Rep.Comercial: Eng° Moysés | (31) 3827-2297 | (31) 98428-0590 valeonbrasil@gmail.com
Professor do Cefet de Timóteo mapeia leitos disponíveis e casos de covid-19

Professor do Cefet de Timóteo mapeia leitos disponíveis e casos de covid-19

Professor do Cefet de Timóteo mapeia leitos disponíveis e casos de covid-19

#333333;”>Conforme o professor, o primeiro mapa teve inspiração em um levantamento similar desenvolvido pelo campus do Instituto Federal de Minas Gerais de Ouro Preto

#333333;”>Com o objetivo de contribuir para maior conscientização da necessidade de se manter as medidas de distanciamento social, o professor do campus Timóteo do Cefet-MG, doutor em geografia, Romerito Valeriano, mapeou a disponibilidade de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nas microrregiões de Minas Gerais e a incidência dos casos confirmados de covid-19 na Região Metropolitana do Vale do Aço.
Conforme o professor, o primeiro mapa teve inspiração em um levantamento similar desenvolvido pelo campus do Instituto Federal de Minas Gerais de Ouro Preto. “No entanto, optei em trabalhar com microrregiões e não com os limites dos municípios, porque os leitos de UTI de um município não atendem apenas a população dele, e devem estar disponíveis para também atender a população vizinha.
Para criar esse mapa, utilizei as informações do banco de dados do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou. Já no segundo mapa desenvolvido é exibida a distribuição espacial dos casos confirmados de covid-19 no Colar Metropolitano do Vale do Aço. “Nesse mapa mostra a incidência de casos, ou seja, é dividido a quantidade de casos de coronavírus pela quantidade populacional do município.
Essa é uma forma de saber a real situação da doença nas localidades e também para saber aonde que o vírus está se deslocando ao longo do tempo. Já no próximo mês, serão criados mapas com dados mais recentes da doença e dos leitos disponíveis”, citou Romerito. Contribuições O professor Romerito também relatou que esse projeto teve início em março deste ano e é desenvolvido apenas por ele, por enquanto. “Durante a pandemia, a criação desse projeto foi uma forma encontrada para fazer a diferença, mesmo com as aulas suspensas por tempo indeterminado.
Acredito que esses mapas serão muito úteis para acompanhar a evolução dos casos de covid-19 e a disponibilidade de leitos. Além disso, contribuirão para a tomada de decisões por partes dos governantes e para o desenvolvimento de outras pesquisas de combate ao coronavírus”, concluiu.
Os dados estão disponíveis à consulta pública no site www.timoteo.cefetmg.br. Dados Até essa segunda-feira (18), somente as quatro cidades da Região Metropolitana do Vale do Aço registravam 83 casos confirmados de covid-19 (Ipatinga 45, Timóteo 16, Coronel Fabriciano 10 e Santana do Paraíso 12).

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com

#333333;”> 

#ffffff;”>Notícias

Loading

Compartilhe com sua rede!
Tabagismo e coronavírus são combinação catastrófica, diz fundação

Tabagismo e coronavírus são combinação catastrófica, diz fundação

Tabagismo e coronavírus são combinação catastrófica, diz fundação

#333333;”>Covid-19 tem evolução mais grave e maior letalidade entre fumantes

#333333;”>O diretor executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni, disse que como o tabagismo é fator de risco para infecções respiratórias, doenças vasculares, cardiovasculares e pulmonares, e o novo coronavírus tem aí sua principal porta de entrada, a “combinação é catastrófica”.
Análise publicada na China, dos primeiros casos de covid-19, comparando grupos de fumantes e não fumantes, mostrou que a doença teve evolução mais grave e maior índice de letalidade no grupo de fumantes. “Alguns artigos mostraram 1,5 vez mais, outros 2,4 vezes mais.
Ou seja, você mais do que duplica a chance de a doença se agravar e duplica os óbitos em relação ao grupo que não fuma”. Disseminação Maltoni chamou a atenção para o fato de o vírus se disseminar com facilidade, principalmente por contaminação pelo perdigoto (gotículas contaminadas de saliva).
Outro agravante em relação ao tabagismo é o uso de narguilé (espécie de cachimbo de água de origem oriental, utilizado para fumar tabaco aromatizado e, ocasionalmente, maconha ou ópio) no mundo. “É um mecanismo de disseminação do vírus muito alto, a ponto de países como o Irã proibirem seu uso em bares e ruas pela possibilidade de propagação, porque passa de boca em boca.
Também é uma associação muito perigosa”. Segundo Maltoni, há uma relação muito forte do tabagismo com o agravamento das condições dos pacientes que se infectam pelo novo coronavírus, com aumento maior da letalidade. O mesmo ocorre em relação aos cigarros eletrônicos (também chamados de vape, são dispositivos eletrônicos para fumar alimentados por bateria de lítio). “São outra forma de você dispersar nicotina e outros produtos para o organismo humano”.
Embora a indústria do tabaco defenda que é instrumento para a pessoa parar de fumar, o diretor executivo da Fundação do Câncer afirmou que esse tipo de cigarro tem em sua constituição substâncias tóxicas, incluindo a nicotina que é oferecida no formato líquido e forma um aerossol. “Essa inalação do volume de nicotina atinge a corrente sanguínea até mais rápido do que o cigarro convencional”. Maltoni destacou que a nicotina é o principal causador da dependência, com todos os efeitos de agressão ao organismo, como a alteração da imunidade celular em nível pulmonar, alteração do DNA da célula pulmonar, predispondo à transformação das células em câncer, em tumores. Isso também está presente no cigarro eletrônico.

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com

#333333;”> 

#ffffff;”>Notícias

Loading

Compartilhe com sua rede!
O caminho do guerreiro

O caminho do guerreiro

O caminho do guerreiro

#333333;”>“Jamais tome uma decisão que não valha a pena depois de
passada a emoção” – Stephen Covey
Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando
como meio de transporte um excelente livro sobre Artes Marciais.
Ele me levou para o Japão, no ano de 1645, onde fui recebido por
Musashi, o maior de todos os Samurais, que escreveu o clássico
“Os Cinco Anéis” que juntou a estratégia militar com a arte da
carpintaria para criar o que hoje conhecemos como planejamento, a
quem fui logo pedindo:
Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a
minha vida para melhor.
Aprenda a trilhar o caminho do guerreiro.
Espelhe-se na bela arte da carpintaria para moldar a sua trajetória
de vida.
O carpinteiro é o grande mestre do planejamento.
Quem planeja, não encontra limites e encontra a melhor forma de
transformar suas dificuldades e obstáculos em oportunidades para a
realização de seus objetivos.
A maravilha da carpintaria é ver uma peça bruta de madeira como
uma obra de arte acabada, antes mesmo da obra nascer e depois
traçar todos os planos e cálculos para executar essa transformação.
Para viver o poder da vida, cumpra sua missão, inspirando-se no
rigor e na beleza do trabalho do carpinteiro para transcender suas
limitações.
Seja um ás na percepção do imperceptível.
Treine e pratique até adquirir o dom de se transformar de linha em
agulha, de discípulo em mestre e ter á capacidade de tomar
decisões difíceis de forma acertada e rápida.
Torne-se o inimigo, coloque-se no lugar dele, pense, aja e respire
como se você fosse o inimigo em pessoa para saber como ele
pensa e depois transforme-o em seu melhor amigo.
Nunca dê um passo em falso. Simule os próximos passos de seus
oponentes e esforce-se para estar lá antes deles.
Mude constantemente a montanha para o mar, altere seus cenários
para que seus adversários não descubram seus padrões e não te
percebam previsível.
Desenvolva um corpo de pedra e uma mente de gênio, nunca vá
para uma guerra sem estar muito bem preparado física e
mentalmente.
A estratégia com disciplina militar é o ofício do guerreiro talhado
como na arte do carpinteiro.
O líder aponta o alvo e mapeia o caminho até ele.
Afinal, os que dominam o caminho do guerreiro, tornam-se
reconhecidos como os mestres da vida.
Dedico essa coluna ao maior gênio da carpintaria e mestre da vida
que conheci, meu querido e saudoso pai.
*Palestrante, Consultor e Fundador do Blog do Maluco

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com

#333333;”> 

#ffffff;”>Notícias

Loading

Compartilhe com sua rede!
A amnésia nacional sobre a escravidão

A amnésia nacional sobre a escravidão

A amnésia nacional sobre a escravidão

#333333;”>Marcelo Campos Neto *

#333333;”>No dia 13 de maio completou 132 anos que a princesa Isabel assinou a lei que aboliu a escravidão após mais de três séculos de trabalho forçado no Brasil.
Entretanto, a data passou em brancas nuvens, sem alarde. Na prática, o Brasil foi o último país do Ocidente a abolir a escravidão.
Sancionada pela princesa Isabel no dia 13 de maio de 1888, a lei saiu muito curta, muito pequena, muito conservadora, como muito bem pontou a historiadora Lilia Moritz Schwarcz em uma brilhante entrevista publicada pela BBC Brasil.
A linha do tempo mostra que o Brasil foi o último país do Ocidente a abolir a escravidão, uma barbaridade perpetrada para sustentar a economia do Brasil Colônia e depois, na independência. Do total de seres humanos arrancados violentamente de sua terra natal, a África, entre 38% e 44% foram trazidos para o Brasil e distribuídos por todos os estados.
Mas a abolição não foi uma “benesse” da princesa Isabel.
Ela foi resultado de um processo de luta da sociedade brasileira em que setores da classe média mais esclarecida e de profissionais liberais aderiram à causa abolicionista.
Paralelo a isso, os escravizados, os negros, os libertos, pressionaram muito. Promoveram insurreições que foram desde rebeliões coletivas, rebeliões individuais, suicídios e envenenamentos. Isso mesmo. Muitos preferiam morrer a viver a escravidão. Mas Lilia Schwarcz afirma que a amnésia a respeito da escravidão no Brasil foi um processo construído e muito bem pensado.
Passado um ano e meio depois da abolição caiu o Império e o regime que passou a existir tratou de inserir no Hino da República uma estrofe emblemática: “Nós nem cremos que escravos outrora tenha havido em tão nobre país”. Ou seja, um ano e meio depois os republicanos afirmavam não acreditar mais que tivesse havido escravidão.
Com isso foi camuflada, ao longo dos anos, a dimensão da chacina que representou o regime escravocrata. O momento pós-emancipação não teve nenhuma preocupação com inclusão da população de ex-escravos que, de hora para outra, se viu livre, mas sem emprego, sem ter onde morar e até mesmo sem raízes para a volta aos antepassados na África. De hora para outra havia uma população sem acesso à educação, saúde, habitação e com todos os problemas estruturais possíveis e que nunca foram solucionados, mas, empurrados com a barriga. Mas agora cabe uma indagação: Ao longo dos 132 anos seguintes à abolição o que foi feito? Muito pouco.
Os afrodescendentes permaneceram jogados à própria sorte e vítimas de um racismo estrutural, que nunca foi abolido.

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com

#333333;”> 

#ffffff;”>Notícias

Loading

Compartilhe com sua rede!
Ministério da Saúde: Brasil tem mais de 16 mil mortes por covid-19

Ministério da Saúde: Brasil tem mais de 16 mil mortes por covid-19

Ministério da Saúde: Brasil tem mais de 16 mil mortes por covid-19

#333333;”>Número de recuperados chegou a 94.122, o que representa 39% do total de infectados

#333333;”>O Brasil registrou 485 novas mortes pelo novo coronavírus (covid-19) nas últimas 24 horas, totalizando 16.118. Até sábado (16), eram 15.633 mortes notificadas.
A letalidade (número de mortes pela quantidade de casos confirmados) da doença no país está em 6,7%, a mesma do dia 16/5. O país teve 7.938 novos casos confirmados e chegou ao total de 241.080. Até o sábado, eram 233.142 infectados.
O número de recuperados, de acordo com o boletim diário do Ministério da Saúde, chegou a 94.122, 39% do total de infectados.
Outros 130.840 casos (54,3%) estão em acompanhamento. Há ainda 2.450 mortes em investigação. São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (4.782).
O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (2.715), Ceará (1.641), Pernambuco (1.516) e Amazonas (1.413).Foram registradas mortes no Pará (1.239), Maranhão (549), na Bahia (295), no Espírito Santo (285), em Alagoas (210), na Paraíba (194), em Minas Gerais (156), no Rio Grande do Norte (139), Rio Grande do Sul (142), Paraná (124), Amapá (119), Santa Catarina (83), Sergipe (77)Rondônia (74), Piauí (72), Goiás (70), Acre (60), Distrito Federal (59), Roraima (51), Mato Grosso (27), no Tocantins (31) e Mato Grosso do Sul (15). São Paulo tem o maior número de casos confirmados (62.345), seguido de Ceará (24.255), Rio de Janeiro (22.238), Amazonas (20.328), Pernambuco (19.452), Pará (13.864), Maranhão (12.492), Bahia (8.443), Espírito Santo (6.744) e Santa Catarina (4.776).

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com

#333333;”> 

#ffffff;”>Notícias

Loading

Compartilhe com sua rede!
Brasil tem 4,8 milhões de crianças e adolescentes sem internet em casa

Brasil tem 4,8 milhões de crianças e adolescentes sem internet em casa

Brasil tem 4,8 milhões de crianças e adolescentes sem internet em casa

#333333;”>Pandemia evidencia desigualdades para acessar rede, diz especialista

#333333;”>No Brasil, 4,8 milhões de crianças e adolescentes, na faixa de 9 a 17 anos, não têm acesso à internet em casa. Eles correspondem a 17% de todos os brasileiros nessa faixa etária.
Os dados, divulgados na semana passada semana pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), fazem parte da pesquisa TIC Kids Online 2019, que será lançada na íntegra em junho.
O levantamento é feito pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).
Os dados foram solicitados pelo Unicef para medir, em meio à pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19, quantas crianças e adolescentes estão sem acesso a aulas online e a outros conteúdos da internet que garantam a continuidade do aprendizado. “A gente está em um momento de crise, uma crise aguda em função da pandemia, que vai ter impacto na vida das crianças e adolescentes, como um todo. Do ponto de vista da educação, a gente está com uma questão séria: o que é preciso fazer para que essas crianças e adolescentes tenham acesso a algum tipo de aprendizagem”, diz o chefe de Educação do Unicef, Ítalo Dutra.
Segundo Dutra, a pandemia evidencia desigualdades que já são enfrentadas no cotidiano em todo o país. Há escolas que têm infraestrutura adequada e de qualidade, e outras que não, o que já impacta o aprendizado das crianças.
“Com a pandemia, com as escolas fechadas, temos, obviamente, uma situação que é ainda mais aguda. Vemos com preocupação a situação em que nos encontramos e, principalmente, entendemos a necessidade de olhar para uma maneira de garantir o acesso de crianças, adolescentes e suas famílias à internet.
#333333;”>” É parte da garantia de direitos de crianças e adolescentes, afirmou. Desigualdade A pesquisa mostra que, entre aqueles que não têm acesso à internet em casa, alguns conseguem acessar a rede em outros locais, como escolas, telecentros ou outros espaços. Isso antes da adoção de medidas de isolamento social no país. As informações foram coletadas entre outubro de 2019 e março de 2020.
Aqueles que não acessam a internet de nenhuma forma, no entanto, chegam a 11% da população nessa faixa etária. A exclusão é maior entre crianças e adolescentes que vivem em áreas rurais, onde a porcentagem daqueles que não acessam a rede chega a 25%. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual é 21% e, entre os domicílios das classes D e E, 20%.
Em ter os gerais, o acesso cresceu em relação ao último levantamento, de 2018, quando 14% das crianças e adolescentes não navegavam pela rede. As desigualdades regionais e de renda, no entanto, permanecem, diz o coordenador de Projetos de Pesquisas do Cetic.br, Fábio Senne. “Os não usuários estão mais presentes nas regiões Norte e Nordeste e têm vulnerabilidade socioeconômica maior. Essas dimensões permanecem nas pesquisas, nos últimos anos, apesar do aumento constante de usuários.” Mesmo entre aqueles que têm acesso à internet e contam com a rede em casa, a qualidade da conexão não é a mesma. “A gente nota que, mesmo entre os que têm acesso, há diferença em relação à posse de um pacote de dados 3G ou acesso a wi-fi, o que limita o tipo de conteúdo que pode ser acessado”, diz Senne, que acrescenta: “Há variações do ponto de vista da estrutura por regiões, principalmente na região Norte e em áreas rurais, onde é mais difícil, mesmo que se tenha acesso à internet, acessar conteúdos de streaming, que demandam muita quantidade de banda.” Difculdades Junto com os colegas, a professora do 2º ano do ensino fundamental Neila Marinho, que leciona em uma escola particular da cidade do Rio de Janeiro, fez um treinamento para ministrar aulas online e passou a oferecer aos alunos atividades por meio de uma plataforma digital.
Mesmo com todo o preparo, nem tudo sai como o esperado e a conexão, às vezes é uma barreira. Um dos estudantes, por exemplo, está em um local que tem baixa qualidade da internet. “Quando ele entra na sala, a gente tem muita dificuldade para ouvi-lo. Ele fala, e as falas picotam, [a internet] cai e não consegue voltar. Preciso enviar as atividades por mensagem para os avós”, conta Neila. Sem wi-fi em casa, a trabalhadora autônoma Letícia Gomes, moradora do Complexo do Alemão, no Rio, divide com o filho, Marcos, que está no 3º ano do ensino fundamental, o pacote de dados do próprio celular.
“Ter um computador ia ser muito melhor, principalmente por conta da leitura. Ler no celular é muito ruim”, diz. Cumprindo as regras de isolamento social e ficando em casa, Letícia reserva um momento do dia para fazer as tarefas com o filho. “A professora envia matérias via Whatsapp e publica no Facebook. A gente tem que auxiliar a criança a fazer. Alguns conteúdos são difíceis de entender”, diz. Letícia conta que fica disponível para tirar dúvidas por mensagem.
Alternativas No final do mês passado, o Conselho Nacional de Educação (CNE) autorizou, em parecer, a oferta de atividades não presenciais em todas as etapas de ensino, da educação infantil até o ensino superior. Pelo parecer, as atividades não presenciais podem ser ofertadas por meios digitais, ou não. Podem ser ministradas, por exemplo, por meio de videoaulas, de conteúdos organizados em plataformas virtuais de ensino e aprendizagem e pelas redes sociais, entre outros.
As atividades podem também ser oferecidas por meio de programas de televisão ou rádio; pela adoção de materiais didáticos impressos e distribuídos aos alunos, pais ou responsáveis; e pela orientação de leituras, projetos, pesquisas, atividades e exercícios indicados em materiais didáticos.
O CNE diz que é preciso, em cada localidade, observar a realidade das redes de ensino e os limites de acesso dos estabelecimentos de ensino e dos estudantes às diversas tecnologias disponíveis, na hora de definir as estratégias educacionais para o período da pandemia.

#333333;”> “O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança.
Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

#333333;”> VALEON É TOP – A SUA PLATAFORMNA ONLINE DE DIVULGAÇÃO Site: https://valedoacoonline.com.br/ ou App Android Valeon Entre em contato conosco: Fones: (31) 3827-2297 / (31) 98428-0590 / (31) 99265-6391 OU valeonbrasil@gmail.com

#333333;”> 

Loading

Compartilhe com sua rede!
Verified by MonsterInsights