canais digitais. Nos próximos meses é esperado uma forte aceleração da migração do off para o online, e a demanda por serviços que ajudem os negócios a fazerem parte dessa transformação tende a aumentar.

#333333;”>A questão é: como a sua Agência está se preparando para ser
#333333;”> encontrada por esses demandantes? Mais do que inventar e lançar novos serviços, é
#333333;”> preciso torná-los visíveis ao público, majoritariamente presente no meio virtual.
#333333;”> A capacitação dos colaboradores também foi uma ação de destaque apontada pelos
#333333;”> participantes. A crise e seus desdobramentos ainda são uma novidade, e exigirão
#333333;”> aprimoramento ou aquisição de novas habilidades dos profissionais para atenderem as demandas e manterem a empresa competitiva.
#333333;”> Para se diferenciar é possível constatar que modelos de vendas sem presença física se
#333333;”> tornam uma vantagem competitiva. Agências com equipe de vendas de campo foram as mais afetados. Também é importante entender se o modelo de vendas de seus clientes estão impactando de forma negativa a receita de seus negócios.
#333333;”> Após a crise, será preciso testar novas estratégias para o negócio
#333333;”> Antes de falarmos sobre o “novo normal” trouxemos para este recorte exclusivo para as Agências quais são as ações consideradas prioridades na retomada. Para quase 70,0% dos respondentes o investimento em marketing e vendas é visto como uma ação prioritária. Também perguntamos sobre capacitações e cursos que foram ou estão sendo feitos durante esse período de quarentena. Marketing Digital foi o assunto de destaque, apontado por 52,4% dos participantes, seguido de Gestão e produtividade com 44,3% das respostas.
#333333;”> Quando falamos do ‘novo normal’, testar novas estratégias de negócios fará parte do
#333333;”> novo normal para 88%dos respondentes. A mesma quantidade, 88,0% concordam que haverá um longo período de recessão na economia. Já para 86,1% dos entrevistados
#333333;”> concordam que “o trabalho remoto será mais incentivado na minha empresa”.
#333333;”> O novo normal impacta o modelo atual de negócios e gestão das Agências. Mais de
#333333;”> 70,0% dos respondentes concordam que precisarão revisar o seu perfil de cliente. Eles
#333333;”> também concordam que 69,7% os “clientes terão dificuldade de compra/pagamento no curto e médio prazos”
#333333;”> Ainda sobre o novo normal há uma unanimidade entre dois pontos. 90,6% dos
#333333;”> respondentes concordam que os canais de relacionamento de seus negócios serão
#333333;”> primariamente digitais. Além disso, 93,6% das Agências concordam que marketing de
#333333;”> conteúdo será mais representativo na estratégia da empresa.
#333333;”> Como falamos no começo do estudo, queremos que, com o estudo em mãos, gestores e líderes possam refletir e tomar decisões levando em conta os fatores acima citados.
#333333;”> Esperamos que o material sirva de apoio para as Agências tomarem decisões
#333333;”> estratégicas sobre seus negócios como para dar suporte aos seus clientes Pois o futuro da nossa economia depende muito que nossas Micro, Pequenas e Médias empresas.

#333333;”>Referência: https://materiais.resultadosdigitais.com.br/trabalhe-de-forma-estrategicapartner-lm?utm_campaign=br-part-rdsm-campanha-launch-pesquisa-impacto-covid-19-
#333333;”> recorte-agencias__ags-scs-12m&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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Minas Gerais bate recorde de mortes por covid e fechamento total é alternativa a cargo de prefeitos

Minas Gerais bate recorde de mortes por covid e fechamento total é alternativa a cargo de prefeitos

Minas Gerais bate recorde de mortes por covid e fechamento total é alternativa a cargo de prefeitos

#333333;”>Minas Gerais bateu o recorde no número de registro de mortes pelo novo coronavírus em 24h. Conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde, de terça-feira (23) para esta quarta-feira (24), foram confirmados 51 novos óbitos.
#333333;”> Com isso Minas chegou a 771 mortes causadas pela doença.
#333333;”> O governador Romeu Zema (Novo) anunciou que mais tarde irá detalhar novas medidas para o combate à covid-19 na noite de hoje.
#333333;”> Além disso, Minas chegou a 31.343 casos confirmados, um aumento de 1.446 novos infectados se comparado a terça-feira (23).
#333333;”> 31.343 casos confirmados (aumento de 4,84%) 771 mortes (aumento de 7,08%) 12.317 casos em acompanhamento (aumento de 3,66%) 18.255 casos recuperados (aumento de 5,55%) Também nessa quarta-feira, o governador Romeu Zema informou que em razão dos números novas medidas de combate à covid-19 estão em andamento.
#333333;”> O governador já deixou claro que a decisão caberá a cada prefeito. O governador afirmou em entrevista, pela manhã, que existe 90% de chance de determinar lockdown (fechamento total das atividades) nas regiões mais preocupantes já nas próximas semanas.
#333333;”> Entre as regiões está o Vale do Aço. Mais: Entidades empresariais do Vale do Aço cobram ações mais efetivas do Estado no combate à covid Aceleração da covid-19 O pico da doença em Minas é previsto para o dia 15 de julho, no entanto, o crescimento do número de casos está acelerado no estado e as medidas tendem a ser mais duras. “Se compararmos com início de março, até o momento, nós temos conseguido ter o controle razoável da epidemia.
#333333;”> É importante que as pessoas entendam que há uma aceleração da doença e é o momento de retornarem para as suas casas e manterem o isolamento adequado”, afirmou o secretário de saúde Carlos Eduardo Amaral.
#333333;”> O secretário também fez um apelo às pessoas que evitem sair às ruas para evitar a contaminação, pois quanto mais pessoas infectadas, maior a procura por leitos de UTI e as mortes. “Não é momento das pessoas se exporem.
#333333;”> Se saírem, usem máscara, mantenha o isolamento, lavem as mãos de uma maneira demorada para que acabe com o vírus. Não toquem o rosto e evitem aglomerações”, acrescentou o secretário.

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Nova ponte Severo na BR-381 está com 85% da estrutura concluída

Nova ponte Severo na BR-381 está com 85% da estrutura concluída

Nova ponte Severo na BR-381 está com 85% da estrutura concluída

#333333;”>Novo traçado vai retirar a BR-381 de um trecho complexo; rodovia que hoje passa sob ferrovia terá ponte elevada sobre a EFVM

#333333;”>Neste mês de junho, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) avançou um pouco mais nas obras de construção da ponte Severo I, na duplicação da BR-381. Esse trecho pertence ao lote 3.1, que compreende o trevo de Jaguaraçu até o ribeirão Prainha.
#333333;”> A travessia em Antônio Dias já tem cerca de 85% de toda a estrutura pronta e vai abrigar, quando concluída, tráfego em duas pontes paralelas, com o sentido de fluxo individual duplicado. A frente de obras está localizada no km 295 da rodovia federal, no município mineiro de Antônio Dias.
#333333;”> Trata-se de um Novo traçado, que vai retirar a BR-381 de um trecho complexo. A rodovia que hoje passa sob a ferrovia, em um viaduto estreito e em curva, incapaz de comportar o tráfego, terá ponte elevada sobre a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). A ponte tem o diferencial de construção com a utilização de estruturas metálicas para compor as vigas de sustentação das pistas. Esta solução de engenharia reduz o tempo de obra e os impactos ambientais, além de estimular a economia da região do Vale do Aço.
#333333;”> Alex Ferreira Travessia da EFVM na BR-381 em Antonio Dias terá viaduto sobre a ferrovia As vigas são fabricadas pela Usiminas Mecânica, em Ipatinga e ainda conferem mais leveza para toda a estrutura.
#333333;”> Os vãos variam de 69 a 86 metros de altura, conforme o relevo abaixo da plataforma.
#333333;”> As vigas recebem tabuleiro em concreto armado, com 9,2 metros de largura, e o revestimento asfáltico para compor a pista de rolamento.
#333333;”> A ponte está no traçado projetado da BR-381/MG denominado Binário Piracicaba e é construída para vencer o Vale do córrego Severo, eliminando curvas e aclives da pista antiga.
#333333;”> Desta forma, o novo trecho vai proporcionar mais segurança aos usuários da rodovia. Saiba mais: Cinco lotes da duplicação da BR-381 ficam à espera da concessão à iniciativa privada Obras do lote 3.1 Quando finalizada, a ponte do Severo I terá 227,9 metros de extensão, compondo o conjunto de obras de artes especiais (OAEs) do lote 3.1 das obras de duplicação da BR-381/MG.
#333333;”> Atualmente, este lote de obras possui 13 quilômetros de pistas duplicadas entre o km 297 e o km 310, sendo estes compostos pelas pontes Severo I e Prainha, os túneis Antônio Dias e Prainha, e a Passagem Inferior de Antônio Dias, que já estão liberados ao tráfego de veículos. Ao todo são seis pontes, quatro túneis, dois viadutos e uma passagem inferior (PI) que compõe os três binários projetados. (Gestão Ambiental BR-381 Norte)

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SEGREDOS DA COMPETIÇÃO

SEGREDOS DA COMPETIÇÃO

SEGREDOS DA COMPETIÇÃO

#333333;”>Uma das coisas que mais tira o sono dos bons profissionais hoje
#333333;”>em dia é a feroz competição contra “lobos” que vivem arranhando a
#333333;”>porta de seus desafios. Para te ajudar a combater esses “lobos”, escrevi um artigo com dicas inteligentes. Leia ” Torne os seus concorrentes irrelevantes” Torne os seus concorrentes irrelevantes

#333333;”>A competição é uma guerra onde o mercado é o campo de batalha, o lucro
#333333;”>é o troféu, os clientes são o alvo e os concorrentes são os grandes inimigos.
#333333;”>Ganhe esta guerra tornando seus concorrentes
#333333;”>irrelevantes através de uma estratégia vencedora.
#333333;”>O melhor jeito que eu conheço de tornar os seus concorrentes irrelevantes é
#333333;”>evitar competir no mesmo espaço que eles – hoje em dia as empresas que
#333333;”>concorrem pelo mesmo espaço, seja ele dentro da fábrica, da loja ou até da
#333333;”>casa do cliente, acabam se atacando no campo da redução constante de
#333333;”>preços.
#333333;”>Competir no mercado com produtos considerados commodities (produtos que não têm
#333333;”>diferencial competitivo em relação aos concorrentes) te leva para um beco sem saída,
#333333;”>não te deixando outra saída a não ser reduzir seus preços até que esta redução
#333333;”>provoque uma acelerada hemorragia nos lucros.
#333333;”>A saída mais inteligente é descobrir novos usos para seus produtos e
#333333;”>serviços e principalmente criar valor agregado para atrair aqueles que não
#333333;”>são seus clientes e nem dos concorrentes no momento.
#333333;”>Vá para um lugar onde os concorrentes ainda não atuam,
#333333;”>fuja do mercado comum.
#333333;”>Atraia um público alvo que ainda não tenha percebido valor nos seus
#333333;”>produtos e serviços.
#333333;”>Um dos grandes exemplos desta estratégia é o Circo de Soleil.
#333333;”>Enquanto todos os circos morriam um em cima do outro por obsolescência
#333333;”>e competição pelo mesmo espaço, ele atraiu novos clientes para os quais
#333333;”>criou muito valor.
#333333;”>Pare de brigar com seus concorrentes em
#333333;”>mercados muito disputados onde sua única arma
#333333;”>é a redução dos preços e migre inteligentemente
#333333;”>para um mercado não explorado onde você possa
#333333;”>atrair não clientes e reinar sozinho por um bom
#333333;”>período, tendo como principal arma a geração de
#333333;”>valor.
#333333;”>Eu já apliquei esta técnica com sucesso quando sugeri a um grande cliente
#333333;”>do ramo alimentício que ampliasse o foco da venda de seus novos produtos
#333333;”>da linha natural e diet – além dos grandes supermercados (redutores
#333333;”>implacáveis de preços) para grandes laboratórios de exames clínicos, onde
#333333;”>vários não clientes em potencial precisavam de alimentos saudáveis depois
#333333;”>de seus exames e ninguém ainda tinha percebido.
#333333;”>Leia o livro A Estratégia do Oceano Azul para aprofundar sua inspiração
#333333;”>neste tema.
#333333;”>Torne seus concorrentes irrelevantes se transformando em relevante para
#333333;”>seus clientes e não clientes.
#333333;”>*Condé é palestrante, consultor e fundador do blog do Maluco.
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#333333;”>segurança. Quanto menos você busca segurança e mais busca
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#333333;”>“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente. Quem
#333333;”>sobrevive é o mais disposto à mudança.”
#333333;”>”As empresas estão entendendo que no modelo da nova economia, elas
#333333;”>precisam ser rápidas, inovar e ganhar adaptabilidade”. Por isso, elas
#333333;”>procuram quem está fazendo isso na prática.
#333333;”>”Grandes espíritos sempre se depararam com a oposição de mentes
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Brasil inaugura Centro de Operações Espaciais

Brasil inaugura Centro de Operações Espaciais

Brasil inaugura Centro de Operações Espaciais

#333333;”>Foi inaugurado, nesta terça-feira (23), em Brasília, o Centro de Operações Espaciais Principal (Cope), unidade que ficará responsável pelo monitoramento e controle dos satélites brasileiros, especialmente do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).
#333333;”> O presidente Jair Bolsonaro e diversas autoridades participaram da inauguração. O SGDC entrou em órbita em 2017 e é o único satélite brasileiro com capacidade de fornecer conexão de internet banda larga de alta velocidade em qualquer parte do território nacional.
#333333;”> De uso misto, civil e militar, o satélite também dá apoio às atividades das Forças Armadas em projetos estratégicos de defesa nacional. “A partir de hoje, o Cope coordenará todas as atividades que façam uso de constelações de sistemas espaciais, oferecendo serviços de cunho militar e civil, nas áreas de comunicações, observação, mapeamento de informações, posicionamento e monitoramento espacial, com benefícios diretos e indiretos para usários da comunicação pública e da socidade brasileira”, afirmou o tenente-brigadeiro do ar Antonio Carlos Moretti Bermúdez, comandante da Aeronáutica.
#333333;”> O Cope já é considerado a instalação do setor público mais moderna do país e conta com sistemas de operação de última geração, capazes de manter seu funcionamento em qualquer situação crítica. “Todas essas obras e instalações foram concebidas com nível máximo de segurança e disponibilidade de rede, possuindo todos os sistemas de conectividade, energia, climatização, automação e segurança redundantes”, afirmou o presidente da Telebras, Waldemar Gonçalves Ortunho.
#333333;”> A estatal dá suporte nas políticas de conexão à internet por meio do satélite. Segundo Ortunho, a unidade está prestes a obter a certificação TIER IV, que confere o mais alto grau de confiabilidade de operação para sistemas de datacenter, assegurando a continuidade dos serviços em praticamente qualquer cenário. “Quando a gente olha as necessidades do país, a gente vê tanto que um sinal de satélite, levar informação, quanto controlar nossas fronteiras, melhorar nossa agricultura, nosso meio ambiente, a Marinha com necessidade gigantesca em todo o nosso litoral.
#333333;”> Satélites são essenciais para o Brasil. Nós temos aqui uma organização que tem essa capacidade”, afirmou o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes. O ministro das comunicações, Fabio Faria, também destacou o papel do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações na oferta de internet de alta velocidade, especialmente para as áreas de educação e pesquisa. “O SGDC leva informação, conhecimento e segurança de todos os brasileiros. Ele permite ao governo ampliar a capacidade de conexão de internet banda larga para universidades, escolas, hospitais, centros de pesquisa e outros pontos de interesse público”.

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