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O que é um super app e quais os candidatos brasileiros a ocupar esse posto

O Brasil ainda não tem um com a mesma musculatura dos chineses WeChat ou AliPay. Por enquanto, o que temos são candidatos ao posto, ou seja, aplicativos que oferecem mais de um serviço a seus usuários. Mas não adianta só ser o melhor ou maior app para chamar um carro ou entregar comida. Para ganhar status de super, o aplicativo precisa ser usado várias vezes ao dia e resolver a vida das pessoas em vários aspectos, como financeiro, de mobilidade, de alimentação e comunicação.

Um estudo do Itaú BBA identificou quais são as áreas que mais têm chance de criar um super app no Brasil. São elas: ferramentas de mensagens, meios de pagamento, empresas de transporte, serviços de entrega, e-commerce e serviços financeiros.

Sabendo quais são os segmentos com mais potencial para criar um super app, já conseguimos identificar quais apps que estão indo nesse caminho? O estudo identificou alguns apps que mais se encaixam nesse perfil:

 

Facebook, WhatsApp (mensagens) Mercado Pago, Ame (carteiras digitais) Uber, 99, Grow (mobilidade)  iFood, Rappi (entregas)

Mercado Livre, Amazon, Magazine Luiza (e-commerce)

Banco Inter (setor financeiro)

Então vamos começar do começo: o que faz de um app um super app? Gabriel Simões, analista do Itaú BBA, diz que super apps são apps que possuem milhares de usuários, reúnem múltiplos serviços e têm alta recorrência. “O rei dos super apps é o WeChat, que nasceu como um substituto do WhatsApp da China, mas oferece de tudo. A pessoa quer pagar uma conta, usa o WeChat.”

Por que super apps podem ser convenientes? Entre os que defendam aplicativos que oferecem de tudo, o argumento é que as pessoas não querem ter vários instalados em seus celulares. Para os usuários, é mais fácil ter um único aplicativo que resolva todas as suas necessidades, desde pagar uma compra até chamar um carro ou pedir comida.

Qual o caminho para criar um super app? Simões diz que existe meio que um caminho consolidado pelos aplicativos que querem se transformar em super apps: primeiro ele fica muito forte em um serviço e depois passa a agregar outras funcionalidades. “É um processo. O aplicativo primeiro cresce muito em um serviço e depois se expande para outras frentes”, diz o analista do Itaú BBA.

Mas há exceções nesse trajeto? Sim. No caso dos candidatos brasileiros a super app, Simões diz que o Rappi é uma exceção. “O aplicativo já nasceu

oferecendo múltiplos serviços. Mas ainda tem a questão da base e da recorrência de utilização para ganhar o status de super app.”

E qual o segundo passo para conseguir virar um super app? Segundo Simões, os apps que mais crescem são aqueles que, depois de se expandirem em sua área principal (mensagens, por exemplo), conseguem oferecer um serviço financeiro ou um meio de pagamento. “Com serviços financeiros, a frequência de utilização costuma aumentar.”

Que características fizeram da China um mercado único para a criação de super apps? O estudo elenca algumas características, como a massificação dos smartphones e a cultura do mobile first, que faz com que as pessoas prefiram fazer transações pelo celular em vez de ir pessoalmente até lojas, bancos e restaurantes.

O estudo do Itaú BBA também lembra que o governo chinês deu um empurrão aos super apps, seja através da regulamentação da internet ou das restrições para algumas empresas, como Facebook e Google.

Mas um dos diferenciais marcantes é que os cartões de crédito tinham baixíssima penetração na China. Só 8% possuíam um cartão de crédito em 2011. Até 2010, 61% das transações na China eram feitas com dinheiro.

Quais as diferenças entre o ambiente que favoreceu os super apps na China e o Brasil? Existem diferenças gritantes entre o mercado de pagamento chinês e o brasileiro. Por isso, há quem diga que o Brasil não terá dois super apps monopolizando o mercado, como acontece na China. Entre as principais diferenças está o fato do Brasil ser muito menos dependente de pagamentos em dinheiro do que a China. Por outro lado, o brasileiro ainda não usa tanto o celular para pagar compras. Na China, 70% usam o celular para fazer compras no e-commerce, contra 42% no Brasil.

Qual o principal desafio para os candidatos a super app no Brasil? Um dos maiores desafios é conseguir se tornar lucrativo. Hoje, a maioria deles tenta ganhar usuários por meio da distribuição de cupons de desconto. Essa estratégia funciona para ampliar a base de clientes, mas custa caro aos aplicativos.

O Brasil tem espaço para muitos super apps? No Innovation Pay, evento que discutiu pagamentos em São Paulo, especialistas se dividiram sobre a capacidade do Brasil absorver muitos super apps, já que existem tantos candidatos ao posto. Para Edson Santos, ex-CFO da Rede, a questão não é de nomenclatura — se chamar ou não super app –, mas de funcionalidade. “A briga é para ser o primeiro a ser utilizado. Você pode ganhar mais um cartão, mas você vai usar? Eu posso ter várias carteiras digitais e não usar nenhuma. A questão é saber o que o app precisa para ser o primeiro a ser usado na hora de pagar uma conta, chamar um carro.”

“O futuro pertence aos que assumem risco, não aos que buscam segurança. Quanto menos você busca segurança e mais busca oportunidade, mais segurança você terá.” – Brian Tracy

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