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Decoração do Parque Ipanema atrai moradores de cidades vizinhas

Decoração do Parque Ipanema atrai moradores de cidades vizinhas

Decoração do Parque Ipanema atrai moradores de cidades vizinhas

Decoração do Parque Ipanema atrai moradores de cidades vizinhas

A iluminação especial que vem decorando desde o último dia 13 o Parque Ipanema, dentro do ‘Natal Ipatinga Arte e Luz’, somada à reforma e modernização dos banheiros públicos e à inauguração dos quiosques, tem atraído centenas de pessoas ao principal cartão de visitas de Ipatinga. A decoração formada por 320 mil microlâmpadas e 3.200 caixas de led pode ser conferida até o dia 5 de fevereiro, sempre a partir das 18h. O Executivo estima que, somente na noite do dia 25 de dezembro, cerca de 15 mil pessoas tenham passado pelo local, incluindo caravanas de cidades próximas. Outro atrativo que tem levado visitantes ao Parque é a Casinha do Papai Noel, defronte à portaria central do estádio Ipatingão, que fica aberta à visitação do público de segunda a sexta-feira, de 14h as 23h, e também nos sábados e domingos, de 9h as 23h. Convite à visitação “Tivemos, na noite de Natal, um público quase igual ao do dia em que as luzes foram acesas. O que demonstra que fizemos a coisa certa em buscar parcerias para aparelhar e embelezar o principal cartão postal de Ipatinga. Hoje podemos dizer com orgulho que temos condições de receber visitantes não apenas da cidade, mas de todo o país e até mesmo do exterior, sem nenhum risco de frustrarmos suas expectativas”, disse o prefeito Nardyello Rocha, em visita ao local na noite do dia 25. Parcerias Sem custo para o município, o ‘Natal Ipatinga Arte e Luz’ é realizado pela Prefeitura de Ipatinga em conjunto com o grupo Híbridus Dança e Governo do Estado de Minas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Também apoiam a iniciativa a Fundação São Francisco Xavier, Vale, WR Construtora, Mineirão Atacarejo, Elétrica Mais, Matizes Casa do Artesão, Feirarte e Instituto Usiminas.

Fonte:Diario do Aço

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Opposite Way lança ‘The Saviour is Born’

Opposite Way lança ‘The Saviour is Born’

Opposite Way lança ‘The Saviour is Born’

Opposite Way lança ‘The Saviour is Born’

Uma canção natalina expressa em Londres o verdadeiro sentido do Natal

A música autoral ‘The Saviour is Born’ (“O Salvador Nasceu”) surgiu de um projeto da London School of Theology, onde estudam os integrantes da banda Opposite Way, os irmãos: Pablo (bateria e guitarra), Paola (violão e vocal), Patrick (teclado e vocal) e Petterson (bateria e guitarra). Divulgação/Ana Paula Costa Os irmãos Pablo, Patrick, Paola e Petterson formam a banda A faculdade promoveria um concerto e eles foram encorajados a compor algo sobre o Natal. “Trabalhamos semanas na música. Assim nasceu ‘The Saviour is Born’, composição minha e da minha irmã, Paola, com ajuda e supervisão de Geraldine Latty, uma das professoras e dirigentes do coral na faculdade”, explica Patrick. A canção, lançada pela Fluve/Som Livre, anuncia as boas-novas que chegaram à humanidade por meio de Jesus Cristo. Paola diz que é preciso anunciar a verdade do Natal e que, por isso, a música apresenta Cristo como Ele é. “Jesus é a luz que brilhou sobre as trevas e veio para nos iluminar e trazer esperança, resgatando-nos do império das trevas e nos transportando ‘para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos nossos pecados’ (Colossenses 1.12-14).” Para a Opposite Way, o Natal é a celebração do acontecimento mais lindo na história do mundo, “o Filho de Deus nascendo como um de nós, para nos salvar dos nossos pecados”. Eles acreditam que entendimento que o verdadeiro sentido do Natal foi se perdendo ao longo da história. Petterson diz que a celebração do nascimento de Jesus foi se transformando em uma comemoração com mera ocasião de trocas de presentes e diversão. Mas afirma que o papel dos cristãos é avivar o sentido único do Natal, Jesus, e anunciá-lo ao mundo. “Temos, sim, muito que celebrar, pois o nosso Salvador nasceu, foi crucificado e ressuscitou! É por isso que o Natal não é uma mera ocasião onde trocamos presentes e nos reunimos com a família, mas quando podemos fazer tudo isso celebrando com gratidão o nascimento de Cristo, o maior presente que Deus nos enviou!” Divulgação/Ana Paula Costa A banda deixa uma mensagem especial: “Desejamos que a mensagem das boas novas de ‘The Saviour is Born’ alcance o coração das pessoas, avivando o entendimento do verdadeiro sentido do Natal. Que estejamos todos em festa celebrando, no Natal e durante todos os dias da nossa vida, o nascimento de Jesus, rendendo graças a Deus pelo seu infinito amor. Jesus, o Príncipe da Paz, é o presente de Deus para nós. Receba-o e não o despreze, porque haverá um dia em que isso não será mais possível. Alegre-se, porque o Salvador nasceu!” Confira o single natalino “The Saviour is Born” (“O Salvador Nasceu”) na sua plataforma digital preferida: https://Fluve.lnk.to/OCristoNasceu Acompanhe a Banda Opposite Way! Facebook: www.facebook.com/oppositewayoficial Instagram: www.instagram.com/oppositewayoficial Twitter: www.twitter.com/OppositeWay_ YouTube: https://www.youtube.com/oppositeway

Fonte:Diario do Aço

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Letreiro disputado no Parque Ipanema

Letreiro disputado no Parque Ipanema

Letreiro disputado no Parque Ipanema

Letreiro disputado no Parque Ipanema

Com o aumento do fluxo de visitantes do Parque Ipanema, para ver a iluminação especial de fim de ano, uma cena inusitada tem sido visto nas proximidades do letreiro “Eu amo Ipatinga”. Uma fila tem se formado para tirar foto no local. As famílias que receberam parente e amigos nesse fim de ano e vão visitar o parque, têm feito questão de registrar a imagem junto ao atrativo. O letreiro foi inaugurado no mês de abril, por ocasião das comemorações dos 55 anos de Ipatinga, celebrados em 29 de abril passado.

Fonte:Diario do Aço

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Copie muito até se tornar original

Copie muito até se tornar original

Copie muito até se tornar original

Copie muito até se tornar original

Mauro Condé

 

“Comece copiando o que você ama. Copie, copie, copie e copie muito. Ao final de muitas
cópias, você encontrará a si mesmo” (Yohji Yamamoto).
Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando como meio de transporte
excelentes livros sobre Criatividade.
Eles me levaram para Austin, Texas, Estados Unidos, onde fui recebido pelo escritor
Austin Kleon, autor do sucesso “Roube como um artista”, a quem fui logo pedindo:
Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a minha vida para
melhor.
Copie as pessoas que você mais admira até se tornar original.
Desenhe uma espécie de árvore genealógica nomeando as pessoas mais inteligentes e
geniais que mais te influenciam na vida, vivas ou mortas, famosas ou anônimas.
Depois, pesquise sobre elas e descubra as pessoas mais geniais e inteligentes que
influenciaram cada uma delas e continue fazendo isso até cerca de cinco gerações atrás.
Você descobrirá desse levantamento uma coisa incrivelmente fantástica:
Nenhuma das pessoas que você mais admira foi totalmente original do zero, todas as suas
melhores ideias partiram de cópias das melhores ideias de outros gênios.
Portanto, copie sem pudor o máximo de ideias que você puder.
Depois, agrupe-as e espalhe-as sobre a sua mesa, misture-as com suas próprias ideias e
pensamentos e transforme-as em algo totalmente novo.
Em seguida, mostre suas novas ideias para o mundo, para que possam roubá-las e copiálas de você, para o mundo melhorar.
Um exemplo curioso de cópia criativa é a música “Feelings”, balada romântica que fez
muito sucesso no Brasil e depois estourou pelo mundo nos anos 70.
Seu autor, Morris Albert (um brasileiro cujo verdadeiro nome é Maurício Alberto), ficou
milionário com tanto sucesso, quase 200 milhões de discos vendidos em toda a carreira.
Só que na década de 80 ele foi justamente condenado pela justiça americana a pagar uma
indenização altíssima por direitos autorais devidos.
Morris Albert foi condenado por ter feito uma cópia rasgada (plágio) de uma canção
francesa desconhecida chamada “Pour Toi”, composta por Lolou Gasté, em 1957.
Lolou Gasté compôs uma obra prima que estava fadada ao fracasso e poderia não ter
recebido um centavo, não fosse a cópia criativo de Morris Albert, um fenômeno de
contaminação viral, numa era em que não existia a internet.
Copie muito, até se transformar em original, sempre respeitando os créditos e os direitos
autorais.
Palestrante, consultor e fundador do Blog do Maluco

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Nova proibição para linhas cortantes já é lei

Nova proibição para linhas cortantes já é lei

Nova proibição para linhas cortantes já é lei

Nova proibição para linhas cortantes já é lei

A lei define linhas cortantes como aquelas produzidas industrialmente para esse fim

Foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais desta segunda-feira (23), a Lei 23.515, de 2019, que amplia a proibição de pipas com linha cortante em áreas públicas e comuns. A matéria tramitou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) como Projeto de Lei (PL) 906/19, de autoria do deputado Mauro Tramonte (Republicanos). O texto revoga a Lei 14.349, de 2002, e cria uma nova, mais abrangente e mais severa com relação às multas. Dessa forma, quem for pego vendendo linhas cortantes terá que pagar multa de 1.000 Ufemgs (Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais), que totalizariam R$ 3.590. O valor pode ser aumentado em até 50 vezes, o equivalente a R$ 179 mil, em casos de reincidência. Se a linha apreendida estiver em poder de criança ou adolescente, seus pais ou responsáveis legais serão notificados pessoalmente da infração. A lei define linhas cortantes como aquelas produzidas industrialmente para esse fim, como a “linha chilena”, em que são usados pó de quartzo e óxido de alumínio; e aquelas às quais se adicionam misturas artesanais, como pó de vidro ou de ferro, que lhe atribuam poder de corte, tais como cerol. Com a publicação da norma, fica proibida no Estado, a comercialização das linhas cortantes e o seu uso em pipas, papagaios e outras destinações.

Fonte:Diario do Aço

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Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Agentes bons de faro: cachorros ajudam na rotina de segurança das unidades prisionais do Estado

Cães começam a treinar com os agentes desde filhotes para aprenderem a obedecer aos comandos; animais ajudam em trabalhos de contenção e nas buscas por ilícitos

Eles não usam algemas, farda ou armas de fogo, mas têm conduta e disciplina exemplares. Em alerta ao primeiro sinal de comando, estão sempre preparados para entrar em ação. Com seus sentidos aguçados, os cães que auxiliam no trabalho de segurança nas unidades prisionais do Estado são os parceiros ideais na busca por materiais ilícitos e na contenção de possíveis agitações ou fugas. A presença dos cães nas equipes de polícias ou agentes de segurança penitenciários é rotineira em todo o mundo. Esses cachorros passam por treinamentos especiais para poderem assumir seus “cargos” em cada uma das corporações, de acordo com a função que irão desempenhar. No Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen MG), da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), os cães são usados em situações de faro, segurança, imobilização e captura. O cão de faro é especialista em localizar materiais ilícitos como drogas, aparelhos celulares ou explosivos que por ventura tenham entrado nas unidades prisionais. Já o cão de captura é usado nas rondas de rotina ou na escolta durante o banho de sol auxiliando em possíveis contenções, impedindo tentativas de fuga e, até mesmo, na busca e captura de foragidos.
Atuando no sistema prisional com cães há mais de 16 anos, o coordenador do canil central do Depen MG, Fábio Hespanha, explica que todos os cães são treináveis, mas para o trabalho na segurança algumas raças são mais aptas do que outras. “As raças que trabalhamos no sistema prisional em Minas são, em sua maioria, pastor alemão, pastor belga malinois e rottweiler. Tanto os machos quanto as fêmeas são treinados, respeitando sempre o porte e a aptidão maior de cada raça”, detalha. Para o trabalho de faro são usados os pastores alemães e belgas malinois por serem raças consideradas sociáveis, com a força e a resistência adequadas às atividades. Já os rottweilers são usados no combate à subversão da ordem, revistas e tentativas de fuga, considerando o efeito psicológico, imposto pelo porte físico e pela força característicos da raça. Atualmente, a maioria dos cães que trabalham no sistema prisional são crias dos canis das unidades e começam os treinamentos ainda filhotes, com mais ou menos dois meses de idade. No início, eles aprendem obediência de comandos básicos e socialização com os agentes. Conforme vão crescendo recebem treinamentos específicos para as funções que vão desempenhar. Segundo Hespanha, o treinamento é uma espécie de brincadeira, um desafio, em que são despertadas e fortalecidas suas habilidades. “Nós buscamos estimular, sempre por meios de brincadeiras, a coragem, a atenção, o interesse, a obediência e o preparo físico. Eles se divertem durante o treinamento. Assim, conquistamos a sua lealdade e despertamos as melhores características que cada cão tem em sua genética”, diz. Hespanha explica também que o olfato desses animais é delicado e muito apurado. Eles conseguem facilmente discernir um odor específico, mesmo quando existe mais de um cheiro ao seu redor. Drogas, explosivos e equipamentos telefônicos (celulares, carregadores, chips, etc.) são os principais alvos de busca dos “cães agentes” nas penitenciárias. Para executar bem essa função, durante o treinamento os cães farejadores são expostos a odores típicos de substâncias ou materiais que irão buscar. Esses elementos são escondidos em diversos objetos para treinar seus faros. Com o passar do tempo, o cão consegue captar o cheiro da droga mesmo se ela estiver misturada a outros componentes com cheiros distintos na intenção de disfarçar o odor do material ilícito. “Esse treinamento auxilia muito nas buscas dentro de celas já que há uma mistura de cheiros nesses ambientes, como de alimentos e produtos de higiene pessoal, por exemplo”, diz. Rotina dos “cães agentes”
Atualmente, cerca de 300 cães atuam em mais de 60 unidades prisionais do Estado. Os 360 agentes que lidam diretamente com esses cachorros passam por treinamentos elaborados pelo Grupo de Operações com Cães (GOC) do canil central do Depen, localizado no Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O Depen está padronizando os treinamentos e, por meio da Superintendência Educacional de Segurança Pública, foi oferecido o “Curso de Operações com Cães em Ambientes Carcerários em Mina Gerais”. O objetivo é capacitar os agentes penitenciários para que sejam capazes de identificar e atuar com destreza e segurança com os cães. No curso, além de aprenderem a treinar e a atuar com os cães, os agentes são orientados a usar os cachorros somente em casos previstos pela lei e observando os direitos humanos e o uso diferenciado da força. A perspectiva é que em 2020 todos os agentes que atuam nos canis passem pelos treinamentos. Na rotina dos canis alguns cuidados simples são indispensáveis, como estabelecer períodos de descanso durante os treinos, alimentação balanceada, disponibilizar água fresca, garantir a manutenção da limpeza dos boxes onde os cães ficam para evitar qualquer contaminação, além de prezar pelos exames rotineiros para monitorar e cuidar da saúde dos animais. Assim como acontece em outros canis de unidades prisionais do Estado, os cães do canil central são doadores regulares de sangue para um hospital veterinário. “A cada quatro meses nossos parceiros caninos vão cumprir com o dever de cidadãos e auxiliam outros cães que precisem de sangue saudável”, conta Hespanha. Ajuda canina A cadela Chiara, de um ano e oito meses, é cria do canil central e filha de pais que também já eram da unidade. Na sua primeira operação de busca nas celas do Presídio Antônio Dutra Ladeira, ela encontrou cinco celulares e três carregadores que estavam escondidos em um buraco coberto por uma massa no chão de uma das celas. Os agentes que acompanharam a revista com a cadela contaram que quando ela sinalizou o local, eles duvidaram que fosse possível ter algo ali. “Ela parou no local e ficou mostrando que havia algo, mas o chão estava tão alinhado que pensamos que ela estivesse enganada. Depois de mais uma circulada, ela voltou ao mesmo local e sinalizou novamente. Aí, checamos e descobrimos o buraco com o material ilícito”, contou o agente e adestrador do canil, Ivo Martins. Além da atuação dentro das unidades prisionais, muitas vezes os cães são cedidos para atuar de forma integrada em operações com outras instituições como as polícias Militar, Civil, Rodoviária, Federal e a Guarda Municipal de alguns municípios. No início do ano, o caso do sumiço de um idoso em Campanha, no Sul do estado, foi solucionado com o auxílio da experiente cadela Nina, uma pastor belga mailiois, do GOC da Penitenciária de Três Corações. O senhor, de 69 anos, que sofre de mal de Alzheimer, estava desaparecido por três dias quando foi encontrado pelos cães. Para auxiliar nas buscas foram utilizados uma peça de roupa e um chapéu do idoso para facilitar no reconhecimento do cheiro. O senhor foi encontrado em uma região de matagal a cerca de 4 quilômetros de distância do asilo onde ficava. De acordo com a equipe que atuou nas buscas, o trabalho dos cães farejadores foi imprescindível na indicação dos rastros que levaram até o desaparecido. Aposentadoria Assim como para os humanos, chega um momento na vida dos cães que é hora de encerrar as atividades e ter o merecido descanso. A aposentadoria dos “cães agentes” acontece quando eles completam oito anos de trabalho ou dez anos de idade. Na época do desligamento, os cães são disponibilizados para adoção. Primeiramente, eles ficam disponíveis para os agentes com quem trabalharam diretamente. Caso eles não tenham interesse, o processo é aberto para servidores de outras unidades e, por fim, para a sociedade civil. Hespanha conta que geralmente os próprios adestradores ficam com os cães. “A gente constrói uma relação de confiança, cumplicidade e amizade com eles que é difícil não querer mantê-los por perto”.

Fonte:Diario do Aço

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