#333333;”>”FÉRIAS DUAS VEZES AO ANO?! TAMBÉM QUERO SER PROFESSOR!”
#333333;”>Sim, você tem todo o meu apoio… é simples! Faça quatro anos de magistério ou três, quatro de graduação. Lembre-se que a pós também é importante e você não irá parar nunca. Torne-se interessante para 25, 35, 70, quem sabe 1.200 alunos. Entenda os processos de aprendizagem de jovens, adultos e crianças. Entenda também sobre desenvolvimento motor e necessidades especiais. Saiba lidar com diversidade racial, religiosa, de gênero e social. Aprenda sobre as novas tecnologias. Desconstrua conceitos… descubra outros tantos. Aprenda sobre neurociências, psicologia e legislação. Tenha espírito de equipe. Saiba lidar com gestores, colegas, especialmente com os pais. Fale em público. Controle suas emoções. Desenvolva um olfato antiodor… lembre-se que irá lidar com vômitos, sangue, diarréia, fraturas, violência, fome e arrogância. Desperte o olhar e senso estético, seja polivalente, conheça esportes, música, dança, artes, filmes, vá a museus. Conheça sobre cultura diversa, clássica ou contemporânea. Leia, leia muito. Elabore atividades em casa, no carro, ônibus, filas, corrija nos finais de semana. Reserve algum dinheiro para compra de materiais, recursos e cartuchos de impressora. Registre, fotografe, observe. Faça, refaça novamente. Frequente programas de formação, vá a congressos, seminários e palestras. Participe da comunidade, seja politizado. E acima de tudo faça com amor. (Autor desconhecido)
#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança. Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy
#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com
Professor do Cefet de Timóteo mapeia leitos disponíveis e casos de covid-19
#333333;”>Conforme o professor, o primeiro mapa teve inspiração em um levantamento similar desenvolvido pelo campus do Instituto Federal de Minas Gerais de Ouro Preto
#333333;”>Com o objetivo de contribuir para maior conscientização da necessidade de se manter as medidas de distanciamento social, o professor do campus Timóteo do Cefet-MG, doutor em geografia, Romerito Valeriano, mapeou a disponibilidade de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nas microrregiões de Minas Gerais e a incidência dos casos confirmados de covid-19 na Região Metropolitana do Vale do Aço. Conforme o professor, o primeiro mapa teve inspiração em um levantamento similar desenvolvido pelo campus do Instituto Federal de Minas Gerais de Ouro Preto. “No entanto, optei em trabalhar com microrregiões e não com os limites dos municípios, porque os leitos de UTI de um município não atendem apenas a população dele, e devem estar disponíveis para também atender a população vizinha. Para criar esse mapa, utilizei as informações do banco de dados do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou. Já no segundo mapa desenvolvido é exibida a distribuição espacial dos casos confirmados de covid-19 no Colar Metropolitano do Vale do Aço. “Nesse mapa mostra a incidência de casos, ou seja, é dividido a quantidade de casos de coronavírus pela quantidade populacional do município. Essa é uma forma de saber a real situação da doença nas localidades e também para saber aonde que o vírus está se deslocando ao longo do tempo. Já no próximo mês, serão criados mapas com dados mais recentes da doença e dos leitos disponíveis”, citou Romerito. Contribuições O professor Romerito também relatou que esse projeto teve início em março deste ano e é desenvolvido apenas por ele, por enquanto. “Durante a pandemia, a criação desse projeto foi uma forma encontrada para fazer a diferença, mesmo com as aulas suspensas por tempo indeterminado. Acredito que esses mapas serão muito úteis para acompanhar a evolução dos casos de covid-19 e a disponibilidade de leitos. Além disso, contribuirão para a tomada de decisões por partes dos governantes e para o desenvolvimento de outras pesquisas de combate ao coronavírus”, concluiu. Os dados estão disponíveis à consulta pública no site www.timoteo.cefetmg.br. Dados Até essa segunda-feira (18), somente as quatro cidades da Região Metropolitana do Vale do Aço registravam 83 casos confirmados de covid-19 (Ipatinga 45, Timóteo 16, Coronel Fabriciano 10 e Santana do Paraíso 12).
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Tabagismo e coronavírus são combinação catastrófica, diz fundação
#333333;”>Covid-19 tem evolução mais grave e maior letalidade entre fumantes
#333333;”>O diretor executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni, disse que como o tabagismo é fator de risco para infecções respiratórias, doenças vasculares, cardiovasculares e pulmonares, e o novo coronavírus tem aí sua principal porta de entrada, a “combinação é catastrófica”. Análise publicada na China, dos primeiros casos de covid-19, comparando grupos de fumantes e não fumantes, mostrou que a doença teve evolução mais grave e maior índice de letalidade no grupo de fumantes. “Alguns artigos mostraram 1,5 vez mais, outros 2,4 vezes mais. Ou seja, você mais do que duplica a chance de a doença se agravar e duplica os óbitos em relação ao grupo que não fuma”. Disseminação Maltoni chamou a atenção para o fato de o vírus se disseminar com facilidade, principalmente por contaminação pelo perdigoto (gotículas contaminadas de saliva). Outro agravante em relação ao tabagismo é o uso de narguilé (espécie de cachimbo de água de origem oriental, utilizado para fumar tabaco aromatizado e, ocasionalmente, maconha ou ópio) no mundo. “É um mecanismo de disseminação do vírus muito alto, a ponto de países como o Irã proibirem seu uso em bares e ruas pela possibilidade de propagação, porque passa de boca em boca. Também é uma associação muito perigosa”. Segundo Maltoni, há uma relação muito forte do tabagismo com o agravamento das condições dos pacientes que se infectam pelo novo coronavírus, com aumento maior da letalidade. O mesmo ocorre em relação aos cigarros eletrônicos (também chamados de vape, são dispositivos eletrônicos para fumar alimentados por bateria de lítio). “São outra forma de você dispersar nicotina e outros produtos para o organismo humano”. Embora a indústria do tabaco defenda que é instrumento para a pessoa parar de fumar, o diretor executivo da Fundação do Câncer afirmou que esse tipo de cigarro tem em sua constituição substâncias tóxicas, incluindo a nicotina que é oferecida no formato líquido e forma um aerossol. “Essa inalação do volume de nicotina atinge a corrente sanguínea até mais rápido do que o cigarro convencional”. Maltoni destacou que a nicotina é o principal causador da dependência, com todos os efeitos de agressão ao organismo, como a alteração da imunidade celular em nível pulmonar, alteração do DNA da célula pulmonar, predispondo à transformação das células em câncer, em tumores. Isso também está presente no cigarro eletrônico.
#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança. Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy
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#333333;”>“Jamais tome uma decisão que não valha a pena depois de passada a emoção” – Stephen Covey Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando como meio de transporte um excelente livro sobre Artes Marciais. Ele me levou para o Japão, no ano de 1645, onde fui recebido por Musashi, o maior de todos os Samurais, que escreveu o clássico “Os Cinco Anéis” que juntou a estratégia militar com a arte da carpintaria para criar o que hoje conhecemos como planejamento, a quem fui logo pedindo: Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a minha vida para melhor. Aprenda a trilhar o caminho do guerreiro. Espelhe-se na bela arte da carpintaria para moldar a sua trajetória de vida. O carpinteiro é o grande mestre do planejamento. Quem planeja, não encontra limites e encontra a melhor forma de transformar suas dificuldades e obstáculos em oportunidades para a realização de seus objetivos. A maravilha da carpintaria é ver uma peça bruta de madeira como uma obra de arte acabada, antes mesmo da obra nascer e depois traçar todos os planos e cálculos para executar essa transformação. Para viver o poder da vida, cumpra sua missão, inspirando-se no rigor e na beleza do trabalho do carpinteiro para transcender suas limitações. Seja um ás na percepção do imperceptível. Treine e pratique até adquirir o dom de se transformar de linha em agulha, de discípulo em mestre e ter á capacidade de tomar decisões difíceis de forma acertada e rápida. Torne-se o inimigo, coloque-se no lugar dele, pense, aja e respire como se você fosse o inimigo em pessoa para saber como ele pensa e depois transforme-o em seu melhor amigo. Nunca dê um passo em falso. Simule os próximos passos de seus oponentes e esforce-se para estar lá antes deles. Mude constantemente a montanha para o mar, altere seus cenários para que seus adversários não descubram seus padrões e não te percebam previsível. Desenvolva um corpo de pedra e uma mente de gênio, nunca vá para uma guerra sem estar muito bem preparado física e mentalmente. A estratégia com disciplina militar é o ofício do guerreiro talhado como na arte do carpinteiro. O líder aponta o alvo e mapeia o caminho até ele. Afinal, os que dominam o caminho do guerreiro, tornam-se reconhecidos como os mestres da vida. Dedico essa coluna ao maior gênio da carpintaria e mestre da vida que conheci, meu querido e saudoso pai. *Palestrante, Consultor e Fundador do Blog do Maluco
#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança. Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy
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#333333;”>No dia 13 de maio completou 132 anos que a princesa Isabel assinou a lei que aboliu a escravidão após mais de três séculos de trabalho forçado no Brasil. Entretanto, a data passou em brancas nuvens, sem alarde. Na prática, o Brasil foi o último país do Ocidente a abolir a escravidão. Sancionada pela princesa Isabel no dia 13 de maio de 1888, a lei saiu muito curta, muito pequena, muito conservadora, como muito bem pontou a historiadora Lilia Moritz Schwarcz em uma brilhante entrevista publicada pela BBC Brasil. A linha do tempo mostra que o Brasil foi o último país do Ocidente a abolir a escravidão, uma barbaridade perpetrada para sustentar a economia do Brasil Colônia e depois, na independência. Do total de seres humanos arrancados violentamente de sua terra natal, a África, entre 38% e 44% foram trazidos para o Brasil e distribuídos por todos os estados. Mas a abolição não foi uma “benesse” da princesa Isabel. Ela foi resultado de um processo de luta da sociedade brasileira em que setores da classe média mais esclarecida e de profissionais liberais aderiram à causa abolicionista. Paralelo a isso, os escravizados, os negros, os libertos, pressionaram muito. Promoveram insurreições que foram desde rebeliões coletivas, rebeliões individuais, suicídios e envenenamentos. Isso mesmo. Muitos preferiam morrer a viver a escravidão. Mas Lilia Schwarcz afirma que a amnésia a respeito da escravidão no Brasil foi um processo construído e muito bem pensado. Passado um ano e meio depois da abolição caiu o Império e o regime que passou a existir tratou de inserir no Hino da República uma estrofe emblemática: “Nós nem cremos que escravos outrora tenha havido em tão nobre país”. Ou seja, um ano e meio depois os republicanos afirmavam não acreditar mais que tivesse havido escravidão. Com isso foi camuflada, ao longo dos anos, a dimensão da chacina que representou o regime escravocrata. O momento pós-emancipação não teve nenhuma preocupação com inclusão da população de ex-escravos que, de hora para outra, se viu livre, mas sem emprego, sem ter onde morar e até mesmo sem raízes para a volta aos antepassados na África. De hora para outra havia uma população sem acesso à educação, saúde, habitação e com todos os problemas estruturais possíveis e que nunca foram solucionados, mas, empurrados com a barriga. Mas agora cabe uma indagação: Ao longo dos 132 anos seguintes à abolição o que foi feito? Muito pouco. Os afrodescendentes permaneceram jogados à própria sorte e vítimas de um racismo estrutural, que nunca foi abolido.
#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança. Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy
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Ministério da Saúde: Brasil tem mais de 16 mil mortes por covid-19
#333333;”>Número de recuperados chegou a 94.122, o que representa 39% do total de infectados
#333333;”>O Brasil registrou 485 novas mortes pelo novo coronavírus (covid-19) nas últimas 24 horas, totalizando 16.118. Até sábado (16), eram 15.633 mortes notificadas. A letalidade (número de mortes pela quantidade de casos confirmados) da doença no país está em 6,7%, a mesma do dia 16/5. O país teve 7.938 novos casos confirmados e chegou ao total de 241.080. Até o sábado, eram 233.142 infectados. O número de recuperados, de acordo com o boletim diário do Ministério da Saúde, chegou a 94.122, 39% do total de infectados. Outros 130.840 casos (54,3%) estão em acompanhamento. Há ainda 2.450 mortes em investigação. São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (4.782). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (2.715), Ceará (1.641), Pernambuco (1.516) e Amazonas (1.413).Foram registradas mortes no Pará (1.239), Maranhão (549), na Bahia (295), no Espírito Santo (285), em Alagoas (210), na Paraíba (194), em Minas Gerais (156), no Rio Grande do Norte (139), Rio Grande do Sul (142), Paraná (124), Amapá (119), Santa Catarina (83), Sergipe (77)Rondônia (74), Piauí (72), Goiás (70), Acre (60), Distrito Federal (59), Roraima (51), Mato Grosso (27), no Tocantins (31) e Mato Grosso do Sul (15). São Paulo tem o maior número de casos confirmados (62.345), seguido de Ceará (24.255), Rio de Janeiro (22.238), Amazonas (20.328), Pernambuco (19.452), Pará (13.864), Maranhão (12.492), Bahia (8.443), Espírito Santo (6.744) e Santa Catarina (4.776).
#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança. Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy
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Brasil tem 4,8 milhões de crianças e adolescentes sem internet em casa
#333333;”>Pandemia evidencia desigualdades para acessar rede, diz especialista
#333333;”>No Brasil, 4,8 milhões de crianças e adolescentes, na faixa de 9 a 17 anos, não têm acesso à internet em casa. Eles correspondem a 17% de todos os brasileiros nessa faixa etária. Os dados, divulgados na semana passada semana pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), fazem parte da pesquisa TIC Kids Online 2019, que será lançada na íntegra em junho. O levantamento é feito pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). Os dados foram solicitados pelo Unicef para medir, em meio à pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19, quantas crianças e adolescentes estão sem acesso a aulas online e a outros conteúdos da internet que garantam a continuidade do aprendizado. “A gente está em um momento de crise, uma crise aguda em função da pandemia, que vai ter impacto na vida das crianças e adolescentes, como um todo. Do ponto de vista da educação, a gente está com uma questão séria: o que é preciso fazer para que essas crianças e adolescentes tenham acesso a algum tipo de aprendizagem”, diz o chefe de Educação do Unicef, Ítalo Dutra. Segundo Dutra, a pandemia evidencia desigualdades que já são enfrentadas no cotidiano em todo o país. Há escolas que têm infraestrutura adequada e de qualidade, e outras que não, o que já impacta o aprendizado das crianças. “Com a pandemia, com as escolas fechadas, temos, obviamente, uma situação que é ainda mais aguda. Vemos com preocupação a situação em que nos encontramos e, principalmente, entendemos a necessidade de olhar para uma maneira de garantir o acesso de crianças, adolescentes e suas famílias à internet. #333333;”>” É parte da garantia de direitos de crianças e adolescentes, afirmou. Desigualdade A pesquisa mostra que, entre aqueles que não têm acesso à internet em casa, alguns conseguem acessar a rede em outros locais, como escolas, telecentros ou outros espaços. Isso antes da adoção de medidas de isolamento social no país. As informações foram coletadas entre outubro de 2019 e março de 2020. Aqueles que não acessam a internet de nenhuma forma, no entanto, chegam a 11% da população nessa faixa etária. A exclusão é maior entre crianças e adolescentes que vivem em áreas rurais, onde a porcentagem daqueles que não acessam a rede chega a 25%. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual é 21% e, entre os domicílios das classes D e E, 20%. Em ter os gerais, o acesso cresceu em relação ao último levantamento, de 2018, quando 14% das crianças e adolescentes não navegavam pela rede. As desigualdades regionais e de renda, no entanto, permanecem, diz o coordenador de Projetos de Pesquisas do Cetic.br, Fábio Senne. “Os não usuários estão mais presentes nas regiões Norte e Nordeste e têm vulnerabilidade socioeconômica maior. Essas dimensões permanecem nas pesquisas, nos últimos anos, apesar do aumento constante de usuários.” Mesmo entre aqueles que têm acesso à internet e contam com a rede em casa, a qualidade da conexão não é a mesma. “A gente nota que, mesmo entre os que têm acesso, há diferença em relação à posse de um pacote de dados 3G ou acesso a wi-fi, o que limita o tipo de conteúdo que pode ser acessado”, diz Senne, que acrescenta: “Há variações do ponto de vista da estrutura por regiões, principalmente na região Norte e em áreas rurais, onde é mais difícil, mesmo que se tenha acesso à internet, acessar conteúdos de streaming, que demandam muita quantidade de banda.” Difculdades Junto com os colegas, a professora do 2º ano do ensino fundamental Neila Marinho, que leciona em uma escola particular da cidade do Rio de Janeiro, fez um treinamento para ministrar aulas online e passou a oferecer aos alunos atividades por meio de uma plataforma digital. Mesmo com todo o preparo, nem tudo sai como o esperado e a conexão, às vezes é uma barreira. Um dos estudantes, por exemplo, está em um local que tem baixa qualidade da internet. “Quando ele entra na sala, a gente tem muita dificuldade para ouvi-lo. Ele fala, e as falas picotam, [a internet] cai e não consegue voltar. Preciso enviar as atividades por mensagem para os avós”, conta Neila. Sem wi-fi em casa, a trabalhadora autônoma Letícia Gomes, moradora do Complexo do Alemão, no Rio, divide com o filho, Marcos, que está no 3º ano do ensino fundamental, o pacote de dados do próprio celular. “Ter um computador ia ser muito melhor, principalmente por conta da leitura. Ler no celular é muito ruim”, diz. Cumprindo as regras de isolamento social e ficando em casa, Letícia reserva um momento do dia para fazer as tarefas com o filho. “A professora envia matérias via Whatsapp e publica no Facebook. A gente tem que auxiliar a criança a fazer. Alguns conteúdos são difíceis de entender”, diz. Letícia conta que fica disponível para tirar dúvidas por mensagem. Alternativas No final do mês passado, o Conselho Nacional de Educação (CNE) autorizou, em parecer, a oferta de atividades não presenciais em todas as etapas de ensino, da educação infantil até o ensino superior. Pelo parecer, as atividades não presenciais podem ser ofertadas por meios digitais, ou não. Podem ser ministradas, por exemplo, por meio de videoaulas, de conteúdos organizados em plataformas virtuais de ensino e aprendizagem e pelas redes sociais, entre outros. As atividades podem também ser oferecidas por meio de programas de televisão ou rádio; pela adoção de materiais didáticos impressos e distribuídos aos alunos, pais ou responsáveis; e pela orientação de leituras, projetos, pesquisas, atividades e exercícios indicados em materiais didáticos. O CNE diz que é preciso, em cada localidade, observar a realidade das redes de ensino e os limites de acesso dos estabelecimentos de ensino e dos estudantes às diversas tecnologias disponíveis, na hora de definir as estratégias educacionais para o período da pandemia.
#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança. Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy
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#333333;”>#ff0000;”>Ministério da Saúde: Brasil chega a 14.817 mortes por covid-19 e recuperados somam 84.970
#333333;”>Com 15,3 mil novos casos, em um dia, total de infectados chega a 218,2 mil pessoas, na sexta-feira houve o maior número registrado em 24h
#333333;”> O balanço diário do Ministério da Saúde sobre covid-19 registrou 15.305 novos casos confirmados, totalizando 218.223. Foi o maior número registrado em 24 horas desde o início da pandemia no país. O resultado marcou um acréscimo de 7,5% em relação a ontem (14), quando o número de pessoas infectadas estava em 202.918. O Brasil teve 824 novos registros de mortes nas últimas 24 horas e chegou ao total de 14.817. O resultado representou um aumento de 5,3% em relação a ontem, quando foram contabilizados 13.993 falecimentos pela covid-19. A letalidade (número de mortes pela quantidade de casos confirmados) ficou em 6,8% e a mortalidade (número de mortes pela quantidade da população) foi de 7,1. Do total de casos confirmados, 118.436 (54,3%) estão em acompanhamento e 84.970 (38,9%) foram recuperados. Há ainda 2,3 mil mortes em investigação. Este último número subiu em relação a ontem, quando eram 2 mil óbitos sendo analisados. Veja também: Números oficiais do novo coronavírus (covid-19) no Vale do Aço Fonte: Ministério da Saúde São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (4.501). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (2.438), Ceará (1.476), Pernambuco (1.381) e Amazonas (1.145). Além disso, foram registradas mortes no Pará (1.145), Maranhão (496), Bahia (281), Espírito Santo (260), Alagoas (187), Paraíba (170), Minas Gerais (146), Rio Grande do Sul (126), Rio Grande do Norte (122), Paraná (120), Amapá (103), Santa Catarina (79), Goiás (67), Rondônia (62), Piauí (60), Acre (57), Distrito Federal (55), Sergipe (50), Roraima (40), Mato Grosso (26)Tocantins (24) e Mato Grosso do Sul (14). Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (58.378), Ceará (22.490), Rio de Janeiro (19.987), Amazonas (18.392) e Pernambuco (16.209). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pará (12.109), Maranhão (10.739), Bahia (8.128), Espírito Santo (6.198) e Santa Catarina (4.562).
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#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com
#333333;”>#ff0000;”>Romeu Zema afirma que Minas está sem recursos para pagar servidores
#333333;”>Governador explica impactos reais da queda da arrecadação por causa do coronavírus e dificuldade em manter pagamentos em dia
#333333;”> O governador Romeu Zema e secretários de Estado apresentaram, nesta sexta-feira (15/5), durante coletiva de imprensa na Cidade Administrativa, a grave situação financeira de Minas Gerais e seus desdobramentos devido à queda na receita motivada pela crise do coronavírus. Zema ainda pediu compreensão e apoio dos demais Poderes para encontrar soluções que garantam os investimentos necessários na área da Saúde para o enfrentamento à covid-19, além do funcionamento da máquina e a manutenção dos serviços públicos. “Nossas prioridades foram fixadas da seguinte forma: primeiro, recursos para o combate à pandemia, pois nós não vamos brincar com vidas humanas. Depois com o pagamento dos profissionais que estão na linha de frente, da Saúde e da Segurança. E, posteriormente, o pagamento de todos os outros servidores do Poder Executivo”, afirmou o governador. A queda na arrecadação de ICMS, em abril, foi de R$ 1,2 bilhão. A expectativa é de que, em maio, a diminuição da receita seja de R$ 2,2 bilhões, afetando ainda mais o déficit fiscal do Estado. “Esperamos que a ajuda do governo federal chegue ainda este mês, mas vale lembrar que ela representa uma fração da nossa perda e não vai equacionar o nosso problema. Consequentemente, não teremos condição de continuar pagando as obrigações do Estado, mesmo as mais relevantes”, explicou Zema, lembrando que ainda não é possível estipular uma data para pagamento dos salários do restante do funcionalismo público. Romeu Zema também pediu o apoio e união dos demais Poderes estaduais na busca por soluções para a crise fiscal. Na próxima semana, o governador e os representantes dos órgãos legislativo e judiciário se reunirão para encontrar formas de viabilizar os pagamentos. Até o momento, o governo tem cumprido integralmente os repasses constitucionais às prefeituras e o pagamento dos duodécimos aos outros Poderes. “Quero deixar muito claro que o povo mineiro já está pagando a conta há muito tempo. É um esforço gigantesco que estamos fazendo e eu lamento que isso esteja acontecendo, mas foge do alcance do Poder Executivo equacionar isso. Nós só vamos conseguir resolver a situação financeira a médio e longo prazo, com reformas econômicas e estruturais. Quero deixar claro que tenho mantido sempre contato com os representantes dos outros Poderes para que nós possamos construir uma solução em conjunto. Se é funcionário público, na minha opinião, todos têm os seus direitos assegurados. Não podemos ter funcionários públicos de primeira, segunda ou terceira categoria. Ninguém é superior a ninguém. Posso ocupar o cargo que for, mas sou um cidadão como todos os outros e devo olhar pelo bem comum, pelo bem maior, e não só o meu individualmente”, finalizou Zema. Reformas O secretário de Governo Igor Eto afirmou que o Executivo também mantém o diálogo com o Legislativo sobre as reformas e projetos de lei que ainda estão tramitando na Casa. “Precisamos de muito diálogo na Assembleia e é isso que vem sendo construído. Temos de vencer alguns pontos e, fatalmente, o tempo do Executivo e do Legislativo têm que ser o tempo da urgência de Minas Gerais. Obviamente que a pandemia acelera a nossa necessidade de reconstrução e de reformas. E a nossa expectativa é que o quanto antes consigamos chegar a um consenso com a Assembleia e avançar as nossas pautas. É um processo dinâmico de diálogo e construção”, afirmou. Números O secretário de Fazenda Gustavo Barbosa explicou o atual cenário econômico em Minas. “A principal arrecadação do Estado, o ICMS, está declinante, lembrando que ela é a que faz frente às despesas. O Estado não emite moeda, não pode tomar crédito, não tem poupança ou reservas, então todo o dinheiro que ele arrecada repassa para os pagamentos, é devedor sempre. A partir da queda na receita, ela se reflete nos pagamentos. A arrecadação caindo, necessariamente, tem que reduzir as despesas”, afirmou o secretário. Barbosa destacou, ainda, a situação fiscal crítica encontrada pela atual gestão e listou os principais passivos herdados, como o estoque de restos a pagar de R$ 28,2 bilhões, o não repasse de R$ 6 bilhões do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) aos municípios em 2018, o pagamento de R$ 6,2 bilhões referentes aos depósitos judiciais e o não cumprimento dos índices constitucionais, em 2018, da Saúde e Educação, totalizando R$ 2,44 bilhões. O déficit inicial projetado na Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2020 é de R$ 13,3 bilhões, mas, devido à crise do coronavírus, pode chegar a R$ 20 bilhões. “A situação de Minas, que já era crítica antes da crise, se agravou ainda mais em função da queda de arrecadação. Desde 2013 o Estado vem, sistematicamente, trabalhando com a curva orçamentária negativa. Isso mostra que temos um problema estrutural, ou seja, o Estado gasta mais do que arrecada”, analisou Gustavo Barbosa. Barbosa ainda destacou as principais ações realizadas pelo governo para regularizar a situação fiscal que garantiram, por exemplo, que Minas Gerais voltasse à Certidão Negativa de Débitos (CND) junto ao governo federal depois de 14 meses. Entre elas destacam-se o acordo para o pagamento de R$ 7 bilhões aos municípios – referentes aos repasses constitucionais não pagos pela gestão anterior -, o pagamento do 13º salário dos servidores referente à 2018 – também não pago pelo governo passado -, e o pagamento de precatórios entre 2017 e 2019. O secretário-geral Mateus Simões ressaltou que o foco do governo é a vida dos mineiros e que os recursos no caixa do Estado são destinados à Saúde. “Há uma prioridade absoluta em garantir os repasses necessários para o combate à covid-19. O dinheiro no caixa não pode ser sacado sob pena de colocar a vida das pessoas em risco. Ele será utilizado para o custeio da Saúde”, garantiu.
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