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Impostômetro passou a marca de R$ 2,4 trilhões nesta quarta-feira (18)

Impostômetro passou a marca de R$ 2,4 trilhões nesta quarta-feira (18)

Impostômetro passou a marca de R$ 2,4 trilhões nesta quarta-feira (18)

Impostômetro passou a marca de R$ 2,4 trilhões nesta quarta-feira (18)

Com 14 dias de antecedência, o valor de impostos, taxas e contribuições pagos supera o valor alcançado em 2018

Os brasileiros estão pagando mais impostos em 2019, em comparação ao ano passado. Os dados são do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que revela: nesse dia 18 de dezembro, às 3h10, o valor total passou de R$ 2,4 trilhões Em 2018, o valor pago pelos brasileiros em tributos somou R$ 2,3 trilhões, nível recorde para uma economia com baixo crescimento e cenários incertos. O economista da ACSP, Marcel Solimeo, considera que o valor deste ano está dentro das previsões e reflete o índice de inflação. Para ele, com base no atual momento econômico, já era esperado que os brasileiros pagassem mais impostos. “Esse volume é reflexo da inflação e está dentro das previsões levando em consideração os problemas que o governo enfrenta”, diz Solimeo. “O esforço que as autoridades vêm fazendo com o teto dos gastos tem tido resultados muito lentos se considerar a urgência da redução no gasto governamental”. Ele também argumenta que para reverter esse cenário é preciso mais eficácia no corte dos gastos e na gestão das contas públicas. “O Brasil possui uma das cargas tributárias mais altas do mundo, equivalente ou até superior à carga de nações desenvolvidas. É uma tributação de primeiro mundo que deveria retornar à população por meio de serviços essenciais e políticas públicas de qualidade”, afirma o economista da Associação Comercial de São Paulo.

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Empresa de transporte por aplicativo lança curso de combate ao assédio

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Serão cinco módulos educacionais: assédio, racismo, diversidade sexual, respeito e boas práticas de atendimento

A 99, empresa de transporte urbano por aplicativo, lança a partir desta semana um pacote de cursos online e presencial de conscientização, com enfoque em tolerância e cidadania, para seus motoristas cadastrados. Serão cinco módulos educacionais: assédio, racismo, diversidade sexual, respeito e boas práticas de atendimento. “A plataforma educacional vai promover mais segurança para os usuários, sejam eles passageiros ou motoristas”, diz Stella Brant, diretora de Marketing da empresa. “Como empresa de tecnologia que conecta diferentes pessoas, temos o papel social de promover diversidade e respeito dentro e fora do app”, acrescentou. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Younder, empresa especializada em educação digital, com a consultoria Think Eva, que trabalha com projetos relacionados a igualdade de gênero, e com Ana Bavon, consultora e conferencista em diversidade e inclusão. A empresa tem cerca de 600 mil motoristas cadastrados e 18 milhões de passageiros em mais de 1,6 mil cidades no país.

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Vende-se Paraíso

Vende-se Paraíso

Vende-se Paraíso

Vende-se Paraíso

Reza a lenda que, certa feita o poeta Olavo Bilac (1865-1918) foi abordado por um comerciante: “Sr. Bilac, preciso vender meu sítio. Poderia redigir um anúncio? ”. Bilac escreveu: “Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo; cortada por cristalinas águas de um ribeirão. A casa é banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes na varanda”.

VENDE-SE MARAVILHA

Meses depois, Olavo Bilac top com o homem e pergunta-lhe: “Vendeu o sítio? ”. E o comerciante, meio sem graça, responde: “Nem penso mais nisso! Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que eu tinha”. Às vezes, não percebemos as coisas boas que temos conosco e vamos longe, atrás de miragens e falsos tesouros.

VENDE-SE LIÇÃO

Moral da história: valoriza o que você tem, a vida que você tem, a pessoa que está ao seu lado, a sua família, os amigos perto de você, o trabalho que você conquistou, o conhecimento que adquiriu, a sua saúde, o sorriso. Esta reflexão é para que possamos terminar o ano não só planejando o que queremos, mas agradecendo tudo que nos foi permitido conquistar.

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Quem somos

Quem somos

#ff0000;”>Transformação Digital no varejo de alimentos

A transformação digital é o grande desafio para qualquer empresa e negócio do século XXI. Novas tecnologias e mudança do comportamento do consumidor estão mudando drasticamente a forma que o varejo está se organizando e atendendo seus clientes. É difícil imaginar um supermercado de sucesso nos próximos anos, sem uma gestão de clientes individualizada, com experiência mobile e digital, contando com processos automatizados e apoiados em IoT (inteligência das coisas), conectado numa rede maior de dados, com trocas de informações estratégicas de negócios.
Para que isso aconteça, urge uma transformação digital do varejo de alimentos, que tem como alvo a mudança de processos, da forma das pessoas trabalharem e da arquitetura tecnológica das lojas. A notícia boa é que o varejo de alimentos, por ser regional e presente fisicamente, está em uma posição privilegiada para liderar essa transformação. Diante desse cenário é fundamental uma aproximação dos prestadores de serviços no varejo. O varejista precisa do apoio que signifique um “atalho” na busca do conhecimento e capacitação. Consultores, fornecedores de software e hardware, cientes dessas dificuldades e limitações, devem contar com uma estrutura capaz de atender ao varejista, mantendo a qualidade, a simplicidade e objetividade dos seus produtos e serviços. São diversos os motivos que tornam o varejo de alimentos único, saber disso te coloca a frente de muitos dos seus concorrentes e de diversas pessoas do setor. O varejo alimentar (super, hiper, mercado, mini, conveniência, hortifrutis, entre outros) a cada dia aprofunda o seu conhecimento sobre o consumidor usando a tecnologia para acelerar movimentos estratégicos ligados ao desenvolvimento de produtos em marca própria, reconfiguração de lojas, precificação e potencialização da experiência dos consumidores. Já houve quem apostasse que o varejo alimentar em sua forma clássica assumiria apenas o papel de marketplace físico, operado pela indústria, devido a uma possível perda de relevância para os consumidores.
Os consumidores têm valorizado cada vez mais a experiência de consumo. Eles não valorizam mais apenas os preços, mas tudo aquilo que envolve a compra de alimentos, desde o tempo de espera na fila de pagamento até comodidades como a entrega de compras. Uma das principais tendências dentro do segmento é a conveniência. Por conta do ritmo acelerado em que as pessoas vivem, bem como o acesso a inovações, os consumidores buscam cada vez mais formas de otimizar as compras. Prova disso é a busca cada vez maior por supermercados que entreguem em casa. As pessoas, ao contrário de alguns atrás, já não estão dispostas a gastar muito tempo fazendo as compras de alimentos. Por isso, elas buscam diferentes soluções que possam trazer comodidade para essa tarefa. O uso do troco digital é uma tendência que vai de encontro com essa necessidade. E entre as inovações apresentadas durante o evento que podem ajudar nesse sentido estão:
Redes de varejo alimentar se tornando ominichanel;
Foco nas compras via mobile no varejo online;
Scan Machine que seja capaz de ver o que o cliente tem no carrinho e já calcular o valor da compra;
Reconhecimento de produto sem a necessidade de códigos de barras;
Delivery.
Um entendido no comércio de Portugal, iniciou sua fala dizendo que o varejo brasileiro é muito desenvolvido e está entre os melhores do mundo. “Os varejistas brasileiros são mesmo muito bons no que fazem e é um mercado difícil e competitivo. Portanto, um benchmarking mundial”, além de dizer que as empresas tem investido muito na operação digital,
“O que vemos agora é que o consumidor não tem como ponto de venda só a loja física, pois ele pode comprar e receber seus produtos de diversos meios. Isso traz um desafio muito grande para as operações, a questão da logística, ou seja, o produto certo, no tempo certo e no local certo”
São “os dados cadastrais que apoiam todo o momento da experiência de compra do consumidor, seja no caixa da loja física, no app ou web site. “Portanto, eles têm de ser absolutamente precisos”, e também que a loja física não vai desaparecer, mas já está se transformando em algo mais sensorial
O mercado varejista alimentar é um dos mais dinâmicos que existe e é preciso acompanhar as tendências e inovações.
Google Brasil esteve na Groceryshop, em Las Vegas, evento repleto de tendências disruptivas relacionadas à tecnologia e aos novos modelos de negócio, e que tem tudo para pautar o futuro do setor no Brasil.
Na ocasião foram mostradas novas formas de proporcionar experiência ao consumidor, e foi possível detectar que a última fronteira para a indústria de groceries está no e-commerce, principalmente com as constantes mudanças influenciadas por novos hábitos de consumo. Afinal, como podemos oferecer produtos e experiências que os novos consumidores desejam? É uma das perguntas a serem respondidas neste artigo.
O que ficou claro para é que a revolução do setor depende de todo o ecossistema — o que envolve varejo, indústria, mídia e, claro, o consumidor.
Outras tecnologias mais novas nesse universo também podem fazer a diferença, como o voice shopping, por meio do qual é possível fazer compras no celular ao falar a sua lista de compras.
O uso da IA e do machine learning em scan machines, como vimos na experiência do Sam’s Club, é outra ferramenta que possibilita maior funcionalidade para entregar aos clientes uma experiência sem fricção.
E durante o Groceryshop muitas vezes surgiu a questão: o futuro do setor será de grandes players ou de pequenas marcas locais?
Neste artigo, vimos como a tecnologia pode se aliar à inteligência de mídia para explorar todo o potencial de crescimento que o e-commerce tem hoje, especialmente no Brasil.
Nos learnings para o varejo, vale pensar que não precisamos priorizar apenas a expansão das lojas físicas, mas também oferecer diferentes serviços integrados que facilitem a vida das pessoas, sem deixar de lado o foco na sustentabilidade ao longo da cadeia.

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Brasil tem mil empresas juniores; saiba como atuam

Brasil tem mil empresas juniores; saiba como atuam

Brasil tem mil empresas juniores; saiba como atuam

Brasil tem mil empresas juniores; saiba como atuam

Objetivo é conectar universitários com o mercado de trabalho

Em 2019, o Brasil alcançou a marca de mil empresas juniores no país. Juntas, elas desenvolveram mais de 23 mil projetos nesse ano. Com isso, ganham os estudantes e a população, porque a característica principal de uma empresa júnior é ser uma associação civil sem fins lucrativos que, por isso, oferece serviços que podem custar até 40% a menos que o mercado tradicional. As empresas juniores desenvolvem-se em universidades públicas e privadas. Atualmente, estão distribuídas em 182 universidades nas 27 unidades federativas do Brasil. A maioria dos serviços prestados pelas empresas juniores é por microempresário e pessoa física e o valor simbólico cobrado é destinado para a produção de feiras estudantis. Para o presidente da Brasil Júnior, confederação que representa as empresas juniores no Brasil, Renan Nishimoto, “as empresas juniores têm o desafio de receber mais confiança e estímulo da sociedade”, uma vez que o trabalho das empresas enquadradas nesse perfil não tem reconhecimento e, algumas, sofrem com a desconfiança do cliente por ser uma empresa composta por jovens em formação universitária. Um bom exemplo de atuação de uma empresa júnior no mercado é a EPR Consultoria, do curso de Engenharia de Produção da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Há 18 anos no mercado, a empresa atende em todo o país, inclusive multinacionais. No portfólio, acumula cases de sucesso, entre os quais destaca-se o projeto desenvolvido para a emergência de um hospital brasileiro. A partir da consultoria prestada pela equipe dessa empresa júnior, o tempo de espera na emergência passou de quatro horas para cinquenta minutos. Outro exemplo vem do Instituto Federal do Tocantins – IFTO Campus Palmas. A Agro Júnior Consultoria fechou um projeto em conjunto com a Fundação Banco do Brasil (FBB), em julho deste ano, para prestar consultoria para práticas agroecológicas aplicadas no ambiente do campo. Com o trabalho, foi possível validar um modelo hidropônico para ser utilizado por comunidades de baixa renda no município de Palmas-Tocantins, utilizando a energia solar; implantar unidade demonstrativa contínua de produção hidropônica e aquapônica; viabilizar, potencializar e fortalecer a geração de renda a agricultura familiar e capacitar comunidade de baixa renda, discentes e agricultores familiares na produção agroecológica. “O Brasil tem potencial gigantesco, mas não está preparado para as empresas juniores, essa plataforma que conecta universidades e mercado”, afirma Nishimoto. ( Brenda Chérolet – Agência Educa Mais Brasil)

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Trem turístico da Vale terá presença de Papai Noel e programação noturna especial neste Natal

Trem turístico da Vale terá presença de Papai Noel e programação noturna especial neste Natal

Trem turístico da Vale terá presença de Papai Noel e programação noturna especial neste Natal

 Trem turístico da Vale terá presença de Papai Noel e programação noturna especial neste Natal

No lugar do tradicional passeio de trenó, o Papai Noel seguirá no trem turístico da Vale por Ouro Preto e Mariana entre este sábado (7) e o dia 23 de dezembro. A viagem tem duração de uma hora e acontece no período noturno, a partir das 19h. O bom velhinho irá tirar foto com os passageiros e o trajeto ainda contará com apresentações musicais.

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