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Ministério da Saúde confirma: Brasil tem 881 mortes por covid registradas em 24h e chega a 12,4 mil

Ministério da Saúde confirma: Brasil tem 881 mortes por covid registradas em 24h e chega a 12,4 mil

Ministério da Saúde confirma: Brasil tem 881 mortes por covid registradas em 24h e chega a 12,4 mil

#333333;”>País bate recorde de novos registros de mortes por covid-19 em um dia

#333333;”>O Brasil teve 881 novos registrados de mortes nas últimas 24h e chegou a 12,4 mil. O resultado representou um aumento de 7,6% em relação a ontem, quando foram contabilizados 11.519 falecimentos pela covid-19.
O balanço diário foi divulgado no início da noite de hoje (12) pelo Ministério da Saúde. Já os novos casos confirmados foram 9.258, totalizando 177.589. O resultado marcou um acréscimo de 5,4% em relação a ontem, quando o número de pessoas infectadas estava em 168.331.
Do total de casos confirmados, 92.593 (52,1%) estão em acompanhamento e 72.597 (40,9%) foram recuperados. Há ainda 2.050 mortes em investigação. São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (3.949). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (1.928), Ceará (1.280), Pernambuco (1.157) e Amazonas (1.098). Além disso, foram registradas mortes no Pará (864), Maranhão (423), Bahia (225), Espírito Santo (212), Paraíba (154), Alagoas (150), Minas Gerais (127), Paraná (113), Rio Grande do Sul (111), Rio Grande do Norte (93), Amapá (86), Santa Catarina (73), Goiás (52), Acre (51), Rondônia (50), Piauí (49), Distrito Federal (46), Sergipe (37), Roraima (50), Mato Grosso (19), Tocantins (14) e Mato Grosso do Sul (11).
Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, o secretário-substituto de Vigilância em Saúde, Eduardo Macário, apresentou a nova plataforma de disponibilização de dados sobre a pandemia.
O site continuou disponibilizando dados atualizados diariamente de casos confirmados, mortes e a letalidade (número de falecimentos por pessoas infectadas). As informações são detalhadas por região e por estado. Foram adicionadas novas informações, como o número de recuperados e a mortalidade.
Os recuperados passaram a ser informados diariamente desde a troca no comando do Ministério da Saúde.
Na plataforma, são publicados também dados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), grupo de infecção onde a covid-19 se insere. Contudo, deixaram de ser atualizados diariamente os números totais de hospitalizados por SRAG, hospitalizados com covid-19 e hospitalizados com SRAG em investigação.
Primeiros casos Eduardo Macário informou que há 39 casos identificados no sistema de informação nacional antes do primeiro dia, 26 de fevereiro.
O Ministério da Saúde pediu para que secretarias estaduais façam investigação mais detalhada para analisar como se deram esses casos e transmissão.
“No Sivep gripe temos mais de 100 mil casos nesses primeiros quatro meses.
Queremos entender melhor, [para saber] se trata-se de erros de digitação. Para nos certificarmos que se tratam de casos, precisamos da contribuição das secretarias estaduais e municipais”, disse o secretário. Profissionais de saúde
A secretária de gestão do trabalho do Ministério da Saúde, Mayra Ribeiro, anunciou que a pasta começará um levantamento dos profissionais de saúde contaminados e mortos em razão da covid-19. A equipe do ministério comentou que pretende lançar um boletim epidemiológico com o detalhamento sobre a situação desses profissionais.
Até o momento, há 884 trabalhadores da área registrados no sistema como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 276 hospitalizados. Ela informou que o programa de recrutamento de trabalhadores de saúde Brasil Conta Comigo já cadastrou 931 mil pessoas. Deste total, 431 mil já se dispuseram a atuar em estados e cidades que tenham esta demanda.
O primeiro município a solicitar auxílio foi Manaus, para onde foram enviados 377 profissionais.
Mayra informou que começou a ser disponibilizado para os profissionais um apoio psicológico. Entre os trabalhadores enviados a Manaus, em 6% já foram encontradas situações de ansiedade e depressão.
“Temos que ter cuidado com nossos profissionais para que estejam aptos a enfrentar a pandemia. Eles precisam de mais suporte emocional para continuar atuando”, observou a secretária.
A secretária respondeu a questionamentos sobre o atraso no pagamento das bolsas de residência médica, realizado hoje por entidades que reúnem esses pesquisadores.
Ela informou que atualmente há 22 mil residências.
Ela justificou afirmando que as bolsas são devolvidas quando há inconsistências nos dados bancários.
Nesta situação, o Ministério da Saúde entra em conato com instituição de ensino ou residente. “Como os sistemas de pagamento abrem uma vez, quando recebemos a correção esperamos até que o sistema abra para poder reincluí-los”, respondeu Mayra Ribeiro.

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com

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Bolsonaro anuncia academias, salões de beleza e barbearias como atividades essenciais

Bolsonaro anuncia academias, salões de beleza e barbearias como atividades essenciais

Bolsonaro anuncia academias, salões de beleza e barbearias como atividades essenciais

#333333;”>Ministério da Saúde não foi consultado, pois segundo o ministro, ‘a decisão de atividades essenciais é feita pelo Ministério da Economia’

#333333;”>O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite de segunda-feira (11), que assinou um decreto para incluir academias, salões de beleza e barbearias na lista de serviços essenciais.
A intenção é que estas categorias sejam preservadas em decretos de restrição de circulação de governadores e prefeitos. Na semana passada, o presidente já tinha incluído construção civil e atividades industriais na lista.
“Saúde é vida. Academias, salões de beleza e barbearias foram incluídas em atividades essenciais. Isso aí é higiene, é vida”, disse o presidente, ao retornar para o Palácio da Alvorada nesta segunda-feira.
O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite de segunda-feira (11), que assinou um decreto para incluir academias, salões de beleza e barbearias na lista de serviços essenciais. A intenção é que estas categorias sejam preservadas em decretos de restrição de circulação de governadores e prefeitos.
Na semana passada, o presidente já tinha incluído construção civil e atividades industriais na lista. “Saúde é vida. Academias, salões de beleza e barbearias foram incluídas em atividades essenciais. Isso aí é higiene, é vida”, disse o presidente, ao retornar para o Palácio da Alvorada nesta segunda-feira.
O presidente afirmou que o combate ao coronavírus precisa ocorrer “paralelamente” à questão do emprego. “Vou repetir. Questão da vida do vírus tem que ser tratado paralelamente com o emprego”, disse. O presidente voltou a defender o isolamento vertical (apenas grupos de risco ficariam confinados), o que restringiria a circulação apenas de pessoas em grupos de risco, como idosos e portadores de outras doenças como cardiopatias e diabetes.
Ele negou que os decretos sobre atividades essenciais sejam uma tentativa de burlar as decisões de governadores e prefeitos sobre distanciamento social. “Eu não burlo nada, saúde é vida”, disse o presidente, afirmando ainda que “desemprego mata”.
A decisão do presidente, entretanto, prenuncia uma nova batalha no judiciário, pois governadores e prefeitos têm respaldo em uma decisão do Supremo Tribunal Federal, para adotar as medidas sanitárias que os comitês locais de crise entenderem como necessárias.
Ministério da Saúde não foi consultado O ministro da Saúde, Nelson Teich, comentou durante entrevista na segunda-feira (11), que a decisão do presidente Jair Bolsonaro, em incluir academias de ginástica, salões de beleza e barbearias como serviços considerados essenciais, que não podem ser fechados durante a pandemia de novo coronavírus não passou pelo Ministério da Saúde: “Decidiu isso quando?”, respondeu Teich, quando perguntado sobre o assunto.
“Isso é atribuição do presidente”, concluiu. “A decisão de atividades essenciais é feita pelo Ministério da Economia”, afirmou em coletiva de imprensa. Teich não sabia da decisão do presidente e foi informado pelos jornalistas que o presidente Bolsonaro havia publicado a mudança em uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU). Questionado sobre a necessidade ou não de que a Saúde seja consultada ao expandir o leque de atividades consideradas como essenciais, o ministro Teich disse: “Onde o Ministério da Saúde pode e deve ajudar é no desenho dos fluxos de como devem acontecer. A decisão de ser essencial ou não é da economia.
A gente participa desenhando uma forma de fazer que proteja as pessoas”. Já publicado: Ministério da Saúde atualiza dados da pandemia: Brasil tem 168 mil casos confirmados e 11,5 mil mortes Ida surpresa ao STF Na semana passada, Bolsonaro se reuniu com um grupo de empresários e teve uma reunião marcada de última hora com o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, onde pediu a reabertura do comércio e volta à normalidade no país. A iniciativa teve como motivação uma decisão do STF segundo a qual prefeitos e governadores têm respaldo para adotar medidas sanitárias condizentes com cada localidade, independentemente da decisão federal. Entre as razões citadas pelo presidente estão novamente as medidas restritivas adotadas por governadores e prefeitos.
O ministro, por sua vez, cobrou da União maior coordenação com estados e municípios. Marco Polo de Mello Lopes, diretor da Aço Brasil, representou o grupo empresarial no encontro. Antes da ida a pé até o Supremo, Mello Lopes e outros diretores de indústrias de diversos setores do país estavam reunidos com Bolsonaro no Palácio do Planalto. No apelo, o presidente pediu que o Brasil “voltasse à normalidade” e alertou que se o país mergulhasse em uma possível crise economia “dificilmente sairia dela”. Bolsonaro e Guedes chegaram a falar em “virarmos uma Venezuela” e que, para o presidente, mais valioso do que a vida era a liberdade.
O presidente voltou a apontar que as medidas restritivas de governadores e prefeitos seriam as culpadas por essa situação em que a indústria brasileira se encontra.
As manifestações diretas feitas pelos membros do grupo empresarial destacaram que a má situação da indústria brasileira que, segundo eles, estaria “na UTI” durante a pandemia. Mello Lopes pediu a Toffoli que a “roda” da Economia voltasse à rodar, caso contrário poderia haver a “morte de CPNJs”.
O presidente do Supremo agradeceu à explanação e sugeriu a possibilidade de criação de um comitê de crise, unindo federação e empresariado, que possa coordenar uma saída do isolamento social. Toffoli também cobrou de Bolsonaro uma coordenação maior com os estados e municípios, com que o presidente tem tensionado sua relação desde o início da crise da Covid-19. O líder do Judiciário também ressaltou que o Supremo observou a Constituição em suas decisões.
O presidente afirmou que o combate ao coronavírus precisa ocorrer “paralelamente” à questão do emprego. “Vou repetir. Questão da vida do vírus tem que ser tratado paralelamente com o emprego”, disse.
O presidente voltou a defender o isolamento vertical (apenas grupos de risco ficariam confinados), o que restringiria a circulação apenas de pessoas em grupos de risco, como idosos e portadores de outras doenças como cardiopatias e diabetes. Ele negou que os decretos sobre atividades essenciais sejam uma tentativa de burlar as decisões de governadores e prefeitos sobre distanciamento social. “Eu não burlo nada, saúde é vida”, disse o presidente, afirmando ainda que “desemprego mata”.
A decisão do presidente, entretanto, prenuncia uma nova batalha no judiciário, pois governadores e prefeitos têm respaldo em uma decisão do Supremo Tribunal Federal, para adotar as medidas sanitárias que os comitês locais de crise entenderem como necessárias. Ministério da Saúde não foi consultado O ministro da Saúde, Nelson Teich, comentou durante entrevista na segunda-feira (11), que a decisão do presidente Jair Bolsonaro, em incluir academias de ginástica, salões de beleza e barbearias como serviços considerados essenciais, que não podem ser fechados durante a pandemia de novo coronavírus não passou pelo Ministério da Saúde: “Decidiu isso quando?”, respondeu Teich, quando perguntado sobre o assunto. “Isso é atribuição do presidente”, concluiu. “A decisão de atividades essenciais é feita pelo Ministério da Economia”, afirmou em coletiva de imprensa.
Teich não sabia da decisão do presidente e foi informado pelos jornalistas que o presidente Bolsonaro havia publicado a mudança em uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU). Questionado sobre a necessidade ou não de que a Saúde seja consultada ao expandir o leque de atividades consideradas como essenciais, o ministro Teich disse: “Onde o Ministério da Saúde pode e deve ajudar é no desenho dos fluxos de como devem acontecer. A decisão de ser essencial ou não é da economia. A gente participa desenhando uma forma de fazer que proteja as pessoas”. Já publicado: Ministério da Saúde atualiza dados da pandemia: Brasil tem 168 mil casos confirmados e 11,5 mil mortes Ida surpresa ao STF
Na semana passada, Bolsonaro se reuniu com um grupo de empresários e teve uma reunião marcada de última hora com o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, onde pediu a reabertura do comércio e volta à normalidade no país.
A iniciativa teve como motivação uma decisão do STF segundo a qual prefeitos e governadores têm respaldo para adotar medidas sanitárias condizentes com cada localidade, independentemente da decisão federal. Entre as razões citadas pelo presidente estão novamente as medidas restritivas adotadas por governadores e prefeitos. O ministro, por sua vez, cobrou da União maior coordenação com estados e municípios. Marco Polo de Mello Lopes, diretor da Aço Brasil, representou o grupo empresarial no encontro. Antes da ida a pé até o Supremo, Mello Lopes e outros diretores de indústrias de diversos setores do país estavam reunidos com Bolsonaro no Palácio do Planalto. No apelo, o presidente pediu que o Brasil “voltasse à normalidade” e alertou que se o país mergulhasse em uma possível crise economia “dificilmente sairia dela”. Bolsonaro e Guedes chegaram a falar em “virarmos uma Venezuela” e que, para o presidente, mais valioso do que a vida era a liberdade.
O presidente voltou a apontar que as medidas restritivas de governadores e prefeitos seriam as culpadas por essa situação em que a indústria brasileira se encontra. As manifestações diretas feitas pelos membros do grupo empresarial destacaram que a má situação da indústria brasileira que, segundo eles, estaria “na UTI” durante a pandemia. Mello Lopes pediu a Toffoli que a “roda” da Economia voltasse à rodar, caso contrário poderia haver a “morte de CPNJs”.
O presidente do Supremo agradeceu à explanação e sugeriu a possibilidade de criação de um comitê de crise, unindo federação e empresariado, que possa coordenar uma saída do isolamento social. Toffoli também cobrou de Bolsonaro uma coordenação maior com os estados e municípios, com que o presidente tem tensionado sua relação desde o início da crise da Covid-19. O líder do Judiciário também ressaltou que o Supremo observou a Constituição em suas decisões.

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Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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Sebrae Minas promove capacitação on-line e gratuita

Sebrae Minas promove capacitação on-line e gratuita

Sebrae Minas promove capacitação on-line e gratuita

#333333;”>De 18 a 29 de maio, o Sebrae Minas vai oferecer uma programação 100% on-line e gratuita para Microempreendedores Individuais (MEI).
É a primeira temporada da série Sebrae Responde, que inclui super lives, vídeos, podcasts e coletâneas de conteúdos sobre a abertura e o dia a dia do MEI, em um cenário de desafios trazidos pela pandemia do novo coronavírus. Informações e inscrição podem ser feitas pelo site sebrae.com.br/minasgerais, 0800 570 0800 ou WhatsApp: (31) 9 9822-8208.
O Brasil atingiu, em abril, a marca histórica de 10 milhões de trabalhadores formalizados como MEI. Minas Gerais reúne pouco mais de 10% deste contingente, com cerca de 1,1 milhão de MEI, número que corresponde a quase 60% dos pequenos negócios do estado.
Considerada a maior política pública nacional de formalização, esta categoria empresarial contribuiu para a redução do desemprego e para o aquecimento da economia brasileira na última década.
Durante os dez dias da série Sebrae Responde, especialistas vão oferecer dicas, orientações e ferramentas para o MEI melhorar a gestão financeira do negócio, cumprir obrigações legais, pensar em alternativas para empreender, manter suas atividades ou buscar novas oportunidades no mercado.
Em quatro super lives especiais pelo Youtube, os empreendedores poderão esclarecer dúvidas com influenciadores digitais e especialistas do Sebrae Minas sobre estratégias de marketing e vendas, planejamento financeiro, obtenção de crédito e medidas governamentais de apoio ao MEI.
Além da programação ao vivo, a partir da próxima segunda-feira (18) o Sebrae também vai disponibilizar conteúdos diários e exclusivos como vídeos, podcasts e coletâneas especiais para o MEI. Todos os materiais respondem as principais dúvidas apresentadas por quem busca orientação no Sebrae Minas.
São questões relacionadas à avaliação de uma ideia de negócio, cálculo de custos, relacionamento com clientes, diferenciais competitivos, estratégias de vendas, marketing digital, orientação sobre crédito, entre outras.
Programação Super Live, nos dias 18, 20, 25 e 27/5, de 10h às 11h – Transmissão ao vivo de uma conversa com especialistas sobre legislação, finanças, crédito e vendas. O público pode interagir com os especialistas enviando perguntas. Vídeos “Sebrae Responde” – De 18 a 29/5 (exceto nos dias 22 e 23/5), às 14h30, um especialista do Sebrae responde a uma dúvida de quem já é ou deseja se tornar MEI.
Podcasts – Diariamente (exceto nos dias 22 e 23/5), às 15h30, será divulgado um podcast com especialistas que se aprofundam nas principais dúvidas deste público e exemplificam com casos reais.
Coletânea de conteúdos exclusivos – seleção de ferramentas, e-books, cartilhas e outros materiais para download completam o aprendizado diário. Time de especialistas – todos os dias, em horário comercial, especialistas do Sebrae Minas estarão disponíveis para dar suporte aos microempreendedores. Além do atendimento pelo WhatsApp, há consultorias que podem ser feitas por telefone ou vídeo, com agendamento pelo 0800 570 0800 ou WhatsApp: 31 99822-8208.

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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Crise? Tire o ‘s’ – Crie

Crise? Tire o ‘s’ – Crie

Crise? Tire o ‘s’ – Crie

#333333;”>“Enquanto uns choram, outros vendem lenços” – Nizan Guanaes
Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando
como meio de transporte excelentes livros sobre
Empreendedorismo.
Eles me levaram até o Vale do Silício, nos Estados Unidos, a meca
dos maiores empreendedores do mundo, onde fui recebido por Reid
Hoffman, um dos fundadores da rede social Linkedin, a quem fui
logo pedindo:
Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a
minha vida para melhor.
Se algum dia você for atingido pela crise, não se desespere, apenas
tire o “S” da reta – CRIE!
A crise mata as empresas e os empregos, deprime, desespera e
desmotiva as pessoas.
Na necessidade de sobrevivência, imagine a crise como um prédio
em chamas, dentro do qual a única chance é se mover o mais
rápido possível.
Estruture a sua vida como se você fosse uma pequena empresa de
grande potencial, criada ao redor dos seus recursos mais valiosos,
os seus conhecimentos, suas habilidades, experiências e conexões.
Saiba que você pode ganhar o que quiser na vida, desde que isso
ajude as outras pessoas na conquista do que elas tanto querem
também.
A crise enterrou para sempre a estabilidade e em seu lugar fez
nascer a adaptabilidade.
Não tema o futuro, ao invés disso, antecipe-se e adapte-se a ele o
mais rápido possível.
Aprenda a conviver no meio do caos, da escassez e da
ambiguidade e a correr mais riscos de forma inteligente.
Esqueça o pensamento positivo. O que conta agora é uma atitude
irritantemente positiva.
Pratique a arte do “bufoca (bunda fora da cadeira)”, pois há muito
tempo o sucesso não bate mais à porta.
A vida é 100% relacionamento, interaja sempre e descubra que hoje
mais importante do que o que você conhece é o quem você
conhece para abrir portas.
Diante da incerteza, chute a porta e vá em frente, corra para sua
zona de desconforto.
Prefira ser mais veloz e ágil do que ser perfeito.
Adote a tática militar da ação relâmpago, criada durante a Segunda
Guerra Mundial, quando os exércitos enfrentavam grandes
dificuldades para avançar.
Eles descobriram que isso ocorria por causa do volume e do peso
excessivo da carga que carregavam.
Então passaram a carregar apenas o mínimo necessário para o
ataque, ganhando menos peso e muito mais velocidade para
conquistar territórios inimigos.
Seja minimalista e totalmente digital.
E por fim, nunca tente vender nada, tente sim ajudar as pessoas na
solução dos maiores problemas delas através daquilo que você
mais gosta, sabe e domina, a ponto de elas aceitarem te pagar um
preço justo por isso.
*Palestrante, Consultor e Fundador do Blog do Maluco*

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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NA CRISE SOMOS TODOS ALUNOS

NA CRISE SOMOS TODOS ALUNOS

NA CRISE SOMOS TODOS ALUNOS

#333333;”>Poucos professores e instituições do país estavam preparados para as
mudanças que a pandemia está causando no setor.
Mas, antes mesmo da pandemia, a Educação já vinha passando por uma
série de transformações impulsionadas pela tecnologia.
Olha só como essas mudanças foram acontecendo rapidamente nos
últimos anos:
— O acesso à internet começa a se democratizar e começa a ajudar nas
pesquisas escolares;
— Conteúdo em vídeo (filmes, documentários) começam a ser usados em
salas de aula;
— O acesso à informação avança e começam a ser utilizados portais de
notícias para trabalhos escolares;
— O YouTube começa a ter conteúdos profundos e com viés educacional,
produzidos muitas vezes pelas próprias instituições de ensino;
— O smartphone começa a trazer toda a internet para a palma da mão dos
alunos;
Hoje em tempos de quarentena, a era das lives e da educação online e a
distância (EaD) estão mostrando que instituições e profissionais precisam
se atualizar para acompanhar todas essas mudanças.
Recentemente, António Nóvoa, professor doutor da Universidade de
Lisboa e embaixador de Portugal da UNESCO confirmou que: se existe um
momento em que a formação continuada dos educadores se faz essencial,
este momento é agora. Precisamos discutir e compartilhar uns com os
outros e reconstruir nossas aprendizagens.
Em outras palavras, se antes da pandemia havia alunos e
professores. Hoje, somos todos alunos…
Acreditamos que a crise nos mostrou que o antigo modelo de ensino é um
risco para alunos e professores.
É preciso criar alternativas para os alunos não se prejudicarem e os
educadores continuarem fazendo o que fazem de melhor: ensinar pessoas
a se capacitarem para esta nova realidade.
Agora é o momento para você se reinventar como professor, para levar
até seus alunos a educação de que eles precisam para continuarem
aprendendo.
E você não precisa de nenhuma grande tecnologia de ponta ou de grandes
investimentos para isso.
A StartSe já levou as principais tendências da educação para mais de 10
mil educadores e instituições de ensino em nosso eventos e conferências.
E mais do que nunca, sabemos que essa informação precisa chegar
também a professores e educadores que estão longe dos seus alunos e
precisam encontrar novas formas de ensiná-los a aprender.
Por isso, o curso online Nova Educação reúne o conhecimento dos maiores
nomes e instituições dentro e fora do Brasil para trazer as principais
soluções educacionais da atualidade.
Você terá acesso online e sem sair de casa às tendências e insights de
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totalmente online caso confirme sua inscrição.
Hoje a educação e o papel do professor nunca foram tão importantes.
Atualize-se sem sair de casa não só para se capacitar, mas também para
dar aos seus alunos a melhor educação que eles podem ter.
Um forte abraço,
Equipe StartSe — A Nova Educação para o Novo Mundo

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
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Avianca Holdings entra com pedido de recuperação judicial nos EUA

Avianca Holdings entra com pedido de recuperação judicial nos EUA

Avianca Holdings entra com pedido de recuperação judicial nos EUA

#333333;”>Pedido foi feito para reorganizar e preservar os negócios da empresa colombiana

#333333;”>A empresa aérea colombiana Avianca Holdings entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos. Em nota, a empresa afirmou que os impactos financeiros trazidos pela pandemia do novo coronavírus fizeram a empresa apresentar o pedido no Tribunal de Falências dos Estados Unidos.
Segundo a nota, o pedido foi feito para reorganizar e preservar os negócios da Avianca enquanto a companhia enfrenta os impactos da pandemia de covid-19.
A empresa afirmou que apesar da “eficaz reestruturação da dívida em 2019”, o pedido de recuperação judicial “foi necessário devido ao impacto imprevisível da pandemia de covid-19, que provocou a queda de 90% do tráfego mundial de passageiros e se espera que reduza as receitas da indústria [de aviação] em US$ 324 bilhões em todo o mundo”.
A empresa, segunda maior do setor na América Latina, afirmou que pretende manter suas operações, bem como os mais de 21 mil empregos. O presidente da empresa, Anko van der Werff, afirmou sua intenção de retomar os voos assim que as restrições dos governos para viagens aéreas forem suspensas.
A companhia tem buscado negociar apoio financeiro com o governo da Colômbia, assim como junto a governos de outros mercados chave da Avianca. Esse apoio é considerado importante para a empresa mostrar capacidade financeira e garantir sucesso no plano de recuperação judicial.
O braço brasileiro da Avianca, a Avianca Brasil, entrou com pedido de recuperação judicial no país em dezembro de 2018. Em seguida, a aérea passou a cancelar voos e, devido à falta de pagamento do aluguel das aeronaves, devolveu os aviões às empresas de leasing.
Recuperação Judicial Recuperação judicial é uma forma de empresas em sérias dificuldade financeira evitarem a falência. Elas pedem à justiça um prazo para o pagamento de dívidas, apresentando um plano de reorganização financeira, incluindo neste o reestabelecimento de suas operações no setor correspondente.

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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