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Caixa inicia pagamento do abono salarial para nascidos em março e abril

Caixa inicia pagamento do abono salarial para nascidos em março e abril

Caixa inicia pagamento do abono salarial para nascidos em março e abril

#333333;”>A Caixa inicia nesta quinta-feira (13) o pagamento do Abono Salarial (Programa de Integração Social – PIS) calendário 2019/2020 para os trabalhadores nascidos nos meses de março e abril.
#333333;”> Os valores variam de R$ 88 a R$ 1.045, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano base 2018, informa o banco. Os titulares de conta individual na Caixa com cadastro atualizado e movimentação na conta receberam o crédito automático na terça-feira (11).
#333333;”> Os pagamentos são escalonados conforme o mês de nascimento do trabalhador e tiveram início em julho, com os nascidos naquele mês. O prazo final para o saque do abono salarial do calendário de pagamentos 2019/2020 é 30 de junho de 2020. São mais de 3,6 milhões de trabalhadores nascidos em março e abril, totalizando R$ 2,7 bilhões em recursos injetados na economia.
#333333;”> O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa (www.caixa.gov.br/PIS) ou pelo Atendimento Caixa ao Cidadão: 0800 726 0207. A Caixa informa que irá disponibilizar cerca de R$ 16,5 bilhões para mais de 21,6 milhões de beneficiários até o final do calendário. Quem tem direito Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2018, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano base 2018.
#333333;”> Quem possui o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento da Caixa. Caso não tenha o Cartão do Cidadão e não tenha recebido automaticamente em conta Caixa, o valor pode ser retirado em qualquer agência da Caixa, apresentando o documento de identificação oficial com foto.
#333333;”> O trabalhador com vínculo a empresa pública possui inscrição PASEP e recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.

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A delicada arte de reter os talentos da empresa

A delicada arte de reter os talentos da empresa

A delicada arte de reter os talentos da empresa

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#333333;”>Uma empresa não é formada somente por prédios, mobiliário, equipamento ou tecnologia. Sua maior riqueza são seus talentos profissionais.

#333333;”>As pessoas que desenvolvem atividades na organização é que são verdadeiramente seu “sangue e cérebro”. Que o diga, por exemplo, a empresa de computadores Apple, quando da saída forçada de Steven Jobs em 1985, e do seu retorno majestoso em 1997, quando tudo parecia perdido.

#333333;”>Apesar de óbvio, será que as empresas realmente estão valorizando seus talentos e suprindo suas necessidades (ver Suprindo as Necessidades Humanas neste artigo), a fim de não perdê-los para a concorrência?

#333333;”>Outra técnica interessante, denominada job rotation (aplicável também para a diminuição dos conflitos), está muito em voga. Leva em consideração o fato de que se não há possibilidade de ascensão profissional vertical(promoção) de um funcionário, em vez de vê-lo sair para trabalhar na concorrência, novas possibilidades lhe são abertas quando ocorre a promoção horizontal, ocasionada pela troca de função e atribuição de novas responsabilidades, sem perda do padrão.

#333333;”>Isso faz com que ele se torne um profissional polivalente, capaz de atuar em diversas atividades diferentes, bem como o incentiva através de novos desafios e aumento de conhecimentos, obtidos na organização. No mundo de hoje, ele será um profissional mais valioso do que se for apenas especialista em uma coisa.

#333333;”>Em se tratando de reter talentos na empresa, notamos que o treinamento sempre é fundamental.

#333333;”>Uma prática que está tornando-se comum nas grandes empresas hoje é o chamado e-learning, ou seja, a possibilidade de aprendizagem a distância, proporcionada pelo uso cada vez mais freqüente da Internet e de intranets nas empresas.

#333333;”>O e-learning é uma maneira rápida de permitir que uma quantidade maior de funcionários tenha acesso a treinamentos, que podem ser realizados em horários diferentes, conforme a disponibilidade de cada um, e que tem conseguido índices superiores de retenção em relação aos treinamentos tradicionais, principalmente porque o controle do aprendizado está nas mãos do próprio estudante e não nas do instrutor.

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#333333;”>Em pesquisa realizada pela KPMG, em 2001, com 150 executivos entre 35 e 45 anos, com a pergunta “Qual a melhor fórmula para reter talentos?”, das respostas obtidas, 37% consideraram “Bom plano de carreira e remuneração variável competitiva”; 27%, “Boas condições de desenvolvimento pessoal e remuneração média”; 18%, “Remuneração variável agressiva e bom pacote de benefícios”; 9%, “Excelentes condições de trabalho e salário pouco competitivo”; 6%, “Excelente pacote de benefícios com remuneração fixa pouco agressiva” e apenas 3% “Bom salário fixo e poucos benefícios”4.

#333333;”>Suprindo as Necessidades Humanas

#333333;”>Um dos primeiros estudiosos modernos das necessidades humanas, famoso por suas conclusões, foi Abraham Maslow, que em 1948 propôs um tipo de classificação hierárquica, utilizada até hoje, que trata as necessidades humanas de maneira hierárquica, conforme sua importância para a sobrevivência do indivíduo5.

#333333;”>Um outro estudioso, colega de Maslow, chamado Douglas McGregor, criou a famosa “pirâmide das necessidades”, em cuja base coloca as necessidades ditas fisiológicas (alimentar-se, curar-se de doenças etc.), seguidas pelas de segurança (moradia, segurança física etc.), de amor (sentir-se querido por outras pessoas), de auto-respeito (não sentir-se oprimido, sentir-se capaz, motivado), de auto-realização (sentir-se realizado, com metas atingidas, sucesso enfim)5.

#333333;”>Se não estiverem satisfeitas as necessidades mais básicas, sua satisfação ocupará totalmente os esforços das pessoas para atingi-las, em detrimento de outras necessidades menos evidentes, em direção ao pico da pirâmide (portanto, é praticamente impossível que uma pessoa que não tem o que comer esteja auto-realizada, por exemplo).

#333333;”>Essa hierarquia aplica-se muito bem a qualquer ser humano, seja ele um trabalhador, seja ele um consumidor. Não há distinção entre eles — por isso os chamamos apenas de pessoas.

#333333;”>Uma vez que as pessoas têm uma necessidade, farão de tudo para satisfazê-la. O trabalho é uma das formas de conseguir isso, através de recompensas6.

#333333;”>Mas como atender essas necessidades humanas e ao mesmo tempo reduzir custos para manter vivo o negócio?

#333333;”>A resposta está no incentivo ao aumento da produtividade.

#333333;”>***

#333333;”>Desde cedo, o homem aprendeu que o uso de ferramentas e mecanização aumenta a produtividade de um indivíduo. Um arado permite plantar muito mais que um homem escavando com uma enxada; um tear mecânico produz muito mais que um manual e assim por diante. É claro que há um agravante: aumento de produtividade passa sempre pela redução da mão-de-obra necessária à confecção de um bem e isso representa desemprego de pessoal, além de reduzir também o número de clientes potenciais. Até hoje não se resolveu tal dilema.

#333333;”>Entretanto, foi essa redução de mão-de-obra que propiciou a migração de trabalhadores de um setor econômico para outro, com a conseqüente melhora do padrão de vida da sociedade em geral, ou seja, do campo a mão-de-obra migrou para as cidades a fim de trabalhar nas indústrias (que num determinado momento absorveram muita mão-de-obra). Com o aumento da mecanização nestas, a mão-de-obra dirigiu-se para o setor de serviços, hoje sem dúvida a maior fonte de trabalho, seja no comércio, atividades financeiras, turismo e hotelaria, desenvolvimento de software etc.

#333333;”>Foi a máquina a vapor conjugada ao tear mecânico a ferramenta que propiciou a migração do homem do campo para as cidades, a fim de trabalhar nas recentes fábricas da época, isso em meados do século XVIII.

#333333;”>A indústria floresceu a partir daí, propiciando seu apogeu no século XX, quando surgiu uma outra máquina que revolucionou ainda mais a sociedade humana e que é a base de nossa atual sociedade da informação: o computador.

#333333;”>Novas Competências Profissionais

#333333;”>É óbvio que diante das mudanças ocorridas na Nova Economia, os profissionais não podem mais comportar-se como no modelo fordista7, sob pena de tornarem-se obsoletos como ele. E para adaptarem-se ao esquema da Produção Flexível8, devem se esforçar para desenvolver as novas competências que os tempos atuais exigem:

#333333;”>- Iniciativa e capacidade de julgamento e liderança.

#333333;”>- Uma atenção maior aos detalhes, manutenção de raciocínio crítico e criativo.

#333333;”>- Um aumento na autoconfiança, segurança e persistência.

#333333;”>- Espírito de colaboração.

#333333;”>- Um compromisso e envolvimento maior com a organização, bem como manter atitudes pró-ativas em relação aos valores da empresa.

#333333;”>- Aprimoramento do conhecimento técnico.

#333333;”>- Preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas.

#333333;”>- Estimular a comunicação.

#333333;”>- Manter sempre o foco no cliente.

#333333;”>- Orientação contínua para o aprendizado, produtividade e busca por resultados.

#333333;”>- Busca contínua pela qualidade.

#333333;”>Essas competências podem ser adquiridas no dia-a-dia, através das atividades desempenhadas e por meio de treinamentos e devem ser sempre exercidas de forma ética9.

#333333;”>Por sua vez, a empresa deve incentivá-las, permitindo sua aplicação sem entraves de qualquer tipo.

#333333;”>Participação dos Trabalhadores na Empresa

#333333;”>Podemos extrair lições preciosas das questões vistas até agora.

#333333;”>Percebemos que as pessoas têm necessidades diversas, que devem ser atendidas a fim de poderem passar para um degrau superior da “pirâmide das necessidades” de McGregor (outro ponto de vista importante: seus clientes sempre são pessoas, mesmo que você esteja vendendo para empresas, e mais, seus funcionários são clientes também).

#333333;”>O dinheiro do salário não é fator motivador. Receber menos que o mercado é: seu funcionário se sentirá motivado a mudar de empresa, levando consigo sua experiência e o conhecimento do negócio que está armazenado nele e que você não mais poderá utilizar, deixando para você o ônus da contratação e do treinamento de outro para substituí-lo.

#333333;”>Incentivar seus funcionários a pensar é primordial para sua empresa, pois eles podem ver algo que você não viu e ter idéias que salvem seu negócio.

#333333;”>Mantenha-os motivados. Elogie sem medo. Reconheça e/ou premie suas boas ideias.

#333333;”>Treine-os para serem cada vez melhores, incentive-os a aprender sempre.

#333333;”>Faça-os sentir-se em casa, não puna seus conflitos, administre-os fazendo com que atuem como um time. A competição entre funcionários é salutar até o momento em que começa a afetar o desempenho da equipe. É aí que um bom líder faz a diferença, amenizando os conflitos entre os membros e trazendo-os novamente na direção das metas estabelecidas.

#333333;”>Deixe leve a relação patrão / chefe / empregado10, torne-os seus amigos e aliados. Dê-lhes novos desafios e responsabilidades. Utilize-os sempre que possível na gestão da empresa – deixe claro que ela é muito importante para todos e que, se for prejudicada, todos perderão. A participação deles na empresa deve ser sempre estimulada. Isso os fará vestir a camisa.

#333333;”>Se a empresa for mal, recorra a eles para ajudá-lo, e, se for bem, não tenha medo de dividir os lucros com eles.

#333333;”>Caso a empresa passe por dificuldades e tenha de mandar embora alguns funcionários, explique a todos da empresa, sem exceções e claramente, o porquê disso estar ocorrendo e, principalmente, auxilie-os sempre que possível a obter novas colocações. Nunca tenha medo de recontratá-los quando a situação melhorar.

#333333;”>Lembre-se: São SEMPRE as pessoas que fazem uma empresa ter sucesso, e o exemplo SEMPRE vem de cima.

#333333;”>Notas e Bibliografia

#333333;”>1. Holística vem do grego holos, ou seja, totalidades integradas cujas propriedades não podem ser reduzidas a unidades menores. Utilizar essa abordagem coloca as empresas adotantes “um degrau acima de suas concorrentes.” – Gestão de Competências, Profa. Ana Beatriz Carvalho, 2001.

#333333;”>2. “…o treinamento é uma fonte de lucratividade ao permitir que as pessoas contribuam efetivamente para os resultados do negócio. Nesses termos, o treinamento é uma maneira eficaz de agregar valor às pessoas, à organização e aos clientes. Ele enriquece o patrimônio humano das organizações. Ele é o responsável pelo capital intelectual das organizações.” – Idalberto Chiavenato, Gestão de Pessoas, Editora Campus, 1999.

#333333;”>3. Artigo “Uma forma inteligente para reter talentos”, Jornal Administrador Profissional, nº 194, agosto/2002, publicado pelo Conselho Regional de Administração – SP. Para saber mais, acesse www.crasp.com.br.

#333333;”>4. Pesquisa publicada no Caderno Empregos da Folha de S.Paulo, de 18 de agosto de 2002.

#333333;”>5. “em primeira instância, coloca as necessidades corporais ou fisiológicas seguidas dos incentivos sociais que, uma vez satisfeitos, precedem a uma última classe de incentivos, que denomina de incentivos do ego, caracterizados pelo domínio do conhecimento, isto é, abrangem necessidades verdadeiramente psicológicas, ou, mais explicitamente, de auto-realização.” – Cecília Whitaker Bergamini, na época professora da FEA/USP e da FGV/SP, Psicologia Aplicada à Administração de Empresas, 1982, Editora Atlas.

#333333;”>6. Recompensa é um prêmio dado por serviços prestados. Pode ser em dinheiro (financeira) e/ou reconhecimento (não financeira).Em minha opinião, as pessoas que merecem devem ser continuamente recompensadas pelos seus esforços. E essas recompensas tornam-se mais importantes, exatamente nos momentos de crise, ocasião em que muitas empresas as eliminam, agravando assim ainda mais a situação negativa em que se encontram. – Henrique Montserrat Fernandez, Evitando a Falência – garanta o sucesso de seu negócio, 2003, iEditora.

#333333;”>7. Idealizado pelo empresário estadunidense Henry Ford (1863-1947), fundador da Ford Motor Company, o Fordismo é um modelo de Produção em massa que revolucionou a indústria automobilística na primeira metade do século XX. Ford utilizou à risca os princípios de padronização e simplificação de Frederick Taylor e desenvolveu outras técnicas avançadas para a época. Suas fábricas eram totalmente verticalizadas. Ele possuia desde a fábrica de vidros, a plantação de seringueiras, até a siderúrgica. Mas estas fábricas não foram tão bem sucedidas como a fabrica de automóveis. O fordismo, é um modelo de produção em massa, onde cada trabalhador executa uma determinada função, sem ter conhecimentos de outras funções. O fordismo deixa o trabalhador alienado, pois ele apenas sabe executar aquela função. Caso um trabalhador se atrapalhe, ele prejudica todas as outras funções executadas por outros trabalhadores, também alienados. -http://pt.wikipedia.org/wiki/Fordismo

#333333;”>8 . Características da Produção Flexível:
#333333;”>Múltiplas tarefas
#333333;”>Pagamento pessoal (sistema de bonificações)
#333333;”>Eliminação da demarcação de tarefas
#333333;”>Longo treinamento no trabalho
#333333;”>Organização mais horizontal do trabalho
#333333;”>Aprendizagem no trabalho
#333333;”>Ênfase na co-responsabilidade do trabalhador

#333333;”>9. Conjunto de princípios morais que devem ser observados no exercício de uma profissão, a ética visa o bem comum e a realização individual.

#333333;”>10. “O chefe também já não manda mais. Sugere, influi ou submete à discussão, mas não ordena… Na medida em que o chefe dedica-se a mandar, os subordinados dedicam-se a obedecer, e por este caminho se desperdiça capital emocional e, portanto, capital humano.” – artigo “O Chefe não manda mais”, de Angelina Vinci, Diretora de Seleção e Qualidade da Adecco – Top Services, publicado no Caderno Empregos de O Estado de São Paulo, de 18/08/2002.

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Conheça 10 erros comuns de empreendedores e saiba como evitá-los

Conheça 10 erros comuns de empreendedores e saiba como evitá-los

Conheça 10 erros comuns de empreendedores e saiba como evitá-los

#333333;”>
A jornada de um empreendimento não é fácil de ser percorrida. Nela, uma série de obstáculos pode fazer com que a empresa não vá adiante, ficando apenas no sonho do empreendedor.

#333333;”>Para que o trajeto seja vencido sem tantos percalços, convém evitar alguns dos erros mais comuns dos empreendedores. Elencamos 10 deles abaixo.

#333333;”>1)Desconhecer o mercado

 

#333333;”>Não há como empreender em um setor específico sem saber qual o cenário que aguarda a nova empresa. Muitos empreendedores apaixonam-se por sua ideia de negócio e deixam de fazer o tema de casa, ignorando quais são seus concorrentes e as tendências de consumo dos clientes. Nesse caso, ter a maior quantidade possível de informações sobre o universo em que a empresa irá se inserir é essencial para traçar estratégias certeiras e fazer o empreendimento prosperar.

#333333;”>2)Misturar o dinheiro

 

#333333;”>Este é um erro básico, mas que ainda pega muita gente. De nada adianta desenvolver um produto ou serviço espetacular, com alto potencial de interesse dos clientes, se houver descontrole financeiro na empresa. Dar atenção ao orçamento, procurando sempre manter-se longe do “vermelho”, é essencial. O primeiro passo para evitar a desordem nas finanças é estabelecer fronteiras claras entre o que é dinheiro pessoal do empreendedor e o que é recurso do CNPJ. Ignorar essa separação é a forma mais fácil de endividar, ao mesmo tempo, o empreendedor e a empresa.

#333333;”>3)Tomar decisões impulsivas

 

#333333;”>É preciso uma pitada de paixão para empreender, mas o sentimento não pode invadir decisões importantes para o futuro da empresa. Contratar funcionários, ampliar ou não o espaço físico, investir em equipamentos para crescer. Avaliar cada um desses passos deve ser uma atividade racional, e a conclusão tem de estar baseada em argumentos sólidos, deixando o entusiasmo de lado.

#333333;”>4)Negligenciar o cliente

 

#333333;”>Você conhece o cliente do seu negócio? Não há como um empreendedor prosperar se não souber responder em detalhes essa pergunta. O cliente sempre foi a chamada “alma do negócio”, e ganhou ainda mais protagonismo com a revolução tecnológica. Para startups, negligenciar o cliente é um erro ainda mais grave: como o empreendedor poderá saber se o seu produto inovador é realmente útil se não ouvir o que o consumidor tem a dizer?

 

#333333;”>A onda de inovação dos últimos anos estimulou a criação de novos produtos e serviços. Diante desse cenário, há quem se jogue no mercado apenas com a ideia que teve para produzir algo inovador. Fica de lado, assim, o planejamento. Montar um plano considerando o perfil dos clientes, questões orçamentárias, receitas e despesas não garante o sucesso da empresa, mas minimiza os riscos que já são grandes, especialmente quando se trata de áreas novas de atuação.

#333333;”>6)Escolher sócios com base na amizade

 

#333333;”>Não são poucos os negócios que nascem em uma animada conversa de mesa de bar entre amigos. Surge aquela ideia que parece genial e cria-se uma sociedade. O problema é que a escolha do sócio, nesse caso, deu-se apenas por motivos pessoais. O empreendedor terá de contar com a sorte para que seu amigo seja um bom parceiro de negócios. Por isso, convém não entrar em uma sociedade apenas pela ligação afetiva que há com o sócio. É a armadilha perfeita para que o empreendedor perca a empresa e, muitas vezes, o amigo.

#333333;”>7)Ser fechado a críticas

 

#333333;”>Posturas autoritárias não funcionam em qualquer ambiente que exige o trabalho em grupo. O empreendedor deve abrir um canal de diálogo verdadeiramente democrático com os integrantes da equipe. Isso significa estar preparado para ouvir questionamentos dos colaboradores. E ouvir com atenção, pois daí podem surgir novas ideias importantes para os rumos da empresa.

#333333;”>8)Não fomentar a inovação

 

#333333;”>Não há como sobreviver à avalanche tecnológica, com transformações que impactam quase todos os setores, sem olhar para o futuro. O empreendedor deve abraçar a missão de criar novas soluções, incentivando em seus colaboradores o foco em inovação. Para isso, a cultura da empresa tem de ser tolerante ao erro: não há como apoiar novas ideias se não for possível testá-las para encontrar equívocos e corrigi-los.

#333333;”>9)Desistir facilmente

 

#333333;”>Consolidar um negócio, tornando-o viável financeiramente, pode ser um processo longo e dispendioso. Haverá momentos em que o empreendedor terá vontade de jogar tudo para o alto e desistir. A empresa só irá prosperar, porém, se houver resiliência de quem a comanda. Se há potencial para o negócio decolar, faça os ajustes necessários para ultrapassar os obstáculos e persista.

#333333;”>10)Não investir em divulgação

 

#333333;”>Não será por toque de mágica que sua empresa chegará aos olhos e ouvidos do cliente. Ter uma estratégia clara de divulgação, com ações pensadas de acordo com o perfil do consumidor, pode fazer a diferença para que o negócio dê um salto. Consulte especialistas e, se houver orçamento, contrate profissionais especializados que “espalhem” o nome da empresa até chegar a quem se interessa pelo seu produto.

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Meninas SuperCientistas estimula carreira científica entre alunas

Meninas SuperCientistas estimula carreira científica entre alunas

Meninas Super Cientistas estimula carreira científica entre alunas

Programação é voltada para meninas da 6ª à 9ª série do fundamental

#333333;”>Estão abertas, até a próxima quarta-feira (12), as inscrições para a segunda edição do Meninas SuperCientistas, evento que tem como finalidade despertar a curiosidade de estudantes mulheres pela ciência.
#333333;”>Organizadas por professoras e alunas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as atividades serão realizadas durante todo o mês de março, sempre aos sábados, e terminam no dia 4 de abril.
#333333;”>A programação incluirá palestras, oficinas e exercícios práticos, dentro e fora das dependências da Unicamp.
#333333;”>Entre as atividades externas, destaca-se uma visita ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), base do acelerador de partículas Sirius, considerado uma das mais complexas estruturas científicas já arquitetada no país. Para se inscrever, é necessário cumprir alguns pré-requisitos: ser do gênero feminino, estar cursando entre a 6ª e a 9ª série do ensino fundamental, ter disponibilidade para comparecer a todos os dias do evento e autorização de um responsável. O formulário está disponível em página da Unicamp.
#333333;”>A organização também está recebendo inscrições de mulheres que queiram participar como monitoras das adolescentes. Exige-se que a interessada possa estar presente em todos os dias do evento. Além disso, a idade mínima estabelecida para a função é de 18 anos. Estímulo A idealizadora do evento, Marcela Medicina Ferreira, se lembra bem do entusiasmo que sentiu de imediato, ao conhecer o projeto Meninas com Ciência, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), iniciado em 2016. A alegria de ver tantas cientistas terem amplo reconhecimento fez surgir a centelha que a encorajou a replicar a ideia na instituição onde ela mesma estudava. A emoção foi também relatada por meninas que estiveram na primeira edição organizada por ela. Segundo Marcela, ao final do evento, a organização pediu às jovens que comentassem como aquilo havia afetado suas vidas e muitas delas afirmaram que estavam se sentindo muito motivadas, porque na escola aprendiam somente sobre as descobertas de cientistas homens.
#333333;”>Ela conta que até hoje observa o poder mobilizador reverberando nas garotas, que escrevem coisas como “daqui a alguns anos, sou eu aí!” quando posta fotos dela no ambiente acadêmico. “Ver esse exemplo de várias mulheres com pesquisas legais ou à frente de projetos que não imaginariam foi uma coisa transformadora. Algumas meninas, de escolas públicas, não conheciam a Unicamp. Praticamente nenhuma tinha entrado numa universidade”, acrescenta Marcela, que cursa bacharelado em matemática aplicada na Unicamp. Marcela pontua que o perfil do público do evento também não foi feito ao acaso. Ela diz que há diversos estudos que comprovam que é em determinada faixa etária que adultos começam a tentar convencer as meninas de que devem seguir determinadas carreiras e de que o melhor é que desistam de áreas tidas como masculinas. “Ou as pessoas falam para não irem para essas áreas, ou já não têm ninguém as incentivando a buscar experiências desse tipo”, emenda. Comunidade acadêmica da Unicamp De acordo com o Anuário Estatístico 2019 da Unicamp, 83.697 pessoas concorreram a vagas de cursos de graduação oferecidos pela instituição, em 2018. A maioria (76.327) tentou ingressar por meio do vestibular. Desse total, 42.663 eram do gênero feminino e 33.664, do gênero masculino.
#333333;”>As mulheres também predominaram em relação às vagas reservadas para ingresso pelo Enem. No total, 10.679 concorreram às vagas dessa categoria, ante 7.298 homens. De 2009 a 2018, a participação de mulheres no vestibular cresceu mais do que a de homens, dobrou no período, conforme mostra o Anuário Estatístico 2018 .
#333333;”>O grupo passou de 22.848 para 46.919 candidatas. A Unicamp registra também que, em 2018, tinha 1.865 docentes ativos, sendo 1.192 homens e 673 mulheres.

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Lista de espera do Sisu será publicada na segunda-feira

Lista de espera do Sisu será publicada na segunda-feira

Lista de espera do Sisu será publicada na segunda-feira

Segunda chamada ofertará vagas que ainda não foram ocupadas

#333333;”>Estudantes que fizeram a inscrição nas listas de espera de instituições de nível superior que usam o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) poderão conferir na próxima segunda-feira (10) a ordem de chamada para matrícula que será publicada pelo Ministério da Educação.
#333333;”> A lista de espera é um mecanismo para alocar estudantes em vagas que não foram ocupadas durante a primeira chamada.
#333333;”>A escolha de duas opções de curso assinaladas durante o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), continua valendo.
#333333;”>Para o primeiro semestre de 2020 valerão as notas do Enem 2019. Os resultados das provas, que foram aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro serão divulgados em janeiro na Página do Participante e no aplicativo do Enem. Para acessar, é preciso informar CPF e senha. Ao todo, 3,9 milhões de candidatos participaram de pelo menos um dia de prova do Enem.
#333333;”>O Sisu oferece vagas em instituições públicas de ensino superior. A seleção é feita com base no desempenho no Enem. Para participar é preciso ter obtido nota acima de zero na redação do exame.

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Brasileiros resgatados na China cumprem quarentena

Brasileiros resgatados na China cumprem quarentena

Brasileiros resgatados na China cumprem quarentena

Desembarque foi na manhã de domingo (9) e todos estão bem de saúde, informa o governo brasileiro

#333333;”>Os 34 brasileiros resgatados na China – são 31 repatriados e três diplomatas – chegaram à Base Aérea de Anápolis, em Goiás, na manhã deste domingo (9).
#333333;”>Eles vieram em dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) enviados ao país asiático na última quarta-feira (5). As aeronaves pousaram às 6h05 e 6h12 vindas de Fortaleza, última escala técnica no trajeto da chamada Operação Regresso.
#333333;”>O resgate foi feito na cidade chinesa de Wuhan, epicentro do surto mundial do coronavírus. As aeronaves também trouxeram quatro poloneses e um chinês que desembarcaram em Varsóvia, na Polônia, um dos locais de escala para abastecimento.
#333333;”>Os repatriados vão permanecer em quarentena por 18 dias, no hotel de trânsito da Base Aérea de Anápolis, que foi especialmente preparado para essa operação.
#333333;”>A tripulação –médicos, pilotos, enfermeiros, etc… – que participou do resgate também vai cumprir período de quarentena. Todos ficarão em apartamentos individuais ou, no caso dos que são pais ou mães de crianças menores, poderão ficar no mesmo quarto. O grupo inclui crianças de 2 e 3 anos e outras de 7 a 12 anos. As visitas estão proibidas.
#333333;”>Os dois aviões da FAB com os resgatados a bordo decolaram de Wuhan, na China, no início da noite de sexta-feira (7). No trajeto para o Brasil, as aeronaves pararam para reabastecimento em Ürumqi (China), Varsóvia (Polônia), Las Palmas (Espanha), e em Fortaleza, já em território brasileiro. EBC Avião trazendo brasileiros pousa em Anápolis depois de jornada de quatro dias às China, para resgate de brasileiros Quando os aviões da FAB entraram no espaço aéreo brasileiro, ainda sobre o Oeano Atlântico, um áudio do presidente Jair Bolsonaro foi transmitido aos passageiros. “Bem-vindo de volta ao seu país, o nosso Brasil.
#333333;”> Ninguém ficou para trás, somos um só povo, uma só raça, somos irmãos”, dizia a mensagem. Por que o Brasil teve que buscar seus cidadãos? “Se foram para lá trabalhar, que se virem para voltar ou que fiquem por lá”. A frase citada à exaustão nas mídias sociais, por alguns cidadãos indignados, é uma manifestação de pessoas que têm pouco sentimento com o sofrimento alheio e aproveitam-se do meio virtual para deixar aflorar o ódio e o desconhecimento.
#333333;”>Operações de repatriação de cidadãos é um exercício frequente dos países civilizados. A repatriação pode ocorrer quando há terremos, ou outras catástrofes naturais, epidemias e guerras, que deixam pessoas em situação de risco extremo.
#333333;”> E nesse caso, os cidadãos sitiados em Wuhan gravaram um vídeo em que fizeram um apelo para o resgate. No caso dos repatriados na Operação Regresso da Força Aérea Brasileira, eles se encontravam isolados na cidade chinesa de Wuhan, epicentro do surto mundial de coronavírus, considerado emergência sanitária pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente ninguém entra e ninguém sai de Wuhan, a não ser em uma operação especial, como a preparada pelo Brasil.
#333333;”>Como a cidade está sob quarentena, o governo brasileiro precisou de autorização do governo chinês para a retirada dos brasileiros de lá.

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