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Restaurante Popular dará lugar à Secretaria de Ação Social

Restaurante Popular dará lugar à Secretaria de Ação Social

O valor previsto pela emenda, para o restaurante em 2020, era de R$ 500 mil, ela continha ainda itens como educação inclusiva, Educação de Jovens e Adultos, dentre outros

m reunião extraordinária realizada na Câmara de Ipatinga, nesta terça-feira (10), o líder de governo, vereador Sebastião Ferreira Guedes (PT), anunciou que o Restaurante Popular não será reaberto, por falta de verba. O espaço será ocupado pela Secretaria de Ação Social. Uma emenda chegou a ser apresentada por Lene Teixeira, sua colega de partido, visando recursos para o equipamento, mas foi rejeitada em plenário. A informação foi dada durante discurso do líder, na tribuna, antes da votação do Projeto de Lei 130/2019, referente ao Plano Plurianual (PPA), uma das peças que compõem o orçamento municipal. “A emenda da colega vereadora Lene altera o PPA e reduz o investimento em publicidade, também direciona recurso para o extinto Restaurante Popular. Quero informar a todos que o antigo restaurante vai se transformar na Secretaria de Ação Social e o orçamento da pasta vai para lá. Esse restaurante não vai funcionar mais, até porque não tem recursos para isso. Foi uma coisa muito boa quando criou, mas o governo federal ajudou a construir, entregou para os prefeitos e tchau, não tem dinheiro para fazer manutenção. No governo passado foi investido R$ 600 mil para reformar o prédio, todo reestruturado, mas não teve dinheiro para botar para funcionar e agora vai virar Secretaria de Ação Social. Peço voto contra a emenda, que não ajuda em nada”, pediu Guedes aos demais parlamentares. Lene pediu a palavra e apontou que, caso fosse pensada uma política de segurança alimentar em Ipatinga, o restaurante deveria ser reativado. “Cresce a informalidade do trabalho aqui no Centro e cada vez mais pessoas procurando formas alternativas de sobreviver. Meu desejo é que voltasse a operar para atender a população que mais necessita desse tipo de políticas públicas. Fica a critério de cada um o voto, mas peço que votem sim”, apelou. O placar foi de dois votos pela aprovação da emenda e 13 contrários. Já o projeto 130/2019 foi aprovado em segunda votação. O valor previsto pela emenda, para o restaurante em 2020, era de R$ 500 mil, ela continha ainda itens como educação inclusiva, Educação de Jovens e Adultos, dentre outros. Fechado Inaugurado em 2007, com verbas do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome, o restaurante foi fechado em 2012, no governo Robson Gomes, por falta de repasses de recursos e condições básicas de funcionamento e segurança dos usuários. Desde seu começo a refeição subsidiada chegava à mesa dos usuários custando R$ 1. Com o corte orçamentário do Governo Federal, o restaurante ficou sem manutenção e foi interditado pelo Corpo de Bombeiros. Todo os equipamentos e vasilhames foram carregados por pessoas em situação de rua, que ficam nas proximidades. O prédio também foi duramente depredado. Em 2015, foi iniciada uma reforma para as adequações exigidas pelos bombeiros. A empresa vencedora da licitação foi a Delta Engenharia e o custo aproximado da obra foi de R$ 515 mil. À época, o governo municipal informou que, apesar de básica, a reforma habilitou o restaurante para o pleno funcionamento. Mas o governo chegou ao fim e o equipamento não foi colocado em operação. Sem utilização depois da reforma, o espaço foi novamente alvo de vandalismo e depredação.

Fonte: Diário do Aço

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