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Celular na mão e dinheiro no bolso

Empreendedoras driblam a crise com seu talento e um aparelho de telefone

Em tempos de mídias sociais, o acesso a conteúdos diversos está ao alcance de todos.
A divulgação de produtos e serviços tem sido facilitada por meio de aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, que possibilitam marcação de horários de atendimentos, a exposição de um trabalho ou a venda de quitandas.
Esse é o caso da manicure Mirian Dias Guimarães Araújo e da cake design Andreia Rodrigues, que faz bolos decorados e ministra cursos de confeitaria.
Driblar a situação econômica do país tem sido um desafio praticado pelo brasileiro e empreender tem sido a saída para muitos.
Oficialmente, a taxa de desemprego é fornecida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que é trimestral. A média anual de desocupados completou 2019 com menos 215 mil pessoas em relação ao ano anterior. Com o recuo de 1,7%, ficou em 12,6 milhões de pessoas. E com o celular, Mirian e Andréia vencem o desemprego e fazem seu negócio prosperar. Seja por meio de um perfil no Instagram e Facebook, ou por conversas no WhatsApp. Quem trabalha com a divulgação online tem ferramentas como o WhatsApp Business, aplicativo gratuito para download e desenvolvido especialmente para os proprietários de pequenas empresas. Com isso, é possível criar um catálogo para exibir produtos e serviços, conectar com seus clientes e agilizar respostas às mensagens.
O Instagram também tem a conta comercial, assim como Facebook permite impulsionamentos de publicações e a criação de páginas. São algumas das possiblidades que podem ser exploradas, gastando pouco ou quase nada. Mirian Araújo é natural de Governador Valadares e tem 25 anos.
A manicure veio para Ipatinga há dois anos e atende em sua residência, no bairro Veneza 2, ou a domicílio. “Há 10 anos ganho a vida como manicure. Utilizo muito as redes sociais para divulgar o meu trabalho com o intuito de atrair mais clientes, também peço a elas para publicarem o resultado do meu trabalho, me marcando nas redes sociais, isso tem ajudado muito.
Eu tenho um ponto de atendimento aqui em casa e circulo aqui na região, no bairro mesmo e no Caravelas, com isso acabo não tendo despesas. Só lucro”, destaca. Algumas de suas clientes gostam de fazer pé e mão em casa, no conforto do lar, enquanto outras não se incomodam de sair e encontrar com Mirian em sua residência. “E tem também quem goste de salão, porque aproveita e faz cabelo, depila, e etc, e por isso acabam não fazendo a unha comigo, mas tudo bem. Tenho minha clientela, atendo feriado, sábado e à noite. Tenho quem venha 19h, porque trabalha o dia todo”, exemplifica. A manicure tem vontade de crescer no seu segmento e sonha. “Já fiz unha com dois, três tipos de esmalte, apenas e tinha duas clientes. Mas hoje isso mudou, tenho variedade de produtos e mais gente, graças a Deus. Agora tenho vontade de fazer curso de podologia, quero expandir.
É meu sonho. Quando cheguei em Ipatinga cobrava R$ 20, atendi em dois salões, mas não achei lucrativo. Hoje cobro R$ 25, para pé e mão simples ou unha decorada. Marco as unhas por meio de mídias sociais. Meu foco é aqui nas redondezas do bairro mesmo, mas tudo é questão de negociar, né?”, assegura. Dom de Deus Wôlmer Ezequiel Andreia Rodrigues faz uso de mídias sociais como o WhatsApp, que facilita a negociação e entrega de seus produtos Andreia Rodrigues, de 34 anos, é moradora do bairro Vila Celeste e começou a fazer bolos no ano de 2016. Ela ganha a vida com a produção dos bolos, que faz por encomenda, e também com cursos de confeitaria. Para divulgar tudo isso, as mídias sociais são suas aliadas. “Trabalho via Instagram, Whatsapp e Facebook, além do boca a boca. Meus clientes foram surgindo assim.
O que posto são os produtos que já foram vendidos, sabe? E isso chama a atenção de outras pessoas, que me contratam, indicam, e por aí vai. Empreender é mais fácil com esses meios, não sei o que faria sem”, relata. A cake design acrescenta que, caso não pudesse contar com esses canais, teria que pensar em outras alternativas, mas que seriam custosas. “Hoje essas possibilidades todas facilitam muito a minha vida. Se não houvesse o Whats e os meios de comunicação, como iria divulgar?
Só por meio de ligação e seria difícil, porque o cliente quer ver foto de um bolo e precisaria de vir até a minha casa. Mas isso não é necessário, já que por meio do WhatsApp as pessoas podem conhecer o que faço e negociamos por lá mesmo. Por isso que capricho, porque só de ver a foto, gera interesse”, acredita. Antes de ingressar na confeitaria, Andreia trabalhava em um restaurante, mas se reinventou após ser demitida do emprego. À época, Andreia chorou, sofreu, mas não pensava em fazer bolos. Só encarou o desafio porque acredita ter sido escolhida por Deus. “Quatro meses após sair do trabalho, espalhar currículo e nada acontecer, marquei um culto na minha casa e tive que pensar num lanche.
Fiz um bolo, decorei, tudo com muita dificuldade, e aquele foi o primeiro. Tempos depois minha irmã marcou o casamento e disse, ‘você vai fazer meu bolo’. Eu seria a madrinha e faria o bolo. Passei mal, fiquei nervosa, não tinha confiança. Mas naquele dia eu conversei com Deus e fiz um acordo: se Ele me ajudasse a terminar antes de determinado horário, eu faria todos os que chegassem por encomenda. Não importando se fosse um ou 15. E no mesmo dia tive uma encomenda, seriam dois bolos para terminar antes de meio dia. E deu certo. Desde então não parei mais. O bolo da minha irmã foi minha entrada para a confeitaria. Quando Deus te dá um dom, você tem que agarrar”, conclui.

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