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Os planos que sua empresa fez em dezembro não servem mais

Os planos que sua empresa fez em dezembro não servem mais

Os planos que sua empresa fez em dezembro não
servem mais

#333333;”>Perto do final do ano, todos nós construímos os planos para o
#333333;”>período seguinte. Nas empresas, essa é a hora de traçar os
#333333;”>objetivos, definir metas e desenhar os planos.
#333333;”>Tudo isso é feito com base no histórico passado e em
#333333;”>perspectivas futuras. Porém, para a situação que vivemos agora,
#333333;”>não existem dados históricos e é impossível fazer projeções
#333333;”>futuras.
#333333;”>Isso significa que todos os planos que fizemos em dezembro
#333333;”>precisam ser refeitos. O crescimento que foi projetado para esse
#333333;”>ano, as contratações que estavam previstas e várias outras
#333333;”>metas terão que ser redefinidas.
#333333;”>O Gustavo Caetano, um dos empreendedores mais inovadores
#333333;”>do país, cita sempre essa frase, que ajuda a entender o
#333333;”>momento: “se houver disparidade entre o mapa e o terreno,
#333333;”>fique sempre com o terreno.
#333333;”>O “mapa” de dezembro está completamente diferente do
#333333;”>“terreno” que está sob nossos pés. Então, esqueça seus planos e
#333333;”>comece a reescrever o mapa agora, com base no que você
#333333;”>consegue enxergar.
#333333;”>Neste momento, você precisa agir com velocidade e lucidez em
#333333;”>alguns pontos chave, que vão ajudá-lo(a) a superar os desafios e,
#333333;”>ao mesmo tempo, prepará-lo(a) para pisar fundo no acelerador
#333333;”>quando isso passar.
#333333;”>Nós temos chamado esse momento de “O Ponto de Virada” —
#333333;”>os esforços que você faz agora serão o combustível para a sua
#333333;”>recuperação.
#333333;”>Com base na Crise de 2008 e no que observamos na China, onde
#333333;”>parte das empresas já opera em 80 por cento ou 90 por cento
#333333;”>dos níveis anteriores ao coronavírus, listamos 8 pontos cruciais
#333333;”>que precisam ser observados neste exato momento:
#333333;”>1 – As empresas forçosamente terão que ser digitais;
#333333;”>2 – A Inteligência Artificial vai ser muito utilizada;
#333333;”>3 – A colaboração passa a ser uma exigência para estar no
#333333;”>negócio;
#333333;”>4 – Trabalhar em casa ou de qualquer outro lugar e não apenas
#333333;”>no escritório é uma dessas mudanças;
#333333;”>5 – Aceleração no uso de tecnologias que demandam menos uso
#333333;”>de contato humano como o uso de drones;
#333333;”>6 – O sistema de saúde sofrerá transformações;
#333333;”>7 – A educação será repensada;
#333333;”>8 – No mundo dos negócios as mudanças serão mais rápidas e
#333333;”>afetarão o mercado de trabalho.
#333333;”>Além de prepará-lo(a) para suportar a crise, esses pontos
#333333;”>também vão te preparar para a arrancada. Afinal, o mundo não
#333333;”>acabou, e essa crise vai passar. Quem se retrair demais, terá
#333333;”>dificuldades de se expandir. E isso pode ser o seu maior risco.
#333333;”>. Afinal, quem estiver mais preparado vai dominar o mercado no
#333333;”>momento da retomada.
#333333;”>O jogo mudou, a realidade é outra e quem se adaptar melhor à
#333333;”>nova realidade estará na frente. Você precisa agir agora!
#333333;”>Prepare-se para a virada!
#333333;”>Um forte abraço,
#333333;”>Equipe StartSe — A Nova Educação para o Novo Mundo

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CRISE DO CORONAVÍRUS MOSTRA QUE OS EUA DEVEM PRESTIGIAR MAIS A AMÉRICA

CRISE DO CORONAVÍRUS MOSTRA QUE OS EUA DEVEM PRESTIGIAR MAIS A AMÉRICA

CRISE DO CORONAVÍRUS MOSTRA QUE OS EUA DEVEM PRESTIGIAR MAIS A AMÉRICA

#333333;”>Na tradicional coletiva de imprensa diária da Casa Branca sobre o coronavírus, hoje, Peter Navarro, conselheiro de Trump, acaba de falar em alto e bom som que se há algo que os EUA estão aprendendo com a atual crise é que o país não pode mais depender tanto da cadeia de distribuição global. Falta uma série de coisas nos EUA que ninguém “imaginava” ser possível.

#333333;”>Muita coisa essencial só pode ser obtida hoje se comprada fora do país. Medicamentos básicos e essenciais deixaram de ser produzidos nos EUA nas ultimas décadas. A indústria americana foi dizimada pelos últimos presidentes.

#333333;”>Um militar foi anunciado hoje como coordenador das ações de supply chain para a crise. O que o almirante anunciou é que já foram operacionalizados 6 vôos militares internacionais para abastecer os EUA com itens emergenciais; outros 28 vôos já estão agendados para os próximos dias.

#333333;”>Navarro citou a dependência quase total de medicamentos vindos de fora (China, ok?) e de suprimentos e equipamentos de saúde. Tudo aquilo que já sabemos. Mas o mais importante da sua fala foi quando disse que há hora certa para tudo. Agora os EUA precisam resolver os problemas mais imediatos mas a hora de enfrentar esse desequilíbrio calamitoso vai chegar.

#333333;”>Peter Navarro deixou extremamente claro que isso vai mudar e que esse tipo de situação “não vai se repetir mais”. O que ele
#333333;”>quis dizer é que na hora certa o governo americano vai entrar com força total nessa questão da dependência externa, leia-se CHINA.

#333333;”>Navarro tem preparado rascunhos de ordens executivas e projetos para botar fim nisso. Não estranhem o fato de Trump ter parado de chamar a peste de “coronavírus chinês” para chamar de COVID-19. Ele não aderiu ao politicamente correto. O xadrez está sendo jogado num nível muito mais alto que dos meros mortais.

#333333;”>Os EUA vão ganhar esse confronto com a China — que ai da está para começar, vão ganhar também seus mais próximos aliados. Nunca foi tão importante estar ao lado de países como a América. Quem estiver junto, na mesma barca, vai participar desse redesenho que só os EUA têm o cacife para iniciar.

#333333;”>Aos deslumbrados com a China no bananal brasileiro, um recado: o dinheiro chinês não vai comprar a fúria americana contra os culpados por essa desgraça mundial que o mundo tá vivendo.

#333333;”>Aguardem a hora certa.

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Pesquisadores da USP criam respirador 15 vezes mais barato

Pesquisadores da USP criam respirador 15 vezes mais barato

Pesquisadores da USP criam respirador 15 vezes mais barato

#333333;”>Protótipo ainda está em fase de desenvolvimento e testes

#333333;”>Uma equipe multidisciplinar da Escola Politécnica, da Universidade de São Paulo (Poli-USP) projetou um ventilador pulmonar emergencial de baixo custo, que poderá servir para o atendimento de pacientes de covid-19. Batizado de Inspire, o protótipo tem mais duas vantagens: pode ficar pronto em menos de duas horas e é feito de peças que podem ser encontradas no país, ou seja, não necessita de componentes importados. Os respiradores disponíveis no mercado custam, em média, R$ 15 mil, enquanto o valor do Inspire é de R$ 1 mil, aproximadamente. O modelo desenvolvido pelos pesquisadores da Poli-USP foi registrado com uma licença open source, o que significa que qualquer pessoa interessada pode acessar o passo a passo de manufatura e fabricá-lo. A exigência é de que se obtenha autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O professor Marcelo Knorich Zuffo, da Poli-USP, ressalta que o protótipo foi concebido para ser usado “em uma eventual condição catastrófica”, causada pela falta de ventiladores pulmonares comerciais. “Nosso projeto é de um ventilador de emergência”, ressalta o acadêmico, que divide a coordenação do projeto com o docente Raúl Gonzalez Lima, especialista em engenharia biomédica. “Inclusive, a gente já está conversando com as autoridades para fazer uma delimitação bem clara sobre quais as circunstâncias em que esse produto deve ser usado”, acrescenta Zuffo. O projeto está, atualmente, em fase de “integração e homologação”, com o sistema de inspiração e expiração já sendo testado, explica Zuffo. Agora a equipe também avança na validação química do padrão respiratório e mantém interlocução com o governo federal, para tentar emplacar parcerias que permitam a produção do ventilador em maior escala. A última reunião foi realizada na última terça-feira (31), com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, do Ministério da Saúde e da Anvisa. No total, cerca de 40 pessoas compõem a equipe do projeto. Os pesquisadores têm passado até 18 horas do seu dia desenvolvendo as atividades, iniciadas no dia 20 de março. Zuffo comenta que a iniciativa foi possível porque os membros da equipe já detinham conhecimento sobre a montagem de ventiladores pulmonares industriais. “Como nós tínhamos esse know-how à disposição na universidade, resolvemos criar meios para que esse conhecimento dos professores fosse disponibilizado à sociedade”, diz. “A gente resolveu se mobilizar quando percebeu a dramaticidade dessa situação nos outros países. Temos relatos de que em Nova York não há ventiladores e, então, voluntários ficam apertando a bombinha para o paciente não morrer durante a noite.” Segundo o coordenador, a equipe colocou no ar o site do projeto, para divulgá-lo entre membros da comunidade científica, e tem recebido um volume expressivo de contribuições. Lá, é possível acompanhar o diário de bordo do grupo, que informa cada uma das etapas atingidas. “A gente abriu o site para criar um mecanismo de comunicação entre professores e a comunidade desse movimento. E já estamos tendo contribuições concretas. Há muita gente baixando e já começou a vir modelo de algoritmo, desenho de projeto industrial”, afirma. Zuffo conta ainda que a equipe se surpreendeu com a quantia de R$ 161 mil, arrecadada em uma vaquinha online criada para dar subsídio ao projeto. O resultado alcançado superou as expectativas dos pesquisadores, que imaginavam conseguir juntar em torno de R$ 20 mil. “Isso mostra que temos uma sociedade extremamente generosa, e a gente está tentando responder a essa generosidade da forma mais responsável e séria possível, a despeito da gravidade da situação”, finaliza o professor da USP.

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Covid-19: Usiminas anuncia medidas de adequação

Covid-19: Usiminas anuncia medidas de adequação

Covid-19: Usiminas anuncia medidas de adequação

#333333;”>Entre as adequações para Ipatinga está a paralisação temporária das operações dos Altos-Fornos 1 e 2 e as atividades da Aciaria 1

#333333;”>Diante do cenário desafiador e inesperado na economia brasileira, surgido no contexto da Pandemia da Covid-19, a Usiminas informou, na tarde desta quinta-feira (2), que vem adotando novas medidas de adequação de suas operações ao ambiente de mercado. As ações permanecem tendo como foco prioritário a saúde dos colaboradores e familiares, clientes e parceiros da companhia.
#333333;”>Consideram, também, a necessidade de equilibrar a força de trabalho e capacidade operacional ao atual ritmo de produção e demanda, de minimizar os impactos no caixa da empresa e de buscar a preservação dos empregos.
#333333;”> Entre as adequações para a área operacional de Ipatinga, a serem adotadas a partir do mês de abril, conforme Fato Relevante divulgado pela empresa, está a paralisação temporária das operações dos Altos-Fornos 1 e 2 e as atividades da Aciaria 1.
#333333;”>Serão mantidas as operações do Alto-Forno 3, Aciaria 2, laminações e galvanizações. Em decorrência das novas medidas, a empresa irá utilizar bancos de horas, readequação de efetivo de terceirizadas, alteração na tabela de turno, bem como a extensão de home office e a concessão de férias coletivas a parte do efetivo. Já na Usina de Cubatão, na Baixada Santista, a produção será suspensa e será concedida antecipação de férias por 30 dias. A Usiminas reitera que as medidas têm caráter temporário e o objetivo de ajustar sua produção à atual demanda de mercado.
#333333;”>As iniciativas seguem a linha de outras empresas do setor e dos próprios clientes da companhia. Cabe ressaltar que a empresa segue recebendo pedidos que venham a ser feitos durante esse período e está preparada para retomar, com agilidade, o ritmo de produção de acordo com a demanda futura.
#333333;”>As equipes lotadas nos escritórios, por sua vez, tiveram o regime de home office estendido e as férias de parte dos efetivos da Usiminas Mecânica e da Soluções Usiminas já estão em curso. Para a segurança dos colaboradores que seguirão atuando nas plantas, a companhia segue aplicando todos os protocolos recomendados de medidas preventivas na condução de atividades operacionais.
#333333;”>Entre outras ações, foi intensificada a higienização de áreas, aferição de temperatura na entrada da Usina e/ou ônibus, readequação de refeitórios, controle de lotação dos ônibus, cancelamento de viagens e visitas, suspensão de reuniões presenciais, entre outros.
#333333;”>A Usiminas reforça, ainda, que prossegue em permanente avaliação de outras medidas em resposta à pandemia e que poderá, caso necessário, realizar eventuais novas alterações na utilização de seus equipamentos para ajustar-se ao cenário do momento.

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A crise segundo Albert Einstein

A crise segundo Albert Einstein

 A crise segundo Albert Einstein

#333333;”>”É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia”

#333333;”>“Não podemos querer que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a maior benção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, assim como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise se supera a si mesmo sem ter sido superado.

#333333;”>Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a dificuldade para encontrar as saídas e as soluções. Sem crises não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia.

#333333;”>Sem crises não há méritos. É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia. Falar da crise é promovê-la, e calar-se na crise é exaltar o conformismo. Em vez disto, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.”

#333333;”>Espero que tenham gostado de mais esse inteligente texto, que tem tudo haver com o que estamos vivendo todos os dias, do tão eterno Albert Einstein.
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Presidente sanciona MP da renda básica emergencial

Presidente sanciona MP da renda básica emergencial

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Nova lei prevê pagamento de R$ 600 a trabalhadores informais

#333333;”>O presidente Jair Bolsonaro sancionou, na tarde desta quarta-feira (1º), a Medida Provisória (MP) que cria uma renda básica emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa, durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.
#333333;”>A informação foi confirmada pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Jorge Oliveira, em uma postagem no Twitter. A medida teve a votação concluída no Senado na segunda-feira (30) e agora será regulamentada por meio de um decreto.
#333333;”> O líder do governo no Senado Federal, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), informou que o texto sancionado por Bolsonaro contém três vetos, que ainda não foram publicizados pela Presidência da República. A liberação dos recursos também depende da abertura de um crédito extraordinário no Orçamento federal.
#333333;”> O pagamento será efetuado ao longo de três meses, com operacionalização pelas redes dos bancos públicos federais: Caixa Econômica Federal, casas lotéricas, Banco do Brasil (BB), Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Nordeste (BNB), após o cruzamento de dados para definir quem tem direito ao benefício. Pelas regras contidas no projeto de auxílio emergencial aprovado pelo Congresso, os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito benefício, como não ter emprego formal; não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família; ter renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.
#333333;”>Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro anunciou novas medidas para enfrentar a crise gerada pela pandemia da covid-19, inlcuindo uma MP para ajudar as empresas na manutenção dos empregos. Serão liberados R$ 51 bilhões para complementação salarial, em caso de redução de salário e de jornada de trabalho de funcionários, e R$ 40 bilhões (R$ 34 bilhões do Tesouro e R$ 6 bilhões dos bancos privados) de crédito para financiamento da folha de pagamento.
#333333;”>Os detalhes da medida serão informados pelo Ministério da Economia. (Agência Brasil)

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