Lista de espera do Sisu será publicada na segunda-feira
Segunda chamada ofertará vagas que ainda não foram ocupadas
#333333;”>Estudantes que fizeram a inscrição nas listas de espera de instituições de nível superior que usam o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) poderão conferir na próxima segunda-feira (10) a ordem de chamada para matrícula que será publicada pelo Ministério da Educação. #333333;”> A lista de espera é um mecanismo para alocar estudantes em vagas que não foram ocupadas durante a primeira chamada. #333333;”>A escolha de duas opções de curso assinaladas durante o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), continua valendo. #333333;”>Para o primeiro semestre de 2020 valerão as notas do Enem 2019. Os resultados das provas, que foram aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro serão divulgados em janeiro na Página do Participante e no aplicativo do Enem. Para acessar, é preciso informar CPF e senha. Ao todo, 3,9 milhões de candidatos participaram de pelo menos um dia de prova do Enem. #333333;”>O Sisu oferece vagas em instituições públicas de ensino superior. A seleção é feita com base no desempenho no Enem. Para participar é preciso ter obtido nota acima de zero na redação do exame.
Brasileiros resgatados na China cumprem quarentena
Desembarque foi na manhã de domingo (9) e todos estão bem de saúde, informa o governo brasileiro
#333333;”>Os 34 brasileiros resgatados na China – são 31 repatriados e três diplomatas – chegaram à Base Aérea de Anápolis, em Goiás, na manhã deste domingo (9). #333333;”>Eles vieram em dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) enviados ao país asiático na última quarta-feira (5). As aeronaves pousaram às 6h05 e 6h12 vindas de Fortaleza, última escala técnica no trajeto da chamada Operação Regresso. #333333;”>O resgate foi feito na cidade chinesa de Wuhan, epicentro do surto mundial do coronavírus. As aeronaves também trouxeram quatro poloneses e um chinês que desembarcaram em Varsóvia, na Polônia, um dos locais de escala para abastecimento. #333333;”>Os repatriados vão permanecer em quarentena por 18 dias, no hotel de trânsito da Base Aérea de Anápolis, que foi especialmente preparado para essa operação. #333333;”>A tripulação –médicos, pilotos, enfermeiros, etc… – que participou do resgate também vai cumprir período de quarentena. Todos ficarão em apartamentos individuais ou, no caso dos que são pais ou mães de crianças menores, poderão ficar no mesmo quarto. O grupo inclui crianças de 2 e 3 anos e outras de 7 a 12 anos. As visitas estão proibidas. #333333;”>Os dois aviões da FAB com os resgatados a bordo decolaram de Wuhan, na China, no início da noite de sexta-feira (7). No trajeto para o Brasil, as aeronaves pararam para reabastecimento em Ürumqi (China), Varsóvia (Polônia), Las Palmas (Espanha), e em Fortaleza, já em território brasileiro. EBC Avião trazendo brasileiros pousa em Anápolis depois de jornada de quatro dias às China, para resgate de brasileiros Quando os aviões da FAB entraram no espaço aéreo brasileiro, ainda sobre o Oeano Atlântico, um áudio do presidente Jair Bolsonaro foi transmitido aos passageiros. “Bem-vindo de volta ao seu país, o nosso Brasil. #333333;”> Ninguém ficou para trás, somos um só povo, uma só raça, somos irmãos”, dizia a mensagem. Por que o Brasil teve que buscar seus cidadãos? “Se foram para lá trabalhar, que se virem para voltar ou que fiquem por lá”. A frase citada à exaustão nas mídias sociais, por alguns cidadãos indignados, é uma manifestação de pessoas que têm pouco sentimento com o sofrimento alheio e aproveitam-se do meio virtual para deixar aflorar o ódio e o desconhecimento. #333333;”>Operações de repatriação de cidadãos é um exercício frequente dos países civilizados. A repatriação pode ocorrer quando há terremos, ou outras catástrofes naturais, epidemias e guerras, que deixam pessoas em situação de risco extremo. #333333;”> E nesse caso, os cidadãos sitiados em Wuhan gravaram um vídeo em que fizeram um apelo para o resgate. No caso dos repatriados na Operação Regresso da Força Aérea Brasileira, eles se encontravam isolados na cidade chinesa de Wuhan, epicentro do surto mundial de coronavírus, considerado emergência sanitária pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente ninguém entra e ninguém sai de Wuhan, a não ser em uma operação especial, como a preparada pelo Brasil. #333333;”>Como a cidade está sob quarentena, o governo brasileiro precisou de autorização do governo chinês para a retirada dos brasileiros de lá.
Aeronaves da FAB chegam amanhã à meia-noite em Anápolis
Aviões chegam a Wuhan, na China, hoje às 13h30 (horário de Brasília)
#333333;”>As aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) com as 34 pessoas resgatadas de Wuhan, na China, chegam por volta da meia-noite de amanhã (8) na Base Aérea de Anápolis (GO), onde as pessoas passarão por uma quarentena de 18 dias. A cidade chinesa é o epicentro do surto de coronavírus. #333333;”> A informação foi confirmada hoje (7) pelo brigadeiro Marcelo Damasceno, responsável pela Operação Regresso, em reunião com o presidente Jair Bolsonaro, no Ministério da Defesa, em Brasília. “Ao levar informação clara para o Brasil e, em especial, para o pessoal de Anápolis, que não existe qualquer risco para terceiros aqui no Brasil. #333333;”> É uma operação muito bem preparada e planejada”, disse Bolsonaro Os ministros da Defesa, Fernando Azevedo, e da Saúde, Henrique Mandetta, também participaram do briefing antes de seguir para Anápolis, onde visitarão as instalações que receberão os brasileiros e suas famílias. #333333;”>Os dois aviões partiram de Ürumqi, última escala na China, pouco depois das 10h (horário de Brasília), com previsão de chegada em Wuhan às 13h30 (de Brasília). Às 17h30, partem da cidade chinesa. #333333;”>Antes de embarcar, as pessoas serão submetidas a exames médicos prévios. Quem apresentar sintomas compatíveis com o coronavírus não poderá viajar.
Dólar abre hoje acima de R$ 4,28, maior nível desde criação do real
Especulação com possíveis efeitos do coronavírus sobre economia impactaram mercado
#333333;”>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil O mercado financeiro abre nessa sexta-feira em meio a especulações acerca dos efeitos econômicos do coronavírus, repetindo-se o cenário da quinta-feira, dia marcado por forte volatilidade no mercado, quando o dólar subiu e voltou a fechar no maior valor nominal desde a criação do real. #333333;”> O dólar comercial encerrou a quinta-feira (6) vendido a R$ 4,286, com alta de R$ 0,047 (1,11%). A divisa chegou a abrir em baixa. Na mínima do dia, por volta das 9h, caiu abaixo de R$ 4,22. O câmbio, no entanto, reverteu o movimento e passou a subir no início da tarde, até encerrar na máxima do dia. O dólar acumula alta de 6,8% em 2020. O euro comercial também subiu e fechou o dia em R$ 4,703, alta de 0,93%. Nem a intervenção do Banco Central (BC) segurou a cotação. Hoje, a autoridade monetária leiloou US$ 650 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – que equivalem à venda de dólares no mercado futuro – com vencimento em abril. #333333;”>A turbulência repetiu-se no mercado de ações. Depois de três dias seguidos de alta, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia com queda de 0,72%, aos 115.190 pontos. A sessão foi marcada pelo receio de que o novo vírus descoberto na China traga impactos para a segunda maior economia do planeta. O confinamento dos habitantes de diversas cidades afetadas pela doença reduz a produção e o consumo da China. #333333;”>O anúncio de que o governo chinês reduzirá tarifas de US$ 75 bilhões sobre produtos norte-americanos, aliviando a guerra comercial, não acalmou os mercados. A expectativa de desaceleração da economia chinesa impacta diretamente países como o Brasil, que exporta diversos produtos, principalmente commodities (bens primários com cotação internacional) para o país asiático. Com menos exportações, menos dólares entram no país, pressionando a cotação. A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic – juros básicos – para 4,25% ao ano, o menor nível da história, também interferiu nas negociações. Juros mais baixos desestimulam a entrada de capitais estrangeiros no Brasil, também puxando a cotação para cima.
ICMBio autoriza pesca esportiva em unidades de conservação ambiental
Instituto administra 334 unidades
#333333;”>O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) autorizou a pesca esportiva no interior das unidades de conservação federais de uso sustentável. #333333;”> Os procedimentos que os praticantes terão que respeitar constam da Portaria nº 91, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (5). O ICMBio administra 334 unidades de conservação. #333333;”>Além de permitir que visitantes que possuam licença pratiquem a pesca esportiva amadora (modalidade na qual o peixe fisgado é devolvido ao mar ainda com vida), as novas regras autorizam o consumo do pescado no próprio local, desde que a possibilidade esteja prevista nos planos de manejo da reserva. #333333;”> A autorização se limita à captura de peixes, não envolvendo outros recursos pesqueiros, e só poderá ser realizada se for compatível com o plano de manejo ou outros instrumentos de ordenamento da unidade de conservação. A portaria assinada pelo presidente do instituto, Homero Cerqueira, também autoriza a pesca esportiva em unidades de conservação de proteção integral, desde que ocorra em pontos localizados em território de populações tradicionais (indígenas, quilombolas, ribeirinhos etc). #333333;”>Para isso, os gestores da unidade deverão, antes, renegociar os termos de compromisso com essas populações. A outra condição para autorização da pesca em reservas de proteção integral é que a atividade seja incluída no plano de manejo da unidade ou objeto de uma autorização específica por parte do instituto. #333333;”>A captura de peixes também passa a ser facultada às pessoas que visitarem a unidade de conservação com fins recreativos, desportivos, educacional, cultural ou religioso, bem como pelos guias autorizados pelo ICMBio a conduzir os visitantes das reservas federais. Qualquer que seja o caso, o novo texto legal impõe que o planejamento das atividades levem em conta a necessidade de os recursos naturais serem usados de forma racional e sustentável; o protagonismo das comunidades tradicionais que residam ou façam uso dos recursos pesqueiros na unidade de conservação; a obrigação de que programas de monitoramento da atividade sejam previamente implementados, com o acompanhamento de órgãos públicos e a garantia de proteção das espécies ameaçadas de extinção. #333333;”>Os responsáveis pela unidade de conservação federal deverão disponibilizar, previamente, informações sobre a época do ano em que a pesca esportiva será permitida, bem como as espécies cuja captura seja proibida, os riscos e restrições à atividade e os equipamentos permitidos. #333333;”> E também sinalizar adequadamente as áreas onde a prática é permitida e definir a estratégia de fiscalização a ser adotada a fim de coibir abusos.
Inquérito da PF passa a investigar secretário de comunicação de Bolsonaro
Na mira do Ministério Público Federal, Fábio Wajngarten é suspeito de peculato, corrupção passiva e advocacia administrativa
#333333;”>Por determinação do Ministério Público Federal (MPF) a Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília abriu inquérito para investigar Fábio Wajngarten, chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo Jair Bolsonaro. #333333;”>A investigação, que mira supostos peculato, corrupção passiva e advocacia administrativa, foi aberta por requisição do Ministério Público Federal, com base em reportagens do jornal Folha de S. Paulo. Wajngarten é sócio da FW Comunicação e Marketing, dona de contratos com ao menos cinco empresas que recebem recursos direcionados pela Secom, entre elas as redes de TV Band e Record. #333333;”>O secretário afirmou que os acordos comerciais foram feitos antes do seu ingresso na Secom – o da Band, por exemplo, há 16 anos. Esses contratos, segundo ele, “não sofreram qualquer reajuste ou ampliação” desde então. Questionado a respeito do assunto, o presidente Jair Bolsonaro já afirmou que não viu, até agora, ilegalidade na relação da FW Comunicação e Marketing, empresa da qual Wajngarten é sócio, com emissoras de TV e agências de publicidade que recebem recursos do governo. #333333;”>O chefe da Secom utilizou, na noite de terça-feira (4) o canal oficial de TV do governo para se defender da reportagem sobre sua atividade empresarial; emissora está subordinada à sua secretaria. Wajngarten afirmou que todas as contas dele são “100% abertas”, admitiu que não sabia como funcionava o processo de nomeação para o cargo, mas que foi orientado pelos órgãos da Presidência.