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Ipatinga registra mais três mortes em decorrência da covid-19

Ipatinga registra mais três mortes em decorrência da covid-19

Com esses três novos registros, a cidade chega ao total de 65 mortos por covid-19

#333333;”>Com esses três novos registros, a cidade chega ao total de 65 mortos por covid-19

#333333;”>A Prefeitura de Ipatinga registrou, neste domingo (12), três novos óbitos, um do sexo feminino e outros dois do sexo masculino, em decorrência de complicações por coronavírus. Todos possuíam comorbidades.
#333333;”> Uma das vítimas é uma mulher de 56 anos, moradora do bairro Vagalume, que estava internada no Hospital Márcio Cunha. Outra vítima, homem de 46 anos, também estava internada no Hospital Márcio Cunha e era moradora do bairro Bom Jardim.
#333333;”> Um homem de 74 anos, internado no Hospital Municipal, morador do Canaã, também veio a óbito.
#333333;”> Com esses três novos registros, a cidade chega ao total de 65 mortos por covid-19. Os familiares das vítimas receberam as orientações protocolares quanto aos procedimentos para realização dos velórios e sepultamentos.

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CPI das fake news pede informações ao Facebook sobre contas excluídas

CPI das fake news pede informações ao Facebook sobre contas excluídas

CPI das fake news pede informações ao Facebook sobre contas excluídas

#333333;”>Rede social cancelou páginas e contas possivelmente ligadas ao governo e que disseminavam fake News desde 2018

#333333;”>O presidente da CPI Mista das Fake News, senador Angelo Coronel (PSD-BA), informou que apresentou um requerimento com pedido de informações sobre as páginas canceladas pelo Facebook na semana passada.
#333333;”> Com bases nas informações, a CPI vai decidir se convoca os responsáveis.
#333333;”>A rede social cancelou uma série de páginas e contas supostamente ligadas a representantes do governo e familiares do presidente Jair Bolsonaro.
#333333;”> A mídia social alertou que essa é uma ação global. Páginas e perfis falsos estão sendo excluídas em todos os lugares onde há veiculação de conteúdos que violam as normas das empresas.
#333333;”>Por causa da invasão das mídias sociais pelas Fake News, grandes conglomerados como Coca Cola, Unilever, Verizon, Patagonia, The North Face, Hershey, Honda, Pepsi-Cola, Starbucks, Ford, Adidas, Microsoft, e Ben & Jerry anunciaram que aderiram à campanha #StopHateforProfit e encerraram seus contratos de anúncio em mídias como Facebook e Instagram, até que percebam mudanças significativas nas mídias sociais.
#333333;”> As remoções, tanto no Facebook quanto no Instagram (que também pertence ao Facebook), ocorreram porque as páginas empregariam ações vetadas pelas plataformas, como o uso de contas falsas, envio de mensagens em massa ou adoção de ferramentas artificiais para ampliar a presença on line. “Em sua maioria eram páginas que se passavam por informativas, de falsos jornais e pseudo jornalistas, que geravam conteúdo sem lastro com a verdade e que tinham a intenção de manipular a opinião das pessoas”, avalia um especialista em mídias digitais que acompanhou o caso.
#333333;”> O presidente da CPI elogiou a decisão, já que muitas dessas páginas eram usadas “para pregar o ódio, conforme declaração do próprio Facebook” e para disseminar desinformação. Essas páginas, segundo Facebook, estavam ativas desde 2018, mas intensificaram sua atuação em 2019 e 2020.
#333333;”>A CPI deverá identificar se as páginas removidas atuaram com a disseminação de informação falsa durante as eleições de 2018. As páginas e grupos excluídos eram seguidos por milhões de pessoas.
#333333;”>Coronel disse que seu pedido inclui o envio do conteúdo das páginas deletadas para a comissão, que quer conhecer o conteúdo disseminado. Segundo o senador, essas informações vão colaborar com o trabalho da CPI. “O importante é a proteção da sociedade brasileira.
#333333;”> O importante é deixarmos que as redes sociais fiquem limpas e que as pessoas não se influenciem por postagens mentirosas. Esse é o papel da CPMI”, declarou o senador, que também defendeu o projeto de combate às fake news (PL 2.630/2020), do qual foi relator do Senado e agora tramita na Câmara.
#333333;”>Bolsonaro Para o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), porém, o cancelamento das páginas trata-se de injustiça e censura . Em sua conta no Twitter, o senador manifestou solidariedade com os perfis removidos, segundo ele, “aparentemente por apoiarem o presidente Bolsonaro”. Flávio Bolsonaro também prometeu ajudar na divulgação de novas páginas de apoio ao governo. Dados O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) também apresentou um requerimento à CPI um pedido de informações ao Facebook sobre todas as páginas removidas pela empresa por “comportamento inautêntico”. Com base no comunicado do Facebook, Randolfe ressaltou que os conteúdos das páginas “eram sobre notícias e eventos locais, incluindo política e eleições, memes políticos, críticas à oposição política, organizações de mídia e jornalistas, e mais recentemente sobre a pandemia do coronavírus”.
#333333;”>Em seu requerimento, Randolfe solicita a identificação de todas as contas, páginas e grupos no Facebook e no Instagram, além de listagem com todos os dados cadastrais, e a preservação de todo o conteúdo disponível nas contas, páginas e grupos. Randolfe quer ainda que a empresa disponibilize todo o histórico de login efetuado em todas as contas, contendo data, hora e o IP utilizados para esses logins. “As informações são essenciais para a corroboração com as investigações em curso na CPMI. A utilização indevida de dinheiro público e os ataques à democracia devem ser investigados e punidos”, declarou o senador. Ódio Vários parlamentares foram ao Twitter comentar a decisão do Facebook. O senador Rogério Carvalho (PT-SE), por exemplo, disse que o cerco está se fechando para a família Bolsonaro.
#333333;”>Ele declarou que, com o cancelamento das páginas, o “Facebook desmonta esquema criminoso montado pelo clã Bolsonaro para disseminar notícias falsas”. Na mesma linha, o senador Major Olimpio (PSL-SP) disse que é “um grande ganho para a verdade a atitude do Facebook em retirar do ar uma rede de fake news”.
#333333;”>Ele registrou que “a casa está caindo para esses criminosos”” e ressaltou que a atitude poderia ser adotada também por outras plataformas digitais. Para o senador Weverton (PDT-MA), as fake news são um problema grave , “que precisamos enfrentar”.
#333333;”>Ele celebrou a decisão do Facebook, disse que o Congresso e o STF têm procurado enfrentar a questão e ressaltou que o Brasil “não será o país do ódio”.
#333333;”>O senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou que, “felizmente, há reações das instituições e das redes diante da onda de ódio e fake news”. Ele afirmou que o Facebook “cortou contas vinculadas ao gabinete do presidente e seus filhos, pois a plataforma está perdendo muito sua credibilidade por contribuir com o gabinete do ódio”.Na visão do senador Humberto Costa (PT-PE), trata-se de um escândalo de grandes proporções .
#333333;”>Ele apontou que o Facebook removeu “73 contas falsas ligadas ao PSL e à família Bolsonaro”. Para o senador, fica muito claro a existência de “uma organização criminosa que age dentro do Palácio do Planalto e nos gabinetes parlamentares dos filhos e apoiadores do presidente”.
#333333;”>Já o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) registrou que o Facebook reagiu “tardiamente aos abusos criminosos”, interrompendo “milícias digitais bolsonaristas regadas a dinheiro público e controladas pelo entorno do presidente”.
#333333;”>Para o senador, “é um passo importante, mas há muito ainda para se fazer”. Saúde da população Também pelo Twitter, o senador Jean Pau Prates (PT-RN) anotou que usar “a mentira como ferramenta política é tirar dos cidadãos o direito de escolher os caminhos do país com base na realidade”.
#333333;”> De acordo com o senador, “o escritório do ódio de Bolsonaro sabotou a saúde da população, minimizando a pandemia por meio de postagens falsas nas redes””.
#333333;”>O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) afirmou que nunca será contra a liberdade de expressão.
#333333;”> Ele ponderou que “ninguém está pedindo para que você pense ou tenha a mesma ideologia que a minha” e ressaltou que “você pode continuar discordando e criticando”.
#333333;”>Para Veneziano, porém, só não é possível “permitir que pessoas se escondam atrás de perfis falsos”. “Você pode continuar a discordar, mas valer-se da ocultação da sua identidade para agredir ao próximo? Quem gosta disso não são os homens e mulheres de bem “, declarou Veneziano.

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A pandemia, a aceleração e o marketing digital

A pandemia, a aceleração e o marketing digital

    A pandemia, a aceleração e o marketing digital

#333333;”>Aceleração. Taí uma das palavras mais usadas pelas startups, por
#333333;”>investidores-anjo, por coachs de negócios, conselheiros ou “tubarões” em
#333333;”>programas televisivos. “Vamos acelerar o seu negócio” virou praticamente
#333333;”>um mantra dos consultores e um desejo dos empreendedores na busca de se
#333333;”>tornarem os novos “unicórnios” do planeta. Contudo, até o momento, nada
#333333;”>conseguiu acelerar mais os negócios – em escala global – do que a
#333333;”>pandemia do novo coronavírus. A covid-19 já transformou 2020 no ano da
#333333;”>aceleração dos negócios.
#333333;”>Quando faço essa afirmação, nem de longe quero parecer defender que a
#333333;”>Covid-19 tenha algo de positivo. Porém, é inegável notar que diante da
#333333;”>crise causada pelo novo coronavírus, as empresas tiveram que acelerar.
#333333;”>Talvez seja impossível mensurar o impacto que a pandemia trará aos mais
#333333;”>diversos setores da sociedade, mas é possível afirmar que ela forçou as
#333333;”>empresas a acelerarem a entrada no mercado digital para sobreviverem. O
#333333;”>que era tendência, o que era aposta, o que era um plano para daqui a pouco,
#333333;”>de repente, teve que virar realidade.
#333333;”>E assim, estamos vendo mercadinhos de bairro aderindo ao comércio
#333333;”>eletrônico; lojistas vendendo pelo WhatsApp Businness e por aplicativos
#333333;”>próprios; academias de ginástica instruindo aulas através de ferramentas
#333333;”>como o Google Meets e Zoom; faculdades adaptando-se ao ensino remoto
#333333;”>em plataformas como o Moodle; bares e restaurantes locais, até então
#333333;”>estritamente offline, ingressando em aplicativos de entregas como o Ifood,
#333333;”>Rappi, Uber Eats, Zé Delivery; terapeutas atendendo pelo Skype; empresas
#333333;”>dos mais diversos segmentos e tamanhos passando a vender pelas redes
#333333;”>sociais, através de marketplaces virtuais, criando grupos no Telegram;
#333333;”>artistas e empresas realizando lives no Youtube, Facebook, Instagram,
#333333;”>Linkedin, entre outras plataformas. Enfim, praticamente de um dia para o
#333333;”>outro fomos todos forçados a viver, a interagir e a vender e comprar de
#333333;”>forma on-line. Fomos todos empurrados para o digital. O isolamento social
#333333;”>fez crescer a necessidade de conexão emocional. E, nesse sentido, a
#333333;”>proximidade se tornou o grande trunfo dos pequenos sobre os grandes. As
#333333;”>lives viraram a nova vitrine, em um palco que agora, mais do que nunca, é
#333333;”>4.0.
#333333;”>Recusar-se a desaprender antigos modelos, processos, crenças e aprender
#333333;”>com a nova realidade imposta, adaptando-se de forma veloz às mudanças
#333333;”>farão a diferença entre as empresas que melhor sobreviverão à pandemia.
#333333;”>Em muitos casos, o auxílio emergencial do Governo será importantíssimo,
#333333;”>mas isso não é tudo. É preciso acelerar a mudança, é preciso conectar-se, é
#333333;”>urgente adaptar-se ao digital.
#333333;”>É evidente que algumas indústrias e mercados estão sendo mais
#333333;”>impactados, não obstante a presença no meio digital, do que outros. É o
#333333;”>caso do turismo, das companhias aéreas e dos setores automotivo,
#333333;”>imobiliário e de entretenimento. Mas, novamente, é fundamental acelerar
#333333;”>mudanças, muitas vezes estruturais e de posicionamento, nesses modelos
#333333;”>de negócios, envolvendo-se no processo inevitável de transformação
#333333;”>digital. Até porque o consumo, de maneira geral, deve cair e o consumidor
#333333;”>deve se tornar ainda mais seletivo, crítico e consciente.
#333333;”>O “novo normal” certamente será digital. Isso não quer dizer que as lojas
#333333;”>físicas deixarão de existir. Basta lembrar que o videocassete ou a Netflix
#333333;”>não acabou com o cinema. Aliás, a única ameaça que, pela primeira vez
#333333;”>fechou todas as salas de cinema do mundo, foi a Covid-19. Sabemos que a
#333333;”>vida acontece, sobretudo, no ambiente físico, nas relações interpessoais, no
#333333;”>chamado mundo real. Mas, com a adesão acelerada dos consumidores ao
#333333;”>digital, os negócios deverão cada vez mais proporcionar no mundo físico
#333333;”>experiências diferenciadas e valiosas que reforcem a relação entre a marca
#333333;”>e o consumidor. Um consumidor que terá um novo comportamento em um
#333333;”>mercado que será impactado por novas tendências e em um mundo que terá
#333333;”>novos valores e protocolos de segurança e convívio.
#333333;”>Esse mundo será de um consumidor mais digitalizado, mais informado,
#333333;”>mais adepto de ferramentas sobre as quais nunca antes havia ouvido falar.
#333333;”>Pesquisas recentes do Google, por exemplo, apontam um crescimento de
#333333;”>198% pela busca com a frase “Como fazer compras on-line” e de 200% por
#333333;”>“entrega de mercado perto de mim”. Embora não haja um manual de
#333333;”>instruções para orientar as iniciativas de marketing das empresas, nesse
#333333;”>momento é preciso prestar ainda mais atenção à necessidade de orientar,
#333333;”>ensinar, simplificar e guiar o consumidor por esse universo on-line. Esse é
#333333;”>um papel que as marcas devem assumir. Não só de tutoriar o consumidor
#333333;”>como de, sobretudo, humanizar a comunicação fortalecendo seu propósito
#333333;”>na sociedade, atuando de maneira empática e verdadeira. E é aí que o
#333333;”>marketing digital ganha maior importância. Profissionais de criação e
#333333;”>produção de conteúdo, monitoramento e métricas, que entendam o
#333333;”>comportamento do novo consumidor, a dinâmica do digital, as estratégias,
#333333;”>experiências e ferramentas mais adequadas ao virtual são e serão ainda
#333333;”>mais essenciais para as empresas no pós covid-19.
#333333;”>*É professor e coordenador da Pós-graduação em Gestão de
#333333;”>Marketing e Estratégias Digitais
#333333;”>A Valeon é uma plataforma online com a finalidade de divulgar
#333333;”>empresas, serviços e profissionais na região do vale do aço.
#333333;”>”As startups têm o diferencial de lançar produtos e se conectar com o
#333333;”>mercado e com seus consumidores rapidamente.”
#333333;”>O marketplace é como um shopping virtual, que conecta oferta e
#333333;”>demanda. Sabia que empresas como Uber, Airbnb e Mercado Livre
#333333;”>fazem sucesso graças a esse modelo e agora a Startup Valeon também
#333333;”>faz sucesso aqui no Vale do Aço.

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Vale do Aço sem risco de ficar sem medicamentos para pacientes covid-19

Vale do Aço sem risco de ficar sem medicamentos para pacientes covid-19

Vale do Aço sem risco de ficar sem medicamentos para pacientes covid-19

#333333;”>Superintendência de Saúde descarta desabastecimento de medicamentos para tratar pacientes com quadro de saúde agravado pelo novo coronavírus

#333333;”>Com o aumento do número de pacientes hospitalizados com o agravamento do quadro de saúde novo coronavírus (covid-19) nesses últimos meses no país, tem crescido a procura por medicamentos para o tratamento da doença, como sedativos, analgésicos e relaxantes musculares.
#333333;”> Todos são considerados fundamentais no processo de internação dos pacientes com covid, principalmente aqueles que estão em uma situação mais grave da doença. No Vale do Aço não é diferente o cenário.
#333333;”> A procura por esses medicamentos utilizados na internação também tem aumentado, o que dificulta o acesso a eles. Em nota enviada ao Diário do Aço, a Superintendência Regional de Saúde (SRS), em Coronel Fabriciano, confirmou tal dificuldade e informou que como regra geral, cabe às instituições prestadoras de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) fazer aquisições de insumos para uso em suas unidades, por meio da remuneração aos serviços que são prestados.
#333333;”> “Porém, dado o caráter excepcional do contexto da pandemia por covid-19, a SES [Secretaria de Estado de Saúde] tem buscado, juntamente com outras Secretarias Estaduais, soluções junto ao Ministério da Saúde que deu indicativo de que fará negociações e aquisição no mercado doméstico”. “Sem desabastecimento” Conforme a nota, outra iniciativa da SES tem sido manter diálogo com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), buscando cooperação internacional para a compra de medicamentos. “É importante ressaltar que em alguns casos, pode haver necessidade de substituição terapêutica por outros similares, prevista nos Protocolos Clínicos, caso não tenha o item momentaneamente no estoque regular.
#333333;”> Apesar da dificuldade encontrada em algumas entregas pontuais, até o momento, não houve desabastecimento desses medicamentos nas unidades”. Providências necessárias No dia 9 de junho, o superintendente regional de Saúde, Ernany de Oliveira, já havia confirmado, em entrevista ao Diário do Aço, a dificuldade para encontrar medicamentos importantes para a intubação e sedação de pacientes com covid-19. “Isso é uma situação que está ocorrendo no Brasil e no mundo, não é algo específico da nossa região, mas o governo do Estado, por meio da superintendência e Secretaria de Saúde, está tomando todas as providências necessárias junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
#333333;”> Foi passado aos municípios um passo a passo de quais prestadores podem encontrar os medicamentos, mas ocorre a falta, e quando há isso, fica difícil para todo mundo. No entanto, estamos buscando aproximar os prestadores hospitalares e municípios das empresas para que possam fazer essa compra e adquirir o medicamento”, informou à época.
#333333;”> Aumento da demanda A administração de Ipatinga também fez um alerta, no dia 6 de junho, acerca da falta de medicamentos essenciais naquele mês, como sedativos, analgésicos e relaxantes musculares.
#333333;”> O uso desses medicamentos é primordial para estabilização e adaptação desses pacientes aos aparelhos de ventilação mecânica, os respiradores. Conforme o Executivo, a demanda por medicamentos hospitalares para o tratamento da covid-19 teve um crescimento sem precedentes em um curto espaço de tempo. Para ilustrar a realidade, no Hospital Municipal de Ipatinga, o consumo de dois dos sedativos e analgésicos mais utilizados – midazolam e fentanila – saltou de cerca de 1.200 para 7.000 ampolas por mês, segundo foi informado pelo próprio governo municipal em junho. Apesar do desafio, o governo municipal ressaltou, à época, que há uma parceria de ajuda mútua entre os hospitais do Vale do Aço, funcionando como uma rede de urgência e emergência.

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Vigilância Sanitária de Fabriciano alerta sobre teste de covid interditado pela Anvisa

Vigilância Sanitária de Fabriciano alerta sobre teste de covid interditado pela Anvisa

Vigilância Sanitária de Fabriciano alerta sobre teste de covid interditado pela Anvisa

#333333;”>A Gerência de Vigilância em Saúde da Secretaria de Governança da Saúde de Coronel Fabriciano distribuiu nessa semana, a todas as clínicas médicas, distribuidoras de medicamentos e produtos de saúde, drogarias e laboratórios, o ofício 07/2020 que alerta sobre a resolução 1.613 de 21 de maio deste ano da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que interditou um lote de testes rápidos covid-19 do laboratório Advagen Biotech Ltda por resultado de análise insatisfatório.
#333333;”> A informação é do governo municipal. A empresa pode apresentar provas para reverter a interdição do produto ou solicitar a contraprova da análise. Segundo a Anvisa, essa interdição cautelar tem validade de 90 dias. Neste período está proibida a importação, comercialização e uso do teste rápido.
#333333;”> O lote interditado é o de número 20193-01 do produto Teste Rápido Covid-19 IGM/IGG, Registro 81472060020. A secretaria pede aos proprietários e profissionais responsáveis técnicos que se porventura necessitarem, entrar em contato com a Vigilância Sanitária pelo e-mail: visafabriciano@gmail.com ou pelo telefone: 3846-7745.

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Visão mundial

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#333333;”>Do Brasil para a Holanda. A Fazenda Futuro foi criada no Rio de Janeiro com a proposta de desenvolver alimentos que emulam gosto, textura e suculência da carne animal apenas com ingredientes à base de plantas.
#333333;”>A foodtech brasileira está expandindo sua atuação pelo mundo. Em fevereiro, chegou ao seu primeiro mercado europeu: a Holanda.
#333333;”>Com a reabertura das cidades holandesas em junho, as vendas começaram na rede de supermercados Marqt. “Nossa expectativa é vender 20 toneladas no próximo mês, ampliando nossa distribuição para todas a principais redes da Europa”, afirmou o cofundador Marcos Leta a PEGN.
#333333;”>Neste mês, a Fazenda Futuro também começou suas vendas em Dubai (Emirados Árabes). Com selo Halal, os produtos estão em e-commerces especializados em produtos orgânicos e veganos, como Organic & Real e Quality Food. Leta também contou que a Fazenda Futuro chegará aos Estados Unidos no segundo semestre deste ano. É apenas o começo para as “carnes de planta” brasileiras.
#333333;”>A Fazenda Futuro foi criada no Rio de Janeiro com a proposta de desenvolver alimentos que emulam gosto, textura e suculência da carne animal apenas com ingredientes à base de plantas. A foodtech brasileira está expandindo sua atuação pelo mundo e acabou de anunciar os resultados em seu primeiro mercado europeu. Depois de atingir outros países da América Latina, a Fazenda Futuro chegou à Holanda em fevereiro. Com a reabertura das cidades neste mês, as vendas começaram na rede de supermercados Marqt. Esse é o primeiro país europeu atendido pela Fazenda Futuro. As embalagens são customizadas para o continente. A cinta pela metade dá mais visibilidade ao produto e às informações em
#333333;”>várias línguas (veja a foto acima). Mas a foodtech segue a mesma  quantidade que nas embalagens brasileiras. Por lá, os produtos estão sendo vendidos refrigerados, e não congelados. O valor da embalagem é de € 3,89. “Nossa expectativa é de vender 20 toneladas no próximo mês, ampliando nossa distribuição para todas as principais redes da Europa”, destacou o cofundador Marcos Leta para Pequenas Empresas & Grandes Negócios.
#333333;”>Leta anunciou a expansão em uma postagem na rede social LinkedIn. “Enquanto uma parte dos investidores olham apenas para o storytelling de empresas americanas, nos próximos anos o
#333333;”>Brasil irá mostrar a potência que é em plant based”, escreveu.
#333333;”>O empreendedor também afirmou que a Fazenda Futuro chegará aos Estados Unidos no segundo semestre deste ano. saiba mais
#333333;”>Por que esta foodtech brasileira está entre as mais inovadorasdo mundo Fazenda Futuro: criação e crescimento Fundada por Marcos Leta e Alfredo Strechinsky, a Fazenda Futuro desenvolve e produz alimentos que emulam gosto, textura e suculência da carne animalapenas com ingredientes à base de
#333333;”>plantas. Uma preocupação crescente com a saúde se une ao impacto ambiental causado pela criação de animais em escala. A Fazenda Futuro usa ingredientes como beterraba, ervilha, grão de bico e soja. Suas comidas não têm glúten, não usam plantas transgênicas e são “sem bois”, como gosta de dizer a Fazenda Futuro em seus slogans. “Unir sustentabilidade, tecnologia e sabor em produtos que entregam também um ideal sempre foi o ponto de partida.
#333333;”>Temos uma marca atual e inovadora junto de um produto que usa
#333333;”>tecnologia de ponta, porém com preços competitivos para conseguir democratizar o mercado plant based no mundo”, disse Leta em entrevista anterior a Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Antes de cofundar a Fazenda Futuro, o empreendedor vendeu sua marca de sucos naturais Do Bem para a gigante de bebidas Ambev.
#333333;”>A Fazenda Futuro comercializa suas imitações de hambúrguer, carne moída, almôndega e linguiça com gosto de pernil suíno para 6 mil restaurantes, distribuidoras e mercados. Nas redes varejistas, a foodtech afirma ter 90% de participação de mercado no segmento plant based e 25% no segmento de hambúrgueres.
#333333;”>Além do Brasil, a foodtech opera no Chile, no Uruguai e no Paraguai. Agora, oficialmente também na Holanda.

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