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Centro de Educação Infantil é inaugurado no Águas Claras

Centro de Educação Infantil é inaugurado no Águas Claras

Centro de Educação Infantil é inaugurado no Águas Claras

Localizado na região central do bairro, o Cemei tem capacidade para atender 200 crianças, de dois a cinco anos

#333333;”>A sede própria do Centro Municipal de Educação Infantil, Cemei, no bairro Águas Claras, em Santana do Paraíso, foi inaugurada pela prefeita Luzia de Melo.
#333333;”>O prédio comprado pela administração municipal possui oito salas de aula, biblioteca, seis banheiros, sala de vídeo, refeitório, cozinha, salas administrativas e área para recreação. Localizado na região central do bairro, o Cemei tem capacidade para atender 200 crianças, de dois a cinco anos.
#333333;”> Na solenidade de inauguração da unidade, realizada na sexta-feira (31), a prefeita destacou o investimento de 30% da arrecadação municipal na qualidade do ensino em 2019, índice acima do que a lei determina, salientou a chefe do Executivo.
#333333;”>O evento contou ainda com a presença de autoridades municipais, professores, alunos e moradores do bairro. Com a inauguração do Cemei Águas Claras, o Executivo informa que deixa de pagar mais um aluguel. Em 2017, ao mudar a sede administrativa para o prédio próprio, após reforma, o município passou a economizar mais de R$ 50 mil por mês. Inicio do ano letivo Nesta segunda-feira (3), a Secretaria Municipal de Educação promoveu a Aula Inaugural, que marca oficialmente o início do ano letivo.
#333333;”>O evento realizado no salão do Espaço Santana, no Centro, contou com participação dos professores da rede municipal. Foram ministradas palestras com profissionais do grupo Actcom/Amigo Micro e com Jussara Magrine, palestrante educadora de Curitiba. As aulas em Santana do Paraíso terão início nesta terça-feira (4).
#333333;”> No Cemei do bairro São Francisco, em função das reformas, as aulas começarão somente no dia 2 de março. Reformas O governo municipal destaca ainda as reformas realizadas nas unidades educacionais no último ano. A Escola Municipal João Matias de Oliveira, no bairro Industrial, foi restaurada com troca do teto, drenagem pluvial no pátio, reforma da cozinha, implantação de quadros de cerâmica, pintura interna e externa.
#333333;”>Outro exemplo é o Cemei Francisco Januário dos Santos, no bairro São José, que também foi revitalizado.

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Celular na mão e dinheiro no bolso

Celular na mão e dinheiro no bolso

Celular na mão e dinheiro no bolso

Empreendedoras driblam a crise com seu talento e um aparelho de telefone

#333333;”>Em tempos de mídias sociais, o acesso a conteúdos diversos está ao alcance de todos.
#333333;”> A divulgação de produtos e serviços tem sido facilitada por meio de aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, que possibilitam marcação de horários de atendimentos, a exposição de um trabalho ou a venda de quitandas.
#333333;”> Esse é o caso da manicure Mirian Dias Guimarães Araújo e da cake design Andreia Rodrigues, que faz bolos decorados e ministra cursos de confeitaria.
#333333;”> Driblar a situação econômica do país tem sido um desafio praticado pelo brasileiro e empreender tem sido a saída para muitos.
#333333;”> Oficialmente, a taxa de desemprego é fornecida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que é trimestral. A média anual de desocupados completou 2019 com menos 215 mil pessoas em relação ao ano anterior. Com o recuo de 1,7%, ficou em 12,6 milhões de pessoas. E com o celular, Mirian e Andréia vencem o desemprego e fazem seu negócio prosperar. Seja por meio de um perfil no Instagram e Facebook, ou por conversas no WhatsApp. Quem trabalha com a divulgação online tem ferramentas como o WhatsApp Business, aplicativo gratuito para download e desenvolvido especialmente para os proprietários de pequenas empresas. Com isso, é possível criar um catálogo para exibir produtos e serviços, conectar com seus clientes e agilizar respostas às mensagens.
#333333;”> O Instagram também tem a conta comercial, assim como Facebook permite impulsionamentos de publicações e a criação de páginas. São algumas das possiblidades que podem ser exploradas, gastando pouco ou quase nada. Mirian Araújo é natural de Governador Valadares e tem 25 anos.
#333333;”> A manicure veio para Ipatinga há dois anos e atende em sua residência, no bairro Veneza 2, ou a domicílio. “Há 10 anos ganho a vida como manicure. Utilizo muito as redes sociais para divulgar o meu trabalho com o intuito de atrair mais clientes, também peço a elas para publicarem o resultado do meu trabalho, me marcando nas redes sociais, isso tem ajudado muito.
#333333;”> Eu tenho um ponto de atendimento aqui em casa e circulo aqui na região, no bairro mesmo e no Caravelas, com isso acabo não tendo despesas. Só lucro”, destaca. Algumas de suas clientes gostam de fazer pé e mão em casa, no conforto do lar, enquanto outras não se incomodam de sair e encontrar com Mirian em sua residência. “E tem também quem goste de salão, porque aproveita e faz cabelo, depila, e etc, e por isso acabam não fazendo a unha comigo, mas tudo bem. Tenho minha clientela, atendo feriado, sábado e à noite. Tenho quem venha 19h, porque trabalha o dia todo”, exemplifica. A manicure tem vontade de crescer no seu segmento e sonha. “Já fiz unha com dois, três tipos de esmalte, apenas e tinha duas clientes. Mas hoje isso mudou, tenho variedade de produtos e mais gente, graças a Deus. Agora tenho vontade de fazer curso de podologia, quero expandir.
#333333;”> É meu sonho. Quando cheguei em Ipatinga cobrava R$ 20, atendi em dois salões, mas não achei lucrativo. Hoje cobro R$ 25, para pé e mão simples ou unha decorada. Marco as unhas por meio de mídias sociais. Meu foco é aqui nas redondezas do bairro mesmo, mas tudo é questão de negociar, né?”, assegura. Dom de Deus Wôlmer Ezequiel Andreia Rodrigues faz uso de mídias sociais como o WhatsApp, que facilita a negociação e entrega de seus produtos Andreia Rodrigues, de 34 anos, é moradora do bairro Vila Celeste e começou a fazer bolos no ano de 2016. Ela ganha a vida com a produção dos bolos, que faz por encomenda, e também com cursos de confeitaria. Para divulgar tudo isso, as mídias sociais são suas aliadas. “Trabalho via Instagram, Whatsapp e Facebook, além do boca a boca. Meus clientes foram surgindo assim.
#333333;”> O que posto são os produtos que já foram vendidos, sabe? E isso chama a atenção de outras pessoas, que me contratam, indicam, e por aí vai. Empreender é mais fácil com esses meios, não sei o que faria sem”, relata. A cake design acrescenta que, caso não pudesse contar com esses canais, teria que pensar em outras alternativas, mas que seriam custosas. “Hoje essas possibilidades todas facilitam muito a minha vida. Se não houvesse o Whats e os meios de comunicação, como iria divulgar?
#333333;”> Só por meio de ligação e seria difícil, porque o cliente quer ver foto de um bolo e precisaria de vir até a minha casa. Mas isso não é necessário, já que por meio do WhatsApp as pessoas podem conhecer o que faço e negociamos por lá mesmo. Por isso que capricho, porque só de ver a foto, gera interesse”, acredita. Antes de ingressar na confeitaria, Andreia trabalhava em um restaurante, mas se reinventou após ser demitida do emprego. À época, Andreia chorou, sofreu, mas não pensava em fazer bolos. Só encarou o desafio porque acredita ter sido escolhida por Deus. “Quatro meses após sair do trabalho, espalhar currículo e nada acontecer, marquei um culto na minha casa e tive que pensar num lanche.
#333333;”> Fiz um bolo, decorei, tudo com muita dificuldade, e aquele foi o primeiro. Tempos depois minha irmã marcou o casamento e disse, ‘você vai fazer meu bolo’. Eu seria a madrinha e faria o bolo. Passei mal, fiquei nervosa, não tinha confiança. Mas naquele dia eu conversei com Deus e fiz um acordo: se Ele me ajudasse a terminar antes de determinado horário, eu faria todos os que chegassem por encomenda. Não importando se fosse um ou 15. E no mesmo dia tive uma encomenda, seriam dois bolos para terminar antes de meio dia. E deu certo. Desde então não parei mais. O bolo da minha irmã foi minha entrada para a confeitaria. Quando Deus te dá um dom, você tem que agarrar”, conclui.

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Governo decide trazer brasileiros que estão na China

Governo decide trazer brasileiros que estão na China

Governo decide trazer brasileiros que estão na China

Serão trazidos brasileiros que estão em Wuhan, epicentro do coronavírus, e que manifestarem desejo de retornar ao Brasil

#333333;”>Por meio de nota conjunta emitida neste domingo(2), o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Defesa anunciaram que o governo brasileiro adota todas as medidas necessárias para trazer de volta ao Brasil os cidadãos brasileiros que se encontram na província de Hubei, especificamente na cidade de Wuhan, na China, região de origem da epidemia do coronavírus.
#333333;”>Serão trazidos todos os brasileiros que se encontram naquela região e que manifestarem desejo de retornar ao Brasil. A nota também foi publicada pelo Twitter do Ministério das Relações Exteriores. Assim que chegarem ao Brasil, eles deverão ser submetidos a quarentena, de acordo com procedimentos internacionais, sob a orientação do Ministério da Saúde.
#333333;”> O Ministério da Defesa, por meio da Força Aérea Brasileira, trabalha na elaboração do plano de voo da aeronave, possivelmente fretada, que será enviada à China. Duas brasileiras, que se encontravam em Wuhan e também possuíam nacionalidade portuguesa, já embarcaram em voo francês que transportou cidadãos da União Europeia. Elas farão quarentena em Portugal. (Com informações: Agência Brasil)

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Uma reclamação de um cliente pode levar a uma descoberta…

Uma reclamação de um cliente pode levar a uma descoberta…

Uma reclamação de um cliente pode levar a uma descoberta…

#333333;”>A história começa quando o gerente da divisão de carros da Pontiac, da GM dos EUA, recebeu uma curiosa carta de reclamação de um cliente. Eis o que ele escreveu:

#333333;”>’Esta é a segunda vez que mando uma carta para vocês, e não os culpo por não de responder. Eu posso parecer louco, mas o fato é que nós temos uma tradição em nossa família, que é a de tomar sorvete depois do jantar.

#333333;”>Repetimos este hábito todas às noites, variando apenas o tipo do sorvete, e eu sou o encarregado de ir comprá-lo. Recentemente comprei um novo Pontiac e, desde então, minhas idas à sorveteria se transformaram num problema.

#333333;”>Sempre que eu compro sorvete de baunilha, o carro não funciona, mas se compro qualquer outro tipo de sorvete, o carro funciona normalmente. O fato é que estou muito irritado com meu Pontiac’.

#333333;”>A carta gerou tantas piadas do pessoal da GM que o presidente da empresa acabou recebendo uma cópia da reclamação. Ele resolveu levar a sério e mandou um engenheiro conversar com o autor da carta. Então, foram juntos à sorveteria no fatídico Pontiac, onde o engenheiro sugeriu sabor baunilha para testar a reclamação e o carro efetivamente não funcionou.

#333333;”>O funcionário da GM voltou nos dias seguintes e só variou o sabor do sorvete. Mais uma vez, o carro só não pegava, quando o sabor escolhido era baunilha.

#333333;”>O problema acabou virando uma obsessão para o engenheiro, que fez experiências diárias, anotou todos os detalhes possíveis e, depois de duas semanas, chegou à primeira grande descoberta: quando escolhia baunilha, o comprador gastava menos tempo, porque não precisava ficar escolhendo o tipo de sorvete.

#333333;”>Examinando o carro, o engenheiro fez nova descoberta: com o tempo de compra reduzido no caso da baunilha, em comparação com o tempo dos outros sabores, o motor não chegava a esfriar. Com isso, os vapores de combustível não se dissipavam, impedindo que a nova partida fosse instantânea.

#333333;”>A partir deste episódio, a Pontiac mudou o sistema de alimentação de combustível e introduziu a alteração em todos os modelos a partir desta linha.

#333333;”>Mais que isso, o autor da reclamação ganhou um carro novo, além da reforma do que não pegava com sorvete de baunilha.

#333333;”>A GM distribuiu também um memorando interno, exigindo que seus funcionários levem a sério até as ‘reclamações mais estapafúrdias, porque pode ser que uma grande inovação esteja por trás de um sorvete de baunilha’ diz a carta da GM.

#333333;”>Isso serve para as empresas que não têm o costume de dar atenção a seus clientes, tratando-os até mal. Com certeza esse consumidor americano comprará um outro Pontiac, porque qualidade não está dentro da empresa, está também no atendimento que despendemos aos nossos clientes.

#333333;”>“Ciência é conhecimento organizado. Sabedoria é vida organizada.”

#333333;”>Immanuel Kant

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Sem vacina e tratamento específico, higienização das mãos é a melhor forma de prevenção ao novo coronavírus

Sem vacina e tratamento específico, higienização das mãos é a melhor forma de prevenção ao novo coronavírus

Sem vacina e tratamento específico, higienização das mãos é a melhor forma de prevenção ao novo coronavírus

#333333;”>“No Brasil, a classificação de risco subiu de alerta para perigo iminente” No dia 30 de janeiro a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência de saúde pública de interesse internacional as infecções pelo novo coronavírus. Um dia antes o diretor-executivo do programa de emergências da organização, Michael Ryan, já havia afirmado que 2% dos casos de infecção confirmados até o momento resultaram em morte – o número equivale a 170 pessoas. No Brasil, apesar de nenhum caso ter sido confirmado, há nove casos suspeitos, um deles em Belo Horizonte. Com o aumento das suspeitas, o Ministério da Saúde elevou a classificação de risco de “alerta” para “perigo iminente”. O aumento do grau de risco indica a existência de suspeita real de infecção pelo novo coronavírus. O próprio nome revela. O perigo iminente aumenta a atenção do serviço de saúde. O poder público, por exemplo, cria centros de informações, com publicações praticamente diárias de dados. O balanço oficial da doença, divulgado dia 30, aponta o registro de 7.700 casos confirmados e 170 mortes na China, além de pacientes infectados na Alemanha, Austrália, Camboja, Canadá, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, EUA, Finlândia, França, Japão, Malásia, Nepal, Singapura, Sri Lanka, Tailândia e Vietnã. A nova mutação, também conhecida como 2019-nCoV, apareceu inicialmente em Wuhan, capital da província de Hubei, na China, e rapidamente se espalhou. As pessoas infectadas apresentam febre, tosse, falta de ar e dificuldade em respirar. Apesar da falta de informações sobre o novo coronavírus, o Brasil conta com plano de contingência de doenças respiratórias agudas, criado, principalmente, devido à epidemia de Sars (outra variação do coronavírus), em 2002, e utilizado durante o surto de Mers, em 2012. O plano fornece orientações aos médicos que tiverem de tratar um paciente infectado. Quando houve o surto de Sars, a discussão sobre um plano maior começou a acontecer e um documento foi elaborado. Já tivemos a oportunidade de colocar isso a prova, mas é difícil dizer se estamos realmente preparados, até porque ninguém sabe ainda a dimensão que essa epidemia vai ter dessa vez. A prevenção deve ser feita por meio da higienização das mãos. As pessoas também devem evitar contato com pacientes infectados. Entretanto, por mais que as medidas possam parecer ineficientes, são as mais eficazes, dada a situação atual, com falta de vacina e de tratamento específico para a doença. * Infectologista e diretor do Hospital Felício Rocho

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Jovens empreendem em meio à conjuntura do desemprego

Jovens empreendem em meio à conjuntura do desemprego

Jovens empreendem em meio à conjuntura do desemprego

Atualmente, o Sebrae atende a 16 mil pessoas por ano no Vale do Aço

#333333;”>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o número de pessoas desocupadas com idade entre 18 e 24 anos em Minas Gerais cresceu em 2019, em relação ao ano anterior, e chegou a 31,7%.
#333333;”>Em meio à crise econômica nacional, com retração nas vendas e a redução de custos com empregados nas empresas, jovens veem na inovação uma forma de sobreviver.
#333333;”>Isso faz com que ocorra um aumento nas iniciativas de empreendedorismo, às vezes por necessidade, às vezes por opção.
#333333;”>E para driblar a falta de vagas de trabalho e oportunidades de crescimento, a nova geração passa a utilizar a criatividade. “Nos últimos anos houve uma tendência de os jovens partirem para o empreendedorismo por necessidade”, afirma Feliphe da Costa, analista do Sebrae em Ipatinga, em entrevista ao Diário do Aço. Entretanto, de acordo com o analista, o conceito vai além do senso comum de abrir empresas e, sim, está ligado à realização de objetivos reais. “Por exemplo, se você quer viajar o mundo, você tem que empreender para que isso aconteça, a não ser que você nasça em ‘berço de ouro’, você tem que empreender para construir”, comenta Feliphe.
#333333;”>O analista conta também que, ao empreender por opção, o jovem se encaminha para segmentos não tradicionais como startups, empresas com capacidade de se replicar e potencial de gerar renda, entretanto, têm um número alto de mortalidade. Já os jovens que empreendem por necessidade acabam por escolher o setor tradicional, segmentos mais atrativos e de baixo custo inicial como o setor de comércio varejista de roupas, alimentos e prestação de serviços.
#333333;”>Além dessa diferença de segmentos, é importante distanciar o empreendedorismo por opção do empreendedorismo por necessidade, para que não seja criada uma falsa sensação de alívio e entusiasmo, diante da conjuntura nacional. Dados do IBGE apontam que, no último trimestre do ano passado, 41,4% da parcela de pessoas ocupadas no país estavam em situação de trabalho informal.
#333333;”>Ou seja, quase metade dos trabalhadores está em instabilidade econômica e sem direitos trabalhistas como décimo terceiro salário, seguro-desemprego e FGTS. Charles William Lucas Richard teve oportunidade e pôde escolher um ramo de negócio Formalização Uma oportunidade de sair da informalidade é criar o Microempreendedor Individual (MEI), que possui algumas vantagens em relação ao mercado informal, como benefícios do INSS e abertura de CNPJ.
#333333;”>Esse recurso representa 60% do total de empresas do Brasil, por ser uma ferramenta que, apesar das limitações, é de fácil manuseio e trabalho. Oportunidade Para Lucas Richard, de 25 anos, o caminho para o empreendedorismo foi por oportunidade. Ele começou aos 18 anos como auxiliar em um negócio de conserto de celular. O técnico gostou da área e, ao estudar, viu uma oportunidade de abrir seu próprio negócio. Atualmente Lucas empreende no centro de Ipatinga e utiliza a ferramenta de Microempresa (ME). “Comecei no MEI, utilizei por bastante tempo, mas à medida que fomos crescendo, pelas limitações da ferramenta, não conseguimos mais utilizar o MEI, hoje nós somos ME, Microempresa”, comenta. Ele ainda aponta que a educação continuada é uma necessidade. “Se você não estuda você fica para trás, então todo o ano a gente investe em equipamentos novos, conhecimento e estudo tanto sobre a área quanto sobre o mercado.
#333333;”>Estudamos para ser e fazer o diferente e, dessa forma, poder crescer”, comenta Lucas, ao ser perguntado sobre a estrutura do seu negócio. Para o analista do Sebrae, o empreendedor deve estruturar seu projeto de negócio como forma de minimizar possíveis percalços, e fazer com que o trabalhador possa ter uma qualidade de vida melhor junto ao seu negócio. “O planejamento minimiza o impacto de uma decisão errada, mas não necessariamente é uma garantia de sucesso. Mas tem negócios que não se planejam e logo após algum tempo apresentam problemas reais de gestão, e tem outros negócios que se planejam e dão certo”, comenta Feliphe da Costa.
#333333;”>Atendimento Atualmente, o Sebrae atende a 16 mil pessoas por ano no Vale do Aço. O serviço pode ser utilizado por aquelas pessoas que vão iniciar um negócio ou que já estão no mercado, a fim de sanar dúvidas e estruturar seu projeto de negócio. A entidade atua em duas vertentes: com o Estado, o Sebrae promove o desenvolvimento econômico local, um exemplo disso são as salas mineiras localizadas nas cidades de Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo, onde as empresas recebem assessoria de informações; com as empresas, onde fornece suporte empresarial individual, por meio de consultorias, com atividades coletivas presenciais ou online a custos subsidiados. (Charles William sob supervisão de Alex Ferreira)

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