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Falta de água prejudica moradores do bairro Limoeiro, em Timóteo

Falta de água prejudica moradores do bairro Limoeiro, em Timóteo

Falta de água prejudica moradores do bairro Limoeiro, em Timóteo

#333333;”>”Até que a situação seja completamente regularizada, o fornecimento de água está sendo reforçado por caminhão-pipa”, informou a Copasa

 

Nesta segunda-feira (13), fez cinco dias que os moradores da rua Jenipapo, no bairro Limoeiro, em Timóteo, estão sem água em suas residências. Eles alegam que a situação está muito complicada, principalmente, devido ao calor que faz na região do Vale do Aço, com temperatura à beira dos 40 graus. Na falta de solução para o problema, os moradores reclamam na imprensa.
Renata Santiago, de 30 anos, por exemplo, afirma não aguenta mais ficar sem água e que tem três crianças em sua residência. “Lavar a minha casa não tem como. Já a roupa, tem que lavar peça por peça, ou seja, de pouco a pouco. O meu marido também traz água da empresa em que trabalha, dentro de garrafas pet. Desse modo, a gente consegue saciar a sede, fazer comida e lavar a louça.
Mas é um absurdo isso que estamos passando, principalmente, por causa do valor da conta de água que pagamos todo mês. E esse tipo de problema é frequente na nossa rua”, disse em entrevista ao Diário do Aço. Copasa Procurada pelo Diário do Aço, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informou, por meio de nota, que o abastecimento na rua Jenipapo, no bairro Limoeiro, em Timóteo, está sendo normalizado, de forma gradativa, desde a tarde desta segunda-feira (13). “Até que a situação seja completamente regularizada, o fornecimento de água está sendo reforçado por caminhão-pipa”, informou.
A nota da Copasa também cita que “o abastecimento na região ficou prejudicado na tarde de domingo (12), devido à falta de energia elétrica no Sistema Produtor do Vale do Aço, por parte da concessionária responsável”. Estudos Conforme publicado pelo Diário do Aço, no domingo (12), o gerente regional da Copasa em Ipatinga, Wilson Milani, informou que um estudo está sendo realizado para sanar esse problema de falta de água na região.
Ele afirmou que os técnicos realizam estudos de novas fontes de produção para melhoria do abastecimento, com a perfuração, equipagem e interligação de novos poços artesianos. “Ocorre que, na maioria dos casos, os poços perfurados se localizam em áreas particulares e dependem das negociações com os proprietários para indenização da área. Por isso, nem sempre são rápidas as ações para a operação dos novos poços”, frisou.

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Ministério da Agricultura determina recolhimento de todas as cervejas da Backer

Ministério da Agricultura determina recolhimento de todas as cervejas da Backer

Ministério da Agricultura determina recolhimento de todas as cervejas da Backer

#333333;”>Uma pessoa morreu e pelo menos dez pessoas foram intoxicadas após consumirem a cerveja

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento determinou que a cervejaria Backer retire de circulação todas as suas cervejas e chopes produzidos desde outubro do ano passado até ontem (13). A suspensão da venda se manterá até que fique assegurado que os outros produtos da Backer não estão contaminados. “A medida é para preservar a saúde dos consumidores”, disse o ministério, em nota.
Na semana passada, exames laboratoriais realizados pela Polícia Civil de Minas Gerais identificaram a presença da substância dietilenoglicol em amostras de ao menos dois lotes da cerveja Belorizontina, produzida pela Backer. Uma pessoa morreu e pelo menos dez pessoas foram intoxicadas após consumirem a cerveja. Segundo a própria empresa, o dietilenoglicol não faz parte do processo de produção de suas cervejas.
De acordo com o ministério, em nota, não existem evidências laboratoriais de presença da substância em outros produtos da Backer. “Estes produtos estão sendo analisados e, caso existam resultados positivos, novas medidas serão adotadas”, acrescentou a pasta. A cervejaria foi interditada pelo ministério, e 139 mil litros de cerveja e 8,4 mil litros de chope já tinham sido apreendidos. Hoje a Polícia Civil informou que um terceiro lote da Belorizontina também está contaminado. Também foram encontrados vestígios das duas substâncias tóxicas nos equipamentos de resfriamento usados na produção da cerveja. (Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil)

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Copasa afirma realizar estudos de novas fontes para melhoria do abastecimento

Copasa afirma realizar estudos de novas fontes para melhoria do abastecimento

Copasa afirma realizar estudos de novas fontes para melhoria do abastecimento

Ao longo dos últimos meses, moradores têm reclamado de falta d’água em diversos bairros no Vale do Aço

 

A situação do abastecimento de água no Vale do Aço tem sido motivo de dor de cabeça para os usuários da região. O Diário do Aço recebe, diariamente por meio de seus perfis na internet e também por telefone, reclamações de moradores que chegaram a ficar dez dias sem o serviço.
O gerente regional da Copasa em Ipatinga, Wilson Milani, informa que um estudo está sendo realizado para sanar o problema. Milani pondera que em novembro de 2019 ocorreram períodos de instabilidade no fornecimento de energia elétrica na região, que ocasionaram sucessivas interrupções da produção de água no Sistema Integrado de Abastecimento de Água do Vale do Aço.
O Sistema é responsável por abastecer a cidade de Ipatinga, além dos bairros Cidade Nova, Águas Claras, Bom Pastor, Jardim Vitória, Parque Caravelas e Residencial Bethânia, em Santana do Paraíso; Alphaville, Limoeiro, Recanto Verde e Recanto do Sossego, em Timóteo e o bairro Amaro Lanari, em Coronel Fabriciano. “A Companhia está sempre empenhada em melhorar a qualidade da prestação de serviços para o município, de acordo com a regulamentação da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG).
No entanto, é importante salientar que eventualmente manutenções pontuais e emergenciais são realizadas, o que pode afetar temporariamente o abastecimento de algumas regiões”, afirma. Questionado sobre o que tem feito para reverter esse cenário hídrico desfavorável, o gerente adianta que os técnicos realizam estudos de novas fontes de produção para melhoria do abastecimento dessas localidades, com a perfuração, equipagem e interligação de novos poços artesianos. “Ocorre que, na maioria dos casos, os poços perfurados se localizam em áreas particulares e dependem das negociações com os proprietários para indenização da área.
Por isso, nem sempre são rápidas as ações para a operação dos novos poços”, frisa. Dentre os casos noticiados mais recentes, moradores do bairro Bom Jesus, em Coronel Fabriciano, enviaram várias reclamações ao Diário do Aço. Eles relataram falta de água em suas residências desde o dia 19 de dezembro, situação que perdurou por mais de dez dias. No mês de novembro, parte da população do Cidade Nova foi às ruas protestar. A alegação é que as residências ficam até 15 dias sem água, em alguns trechos daquele local. A parte alta também sofre, principalmente no Bethânia.
Esses são alguns relatos que chegaram ao conhecimento da reportagem, mas que englobam ainda a cidade de Timóteo e outras da região. Rodízio Um sistema de rodízio tem sido divulgado ao longo dos últimos tempos. Milani observa que nos últimos meses foi registrada uma redução do volume de água normalmente captado pela Copasa, nos poços utilizados pela empresa para o abastecimento dos bairros Industrial e Ipaba do Paraíso, em Santana do Paraíso. Para diminuir os impactos dessa estiagem, a companhia implantou, nesses bairros, um Plano de Racionamento.
Os rodízios no abastecimento de água são realizados diariamente, conforme tabela divulgada no site da empresa e enviada aos veículos de imprensa da região. “A Copasa ressalta que o uso consciente da água é importante em qualquer estação do ano. Atitudes simples, como lavar o carro com balde de água no lugar da mangueira; deixar a torneira fechada enquanto escova os dentes; tomar banhos rápidos; molhar plantas com regador e não lavar o passeio com água tratada fazem muita diferença.
É importante frisar que em situações de racionamento devemos ficar atentos aos riscos oriundos do armazenamento inadequado de água nos domicílios, especialmente aqueles relacionados a doenças transmitidas por vetores que possuem fase do ciclo de reprodução associada à água”, aponta. (Bruna Lage – Repórter)

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Especialista dá dicas para quem procura emprego neste início do ano

Especialista dá dicas para quem procura emprego neste início do ano

Especialista dá dicas para quem procura emprego neste início do ano

Mais de 2 mil vagas são oferecidas no Sine, sendo mais de 1 mil sem exigência de experiência anterior

 

Profissionais interessados em conseguir uma recolocação no mercado de trabalho ou em conquistar uma oportunidade logo neste primeiro mês de 2020 devem atualizar o cadastro profissional no Sine. É o que orienta a assessora da Superintendência de Gestão e Fomento ao Trabalho e à Economia Popular Solidária da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Amanda Siqueira, para que os candidatos aumentem as chances de encontrar vagas compatíveis com o seu perfil.
Nesta quarta-feira (8/1), 2.215 vagas de emprego estão em aberto nas unidades do Sine em todo o estado. Desse total, 192 são destinadas a pessoas com deficiência. “Uma dica é que as pretensões profissionais sejam sempre atualizadas no sistema.
Os candidatos devem comparecer às unidades munidas da documentação necessária, que é o documento de Identidade, o CPF e a Carteira de Trabalho e Previdência Social”, lembra Amanda. Do total dos postos de trabalho disponíveis atualmente no Sine, 1.177 não exigem experiência profissional. Há vagas para diferentes níveis de escolaridade. A assessora da Sedese ressalta que os empregadores observam o aspecto comportamental e comunicacional dos candidatos como diferencial na hora de selecionar os profissionais. “É importante que no momento da entrevista os candidatos tenham uma postura adequada e saibam se comunicar de forma educada, formal e confiante diante das perguntas dos recrutadores” destaca. Para verificar as vagas em aberto, o candidato também conta com o Aplicativo Sine Fácil, que dá acesso a vários serviços oferecidos pelo sistema, como consultas ao status do abono salarial e do seguro-desemprego, cadastro de vagas por parte dos empregadores.
Os endereços dos postos do Sine estão disponíveis no site da Sedese, que coordena as unidades em todo o estado. 2019 De janeiro a dezembro de 2019, o Sine ofereceu 84.414 vagas de emprego em Minas Gerais. Foram colocados 34.773 trabalhadores no mercado de trabalho. Amanda explica que um dos motivos para o não preenchimento de todas as vagas é a falta de qualificação profissional, o que torna o perfil do candidato incompatível para a ocupação. O setor de serviços liderou as ofertas com o maior número de vagas oferecidas, 28.929 vagas. Seguido pelas áreas da construção civil (20.084), do comércio (14.845), da indústria (13.668) e da agropecuária (2.532). Até o mês de dezembro de 2019, 4.872 empregadores utilizaram o serviço para disponibilizar os postos de trabalho. Qualificação profissional A Sedese fez um mapeamento, por meio de metodologia inédita, para verificar quais cursos de capacitação profissional atendem efetivamente à demanda do mercado de trabalho.
Dessa forma, Minas poderá receber recursos remanescentes do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), a serem executados até 2022. A iniciativa irá ampliar a oferta de cursos de capacitação, aumentando a empregabilidade em Minas nos próximos anos. A secretaria aguarda o retorno do Ministério da Educação, com relação às propostas de cursos encaminhadas.
A expectativa é de que os recursos viabilizem a criação de 15 mil vagas em todo o estado. (Agência Minas)

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Onça capturada em Ipatinga é recebida na Usipa e está saudável

Onça capturada em Ipatinga é recebida na Usipa e está saudável

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A onça capturada no fim da tarde desta quinta-feira (09) na área urbana, em Ipatinga, foi trazida para o Centro de Biodiversidade da Usipa (Cebus) e aparenta bom estado de saúde. De acordo com o responsável técnico pelo Cebus, o médico-veterinário Lélio Costa e Silva, o animal é uma onça parda, também conhecida como suçuarana, e tem, aproximadamente, um ano de idade. “É um jovem adulto, sem ferimentos, aparentemente bem de saúde e sem sinais de domesticação”, destaca o veterinário.
Ainda segundo o veterinário, o animal está magro, um indício de que é um animal silvestre, que anda muito em busca de alimentos. “Nesta época do ano, de muito calor e chuvas, as presas deste tipo de animal se escondem, fazendo com eles tenham que buscá-las em locais mais distantes. Com as constantes queimadas e desmatamentos, a onça chegou até a área urbana em busca de alimento”, enfatiza Lélio.
Destino da onça Onças jovens, normalmente, não têm genitálias aparentes. Por isso, não foi possível identificar se o animal capturado é macho ou fêmea. Para verificar isso, seria necessário sedá-lo. “Neste momento, nosso trabalho é desestressar o animal depois de tudo o que ele passou para, em breve, devolvê-lo à natureza. Sedá-lo para verificar o sexo do animal causaria ainda mais estresse”, relata Lélio. Marcele Pena De acordo com o médico-veterinário, o Instituto Estadual de Florestas (IEF) já prepara o local para soltura do animal. Assim que for definido, o local não será revelado à população para preservar a vida do animal. O papel das onças na natureza Onças são predadores naturais do topo da cadeia alimentar e, sem elas, nenhuma floresta sobreviveria.
Segundo Lélio, o risco do aparecimento delas em áreas urbanas é maior para o próprio animal do que para o ser humano. “Elas são essenciais para manutenção do equilíbrio deste tipo de ambiente. Animais de pequeno porte e herbívoros se reproduzem em números muito maiores do que as onças. Se houver superpopulação de herbívoros em florestas, a vegetação pode se tornar escassa e desaparecer. Sem vegetação, a água seca e até mesmo os herbívoros morrerão. Sem florestas e sem água, é impossível ter vida. As onças controlam essa superpopulação e equilibram o meio ambiente”, reforça.

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