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Segundo caso de coronavírus em Ipatinga foi transmissão comunitária

Prefeito e secretária de Saúde reforçam a necessidade de manter isolamento

A administração municipal de Ipatinga confirmou o segundo caso de coronavírus (Covid-19). O município foi notificado, na noite de domingo (5), pela Gerência Regional de Saúde (GRS). Trata-se de um homem de 42 anos, residente no bairro Cidade Nobre, que afirma não ter viajado ao exterior e nem tido contato com alguém que tenha retornado de viagem a outros países, recentemente.
O prefeito Nardyello Rocha e a secretária de Saúde, Érica Dias, reforçam a necessidade de manter o isolamento social, já que o contágio em questão foi transmissão comunitária. Em um vídeo divulgado no Instagram da Prefeitura de Ipatinga, Nardyello falou sobre o caso confirmado. “O visitamos pela manhã [de segunda-feira] e o detalhe, ele não viajou para o exterior, não teve contato com ninguém que veio de lá e não esteve com pessoas teoricamente doentes.
É o contágio comunitário, esse que estamos tentando combater, pessoas do mesmo ciclo, um contaminando o outro. É importante nos mantermos isolados, dentro da possibilidade de cada um de nós”, disse. A secretária Érica Dias pontuou que as pessoas não acreditam na dimensão do coronavírus, mas há uma resposta que permeia, como a falta de testes e muitos casos somente suspeitos. “Somos vinculados ao Sistema Único de Saúde e então dependemos da Fundação Ezequiel Dias (Funed) para os exames. De fato, nem 15% de todo esse total suspeito nós temos avaliados ou coletados os exames, porque no início tivemos uma dificuldade com a Funed, com esses exames”, ponderou. A titular da pasta alerta que a população tem que entender que a doença não está longe de Ipatinga, que é uma cidade com mais de 260 mil habitantes. “Por aqui passa muita gente, se tem um poder aquisitivo considerável, as pessoas circulam muito.
A Secretaria de Saúde mantém aquilo que a própria Organização Mundial da Saúde e Ministério da Saúde vêm, incansavelmente, da semana passada pra cá, pedindo a população: isolamento social, distanciamento social. Sabemos e isso é notório, quanto mais isolado, menos risco. Mas isso não quer dizer que não vamos contrair o vírus. O próprio ministro Mandetta (Luiz Henrique) disse, que enquanto 50% da população não for contaminada, a gente não vai sair dessa situação emergencial”, frisou. Fôlego O que se pretende com o isolamento, segundo a secretária, é ter fôlego para que se consiga passar pela pandemia, sem uma situação como a que São Paulo já está vivendo. “Com o distanciamento social, estão abrindo 10 mil leitos, se não tiver, ele precisa do dobro de leitos.
O que pedimos é que a gente não tenha essa dificuldade de acontecer um ‘boom’ e não termos suporte para isso. É um vírus desconhecido para todo mundo, se não fosse desconhecido, já teríamos encontrado um meio para combater, o que, nesse momento, é o isolamento social”, reiterou. Érica Dias acrescenta que não se pode brincar com uma situação em que, nos Estados Unidos, por exemplo, estão morrendo mais de mil pessoas por dia e só no domingo, no Brasil, foram registradas mais de 35 mortes num intervalo de poucas horas. “Ou seja, muitos morrem todos os dias. Isso não é normal num curto período de tempo, a não ser por catástrofes, mas estamos vivendo uma pandemia. Morre por dengue? Sim, mas qual a diferença para o coronavírus? São doenças que sabemos a causa, que sabemos como tratar, e não tem sido motivo de lotação ao mesmo tempo, num curto período de tempo.
É uma pandemia, não é uma gripezinha, mas sim um vírus, que pode ocasionar uma gripe, pode. Mas pode levar a uma insuficiência respiratória grave. Não se pode tratar no diminutivo”, conclui a secretária. Timóteo e Coronel Fabriciano confirmam novos casos Em Timóteo, dois casos foram confirmados no último fim de semana. Os pacientes que testaram positivo para coronavírus são do sexo masculino, ambos possuem 41 anos e retornaram de viagem à Europa com um grupo de 11 pessoas. Já na segunda-feira (6), o novo relato é de uma paciente do sexo feminino, com 60 anos de idade, que chegou de um cruzeiro pela costa brasileira no dia 17 de março. Com isso, sobe para quatro o número de moradores que testaram positivo para o vírus.
O marido da mulher – que não viajou com ela – apresentou os sintomas em 22 de março com relato de febre, prostração, mialgia e tosse seca leve. Ambos tiveram amenizado o quadro descrito de forma progressiva com o passar dos dias, informou o Executivo timoteense. Coronel Fabriciano teve o segundo caso de contaminação pelo coronavírus. A informação foi confirmada nesta segunda-feira, durante o Boletim Epidemiológico realizado diariamente pela administração municipal, nos canais oficias de comunicação da Prefeitura. Trata-se de um jovem que foi contaminado pelos tios que vieram da Itália, estiveram em Fabriciano e já retornaram para a Europa. O paciente está em isolamento social e passa bem.
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