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Letreiro disputado no Parque Ipanema

Letreiro disputado no Parque Ipanema

Letreiro disputado no Parque Ipanema

Letreiro disputado no Parque Ipanema

Com o aumento do fluxo de visitantes do Parque Ipanema, para ver a iluminação especial de fim de ano, uma cena inusitada tem sido visto nas proximidades do letreiro “Eu amo Ipatinga”. Uma fila tem se formado para tirar foto no local. As famílias que receberam parente e amigos nesse fim de ano e vão visitar o parque, têm feito questão de registrar a imagem junto ao atrativo. O letreiro foi inaugurado no mês de abril, por ocasião das comemorações dos 55 anos de Ipatinga, celebrados em 29 de abril passado.

Fonte:Diario do Aço

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Copie muito até se tornar original

Copie muito até se tornar original

Copie muito até se tornar original

Copie muito até se tornar original

Mauro Condé

 

“Comece copiando o que você ama. Copie, copie, copie e copie muito. Ao final de muitas
cópias, você encontrará a si mesmo” (Yohji Yamamoto).
Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando como meio de transporte
excelentes livros sobre Criatividade.
Eles me levaram para Austin, Texas, Estados Unidos, onde fui recebido pelo escritor
Austin Kleon, autor do sucesso “Roube como um artista”, a quem fui logo pedindo:
Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a minha vida para
melhor.
Copie as pessoas que você mais admira até se tornar original.
Desenhe uma espécie de árvore genealógica nomeando as pessoas mais inteligentes e
geniais que mais te influenciam na vida, vivas ou mortas, famosas ou anônimas.
Depois, pesquise sobre elas e descubra as pessoas mais geniais e inteligentes que
influenciaram cada uma delas e continue fazendo isso até cerca de cinco gerações atrás.
Você descobrirá desse levantamento uma coisa incrivelmente fantástica:
Nenhuma das pessoas que você mais admira foi totalmente original do zero, todas as suas
melhores ideias partiram de cópias das melhores ideias de outros gênios.
Portanto, copie sem pudor o máximo de ideias que você puder.
Depois, agrupe-as e espalhe-as sobre a sua mesa, misture-as com suas próprias ideias e
pensamentos e transforme-as em algo totalmente novo.
Em seguida, mostre suas novas ideias para o mundo, para que possam roubá-las e copiálas de você, para o mundo melhorar.
Um exemplo curioso de cópia criativa é a música “Feelings”, balada romântica que fez
muito sucesso no Brasil e depois estourou pelo mundo nos anos 70.
Seu autor, Morris Albert (um brasileiro cujo verdadeiro nome é Maurício Alberto), ficou
milionário com tanto sucesso, quase 200 milhões de discos vendidos em toda a carreira.
Só que na década de 80 ele foi justamente condenado pela justiça americana a pagar uma
indenização altíssima por direitos autorais devidos.
Morris Albert foi condenado por ter feito uma cópia rasgada (plágio) de uma canção
francesa desconhecida chamada “Pour Toi”, composta por Lolou Gasté, em 1957.
Lolou Gasté compôs uma obra prima que estava fadada ao fracasso e poderia não ter
recebido um centavo, não fosse a cópia criativo de Morris Albert, um fenômeno de
contaminação viral, numa era em que não existia a internet.
Copie muito, até se transformar em original, sempre respeitando os créditos e os direitos
autorais.
Palestrante, consultor e fundador do Blog do Maluco

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Nova proibição para linhas cortantes já é lei

Nova proibição para linhas cortantes já é lei

Nova proibição para linhas cortantes já é lei

Nova proibição para linhas cortantes já é lei

A lei define linhas cortantes como aquelas produzidas industrialmente para esse fim

Foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais desta segunda-feira (23), a Lei 23.515, de 2019, que amplia a proibição de pipas com linha cortante em áreas públicas e comuns. A matéria tramitou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) como Projeto de Lei (PL) 906/19, de autoria do deputado Mauro Tramonte (Republicanos). O texto revoga a Lei 14.349, de 2002, e cria uma nova, mais abrangente e mais severa com relação às multas. Dessa forma, quem for pego vendendo linhas cortantes terá que pagar multa de 1.000 Ufemgs (Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais), que totalizariam R$ 3.590. O valor pode ser aumentado em até 50 vezes, o equivalente a R$ 179 mil, em casos de reincidência. Se a linha apreendida estiver em poder de criança ou adolescente, seus pais ou responsáveis legais serão notificados pessoalmente da infração. A lei define linhas cortantes como aquelas produzidas industrialmente para esse fim, como a “linha chilena”, em que são usados pó de quartzo e óxido de alumínio; e aquelas às quais se adicionam misturas artesanais, como pó de vidro ou de ferro, que lhe atribuam poder de corte, tais como cerol. Com a publicação da norma, fica proibida no Estado, a comercialização das linhas cortantes e o seu uso em pipas, papagaios e outras destinações.

Fonte:Diario do Aço

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Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Cães começam a treinar com os agentes desde filhotes para aprenderem a obedecer aos comandos; animais ajudam em trabalhos de contenção e nas buscas por ilícitos

Eles não usam algemas, farda ou armas de fogo, mas têm conduta e disciplina exemplares. Em alerta ao primeiro sinal de comando, estão sempre preparados para entrar em ação. Com seus sentidos aguçados, os cães que auxiliam no trabalho de segurança nas unidades prisionais do Estado são os parceiros ideais na busca por materiais ilícitos e na contenção de possíveis agitações ou fugas. A presença dos cães nas equipes de polícias ou agentes de segurança penitenciários é rotineira em todo o mundo. Esses cachorros passam por treinamentos especiais para poderem assumir seus “cargos” em cada uma das corporações, de acordo com a função que irão desempenhar. No Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen MG), da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), os cães são usados em situações de faro, segurança, imobilização e captura. O cão de faro é especialista em localizar materiais ilícitos como drogas, aparelhos celulares ou explosivos que por ventura tenham entrado nas unidades prisionais. Já o cão de captura é usado nas rondas de rotina ou na escolta durante o banho de sol auxiliando em possíveis contenções, impedindo tentativas de fuga e, até mesmo, na busca e captura de foragidos.
Atuando no sistema prisional com cães há mais de 16 anos, o coordenador do canil central do Depen MG, Fábio Hespanha, explica que todos os cães são treináveis, mas para o trabalho na segurança algumas raças são mais aptas do que outras. “As raças que trabalhamos no sistema prisional em Minas são, em sua maioria, pastor alemão, pastor belga malinois e rottweiler. Tanto os machos quanto as fêmeas são treinados, respeitando sempre o porte e a aptidão maior de cada raça”, detalha. Para o trabalho de faro são usados os pastores alemães e belgas malinois por serem raças consideradas sociáveis, com a força e a resistência adequadas às atividades. Já os rottweilers são usados no combate à subversão da ordem, revistas e tentativas de fuga, considerando o efeito psicológico, imposto pelo porte físico e pela força característicos da raça. Atualmente, a maioria dos cães que trabalham no sistema prisional são crias dos canis das unidades e começam os treinamentos ainda filhotes, com mais ou menos dois meses de idade. No início, eles aprendem obediência de comandos básicos e socialização com os agentes. Conforme vão crescendo recebem treinamentos específicos para as funções que vão desempenhar. Segundo Hespanha, o treinamento é uma espécie de brincadeira, um desafio, em que são despertadas e fortalecidas suas habilidades. “Nós buscamos estimular, sempre por meios de brincadeiras, a coragem, a atenção, o interesse, a obediência e o preparo físico. Eles se divertem durante o treinamento. Assim, conquistamos a sua lealdade e despertamos as melhores características que cada cão tem em sua genética”, diz. Hespanha explica também que o olfato desses animais é delicado e muito apurado. Eles conseguem facilmente discernir um odor específico, mesmo quando existe mais de um cheiro ao seu redor. Drogas, explosivos e equipamentos telefônicos (celulares, carregadores, chips, etc.) são os principais alvos de busca dos “cães agentes” nas penitenciárias. Para executar bem essa função, durante o treinamento os cães farejadores são expostos a odores típicos de substâncias ou materiais que irão buscar. Esses elementos são escondidos em diversos objetos para treinar seus faros. Com o passar do tempo, o cão consegue captar o cheiro da droga mesmo se ela estiver misturada a outros componentes com cheiros distintos na intenção de disfarçar o odor do material ilícito. “Esse treinamento auxilia muito nas buscas dentro de celas já que há uma mistura de cheiros nesses ambientes, como de alimentos e produtos de higiene pessoal, por exemplo”, diz. Rotina dos “cães agentes”
Atualmente, cerca de 300 cães atuam em mais de 60 unidades prisionais do Estado. Os 360 agentes que lidam diretamente com esses cachorros passam por treinamentos elaborados pelo Grupo de Operações com Cães (GOC) do canil central do Depen, localizado no Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O Depen está padronizando os treinamentos e, por meio da Superintendência Educacional de Segurança Pública, foi oferecido o “Curso de Operações com Cães em Ambientes Carcerários em Mina Gerais”. O objetivo é capacitar os agentes penitenciários para que sejam capazes de identificar e atuar com destreza e segurança com os cães. No curso, além de aprenderem a treinar e a atuar com os cães, os agentes são orientados a usar os cachorros somente em casos previstos pela lei e observando os direitos humanos e o uso diferenciado da força. A perspectiva é que em 2020 todos os agentes que atuam nos canis passem pelos treinamentos. Na rotina dos canis alguns cuidados simples são indispensáveis, como estabelecer períodos de descanso durante os treinos, alimentação balanceada, disponibilizar água fresca, garantir a manutenção da limpeza dos boxes onde os cães ficam para evitar qualquer contaminação, além de prezar pelos exames rotineiros para monitorar e cuidar da saúde dos animais. Assim como acontece em outros canis de unidades prisionais do Estado, os cães do canil central são doadores regulares de sangue para um hospital veterinário. “A cada quatro meses nossos parceiros caninos vão cumprir com o dever de cidadãos e auxiliam outros cães que precisem de sangue saudável”, conta Hespanha. Ajuda canina A cadela Chiara, de um ano e oito meses, é cria do canil central e filha de pais que também já eram da unidade. Na sua primeira operação de busca nas celas do Presídio Antônio Dutra Ladeira, ela encontrou cinco celulares e três carregadores que estavam escondidos em um buraco coberto por uma massa no chão de uma das celas. Os agentes que acompanharam a revista com a cadela contaram que quando ela sinalizou o local, eles duvidaram que fosse possível ter algo ali. “Ela parou no local e ficou mostrando que havia algo, mas o chão estava tão alinhado que pensamos que ela estivesse enganada. Depois de mais uma circulada, ela voltou ao mesmo local e sinalizou novamente. Aí, checamos e descobrimos o buraco com o material ilícito”, contou o agente e adestrador do canil, Ivo Martins. Além da atuação dentro das unidades prisionais, muitas vezes os cães são cedidos para atuar de forma integrada em operações com outras instituições como as polícias Militar, Civil, Rodoviária, Federal e a Guarda Municipal de alguns municípios. No início do ano, o caso do sumiço de um idoso em Campanha, no Sul do estado, foi solucionado com o auxílio da experiente cadela Nina, uma pastor belga mailiois, do GOC da Penitenciária de Três Corações. O senhor, de 69 anos, que sofre de mal de Alzheimer, estava desaparecido por três dias quando foi encontrado pelos cães. Para auxiliar nas buscas foram utilizados uma peça de roupa e um chapéu do idoso para facilitar no reconhecimento do cheiro. O senhor foi encontrado em uma região de matagal a cerca de 4 quilômetros de distância do asilo onde ficava. De acordo com a equipe que atuou nas buscas, o trabalho dos cães farejadores foi imprescindível na indicação dos rastros que levaram até o desaparecido. Aposentadoria Assim como para os humanos, chega um momento na vida dos cães que é hora de encerrar as atividades e ter o merecido descanso. A aposentadoria dos “cães agentes” acontece quando eles completam oito anos de trabalho ou dez anos de idade. Na época do desligamento, os cães são disponibilizados para adoção. Primeiramente, eles ficam disponíveis para os agentes com quem trabalharam diretamente. Caso eles não tenham interesse, o processo é aberto para servidores de outras unidades e, por fim, para a sociedade civil. Hespanha conta que geralmente os próprios adestradores ficam com os cães. “A gente constrói uma relação de confiança, cumplicidade e amizade com eles que é difícil não querer mantê-los por perto”.

Fonte:Diario do Aço

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Departamento Penitenciário entrega 1,8 mil brinquedos produzidos por detentos para serem doados a crianças

Departamento Penitenciário entrega 1,8 mil brinquedos produzidos por detentos para serem doados a crianças

Departamento Penitenciário entrega 1,8 mil brinquedos produzidos por detentos para serem doados a crianças

Departamento Penitenciário entrega 1,8 mil brinquedos produzidos por detentos para serem doados a crianças

Servas vai distribuir a doação a instituições que atendem meninos e meninas em situação de vulnerabilidade social

Carrinhos, berços para bonecas, caminhões, trens e jogos para desenvolver o raciocínio e a capacidade de identificar cores e formas são o presente de Natal de 11 presos para crianças em situação de vulnerabilidade social em Minas Gerais. Cerca de 1,8 mil brinquedos pedagógicos, todos produzidos em madeira, foram entregues ao Serviço Social Autônomo (Servas) pelas mãos de detentos que trabalham no Projeto Fábrica da Alegria ?? uma marcenaria instalada no Complexo Penitenciário Nelson Hungria (CPNH), em Contagem. As peças, feitas em uma das três marcenarias em funcionamento na Nelson Hungria, serão doadas pelo Servas para instituições cadastradas que dão suporte a crianças. A produção de brinquedos para doações é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen MG). O diretor de atendimento e ressocialização do complexo, Ury Ribeiro, relata que toda a equipe de servidores da unidade se sente feliz com a entrega, tanto pelas crianças quanto pelos detentos. “Os brinquedos são feitos com muito carinho, e têm um enorme valor agregado, pois nascem a partir de madeiras que seriam descartadas”, explica. As peças criadas e fabricadas por presos da Nelson Hungria também podem ser encontradas na brinquedoteca do Hospital da Baleia, na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente e na Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher, dentre outras instituições que já receberam as doações do Depen. Em setembro deste ano, os brinquedos chegaram às mãos de crianças de três municípios do Norte de Minas: São João das Missões, Bonito de Minas e Juvenília. O projeto Fábrica da Alegria começou na Penitenciária José Edson Cavalieri, em Juiz de Fora, por iniciativa do Tribunal de Justiça, e em seguida foi implantado no Complexo Nelson Hungria. Assistência social Para a presidente do Servas, Alexia Paiva Brant, a doação dos brinquedos fabricados dentro do sistema prisional tem dupla importância. “Os detentos têm a oportunidade de aprender um ofício, além de a atividade permitir a redução da pena. É muito importante para o Servas conseguirmos atender aos inúmeros pedidos de peças lúdicas para as crianças carentes. Principalmente nesta época de Natal, em que muitos esperam por um mimo, por menor e mais singelo que seja”, enfatiza. O Servas atua em parceria com o poder público, o setor privado e a sociedade civil para desenvolver projetos e ações que complementam as políticas públicas de desenvolvimento social. Ele atua na captação e distribuição de doações, prestação de serviços sociais e assistenciais para promover a saúde, amparo a idosos, crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, pessoas em situação de rua e no combate à fome. Apoio O Instituto Ação pela Paz fez uma doação de R$ 50 mil em insumos e ferramentas para a continuação da produção dos brinquedos. Nesta verba, estão inclusos também material para a ampliação do galpão onde os brinquedos são fabricados.

Fonte:Diario do Aço

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Entre a imaginação e o realismo

Entre a imaginação e o realismo

Entre a imaginação e o realismo

Entre a imaginação e o realismo

Seleção de filmes da Mostra Aurora tem oito produções de pura invenção

A Mostra Aurora – seção da Mostra de Cinema de Tiradentes dedicada a filmes de diretores com até três longas-metragens no currículo – é um dos destaques que, em 2020, exibirá oito títulos de cinco estados que terão pré-estreia na 23ª do evento. Os filmes selecionados abordam a temática do evento, “A imaginação como potência”, e serão avaliados pelo Júri da Crítica, formado por pesquisadores, críticos e professores. O ganhador da Aurora leva o Troféu Barroco e prêmios oferecidos por parceiros da Mostra. Jackson Romanelli/Universo Produção A promogramação em Tiradentes é totalmente gratuita para o público “A temática de Tiradentes em 2020, mesmo bastante ampla, abre vetores muito específicos da imaginação pública e política. Ela nos permite olhar para o que a arte propõe enquanto reinvenção do real e do mundo”, diz Lila Foster, uma das curadoras. “São vetores de uma perspectiva poética sobre como lidar com a invenção cinematográfica e com o que ela formula. Não só sobre o mundo como ele é, mas também através de outras percepções do que poderia ser, deixando de lado a ‘fidelidade’ a um suposto realismo para ir ao encontro das possibilidades de imaginação”, afirma Lila. Os filmes escolhidos para a Mostra Aurora 2020 são: “Cabeça de Nêgo” (CE), de Déo Cardoso; “Cadê Edson?” (DF), de Dácia Ibiapina; “Mascarados” (GO), de Marcela Borela e Henrique Borela; “Pão e Gente” (SP), de Renan Rovida; “Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu” (SP), de Bruno Risas; “Canto dos Ossos” (CE), de Jorge Polo e Petrus de Bairros; “Natureza Morta” (MG), de Clarissa Ramalho; e “Sequizágua” (MG), de Maurício Rezende. Para o também curador Francis Vogner, os longas-metragens selecionados se aproximam “na cosmopoética de outros tipos de abordagem de elementos identificáveis como pertencentes a um suposto realismo”. Nenhum deles, portanto, usa o real como camisa de força, e sim, como ponto de partida para a proposição de reconfigurações. Um time de professores, críticos e pesquisadores integra o Júri da Crítica que irá escolher não só o melhor filme da Mostra Aurora da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, como também da Mostra Foco (seleção de curtas) e o destaque feminino dentre os filmes das duas mostras competitivas. Entre eles estão Bernardo Oliveira (RJ); Cíntia Guedes (RJ); Cláudia Mesquita (MG); Luís Soares Júnior (PB) e Patrícia Machado (RJ). A Mostra de Cinema de Tiradentes será realizada de 24 de janeiro a 1º de fevereiro de 2020, com base nas leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura. A programação é gratuita para o público e vai ocorrer no Centro Cultural Sesiminas Yves Alves, Largo das Fôrras e Largo da Rodoviária.

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