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Vende-se Paraíso

Vende-se Paraíso

Vende-se Paraíso

Vende-se Paraíso

Reza a lenda que, certa feita o poeta Olavo Bilac (1865-1918) foi abordado por um comerciante: “Sr. Bilac, preciso vender meu sítio. Poderia redigir um anúncio? ”. Bilac escreveu: “Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo; cortada por cristalinas águas de um ribeirão. A casa é banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes na varanda”.

VENDE-SE MARAVILHA

Meses depois, Olavo Bilac top com o homem e pergunta-lhe: “Vendeu o sítio? ”. E o comerciante, meio sem graça, responde: “Nem penso mais nisso! Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que eu tinha”. Às vezes, não percebemos as coisas boas que temos conosco e vamos longe, atrás de miragens e falsos tesouros.

VENDE-SE LIÇÃO

Moral da história: valoriza o que você tem, a vida que você tem, a pessoa que está ao seu lado, a sua família, os amigos perto de você, o trabalho que você conquistou, o conhecimento que adquiriu, a sua saúde, o sorriso. Esta reflexão é para que possamos terminar o ano não só planejando o que queremos, mas agradecendo tudo que nos foi permitido conquistar.

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Quem somos

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#ff0000;”>Transformação Digital no varejo de alimentos

A transformação digital é o grande desafio para qualquer empresa e negócio do século XXI. Novas tecnologias e mudança do comportamento do consumidor estão mudando drasticamente a forma que o varejo está se organizando e atendendo seus clientes. É difícil imaginar um supermercado de sucesso nos próximos anos, sem uma gestão de clientes individualizada, com experiência mobile e digital, contando com processos automatizados e apoiados em IoT (inteligência das coisas), conectado numa rede maior de dados, com trocas de informações estratégicas de negócios.
Para que isso aconteça, urge uma transformação digital do varejo de alimentos, que tem como alvo a mudança de processos, da forma das pessoas trabalharem e da arquitetura tecnológica das lojas. A notícia boa é que o varejo de alimentos, por ser regional e presente fisicamente, está em uma posição privilegiada para liderar essa transformação. Diante desse cenário é fundamental uma aproximação dos prestadores de serviços no varejo. O varejista precisa do apoio que signifique um “atalho” na busca do conhecimento e capacitação. Consultores, fornecedores de software e hardware, cientes dessas dificuldades e limitações, devem contar com uma estrutura capaz de atender ao varejista, mantendo a qualidade, a simplicidade e objetividade dos seus produtos e serviços. São diversos os motivos que tornam o varejo de alimentos único, saber disso te coloca a frente de muitos dos seus concorrentes e de diversas pessoas do setor. O varejo alimentar (super, hiper, mercado, mini, conveniência, hortifrutis, entre outros) a cada dia aprofunda o seu conhecimento sobre o consumidor usando a tecnologia para acelerar movimentos estratégicos ligados ao desenvolvimento de produtos em marca própria, reconfiguração de lojas, precificação e potencialização da experiência dos consumidores. Já houve quem apostasse que o varejo alimentar em sua forma clássica assumiria apenas o papel de marketplace físico, operado pela indústria, devido a uma possível perda de relevância para os consumidores.
Os consumidores têm valorizado cada vez mais a experiência de consumo. Eles não valorizam mais apenas os preços, mas tudo aquilo que envolve a compra de alimentos, desde o tempo de espera na fila de pagamento até comodidades como a entrega de compras. Uma das principais tendências dentro do segmento é a conveniência. Por conta do ritmo acelerado em que as pessoas vivem, bem como o acesso a inovações, os consumidores buscam cada vez mais formas de otimizar as compras. Prova disso é a busca cada vez maior por supermercados que entreguem em casa. As pessoas, ao contrário de alguns atrás, já não estão dispostas a gastar muito tempo fazendo as compras de alimentos. Por isso, elas buscam diferentes soluções que possam trazer comodidade para essa tarefa. O uso do troco digital é uma tendência que vai de encontro com essa necessidade. E entre as inovações apresentadas durante o evento que podem ajudar nesse sentido estão:
Redes de varejo alimentar se tornando ominichanel;
Foco nas compras via mobile no varejo online;
Scan Machine que seja capaz de ver o que o cliente tem no carrinho e já calcular o valor da compra;
Reconhecimento de produto sem a necessidade de códigos de barras;
Delivery.
Um entendido no comércio de Portugal, iniciou sua fala dizendo que o varejo brasileiro é muito desenvolvido e está entre os melhores do mundo. “Os varejistas brasileiros são mesmo muito bons no que fazem e é um mercado difícil e competitivo. Portanto, um benchmarking mundial”, além de dizer que as empresas tem investido muito na operação digital,
“O que vemos agora é que o consumidor não tem como ponto de venda só a loja física, pois ele pode comprar e receber seus produtos de diversos meios. Isso traz um desafio muito grande para as operações, a questão da logística, ou seja, o produto certo, no tempo certo e no local certo”
São “os dados cadastrais que apoiam todo o momento da experiência de compra do consumidor, seja no caixa da loja física, no app ou web site. “Portanto, eles têm de ser absolutamente precisos”, e também que a loja física não vai desaparecer, mas já está se transformando em algo mais sensorial
O mercado varejista alimentar é um dos mais dinâmicos que existe e é preciso acompanhar as tendências e inovações.
Google Brasil esteve na Groceryshop, em Las Vegas, evento repleto de tendências disruptivas relacionadas à tecnologia e aos novos modelos de negócio, e que tem tudo para pautar o futuro do setor no Brasil.
Na ocasião foram mostradas novas formas de proporcionar experiência ao consumidor, e foi possível detectar que a última fronteira para a indústria de groceries está no e-commerce, principalmente com as constantes mudanças influenciadas por novos hábitos de consumo. Afinal, como podemos oferecer produtos e experiências que os novos consumidores desejam? É uma das perguntas a serem respondidas neste artigo.
O que ficou claro para é que a revolução do setor depende de todo o ecossistema — o que envolve varejo, indústria, mídia e, claro, o consumidor.
Outras tecnologias mais novas nesse universo também podem fazer a diferença, como o voice shopping, por meio do qual é possível fazer compras no celular ao falar a sua lista de compras.
O uso da IA e do machine learning em scan machines, como vimos na experiência do Sam’s Club, é outra ferramenta que possibilita maior funcionalidade para entregar aos clientes uma experiência sem fricção.
E durante o Groceryshop muitas vezes surgiu a questão: o futuro do setor será de grandes players ou de pequenas marcas locais?
Neste artigo, vimos como a tecnologia pode se aliar à inteligência de mídia para explorar todo o potencial de crescimento que o e-commerce tem hoje, especialmente no Brasil.
Nos learnings para o varejo, vale pensar que não precisamos priorizar apenas a expansão das lojas físicas, mas também oferecer diferentes serviços integrados que facilitem a vida das pessoas, sem deixar de lado o foco na sustentabilidade ao longo da cadeia.

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Brasil tem mil empresas juniores; saiba como atuam

Brasil tem mil empresas juniores; saiba como atuam

Brasil tem mil empresas juniores; saiba como atuam

Brasil tem mil empresas juniores; saiba como atuam

Objetivo é conectar universitários com o mercado de trabalho

Em 2019, o Brasil alcançou a marca de mil empresas juniores no país. Juntas, elas desenvolveram mais de 23 mil projetos nesse ano. Com isso, ganham os estudantes e a população, porque a característica principal de uma empresa júnior é ser uma associação civil sem fins lucrativos que, por isso, oferece serviços que podem custar até 40% a menos que o mercado tradicional. As empresas juniores desenvolvem-se em universidades públicas e privadas. Atualmente, estão distribuídas em 182 universidades nas 27 unidades federativas do Brasil. A maioria dos serviços prestados pelas empresas juniores é por microempresário e pessoa física e o valor simbólico cobrado é destinado para a produção de feiras estudantis. Para o presidente da Brasil Júnior, confederação que representa as empresas juniores no Brasil, Renan Nishimoto, “as empresas juniores têm o desafio de receber mais confiança e estímulo da sociedade”, uma vez que o trabalho das empresas enquadradas nesse perfil não tem reconhecimento e, algumas, sofrem com a desconfiança do cliente por ser uma empresa composta por jovens em formação universitária. Um bom exemplo de atuação de uma empresa júnior no mercado é a EPR Consultoria, do curso de Engenharia de Produção da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Há 18 anos no mercado, a empresa atende em todo o país, inclusive multinacionais. No portfólio, acumula cases de sucesso, entre os quais destaca-se o projeto desenvolvido para a emergência de um hospital brasileiro. A partir da consultoria prestada pela equipe dessa empresa júnior, o tempo de espera na emergência passou de quatro horas para cinquenta minutos. Outro exemplo vem do Instituto Federal do Tocantins – IFTO Campus Palmas. A Agro Júnior Consultoria fechou um projeto em conjunto com a Fundação Banco do Brasil (FBB), em julho deste ano, para prestar consultoria para práticas agroecológicas aplicadas no ambiente do campo. Com o trabalho, foi possível validar um modelo hidropônico para ser utilizado por comunidades de baixa renda no município de Palmas-Tocantins, utilizando a energia solar; implantar unidade demonstrativa contínua de produção hidropônica e aquapônica; viabilizar, potencializar e fortalecer a geração de renda a agricultura familiar e capacitar comunidade de baixa renda, discentes e agricultores familiares na produção agroecológica. “O Brasil tem potencial gigantesco, mas não está preparado para as empresas juniores, essa plataforma que conecta universidades e mercado”, afirma Nishimoto. ( Brenda Chérolet – Agência Educa Mais Brasil)

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Trem turístico da Vale terá presença de Papai Noel e programação noturna especial neste Natal

Trem turístico da Vale terá presença de Papai Noel e programação noturna especial neste Natal

Trem turístico da Vale terá presença de Papai Noel e programação noturna especial neste Natal

 Trem turístico da Vale terá presença de Papai Noel e programação noturna especial neste Natal

No lugar do tradicional passeio de trenó, o Papai Noel seguirá no trem turístico da Vale por Ouro Preto e Mariana entre este sábado (7) e o dia 23 de dezembro. A viagem tem duração de uma hora e acontece no período noturno, a partir das 19h. O bom velhinho irá tirar foto com os passageiros e o trajeto ainda contará com apresentações musicais.

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13º Encontro de Palhaços

13º Encontro de Palhaços

13º Encontro de Palhaços

13º Encontro de Palhaços

Parque Ipanema sedia evento de humor e arte na tarde deste domingo

Neste domingo (8), a partir das 15h, O Circo Teatro Fool orgulhosamente VAI apresentaR ao público do Vale do Aço a 13ª edição do evento circense mais tradicional da região, o “Encontro de Palhaços de Ipatinga”. O evento teve início em 2007, quando os artistas Luís Yuner e José Rodrigues decidiram ocupar a Praça 1º de Maio para festejar o dia 10 de dezembro, o Dia Nacional do Palhaço. De lá para cá diversos artistas foram abduzidos pela magia do circo e passaram a compor esse elenco de narigudos e narigudas. O elenco deste ano terá Petit Gatão, Cacacreuza, Porfilho Ximbica, Risadinha e Gargalhada, Pituxa e Pituxinha, Dândi, Pandolfo, Michirika e Balako, entre outros paspalhões. Grupos de dança e de poesia, além do artista Natal do Vale, vão abrilhantar o encontro. Os artistas vão mostrar números clássicos do mundo do circo, em meio a sorteio de brindes e brincadeiras com a plateia. Divulgação O “Encontro de palhaços” terá ainda a participação do amazonense Boi Bumbá Caprichoso, e a chegada emocionante do Papai Noel para animar o desfecho dessa festa de amor, resistência, arte e alegria. SERVIÇO: “13º Encontro de palhaços de Ipatinga” Domingo (8) – 15h Teatro de Arena do Parque Ipanema (Em caso de chuva, o evento será no galpão coberto) Classificação livre. Entrada franca Realização: Circo Teatro Fool Produção geral: Luís Yuner.

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CPI das Fake News recebe denúncias de terrorismo na internet

CPI das Fake News recebe denúncias de terrorismo na internet

CPI das Fake News recebe denúncias de terrorismo na internet

CPI das Fake News recebe denúncias de terrorismo na internet

Deputada denuncia participação de assessores parlamentares em ataques virtuais e cita “organização criminosa mantida com dinheiro público para promover mensagens de ódio a desafetos políticos”

Em depoimento à CPI das Fake News, que investiga notícias falsas e assédio nas redes sociais, nesta quarta-feira (4), a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) afirmou que parlamentares ligados ao governo federal usam assessores de seus gabinetes para promover ataques virtuais contra desafetos. Um dos acusados por Joice foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro. Além de Eduardo, ela citou os deputados estaduais do PSL Douglas Garcia (SP), Gil Diniz (SP) e Alana Passos (RJ). Também mencionou três servidores comissionados do Palácio do Planalto, que compõem o grupo conhecido como “gabinete do ódio”. Segundo a deputada, todos esses assessores são empregados com a função de organizar redes de ataques, o que pode configurar improbidade administrativa.Não estamos falando de fofoquinha de WhatsApp. É uma organização criminosa que funciona de maneira coordenada. Há dinheiro público. Escolhe-se um alvo, combina-se o ataque, em questão de minutos temos uma mensagem espalhada para o Brasil inteiro. É uma sensação passada para que muitos fiquem atemorizados com ‘o levante da internet’. A deputada explicou que esses assessores operam páginas e perfis que atuam como elos intermediários na cadeia dos ataques. Eles produzem conteúdo a partir de orientações combinadas em grupos secretos, e as publicações seguem um “revezamento” previamente estabelecido entre as páginas. Depois, o material é repercutido com o uso de bots (robôs). As orientações, segundo Joice, partem de lideranças como Eduardo Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro e o assessor especial da Presidência Filipe Martins. Entre os nomes citados pela deputada estão Tercio Arnaud Tomaz, José Matheus Salles Gomes e Mateus Matos Diniz, assessores da Presidência; Carlos Eduardo Guimarães, secretário de Eduardo Bolsonaro; e Edson Salomão, presidente do Movimento Conservador e assessor de Douglas Garcia.
Joice disse que outros nomes podem surgir depois que redes sociais como Twitter, Facebook e Instagram abrirem o sigilo de administradores de perfis anônimos e páginas satíricas que participam das redes de ataques. Ela já iniciou ações judiciais nesse sentido. O custo do uso de robôs para movimentação de conteúdos também foi um ponto assinalado por Joice. A deputada, disse que consultou especialistas na área e identificou que um único impulsionamento artificial pode chegar a custar R$ 20 mil. Ela instigou a CPI mista a se debruçar sobre o financiamento dessas atividades. ?? O principal foco desta comissão [tem que ser] seguir o dinheiro. Se o ataque é em grupo e isso é feito em perfis de todos os cantos, de onde vem o dinheiro? Estamos falando de milhões de reais ?? questionou. Divisão No seu depoimento, Joice Hasselmann apontou uma divisão existente na base de apoio do presidente Jair Bolsonaro desde a campanha eleitoral de 2018. De acordo com ela, após a posse, o grupo envolvido com as redes de ataques virtuais se instalou “no coração do governo” e passou a influenciar o presidente e a alienar os demais aliados, como ela. ?? Na campanha, o PSL fazia a mídia normal e tinha a mídia “paralela”, que sempre foi o Carlos [Bolsonaro] que controlou. As senhas das redes sociais sempre ficaram de posse dele. Não sei se o presidente tem consciência do tamanho da loucura que esse “gabinete do ódio” produz. Quero crer que não. É preciso colocar um freio nisso. Há toda uma desconstrução de imagem das pessoas que ajudaram ?? afirmou. Joice apresentou vários exemplos de publicações direcionadas contra apoiadores do presidente que passaram a ser tratados como “traidores”. Entre eles estão os ex-ministros Gustavo Bebbiano, da Secretaria-Geral da Presidência, e Carlos Alberto dos Santos Cruz, da Secretaria de Governo. Os ex-ministros teriam se tornado alvo dos ataques coordenados depois de baterem de frente com membros do núcleo de militância virtual. Santos Cruz discutiu com Filipe Martins em uma reunião de gabinete e dias depois foi exonerado, em meio a um ataque de notícias falsas (ele foi acusado de ofender o presidente Bolsonaro a partir de uma imagem adulterada do seu WhatsApp). Já Bebbiano entrou em atrito com Carlos Bolsonaro ainda durante a montagem do governo, quando o vereador, segundo relatou Joice, teria proposto a criação de um setor paralelo de inteligência e investigação. A deputada informou, ainda, que o atual diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o policial federal Alexandre Ramagem, foi uma indicação de Carlos. Presidente O senador Humberto Costa (PT-PE), membro titular da CPMI, observou que as informações trazidas por Joice Hasselmann ilustram uma questão grave para o país. Para ele, o fato de um grupo tão próximo ao presidente se comportar da forma que foi descrita deve ser tratado com seriedade. ?? Estamos diante de um grande problema: ou o presidente sabe da existência dessa rede e apoia o que ela faz; ou ele não tem conhecimento. Aí quem tem que ser responsabilizados são os órgãos de inteligência que, ou são incompetentes a ponto de não saberem que isso existe; ou não dizem ao presidente que isso existe. Joice disse que a sua motivação para prestar depoimento à comissão não é “arranhar a imagem” do presidente Jair Bolsonaro, a quem ela garante continuar apoiando. No entanto, ela afirmou que o presidente está se “apequenando” ao se engajar em projetos divisivos, como a indicação do filho Eduardo para a embaixada brasileira nos Estados Unidos e a troca da liderança do PSL na Câmara dos Deputados. ?? O presidente é a autoridade máxima deste país. É um homem que tem que saber o tamanho que tem. Eu espero uma correção de rota. Espero que o governo seja tocado pelo presidente, não pelos seus filhos ?? disse. A deputada alertou também que os perfis-robôs que participam dos ataques virtuais podem vir a ser relevantes no processo de formalização do partido Aliança pelo Brasil, presidido por Bolsonaro. Na terça-feira (3), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou o uso de assinaturas digitais para a criação de partidos políticos, o que facilitaria a oficialização da Aliança a tempo das eleições municipais de 2020. ?? As certificadoras digitais são muitas vezes pequenas empresas privadas sem nenhuma fiscalização. Se temos esse volume de robôs atuando nas redes sociais, o que não haverá com as certificadoras? Não coloco ninguém em suspeição, mas há que se ter cuidado na regulamentação [da coleta de assinaturas digitais] pra que não tenhamos uma fraude ?? alertou. Joice trouxe os números de uma avaliação que solicitou ao Botometer, projeto da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, que monitora a veracidade de perfis de redes sociais. Segundo o estudo, cerca de 15% dos seguidores da Aliança Pelo Brasil no Twitter apresentam características típicas de perfis automatizados: sem personalização, pouco conteúdo original e atividade intensa de compartilhamentos. (Fonte: Agência Senado)

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